sábado, 31 de dezembro de 2016

Sistema Alto Tietê termina 2016 com menos chuva que no ano anterior

MOGI DAS CRUZES E SUZANO

GI31/12/2016 18h54 - Atualizado em 31/12/2016 18h54

Sistema Alto Tietê termina 2016 com menos chuva que no ano anterior
Choveu neste ano 1.194,3 milímetros, cerca de 90,5% da média histórica.
Em 2015 volume de chuva foi de 1.619,6 e ultrapassou média prevista.

Do G1 de Mogi das Cruzes e Suzano

Foto tirada com drone mostra a situação da Represa do Rio Jundiaí, em Taiaçupeba, no dia 14 de agosto de 2015 (Foto: José Antônio de Assis/ arquivo pessoal)

Durante os 12 meses de 2016, o volume de chuva armazenado nas represas que integram o Sistema Alto Tietê alcançou 90,5% da média histórica prevista para o ano. De acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), de 1º de janeiro até 31 de dezembro choveu 1.194,3 milímetros, 125 mm a menos do que a média prevista para o ano. Provavelmente, a previsão só não foi alcançada ou superada por causa dos meses de abril e julho, que foram mais secos do que o esperado e registraram pluviometrias muito baixas.
Em abril choveu 8,2 mm, apenas 8,3% do previsto para o mês. Em julho, dos 49,3 milímetros da média histórica, choveu apenas 7,3 mm. Já nos meses de fevereiro, março, maio, agosto e outubro a pluviometria registrada superou a média histórica prevista.
Em comparação com 2015, choveu 26,26% a menos. No ano passado, choveu 1.619,6 mm, volume que superou a média prevista para o ano que era de 1.432,3 mm. A pluviometria deste ano, no entanto, foi maior que a de 2014, quando em plena crise hídrica, o volume de chuva chegou a 1046,7 mm enquanto que o esperado era de 1455,5 mm.
Neste sábado (31), as represas operam com 43,2% da capacidade. Choveu no mês 147,8 mm o equivalente a 76,2% do previsto na média histórica do mês.

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O sistema
De acordo com informações da Sabesp, o Alto Tietê abastece atualmente 4,2 milhões de pessoas em parte da zona leste de São Paulo e nas cidades de Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba, Arujá, Suzano, Mogi das Cruzes, Mauá (parcialmente) e Guarulhos (parcialmente).
A população atendida pelo sistema saltou de 3,8 milhões de pessoas para 5 milhões em dezembro de 2013 por causa da crise no Sistema Cantareira. Um ano depois de começar a ser usado como reforço do Cantareira, em dezembro de 2014, o sistema chegou a ter apenas 4,2% da capacidade.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou no dia 7 de março que a “questão da água está resolvida”, referindo-se ao término da crise hídrica no estado de São Paulo.
Chuva em 2016
Novembro terminou com a pluviometria atingindo exatamente a média histórica: 130,7 mm.
O mês de outubro terminou com 6% mais chuva do que média histórica do Alto Tietê. Pluviometria acumulada foi de 122,3 mm diante da média de 114,5 mm.
Setembro terminou com chuvas 70% abaixo da média no Alto Tietê. Dos 83,6 mm previstos para setembro, choveu apenas 25,9 mm.
O mês de agosto terminou com volume em 41,9% e 11% mais de chuva do que o esperado.
O índice de chuvas registrado em julho ficou 85% abaixo da média históricapara o mês, de acordo com a Sabesp.
Em junho deste ano, a pluviometria no sistema superou em 152,54%, a média histórica prevista para o mês.

Em maio, o volume de chuva superou em 41,6% a média histórica: choveu 106,2 mm, quando a média histórica é de 75 mm.
Em abril choveu 91,6% menos do que a média para o mês. Enquanto a pluviometria acumulada foi de 8,2 mm, a média para abril, segundo a Sabesp, é de 97,8 mm.
Em março, choveu 7,9% mais do que a média histórica, de 172,4%.

Em fevereiro, o volume de chuva foi 14,2% maior do que a média histórica de 194,4 mm.
Em janeiro de 2016 a chuva nas represas ficou 17,13% abaixo da média histórica.
Chuva em 2015
Ao longo de 2015 o volume de chuvas armazenado nas represas que integram o Sistema Alto Tietê superou a média histórica para o ano em 13%. Choveu 1.619,6 milímetros, enquanto que a estimativa era que chovesse 1.432,3 milímetros. Dezembro terminou com 26,4% mais chuva do que a média histórica. Neste mês choveu 243,8 mm e o esperado era de 192,8 mm.

Novembro terminou com chuva 64% superior à média histórica. O mês de outubro acabou sem que as chuvas atingissem a média história. Ao longo do mês choveu 94,5 mm, 82,2% da média histórica de 115 milímetros.

Em setembro choveu o dobro do esperado para o mês no Alto Tietê. Segundo a Sabesp, a pluviometria acumulada foi de 170,2 mm, 108% superior à média histórica. Após 40 dias em queda, o índice dos reservatórios voltou a subir no dia 8. A média histórica foi superada no dia 9 de setembro, quando, em apenas um dia, choveu 57,3 mm. Esta foi a maior chuva do ano.

As chuvas de agosto foram 49% menores do que o esperado. A pluviometria acumulada ficou em 18,6 mm, quando a média histórica é de 36,7 mm.

Julho chegou ao fim com uma pluviometria 16,6% maior do que a média histórica para o mês, segundo os dados da Sabesp. A pluviometria foi de 57,4 mm e a média histórica para o mês era de 49,2 mm.

Em junho choveu menos do que a média histórica. A pluviometria acumulada no mês foi 31,1% menor do que a média histórica, que é de 55,5 mm.

Já entre fevereiro e maio choveu mais do que a média histórica. Antes de junho, o índice foi inferior à média apenas em janeiro, quando a pluviometria foi 58,7% menor do que a média histórica.


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Helicóptero cai depois de colisão com fios elétricos em Corinto

GRANDE MINAS G1

31/12/2016 19h04 - Atualizado em 31/12/2016 19h04

Helicóptero cai depois de colisão com fios elétricos em Corinto
Aeronave fazia voo panorâmico pela cidade; ninguém se feriu.
Piloto diz ter sofrido perda de potência.
Do G1 Grande Minas

Um helicóptero modelo Robinson R44 que fazia um voo panorâmico pela cidade de Corinto, no fim da tarde deste sábado (31), caiu depois de se chocar contra a fiação elétrica de postes. A aeronave passava próximo ao Cristo, um dos pontos turísticos da cidade, na estrada MG-220. De acordo com informações da Polícia Militar, três pessoas estavam sobrevoando a região e nenhuma delas teve ferimentos graves depois da queda. O veículo perdeu a calda durante a colisão.

O piloto prestou depoimento à PM no local do acidente, estava muito nervoso e não quis dar entrevista ao G1. Segundo o tenente da polícia que atendeu à ocorrência, o condutor afirmou ter perdido a potência do helicóptero devido a ventos fortes.
"O piloto do helicóptero disse que um vento muito forte ocasionou a perda de potência da aeronave e que ele acabou colidindo contra a fiação elétrica. Eles estavam muito nervosos, mas, felizmente, ninguém precisou de atendimento médico", afirma o tenente Jairo Elias de Souza.
Todos os passageiros dispensaram atendimento médico. O helicóptero sofreu danos generalizados e será removido do local pelo proprietário. O G1 tentou contato com a Aeronáutica, mas as ligações não foram atendidas.

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Operações 'filhotes' da Lava Jato se espalham por 7 Estados. Jornais de sábado (31)


Sábado, 31/12/2016, às 10:06, por Matheus Leitão

A Lava Jato está prevendo que as operações em 2017 dobrem em relação a 2016 por efeito das delações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht, além de alcançar sete estados.

Operações filhotes, fruto do compartilhamento de informações com o Ministério Público dos estados, começaram a ser deflagradas em São Paulo, Rio, Goiás, Pernambuco, Rondônia e no Distrito Federal, mas vão se ampliar.

Essa é a manchete do jornal O Estado de S. Paulo deste sábado (31). “Lava Jato prevê operações em mais 7 Estados, em 2017”. O Globo informa que a Lava Jato deve recuperar, com os acordos, R$ 10 bilhões.

Em Goiás, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU), o valor do superfaturamento nas obras do aeroporto foi de R$ 211 milhões e a Lava Jato investiga pagamento de propina na obra.

Os novos prefeitos vão assumir num quadro de dificuldade fiscal, com queda de receita e precisando de novos cortes. A situação das cidades é o assunto que abre o noticiário da Folha de S. Paulo. “Prefeitos assumem com mais cortes e sem investir”.

No Rio, o prefeito Eduardo Paes voltou atrás no aumento de ônibus, depois que o novo prefeito Marcelo Crivella criticou o reajuste. “Decisão sobre aumento de ônibus será de Crivella”, diz a manchete do Globo.

As assembleias têm travado as medidas de ajustes apresentadas pelos governadores, mas o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista ao Estadão, diz que não vai sacrificar o ajuste fiscal para ajudar os estados. Segundo ele, os governadores não podem ter a ilusão de que tudo virá da ajuda federal.

A Policia do Rio acredita que a morte do embaixador grego, cujo corpo foi encontrado carbonizado na Baixada Fluminense, foi um crime passional e prendeu a viúva e um soldado da PM, amante da embaixatriz. Ela é brasileira e era casada com a vítima havia 15 anos.

Outro destaque: o governador Luiz Fernando Pezão vetou o corte de 30% aprovado pela Assembléia em seu salário.

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Hackers invadem site do PMDB sobre Temer com ataque a políticos Hackers invadem site do PMDB sobre Temer com ataque a políticos

Hackers invadem site do PMDB sobre Temer com ataque a políticos Hackers invadem site do PMDB sobre Temer com ataque a políticos
Por G1, Brasília

31/12/2016 10h26 Atualizado há menos de 1 minuto (veja na imagem).

Um grupo de hackers invadiu na manhã deste sábado (31) um site do PMDB sobre o presidente Michel Temer e postou mensagens de ataque a políticos, defendendo pena de morte para congressistas.
"Eu quero pena de morte pra quem tá no congresso, vocês que deveriam responder por crime hediondo", diz o texto na página invadida
Após a invasão, durante a manhã, o site www.micheltemer.com.br ficou vários momentos fora do ar. No endereço, normalmente, são publicadas notícias, vídeos, fotos, artigos e a biografia de Temer.
O site é mantido pelo PMDB de São Paulo e, embora reproduza informações do governo, não oficial nem de responsabilidade da Presidência da República. Até a última atualização desta reportagem, o G1 não havia conseguido contato com os responsáveis pelo site

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Caminhoneiro de Américo Brasiliense desaparece após deixar Jaboticabal

30/12/2016 17h18 - Atualizado em 30/12/2016 17h25

Caminhoneiro de Américo Brasiliense desaparece após deixar Jaboticabal
João Batista de Oliveira, de 45 anos, sumiu na manhã de quinta-feira (29).
Família pede que aquele que tiver informações entre em contato com a polícia.

Do G1 São Carlos e Araraquar
Caminhoneiro João Batista de Oliveira está desaparecido (Foto: Sônia Maria de Souza/Arquivo Pessoal)

Caminhoneiro João Batista de Oliveira está desaparecido (Foto: Sônia Maria de Souza/Arquivo Pessoal)
O desaparecimento do caminhoneiro João Batista de Oliveira, de 45 anos, preocupa uma família de Américo Brasiliense. Ele havia combinado que passaria o Réveillon em casa, mas desapareceu na manhã de quinta-feira (29), após deixar Jaboticabal (SP).
Na profissão desde os 18 anos, Oliveira carregou sua carreta bitrem Mercedes-Benz, placa AMM - 2225, na quarta-feira (28), em Pitangueiras. Ele levaria um carregamento de açúcar para Paranaguá (PR), mas, antes, passaria a virada do ano com a família.
Oliveira dirigia seu Mercedes-Benz ano 2001 quando desapareceu (Foto: Sônia Maria de Souza/Arquivo Pessoal

Na própria quarta, com o caminhão já carregado, ele informou que iria dormir em Jaboticabal e, às 8h40 de quinta, escreveu para a esposa contando que estava saindo rumo a Américo. Foi a última mensagem. Desde então, o celular está desligado.
Preocupada, a família registrou um boletim de ocorrência comunicando o desaparecimento. Um dos filhos de Oliveira também foi para Jaboticabal à procura de notícias e foi informado pela polícia que não havia nenhum acidente, nenhum registro com a placa do modelo.
Contato
O caminhão não tem rastreador e os familiares pedem que aquele que tiver informações entre em contato com a polícia pelo telefone 190 ou (16) 3392-2841.

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Reajustes a servidores do Executivo em 2016 variam entre 10,5% e 53,1%

Reajustes serão parcelados entre 2016 e 2019 e Planejamento estima que impacto no período será de R$ 11,2 bilhões. Servidores de outros poderes, como Judiciário, também tiveram aumento salarial.
Por G1, Brasília
30/12/2016 18h03 Atualizado há 20 minutos

Os reajustes concedidos pelo governo federal a servidores do Executivo, e que tiveram aplicação a partir de 2016, variam de 10,5% a 53,1%. A informação foi confirmada ao G1 nesta sexta-feira (30) pelo Ministério do Planejamento.
Esses reajustes não serão concedidos de uma única vez. Uma parte das categorias terá o percentual dividido em duas parcelas e, outra, em quatro, se estendendo de 2016 a 2019.
De acordo com o Planejamento, o impacto desses aumentos em 2017 é de R$ 3,8 bilhões e, no acumulado de 2016 a 2019, de R$ 11,2 bilhões.
Nesta sexta, o governo publicou uma medida provisória autorizando o reajuste salarial a 8 categorias de servidores do executivo federal. A medida beneficia cerca de 120 mil funcionários públicos, entre eles auditores da Receita Federal, peritos médicos previdenciários, diplomatas e policiais civis dos ex-territórios.
Esses últimos tiveram o maior reajuste salarial: de 35,6% a 53,1%, até 2019. De acordo com o Planejamento, esse aumento vai beneficiar 2.412 policiais civis dos ex-territórios, sendo 319 ainda ativos e 2.093 aposentados e pensionistas. Essa categoria é equiparada à Polícia Federal.
Com a publicação da MP, todas as categorias do Executivo federal receberam reajustes em 2016. De acordo com o Planejamento, a maior parte dos servidores terá reajuste de 10,5%.
Ajuste fiscal
O governo do presidente Michel Temer concede os reajustes num momento de forte deterioração das contas públicas, devido à queda na arrecadação provocada pela crise econômica. Para 2017, a previsão é que o governo registre um déficit fiscal de R$ 139 bilhões.
Ao mesmo tempo que concede os reajustes, o governo vem propondo medidas de austeridade, entre elas a que criou um teto para o aumento dos gastos públicos, já aprovada pelo Congresso e que começa a vigorar em 2017.
O ministério do Planejamento alega que parte desses reajustes já havia sido acordado ainda durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Os reajustes autorizados na MP publicada nesta sexta foram acertados pelo governo Temer.
Outros reajustes
Além de servidores do Executivo federal, outras carreiras, como do Judiciário e do Ministério Público da União (MPU), também tiveram reajustes autorizados em 2016. Os reajustes para essas categorias variam de 12% a 41,47%.
Em julho, quando os aumentos foram aprovados pelo Congresso, com o apoio do governo Temer, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, previu que eles elevariam os gastos públicos em R$ 68,7 bilhões até 2018 – os percentuais de reajuste também foram parcelados para os servidores do Judiciário e do MPU.
Também na época, Oliveira, ao defender os reajustes, afirmou que “os servidores tiveram reajuste abaixo da inflação e abaixo do setor privado” entre 2011 e 2015.
“A história que precisa ser levada em consideração e as projeções para frente são de que, mesmo com esses projetos tramitando, teríamos uma continuidade de uma despesa com pessoal bem controlada em relação ao PIB [Produto Interno Bruto]", disse o ministro do Planejamento, durante audiência no Congresso.
De acordo com o ministério, mesmo com os reajustes as despesas do Executivo com pessoal, em 2017 e 2018, vão permanecer estáveis, equivalentes a 4,1% PIB.


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Lava Jato fecha o ano com o maior número de fases desde 2014



30/12/2016 09h49 - Atualizado em 30/12/2016 09h51

Em 2016, foram deflagradas 17 fases e oferecidas 20 denúncias.
Valores devolvidos à Petrobras chegam a R$ 500 milhões, diz MPF.
Do G1 PR
Sede da Petrobras no Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Sergio Moraes)

Lava Jato investiga esquema de desvio de recurso na Petrobras
Durante o ano de 2016, a força-tarefa da Lava Jato realizou 17 fases – o maior número desde o início da operação em 2014. Como consequência, foram oferecidas à Justiça Federal 20 denúncias por crimes como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A primeira fase da Lava Jato foi desencadeada em março de 2014. Naquele ano, segundo o Ministério Público Federal (MPF), foram oito operações e 17 denúncias. No ano seguinte, 15 operações e 15 denúncias.

A investigação apura um esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro a partir de contratos da Petrobras. Todavia, há casos de corrupção semelhantes em outros órgãos e instituições públicas.


OPERAÇÃO LAVA JATO
PF investiga esquema de corrupção

Recursos devolvidos
Ao fazer uma espécie de balanço da Lava Jato, em 2016, o Ministério Público Federal afirma que realizou a maior devolução de recursos já feita pela justiça criminal brasileira para uma vítima.

Em novembro, foram devolvidos R$ 204.281.741,92 aos cofres da Petrobras.

A quantia refere-se a 21 acordos, sendo 18 de colaboração premiada com pessoas físicas e três acordos de leniência com pessoas jurídicas.

Ao todo, houve três atos de devolução de recursos que juntos atingem à cifra de R$ 500 milhões.
Lava Jato em números
Fases: 37
Prisões em flagrante: 6
Mandados de prisão temporária: 103
Mandados de prisão preventiva: 79
Mandados de busca e apreensão: 730
Mandados de condução coercitiva: 197
Pedidos de cooperação internacional: 120
Denúncias: 56
Acusados: 259
Sentenças: 24
Condenações:
Propina: R$ 6,4 bilhões
Prejuízo: R$ 40 bilhões
Devolução voluntária de acusados: R$ 10,1 bilhões
Repatriação: R$ 756,9 milhões
Bens bloqueados: R$ 3,2 bilhões

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Prazo final para renovar contratos do Fies termina nesta sexta

Até a manhã do dia 28, cerca de 45 mil contratos ainda não tinham sido aditados; FNDE diz que não existe estudos sobre a possibilidade de nova prorrogação do prazo.
Por G1
30/12/2016 06h00 Atualizado há 5 horas

Dezenas de milhares de estudantes com contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até esta sexta-feira (30) para realizar o processo de prorrogação do contrato para o ano que vem. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o prazo para realizar o processo de renovação no SisFies termina às 23h59 desta sexta.
Os contratos de financiamento do Fies são renovados a cada semestre letivo. O prazo inicial para realizar o processo de renovação terminou em outubro, mas foi prorrogado duas vezes. Ainda de acordo com o FNDE, não existem, dentro do governo, estudos sobre a possibilidade de nova prorrogação do prazo.
Segundo o FNDE, dos 1,5 milhão de contratos de financiamento vigentes no fundo, cerca 3% (ou seja, por volta 45 mil) ainda não foram aditados. O FNDE diz ainda que alertou os estudantes por SMS e e-mail sobre a necessidade de renovação, e as informações sobre os prazos.

O SisFies pode ser acessado pelo endereço http://sisfiesaluno.mec.gov.br.

Veja abaixo o que fazer em cada caso:
Aditamento simplificado do contrato: Se o estudante não precisa alterar nenhum dado do contrato, basta acessar o SisFies antes das 23h59 desta sexta para checar as informações da renovação e validá-las.

Aditamento do contrato com alteração de dados: Caso o financiamento tenha sofrido alguma alteração desde o último aditamento (como, por exemplo, mudança de fiador), o aditamento não é simplificado e, portanto, o estudante precisa, além de checar os dados no SisFies, ir até a faculdade nesta sexta-feira (30) para buscar o Documento de Regularidade de Matrícula (DRM) e entregá-lo ao banco que serve como agente financeiro do contrato. Nesta sexta, os bancos não abrem para atendimento ao público, mas, de acordo com o FNDE, o DRM pode ser entregue no início de 2017, desde que a entrega seja feita dentro do prazo indicado no próprio documento, que costuma ser de dez dias.

Aditamento do contrato com DRM emitido depois de 25/11: Os estudantes que já iniciaram o processo de aditamento não simplificado, e têm um DRM que foi emitido após 25 de novembro deveriam ter entregue o documento ao banco, mesmo já vencido, até esta quinta-feira (29). Essa opção foi permitida após a publicação de uma portaria no dia 12 de dezembro. Caso isso não tenha acontecido, o FNDE diz que é possível que o estudante recomece, nesta sexta-feira (30), o processo de aditamento no SisFies, e retire, também nesta sexta, um novo DRM, com novo prazo.

È o site do governo pelo qual os estudantes realizam o processo de aditamento de contratos de financiamento do Fies (Foto: Reprodução)
Entenda o processo de renovação de contratos

Cada contrato de financiamento deve ser renovado (ou aditado) a cada novo semestre. Dessa vez, houve atraso no repasse das verbas que vem do governo federal para as faculdades. O Ministério da Educação afirma que essa lentidão foi provocada pelo Congresso Nacional que demorou para aprovar o crédito extra para o Fies.
Em 7 de outubro, o sistema foi aberto para que as instituições pedissem o aditamento. A abertura do sistema para o pedido dos alunos foi feita no dia 19 de outubro. A validação de informações por parte dos estudantes, segundo o FNDE, é o último passo antes da formalização da renovação dos contratos.

Caso o estudante não precise alterar dados, base validar as informações no SisFies. Caso haja alterações a serem feitas, é preciso entregar o DRM pessoalmente no banco.
Na tarde desta quinta-feira (29), o FNDE afirmou que não sabia quantos contratos teriam que passar pelo aditamento simplificado e quantos deveriam fazer alterações nos dados cadastrais. Além disso, o órgão afirmou que não tinha dados concretos sobre o número de estudantes que emitiram DRMs após o dia 25 de novembro (ou seja, que já tinham iniciado o processo de aditamento não simplificado), mas não cumpriram o prazo de entrega do documento ao banco.


FIES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

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Putin anuncia que não expulsará nenhum diplomata dos EUA


Medida seria feita em retaliação às sanções impostas pelos EUA.

Agência EF
30/12/2016 10h51 Atualizado há 25 minutos

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou nesta sexta-feira (30) que não expulsará nenhum diplomata americano do país, apesar das sanções impostas no dia anterior pelos EUA devido à suposta ingerência russa nas eleições presidenciais.

"Não vamos criar problemas para os diplomatas americanos. Não expulsaremos ninguém. Não proibiremos nem suas famílias, nem seus filhos de desfrutarem seus lares para descanso nas festas natalinas", garantiu Putin em uma declaração divulgada pelo Kremlin.

Mais cedo, o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, havia anunciado que 35 diplomatas americanos seriam expulsos em resposta às sanções decididas por Washington contra Moscou.

Os Estados Unidos anunciaram na quinta-feira (29) uma série de sanções à Rússia por "sabotagem a processos e instituições eleitorais". Entre as medidas, está a expulsão de 35 agentes de inteligência russos em Washington e San Francisco e o fechamento de dois complexos dos serviços de inteligência da Rússia em Nova York e Maryland.

O presidente Barack Obama divulgou uma declaração sobre as medidas. Ele lembrou que sua administração alertou em outubro que a Rússia levou adiante ações que pretendiam interferir no processo eleitoral americano de 2016. Segundo ele, "o roubo de dados e a exposição de informações durante a eleição só podem ter sido coordenados pelos níveis mais elevados do governo russo".

Ele disse, ainda, que os diplomatas americanos viveram "um nível inaceitável de assédio" em Moscou por parte dos serviços de segurança russos e pela polícia ao longo do último ano.


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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Os EUA expulsaram, esta quinta-feira, 35 diplomatas russos do país

Última Hora
EUA expulsam 35 diplomatas russos do país
Hoje às 19:44, atualizado às 20:22


Barack Obama com Vladimir Putin
Foto: Justin Lane/EPA

Os EUA expulsaram, esta quinta-feira, 35 diplomatas russos do país, na sequência dos ataques informáticos que a Casa Branca acredita terem influenciado o resultados das eleições presidenciais.

Os 35 diplomatas russos trabalhavam nas embaixada em Washington e no consulado em São Francisco, tendo agora 72 horas para abandonar o país com as suas famílias.

Simultaneamente, o país decretou novas sanções contras nove entidades ou pessoas, incluindo dois organismos dos serviços de informação de Moscovo.

Segundo o Departamento do Tesouro, a decisão visa punir os responsáveis por "debilitar processos eleitorais ou instituições", revela a BBC.

As diversas agências de informação norte-americanas coincidem na acusação de que Moscovo interferiu nas eleições presidenciais de 8 de novembro com ataques informáticos ao Partido Democrata e à campanha de Hillary Clinton para ajudar à eleição de Donald Trump, que anunciou uma mudança de rumo nas atuais tensas relações com o Kremlin.

A Rússia já anunciou que se Washington adotar novas medidas hostis "terá resposta" e que ações contra diplomatas russos nos Estados Unidos terão "repercussão imediata" nos diplomatas norte-americanos na Rússia.


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Miriam Leitão analisa veto parcial do governo a projeto para ajudar estados

Edição do dia 29/12/2016
29/12/2016 09h12 - Atualizado em 29/12/2016 09h12

Miriam Leitão analisa veto parcial do governo a projeto para ajudar estados
"O que os estados precisam dizer é o que estão fazendo para ajustar suas contas. Sem isso, nenhuma ajuda resolverá a crise”, resume a comentarista.
O veto parcial do governo ao projeto de ajuda aos estados em dificuldades financeiras pega justamente os mais endividados, que não ajustaram suas contas. Assunto para o comentário de Miriam Leitão.

“O veto é parcial. É apenas ao regime de recuperação fiscal sem contrapartida. Ou seja, a maioria dos estados vai continuar sendo beneficiada pela renegociação da dívida com o Tesouro, que deu mais 20 anos para pagar. É normal em qualquer negociação entre devedor e credor que quem deve diga como vai ajustar suas contas. Até porque os estados maiores é que devem mais.

Uma excelente proposta que caiu na negociação geral foi que todos os estados exigissem das empresas que recebem benefício fiscal o pagamento de uma pequena parte do que ganham com esse incentivo para um fundo de estabilização. O lobby da indústria fez os governadores recuarem. A redução do benefício para grandes empresas continua sendo necessária, mas ninguém fala mais nisso.
Fontes do Palácio garantem que no começo do próximo ano a área econômica vai formular uma proposta que será encaminhada ao Congresso em fevereiro e que tratará especificamente dos estados em calamidade fiscal. Só que isso pode demorar a ser aprovado e o problema é que a situação deles é grave demais. Por isso, já se fala em algum tipo de socorro emergencial.
Em resumo: o governo Temer disse que ia vetar integralmente, depois recuou e vetou parcialmente, e agora ensaia novo recuo: os atingidos pelo veto podem ter uma ajuda de emergência. O que os estados precisam dizer é o que estão fazendo para ajustar suas contas. Sem isso, nenhuma ajuda resolverá a crise”, afirma a comentarista.

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Câmara aprova em 1ª votação projeto que prevê prazo para espera no SUS


G1 Goiás
28/12/2016 08h45 - Atualizado em 28/12/2016 08h45
Câmara aprova em 1ª votação projeto que prevê prazo para espera no SUS
Texto deve ser discutido pelos membros da Comissão de Saúde, em Goiânia
Pacientes devem fazer exame em 15 dias, consulta em 30 e cirurgia em 60.
Murillo Velasco
Do G1 GO

Projeto prevê prazo para espera de consultas e cirurgias pelo SUS em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Os vereadores de Goiânia aprovaram em primeira votação o projeto que prevê prazos máximos de espera para pacientes que precisam de exames, consultas e cirurgias eletivas na rede pública de saúde de Goiânia. O texto estabelece que o tempo de espera para exames não deve ultrapassar 15 dias; para consultas, 30 dias; e para cirurgias eletivas, 60 dias. A matéria será discutida na Comissão de Saúde para depois ser votada novamente pelo plenário.
De acordo com o vereador Elias Vaz (PSB), autor do projeto, a intenção da proposta de lei é garantir maior eficiência do sistema e diminuir os custos no Sistema Único de Saúde (SUS). “Hoje alguém faz um pré-operatório e, quando consegue levar no médico, o exame já não tem validade e tem que fazer tudo de novo. Além de desumano, isso encarece o sistema. Tem que ter prazo para efetivar este direito”, disse ao G1.
saiba mais
Projeto prevê prazo para espera de consultas e cirurgias pelo SUS
O projeto de lei prevê que o tempo de espera seria reduzido pela metade para crianças até 12 anos e pacientes com doenças graves.
Já no caso de deficientes e grávidas, o tempo de espera por consultas seria de 3 dias úteis em casos que não precisem de internação imediata. As exceções para esses prazos são aqueles que estão internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e casos de urgência e emergência, que continuam recebendo atendimento imediato.
O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde para que ela comentasse o projeto do vereador e aguarda o posicionamento do órgão sobre o assunto.
Conforme afirmou Vaz, a nova regra deve fazer com que o sistema de saúde na capital foque na medicina preventiva, com a realização de exames em tempos hábeis.
“Qualquer pessoa que tenha um problema de saúde, a tendência é agravar a situação e encarecer o tratamento. A prefeitura tem que ter uma política de atendimento rápido. O ideal tem que ser a medicina preventiva, aos moldes do Programa Saúde da Família (PSF)”, disse o vereador.
“Não basta a Constituição falar que todos têm direito à saúde, se a pessoa vai até uma unidade de saúde e não sabe quando conseguirá ter o problema resolvido. Para tudo é preciso ter uma meta e uma referência de tempo”, concluiu.

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'Arrependido', diz suspeito de matar ambulante no Metrô de SP após prisã

Por G1 SP
28/12/2016 01h00 Atualizado há 2 horas

Polícia prende um dos acusados de espancar e matar vendedor ambulante em SP

Preso na noite desta terça-feira (27), Ricardo Nascimento Martins, um dos suspeitos de agredir e matar o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas na estação Pedro 2º do Metrô de São Paulo, disse a jornalistas estar "arrependido".

Questionado sobre a agressividade dele e do primo Alípio Rogério Belo dos Santos, que segue foragido, Ricardo afirmou que "estava alterado" por ter consumido "cachaça", mas que isso não justificava a agressão ao ambulante. "O certo é a gente pagar."

Ricardo foi detido na região de Campinas, no interior do Estado, e levado ao DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), na capital paulista. Ele deve ser transferido a uma delegacia, segundo a GloboNews, e ser submetido a depoimentos com testemunhas nesta quarta-feira (28).
Ricardo Nascimento Martins, de 21 anos, foi preso na noite desta terça-feira (27). Ricardo foi detido em Itupeva, na região de Campinas, no interior do Estado, e levado para a capital.
O suspeito estava escondido na casa de um amigo em Itupeva e os policiais do Decade (Departamento de Capturas Especializadas) prenderam Ricardo no fim da noite desta terça-feira (27). Ele foi trazido durante a madrugada desta quarta (28) para o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) no Centro de São Paulo.
O suspeito preso será levado às 9h para delegacia do Metrô, localizada na estação Palmeiras/Barra Funda, para ser reconhecido por testemunhas, como a travesti Raíssa.
Ricardo e Alípio tiveram prisão temporária decretada pela Justiça e o governo de São Paulo ofereceu recompensa de R$ 50 mil por informações sobre o paradeiro deles.

O delegado que investiga o caso, Oswaldo Nico, afirma que os dois suspeitos se separaram após terem cometido o crime, segundo a GloboNews, e as buscas serão intensificadas na Baixada Santista, pois a suspeita é que Alípio esteja escondido no Guarujá.
A ex-mulher de Alípio afirmou ao Jornal Nacional que o ex-companheiro tem temperamento explosivo. Ela não quis ter o rosto nem o nome divulgado. "Ele tinha esses acessos de loucura, às vezes, chutava as coisas. Ele batia nas coisas, gritava, xingava, chamava atenção dos vizinhos nessas brigas", disse.
A jovem espera que ele se entregue à polícia e diz estar preocupada principalmente com a filha. "Ainda estou em choque com essa história toda, porque isso vai impactar muito na vida dela".
Os dois suspeitos de espancar e matar Ruas foram identificados como Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Nascimento Martins (Foto: TV Globo/Reprodução) Os dois suspeitos de espancar e matar Ruas foram identificados como Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Nascimento Martins (Foto: TV Globo/Reprodução)
Os dois suspeitos de espancar e matar Ruas foram identificados como Alípio Rogério Belo dos Santos e Ricardo Nascimento Martins (Foto: TV Globo/Reprodução)
O crime
Os dois são suspeitos de matar Ruas, que trabalhava como ambulante do lado de fora da estação Pedro II, no centro de São Paulo, após ele tentar defender um homossexual e uma travesti que eram perseguidos pelos suspeitos.
As imagens das câmeras da estação mostram a perseguição de dois homens à travesti. Ela passa por baixo da catraca do metrô, corre com os criminosos em seu encalço e consegue escapar. Em seguida, quem já aparece fugindo dos agressores é Ruas. Mas ele cai e é atingido por repetidos socos e pisões dos dois homens.
A estação Pedro II, da Linha 3-Vermelha do Metrô, não contava com nenhum segurança quando Ruas, de 54 anos, foi espancado. As agressões ocorreram em frente a uma bilheteria, por volta das 20h do Natal, e foram registradas por câmeras segurança.
Ruas morreu no hospital e teve corpo velado nesta terça no Cemitério Jardim Vale da Paz, em Diadema, na Grande São Paulo. Ele trabalhava há mais de 20 anos na saída de uma passarela para pedestres do lado de fora da estação onde foi morto.


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O presidente Michel Temer decidiu vetar o projeto de renegociação de dívida dos estados

Quarta-feira, 28/12/2016, às 08:36, por Matheus Leitão
Temer vetará ajuda a estados; PF faz busca nas gráficas da chapa Dilma-Temer. Jornais de quarta (28)
O presidente Michel Temer decidiu vetar o projeto de renegociação de dívida dos estados porque a Câmara dos Deputados retirou as contrapartidas e o ajuste das contas estaduais não poderia ser exigido através deste projeto. O blog do Camarotti antecipou a medida.

A decisão foi tomada na reunião que manteve com os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, no Palácio para analisar a possibilidade de novas medidas para estimular a economia. O encontro foi antecipado por este blog.

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão nas gráficas contratadas pela campanha da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer em 2014. A ordem foi cumprida por determinação do ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pela ação que investiga irregularidades na campanha presidencial.

Os dois assuntos estão em destaque nos jornais desta quarta-feira (28). Na Folha de S. Paulo: “PF faz busca em gráfica de campanha de Temer”. No Globo: “Temer vai vetar ajuda a estados endividados”. No Valor: “Temer quer vetar projeto de alívio de dívidas estaduais”.

O Estado de S. Paulo trata das dificuldades de se fechar contas estaduais no ano que vem. “12 Estados preveem fechar 2017 com rombo nas contas”. Eles estavam contando com a recuperação da economia que, tudo indica, será mais lenta e mais fraca.

O Valor, inclusive, publica consulta a 24 economistas que apontam um crescimento de não mais que 0,6% em 2017.

O Globo traz matéria com estudo da Fundação Getulio Vargas mostrando que, em oito anos, o prefeito Eduardo Paes investiu R$ 38 bilhões e reduziu os gastos de pessoal em proporção às receitas líquidas da cidade, passando ao largo da crise estadual.

No Rio, contudo, demitidos não estão conseguindo acessar o seguro desemprego porque os postos do governo no estado estão sem internet há 20 dias.

Outros destaques dos jornais: Temer mandou cancelar a compra de itens para o avião presidencial após ser noticiado o valor alto de vários itens; Morreu aos 60 anos a atriz Carrie Fisher, a princesa Leia, de Star Wars.

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Cármem Lúcia deu o prazo de cinco dias que sejam prestadas as informações sobre a reforma da Previdência

Estadão Conteúdo25/12/201616h30
Marcos Corrêa/Presidência
Cármem Lúcia deu o prazo de cinco dias que sejam prestadas as informações sobre a reforma da Previdência
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, decidiu pedir explicações ao presidente Michel Temer sobre a Reforma da Previdência, considerada pelo Palácio do Planalto um dos pilares do ajuste fiscal do governo. Cármen também solicitou esclarecimentos aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre o tema.

O despacho da presidente do STF foi feito no âmbito de uma ação movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria Química (CNTQ), pelo Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de São Paulo e pelo Sindicato Nacional dos Aposentados Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi) contra a proposta.

As entidades alegam que o atual governo promove um "verdadeiro massacre aos direitos dos trabalhadores brasileiros" e que a PEC da Reforma da Previdência "ignora a existência dos fundamentos, princípios, garantias e barreiras constitucionais previstos na carta Cidadã, reduzindo ao pó saúde, previdência e assistência social, constitucionalizando o retrocesso social".

"Requisitem-se informações ao Presidente da República, ao Presidente da Câmara dos Deputados, ao Presidente do Senado Federal, autoridades requeridas, ao Advogado-Geral da União e ao Procurador-Geral da República, a serem prestadas no prazo máximo e comum de cinco dias", diz despacho de Cármen da última quinta-feira (22).

Apesar do recesso do Poder Judiciário, Cármen tem despachado casos urgentes em regime de plantão.

Impopularidade - Durante café da manhã com jornalistas no Palácio da Alvorada na última quinta-feira (22), Temer afirmou que a baixa popularidade do governo lhe está permitindo "tomar medidas que alguém que tivesse uma popularidade extraordinária não poderia tomar".

"Estou aproveitando, digamos assim, a suposta impopularidade para tomar medidas que são fundamentais para o país. O palco próprio para essa discussão da Previdência é menos o Executivo e mais o Legislativo. É claro que nós seremos obedientes, por óbvio, à decisão final do Poder Legislativo. Até porque, tratando-se de PEC não tem nem mesmo sanção, quem promulgará será o Poder Legislativo", afirmou o presidente.

"Se o Congresso quiser modificar algum texto, nós podemos conversar, podemos dialogar. Mas no momento o que nós queremos é o seguinte: que seja aprovado tal como está", acrescentou o presidente.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Centrão' racha e deve lançar mais de um candidato para presidência da Câmara


Bloco de partidos de centro-direita buscava candidatura única, mas líderes de PTB e PSD anunciaram que irão disputar cargo mesmo sem aval do grupo; Maia tenta obter apoio de siglas do 'Centrão'.
Por G1, Brasília

27/12/2016 05h00 Atualizado 15:06 horas
Os líderes do PSD, Rogério Rosso (DF), e do PTB, Jovair Arantes (Foto: Nilson Bastian e Alex Ferreira / Câmara dos Deputados) Os líderes do PSD, Rogério Rosso (DF), e do PTB, Jovair Arantes (Foto: Nilson Bastian e Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)
Os líderes do PSD, Rogério Rosso (DF), e do PTB, Jovair Arantes (Foto: Nilson Bastian e Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)

O plano do chamado "Centrão" de lançar uma candidatura única para a presidência da Câmara deve esbarrar nas pretensões dos líderes de duas das principais legendas do bloco de centro-direita de se sentar na cadeira ocupada atualmente pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Após conquistarem protagonismo no processo de impeachment de Dilma Rousseff, os deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF) afirmaram ao G1 que irão disputar o comando da Casa independentemente de aval do grupo de centro-direita.
Em novembro, os líderes do bloco idealizado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciaram que iriam negociar até o fim do ano uma candidatura que representasse as 12 legendas do grupo (PP, PR, PSD, PTB, PROS, PSC, SD, PRB, PEN, PTN, PHS e PSL).
No entanto, após diversas rodadas de negociações, o bloco de partidos conservadores ainda não conseguiu definir um nome de consenso. A maior dificuldade tem sido convencer os líderes do PTB e do PSD a desistir da candidatura em favor do outro.
Jovair e Rosso disseram ao G1 nesta segunda-feira (26) que não vão abrir mão de concorrer à presidência da Câmara na eleição marcada para o dia 2 de fevereiro.
Relator do processo de impeachment de Dilma na Câmara, o líder do PTB disse que sua candidatura é "avulsa". Ele enfatizou que não vai esperar um consenso do "Centrão" para se lançar na disputa.
Segundo Jovair, como o plano de lançar um candidato único do "Centrão" não se viabilizou, os pré-candidatos do bloco já estão buscando apoio dos demais partidos.
"Não existe candidatura do 'Centrão'. A minha candidatura é individual, estamos jogando nessa direção. Uma candidatura avulsa não precisa do apoio de partidos, até porque na Câmara temos um colégio eleitoral grande, de 512 deputados", ressaltou Jovair Arantes.

"Não existe essa de que eu vou esperar para alguém recuar. Quanto mais apoio tiver, melhor. Hoje eu sou candidato", complementou.
Ex-governador-tampão do Distrito Federal, Rogério Rosso ganhou projeção nacional ao presidir, neste ano, a comissão especial criada na Câmara para analisar se o processo de afastamento de Dilma deveria ser encaminhado para o Senado.
Logo após a renúncia de Eduardo Cunha da presidência da Câmara, o líder do PSD disputou o comando da casa legislativa para um mandato-tampão de seis meses, mas acabou derrotado no segundo turno por Rodrigo Maia.
Desde então, ele vem articulando apoio nos bastidores para concorrer novamente à presidência da Câmara. Porém, Rosso tem encontrado dificuldade para aglutinar as legendas conservadoras em torno da sua candidatura.
Diante da insistência de Jovair de concorrer à presidência da Casa, Rogério Rosso decidiu quebrar o tom diplomático que vinha adotando nos últimos meses e afirmou que manterá sua candidatura mesmo se o líder do PTB entrar na corrida pela sucessão de Maia.
"Mantenho minha candidatura. Porém, vou buscar o consenso e o bom senso de todos", destacou.
Reeleição de Maia
Embora tenha sido eleito para um mandato-tampão de apenas seis meses, Rodrigo Maia tem buscado apoio nos bastidores para emplacar uma candidatura de reeleição. Oficialmente, entretanto, ele diz que só irá decidir em janeiro se entrará na disputa pela presidência da Câmara.
Pelo regimento interno da Casa, a reeleição só é permitida quando há mudança de legislatura – a atual acaba somente em fevereiro de 2019.
Na tentiva de conter as articulações de Maia para permanecer mais dois anos à frente da Câmara, Rosso enviou uma consulta para a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) questionando a legalidade da candidatura do atual presidente da Casa.
O relator da consulta na CCJ, deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), apresentou na semana passada parecer favorável à reeleição de Maia. O parlamentar maranhense avaliou que Rodrigo Maia cumpriu um "mandato-tampão".
Devido ao recesso parlamentar, os integrantes da comissão não tiveram tempo de discutir e votar o relatório de Rubens Pereira.
Na opinião de Jovair Arantes, o atual presidente da Câmara está "rasgando" a Constituição ao cogitar a reeleição.
"Ele [Maia] não poderá ser candidato, está quebrando a regra. Ele está fazendo casuísmo o tempo todo, rasgando a Constituição", acusou o líder do PTB.
Apesar do esforço de Jovair e Rosso para barrar a candidatura de Rodrigo Maia, o deputado do DEM tem conseguido garantir apoio de partidos do próprio "Centrão" para tentar a reeleição.
O líder do PT do B, deputado Luis Tibé (MG), já anunciou que os quatro integrantes de sua bancada irão votar em Maia caso ele confirme a candidatura para a presidência da Câmara.
"Existe uma possibilidade real do Rodrigo ser candidato. O PT do B vai apoiar Rodrigo Maia se ele for oficializado candidato."
O líder do PRB, deputado Márcio Marinho (BA), relatou que Maia está promovendo uma ofensiva sobre os partidos que têm representação na Câmara para pedir apoio.
"Não sabemos que lado vamos apoiar. Rogério Rosso, Jovair e Maia estão nos procurando. Estamos discutindo ainda com cada um deles", disse Marinho.
O PRB é a sigla do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, deputado Beto Mansur (SP), que havia anunciado candidatura à presidência da Casa, mas recuou na semana passada por não ter conseguido o apoio do próprio partido.
"No caso do Beto Mansur, ele se antecipou ao lançar seu nome, o que é compreensível porque todos queremos ser presidentes, mas não teve a anuência do partido. Até porque todos os colegas do partido precisam ter a oportunidade de ocupar um lugar na Mesa", ressaltou o líder do PRB.
Apesar de compor um bloco partidário com o PTB de Jovair Arantes, o líder do PP, Aguinaldo Ribeiro (PB), disse que sua bancada ainda não definiu quem irá apoiar na eleição de fevereiro.
Candidatura da oposição
Ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, o deputado André Figueiredo (PDT-CE) disse ao G1 no último sábado (24) que pretende ingressar na disputa pela presidência da Câmara.
A eventual candidatura do parlamentar pedetista pode enfraquecer a tentativa de reeleição de Rodrigo Maia na medida em que teria condições de atrair votos de partidos que fazem oposição ao governo Michel Temer, como PT, PC do B, Rede e PSOL.
Sem um candidato natural, os oposicionistas cogitavam voltar a dar votos para o deputado do DEM na eleição interna. Porém, o cenário pode mudar se um integrante da oposição se lançar candidato ao comando da Casa.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Se quiser entrar nos EUA poderá ter de mostrar o seu Facebook

Se quiser entrar nos EUA poderá ter de mostrar o seu Facebook


Os oficiais na fronteira estão a oferecer a opção dos turistas providenciarem informação disponível online.


POR
Miguel Patinha Dias

Se viajar nos próximos tempos para os EUA poderá ser-lhe dada a opção de mostrar aos oficiais fronteiriços provas da sua presença online, nomeadamente o seu perfil de Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, LinkedIn ou Google+, confirmou um representante governamental ao Politico.

Ao que parece o pedido está a ser feito a pessoas com isenção de visa, nomeadamente quem entre no país por motivos de lazer ou profissionais por 90 dias ou menos. O motivo prende-se com a intenção do Departamento de Segurança Nacional dos EUA verificar a identidade online de quem entra no país, procurando garantir que não se trata de terroristas.

Mesmo que seja uma opção no formulário de entrada do país, aparentemente é rara a pessoa que não preencha esta área, com grupos ativistas para a defesa da privacidade a referirem que se trata de receio de lhe ser vedada a entrada.

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Paula Fernandes revela que deu o primeiro beijo aos 19 anos: "Tem que ser na hora certa"



23/12/2016 às 08h35 (Atualizado em 23/12/2016 às 14h29)

Paula Fernandes revela que deu o primeiro beijo aos 19 anos: "Tem que ser na hora certa"
Em entrevista ao programa Hotel Mazzafera, cantora ainda disse que sonha em casar


Do R7
Paula Fernandes perdeu o "BV" aos 19 anos
Reprodução/Instagram
Paula Fernandes contou no programa Hotel Mazzafera que perdeu o BV (boca virgem) com quase 20 anos.

— Meu primeiro beijo foi aos 19 anos com meu primeiro namorado. Estava muito envolvida com trabalho nessa época, era muito estudiosa. E falava: “Ah, tem que ser na hora certa”. Não sentia firmeza. Aí comecei a namorar, levei um tempão para chegar próximo e finalmente dei o primeiro beijo.

Solteira há um mês, a cantora disse que gostaria de casar e ter um filho. Paula Fernandes ficou noiva do dentista Henrique do Valle por quatro anos.

Segundo a revista Veja, a cantora contratou um detetive para investigar a supostas "puladas de cerca" de Henrique. De acordo com o colunista João Batista Jr.,o investigador conseguiu comprovar a supeita da cantora que já andava desconfiada de certas atitudes do dentista.

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Zezé Di Camargo defende Paula Fernandes depois de ter sido criticada por usar vestido justo e decotado




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Senadores pedem para Cármen Lúcia travar repasse bilionário às teles

Senadores pedem para Cármen Lúcia travar repasse bilionário às teles
Mandado de segurança foi apresentado pelos senadores Vanessa Grazziotin e Paulo Rocha

Agência Estado
Processo foi distribuído ao ministro Dias Toffoli, mas pode ser analisado pela ministra Cármen Lúcia devido ao recesso
REUTERS/Ricardo Moraes
Os senadores de oposição Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Paulo Rocha (PT-PA) pediram à presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, agilidade no julgamento do mandado de segurança que tenta suspender a tramitação do projeto que modifica a Lei Geral das Telecomunicações.

De acordo com cálculos do TCU (Tribunal de Contas da União), caso o projeto seja sancionado, as operadoras de telefonia poderão ficar com mais de R$ 87,3 bilhões em bens que hoje pertencem à União.

A proposta foi aprovada na Comissão de Desenvolvimento do Senado em caráter terminativo, sem necessidade de votação no plenário e em seguida, enviada ao Poder Executivo para sanção presidencial. Os senadores entraram com recurso na Mesa Diretora do Senado pedindo que o projeto fosse votado pelo plenário, mas o recurso foi negado. Agora, eles tentam reverter a situação no Supremo.

OAB critica repasse bilionário ao setor de telecomunicações

Presentão bilionário às teles “pode elevar preços e deixar interior desconectado”, alerta entidade

"Esse projeto no plenário não seria aprovado da forma como está, é uma transferência gratuita do patrimônio público para a iniciativa privada, sem nenhuma contrapartida de geração de emprego. Na Câmara passou desapercebido e no Senado tentaram fazer a mesma coisa", afirmou Vanessa, afirmando que o projeto foi "encomendado".

O senador Paulo Rocha argumenta que não são apenas membros da oposição que questionam a aprovação do projeto, mas também outras entidades da sociedade civil. "A OAB está entrando com um questionamento, os Procons também. O próprio TCU fez um levantamento de que é irregular esse projeto e setores concorrentes do setor de comunicação também reclamam que o projeto favorece alguns setores e quebra o processo natural de concorrência", disse.

O projeto de lei 79/2016, que reformula a lei que regula o setor de telecomunicações, em vigor desde 1997, coloca um ponto final na polêmica que envolve os chamados "bens reversíveis" da telefonia fixa. Pelas regras atuais, todos os ativos públicos — como equipamentos e prédios, por exemplo — e que foram concedidos às operadoras durante a privatização no setor, deveriam retornar às mãos do governo em 2025, quando acabam as concessões atuais.

Oposição: Lei das Teles foi tratada com ‘irresponsabilidade’ e na surdina no Senado

A lei passa todos esses ativos para as mãos das empresas. Em troca, elas se comprometeriam em fazer investimentos equivalentes. Em vez de novas concessões, o governo permite ainda que elas solicitem apenas uma autorização para prestar seus serviços.

Análise

No Supremo, o processo foi distribuído para o ministro Dias Toffoli, mas como o recesso judiciário, o mandado de segurança pode ser analisado pela ministra Cármen Lúcia, que estará despachando de plantão.

De acordo com os senadores, a presidente do STF não adiantou qualquer entendimento sobre o mandado de segurança, mas Cármen Lúcia se comprometeu a analisar a petição

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Avião com 118 pessoas a bordo é sequestrado na Líbia

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Avião com 118 pessoas a bordo é sequestrado na Líbia
Do UOL*, em São Paulo 23/12/201609h13 > Atualizada 23/12/201613h39
Tropas maltesas atuam no sequestro de avião líbio; negociações garantiram liberação segura de passageiros e tripulantes
Um avião que fazia um voo interno na Líbia foi sequestrado e desviado para Malta, onde pousou nesta sexta-feira (23). O Airbus A320, da companhia aérea estatal Afriqiyah Airways, levava 118 pessoas a bordo (111 passageiros e 7 tripulantes). Em terra, as negociações com as autoridades locais duraram mais de três horas e terminaram com a libertação de todos os passageiros e tripulantes sem ferimentos, em segurança, e a detenção dos dois sequestradores.

A coordenação das operações de serviços de segurança informou que o avião ia de Sabha para Tripoli. Eram 111 passageiros, sendo 82 homens, 28 mulheres e uma criança. A pequena ilha de Malta fica a 500 quilômetros da costa da Líbia.

O anúncio do fim do sequestro aconteceu pouco depois das 12h40. O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, informou, via Twitter, que o restante da tripulação e os dois sequestradores haviam deixado a aeronave sob proteção, depois de todos os outros 109 passageiros terem desembarcado em segurança. Segundo Muscat, os sequestrados se renderam e foram levados sob custódia. Segundo fontes locais, eles teriam pedido asilo político em Malta.


Primeiro grupo de passageiros, com mulheres e a única criança a bordo, é liberado

Por volta das 9h30 (horário oficial de Brasília), o aeroporto internacional de Malta confirmou uma "interferência ilegal" no local. "Equipes de emergência enviadas", comunicou em seu perfil no Twitter.

A agência de notícias Reuters destaca que o Airbus teria sido sequestrado por um homem que dizia ter uma granada de mão. De acordo com o portal "Times of Malta", dois sequestradores ameaçaram explodir o avião. Ainda não se sabe quais são as exigências e todos os voos foram cancelados ou desviados.

Uma autoridade de segurança líbia disse à Reuters que o piloto disse à torre de controle do aeroporto de Mitiga, em Trípoli, que a aeronave havia sido sequestrada durante o voo. "O piloto relatou à torre de controle em Trípoli que eles haviam sido sequestrados, então perderam comunicação", disse a autoridade, falando sob condição de anonimato.

Mais cedo -- 8h30 no horário de Brasília --, o primeiro-ministro de Malta publicou que um voo interno líbio havia sido desviado para Malta numa possível situação de sequestro. "Operações de segurança e emergência em espera".

Joseph Muscat

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Governo quer baixar juros do cartão de crédito no 1º trimestre de 2017

Presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (22) medidas microeconômicas na tentativa de estimular o crescimento da economia.
Por Luciana Amaral, G1, Brasília
22/12/2016 14h07 Atualizado há 4 horas

Governo libera saques do FGTS e apresenta propostas de mudanças na área trabalhista

O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (22) que o governo quer baixar os juros do cartão de crédito no primeiro trimestre de 2017.
"Anunciamos que haveria uma redução dos juros do cartão de crédito. E, de fato, os últimos estudos revelam que no primeiro trimestre deste ano haverá uma redução de mais da metade dos juros cobrados do cartão de crédito", afirmou o presidente durante evento no qual anunciou também a liberação do saque do FTGS para contas inativas até dezembro de 2015.
Após acompanhar o anúncio de Temer, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participou de um almoço na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e, após o encontro, explicou que o governo prevê que serão necessários cerca de 90 dias para as medidas começarem a ser implementadas, "para já estarem totalmente em vigor no final do primeiro trimestre". (leia detalhes sobre o almoço mais abaixo)
Para baixar os juros do cartão de crédito , segundo o presidente, a ideia é limitar o prazo para o pagamento do rotativo (que é quando é feito o pagamento do valor mínimo da dívida, com o parcelamento do restante) para até 30 dias. Hoje, esse prazo é mais longo, segundo o Ministério da Fazenda. Com isso, o governo espera que os juros do parcelamento caiam pela metade já nos primeiros meses do ano que vem.
Além disso, o governo pretende também que os juros para o restante da dívida, após o pagamento do rotativo, sejam menores que a metade do que se pratica atualmente. Em novembro, os juros do cartão de crédito rotativo foram de 475,8% ao ano.

"A hipótese do juro do cartão, que é aquela coisa dos 30 dias, que é o chamado rotativo, onde haverá esta redução de mais da metade do que hoje se cobra. Em segundo lugar, 30 dias após, haverá um parcelamento daqueles que não pagaram, e esse parcelamento ainda receberá juros inferiores, menos da metade, digamos, do chamado rotativo", afirmou o presidente.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que estava ao lado de Temer no anúncio das medidas, afirmou que a queda nos juros do cartão faz parte de uma reforma microeconômica para reaquecer a economia.
"Faz parte de toda a série de reformas microeconômicas. É um quadro em que temos de enfrentar a macroeconomia, que está sendo feito, e ao mesmo tempo fazer reformas microeconômicas que elevem a taxa de crescimento", disse o ministro.
Empresas de cartões apoiam medida
Em nota, a Abecs, associação das empresas de cartões, disse que "a fixação do prazo de permanência do cliente no crédito rotativo para o máximo de 30 dias, aliada à disponibilização automática de alternativas de financiamento por meio do cartão, como o parcelamento da fatura" permitirá maior controle do consumidor e menor comprometimento da sua renda mensal, proporcionando, assim, uma "potencial redução da inadimplência e estimulando condições de mercado mais propícias para uma convergência da taxa de juros para patamares compatíveis com aqueles praticados no parcelamento da fatura".
Almoço de Meirelles com Rodrigo Maia
Após acompanhar o presidente Michel Temer no café da manhã com jornalistas e no anúncio no Palácio do Planalto, o ministro da Fazenda se dirigiu à residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Sobre a redução dos juros do cartão, Meirelles disse que a medida é "viável" já que as condições da economia brasileira, para ele, estão "bastante diferentes" e 2017 será um ano de "crescimento consolidado".
O ministro acrescentou que a medida será implementada gradualmente, começando no início do próximo ano para estar "totalmente" em vigor até o fim do primeiro trimestre de 2017.
"O que prevemos é que serão cerca de 90 dias onde as medidas começarão a serem implementadas para já estarem totalmente em vigor no final do primeiro trimestre. É um prazo viável sim na medida em que hoje as condições da economia brasileira são bastante diferentes, o ajuste fiscal já está em andamento pelo presidente da Câmara, já teremos a Reforma da Previdência aprovada pela Câmara dos Deputados. Há sim um compromisso de todos os agentes envolvidos de que a taxa de juros do crédito rotativo do cartão estará pela metade do que é hoje no final do primeiro trimestre de 2017", disse.
Meirelles disse ainda que o prazo de 30 dias para uso do crédito rotativo permitirá que o saldo seja parcelado em um período de dois anos, com uma taxa menor que a atual.
"Vamos tomar a medida de limitação do prazo de uso do crédito rotativo por 30 dias, é uma decisão do Conselho Monetário Nacional e a partir daí o saldo pode ser parcelado em até 24 meses, com uma taxa ainda menor que a do crédito rotativo. Isso não será feito por medida provisória, é uma decisão do CMN. Portanto, o conselho limita o crédito rotativo a 30 dias e a partir daí é um crédito parcelado. Os bancos dentro desse processo, em contrapartida, se comprometem a baixar a taxa de juros pela metade do crédito rotativo", concluiu o ministro.

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Proposta do governo permite jornada negociada entre patrões e empregados

Governo apresentou projeto da reforma trabalhista. Proposta estabelece 12 pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados e, em caso de acordo, passarão a ter força de lei.

Por Alexandro Martello e Luciana Amaral,
G1, Brasília
22/12/2016 13h47 Atualizado há menos de 1 minuto

Governo apresenta propostas para mudar a legislação trabalhista

O governo anunciou nesta quinta-feira (22) uma proposta de reforma da legislação trabalhista que estabelece 12 pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados e, em caso de acordo, passarão a ter força de lei (veja a lista de todos os pontos mais abaixo).
Um dos pontos pelos quais o “negociado” prevalece sobre o “legislado”, de acordo com a proposta, é o que autoriza a formalização de uma jornada de trabalho de até 220 horas por mês (nos casos de meses com cinco semanas).
A proposta do governo estabelece que, em caso de acordo entre a empresa e os trabalhadores, a jornada em um único dia pode chegar até a 12 horas (oito horas normais mais quatro horas extras), desde que respeitado o limite de 48 horas na semana (44 horas da jornada padrão mais quatro horas extras).
Por exemplo: se um trabalhador fizer duas horas extras na segunda-feira e duas na terça, não poderá fazer horas extras entre quarta e sábado. Noutra hipótese: se fizer as quatro horas extras na segunda-feira (numa jornada de 12 horas, portanto), não poderá fazer mais nenhuma hora extra no restante da semana.
Essa possibilidade de flexibilizar a jornada, porém, dependerá, segundo a proposta, de acordo resultante de um processo de negociação entre empregados e empregador. Para o governo, isso proporcionará mais segurança jurídica para empresas e trabalhadores.
Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o limite de até 12 horas em um único dia já é previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para algumas categorias, como profissionais de segurança pública e da área de saúde.

"A jornada padrão, sem acordo coletivo, é de 8 horas diárias e 44 semanais. Com acordo coletivo, poderá se estender a 12 horas e folgar 36 horas [como em casos de profissionais de segurança e da saúde]. Estamos regulamentando aquilo que já é previsto na CLT", disse Nogueira.
O texto será encaminhado pelo governo ao Congresso por meio de projeto de lei, com pedido de urgência para a tramitação.

José Pastore diz que reforma trabalhista deve ter impacto positivo no mercado de trabalho
Os pontos da reforma
Veja pontos da proposta de reforma trabalhista apresentada pelo governo:
Negociado prevalece sobre o legislado
O projeto prevê que aquilo que for negociado pelos trabalhadores com as empresas, prevaleça sobre o legislado. Com isso, acordos fechados pelas categorias terão peso legal.
"Algo que deve ser buscado com afinco é justamente a negociação coletiva. Isso evita a judicialização desnecessária e temerária e dá segurança jurídica ao trabalhador e ao empregador. Nossa proposta prevê que a negociação coletiva terá força de lei. Assim, como ressalva que normas de segurança do trabalho não poderão ser objeto de acordo", afirmou o ministro Ronaldo Nogueira.
O ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, relacionou os pontos que poderão ser negociados em convenção coletiva e, se acordados, passarão a ter força de lei. São os seguintes:
Parcelamento das férias em até três vezes, com pelo menos duas semanas consecutivas de trabalho entre uma dessas parcelas.
Pactuação do limite de 220 horas na jornada mensal.
O direito, se acordado, à participação nos lucros e resultados da empresa.
A formação de um banco de horas, sendo garantida a conversão da hora que exceder a jornada normal com um acréscimo mínimo de 50%.
O tempo gasto no percurso para se chegar ao local de trabalho e no retorno para casa.
O estabelecimento de um intervalo durante a jornada de trabalho com no mínimo de 30 minutos.
Estabelecimento de um plano de cargos e salários.
Trabalho remoto.
Remuneração por produtividade.
Dispor sobre a extensão dos efeitos de uma norma mesmo após o seu prazo de validade.
Ingresso no programa de seguro-emprego.
Registro da jornada de trabalho.
Jornada de trabalho
A proposta do governo mantém a jornada padrão de trabalho de 44 horas semanais com mais quatro horas extras, podendo chegar a até 48 horas por semana.
Pelo projeto, a jornada em um dia poderá ser de até 12 horas (oito mais quatro horas extras) desde que seja respeitado o limite de 48 horas na semana.
Trabalho temporário
Estão previstas alterações no trabalho temporário, com aumento do prazo de contratação de 90 dias prorrogáveis por mais 90 dias para um período maior: 120 dias com possibilidade de prorrogação por mais 120 dias.
Segundo o governo, é garantido ao trabalhador temporário uma remuneração equivalente à dos empregados de mesma categoria da empresa tomadora ou cliente, calculados à base horária.
Além disso, são assegurados ao trabalhador temporário os mesmos direitos previstos na CLT relativos aos contratados por prazo determinado (FGTS, adicionais, horas-extras etc).
As empresas de trabalho temporário são obrigadas a fornecer comprovante da regularidade de sua situação com o INSS, recolhimentos de FGTS e Negativa de Débitos junto a Receita Federal, sob pena de retenção dos valores devidos no contrato com a empresa de mão de obra temporária. O trabalho temporário não se aplica aos empregados domésticos.
Regime parcial
Para o regime parcial de trabalho, também estão sendo propostas mudanças, com ampliação da do prazo de até 25 horas semanais para até 26 horas semanais, com 6 horas extras, ou 30 horas semanais sem horas extras.
"As horas extras devem ser compensadas [no regime parcial] até a semana seguinte, se não forem compensadas, devem ser pagas na folha de pagamento subsequente. Conversão em dinheiro de 1/3 das férias, não mais limitadas a 18 dias", acrescentou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, estimando que essas mudanças podem gerar cerca de 5 milhões de empregos na economia.
Segundo o governo, as horas suplementares à jornada de trabalho semanal normal serão pagas com o acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o salário-hora normal e poderão ser ser compensadas diretamente até a semana imediatamente posterior à da sua execução, devendo ser feita a sua quitação na folha de pagamento do mês subsequente, caso não compensadas.
Pela proposta, é facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter 1/3 (um terço) do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário. Ele poderá tirar 30 dias de férias, independente do número de horas trabalhadas (férias do regime de trabalho a tempo parcial serão regidas pelo art. 130 da CLT).
Inspeção do trabalho e trabalho informal
O governo também anunciou medidas para combater a informalidade no mercado de trabalho e a precarização das relações trabalhistas.
Pela proposta, o empregador que mantiver empregado não registrado ficará sujeito a multa no valor de R$ 6 mil por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.
O valor final da multa aplicada, por sua vez, será de R$ 1 mil por empregado não registrado, quando se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte.
Proteção ao emprego
Será prorrogado o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado em julho de 2015, pelo qual o trabalhador tem a jornada e o salário reduzidos, mas com manutenção do seu emprego.
Para isso, será encaminhada uma medida provisória ao Congresso Nacional. Sem a medida, o PPE terminaria no fim deste ano.
O programa, porém, foi rebatizado e passará a ser chamdo Programa Seguro-Emprego (PSE), mas manterá a regra de que o trabalhador poderá ter a jornada e o salário reduzidos em até 30%. Nesse caso, o governo paga um complemento, que corresponde à metade da perda salarial do empregado, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
A participação do governo como compensação pecuniária equivale a 50% do valor da redução salarial, limitada a 65% do valor máximo da parcela do seguro-desemprego, enquanto perdurar o período de redução temporária da jornada de trabalho, informou o Ministério do Trabalho.
Pelas regras, a redução da jornada de trabalho, que deve ter duração de até seis meses, poderá ser prorrogada por períodos de seis meses - desde que o período total não ultrapasse vinte e quatro meses.
Os últimos dados do governo mostram que, até o início de novembro, foram registrados 188 pedidos de adesão encaminhados ao comitê do Programa de Proteção ao Emprego. Destes, 154 foram deferidos e 34 ainda estavam em processo de análise, com a manutenção do emprego de 63.345 trabalhadores e pagamentos de R$ 170 milhões em recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Repercussão
Na cerimônia de anúncio das medidas, no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer afirmou que a proposta de reforma trabalhista, negociada com os sindicatos, é um "belíssimo presente de Natal".
"O Natal é um momento da fraternidade, da solidariedadde, da irmanação, em que pessoas deixam de lado suas disputas e se unem e se reunem familiarmente ou socielamente pela fraternidade", disse o presidente Michel Temer, destacando o diálogo com os sindicatos, representantes dos trabalhadores.
Para o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, a iniciativa de encaminhar um projeto de lei com urgência ao Congresso Nacional para reformar as relações de trabalho é importante, pois as regras atuais datam de 1950.
Ele também elogiou a prorrogação do programa de proteção ao emprego, que, em sua visão, ajudará a preservar empregos neste momento de baixo nível de atividade. “O momento é oportuno”, afirmou Skaf.
Para o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, a proposta de reforma trabalhista "significa valorizar a negociação entre trabalhador, sindicato e empresa". Segundo ele, isso diminuirá o número de processos na Justiça trabalhista.
O presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto, afirmou que não houve apreensão com o anúncio da reforma porque, segundo ele, as medidas foram discutidas de antemão com os sindicatos.
“A reforma remodela o PPE, diminuindo a possibilidade de fraude, aumentando o controle. Vamos negociar banco de horas, redução de jornada para o almoço, férias. E haverá fortalecimento do Ministério do Trabalho no combate à precarização, além do aumento do valor das multas, penalizando aqueles que precarizam as relações trabalhistas”, afirmou ele.
Em nota, o presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), afirmou que o partido dá apoio “entusiasmado” às medidas anunciadas pelo Palácio do Planalto que, na visão de Jucá, “modernizam as relações de trabalho” e “facilitam o emprego”.
“O PMDB reitera que estará mobilizado para que se possa aprovar rapidamente as proposições anunciadas, que representam na prática uma melhora na qualidade da população brasileira”, diz trecho do documento

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Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia

GOIÁS

22/12/2016 18h34 - Atualizado em 22/12/2016 18h37
Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia
Polícia Civil acredita em que caso trata-se de acidente: 'Caiu no vazio'.
Segundo bombeiros, queda do 4º andar foi de aproximadamente 15 metros.
Sílvio Túlio
Do G1 GO
Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Pintor morre após cair no fosso de elevador de prédio, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Um pintor de 62 anos morreu nesta quinta-feira (22) após cair no fosso do elevador de um prédio, no Setor Central, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, a suspeita é que tenha ocorrido um acidente. "Pelo que apuramos, a porta abriu ele caiu no vazio", disse ao G1 o delegado Izaías Pinheiro, do 1º DP de Goiânia.
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De acordo com o Corpo de Bombeiros, a queda aconteceu no 4ª andar, a uma altura aproximada de 15 metros. Quando a corporação chegou ao imóvel, localizado na Avenida Araguaia, ele já estava sem vida.
O administrador do prédio esteve no 1º DP de Goiânia para registrar a ocorrência. Conforme o relato dele aos escrivães, a vítima estava trabalhando no 1º andar e subiu até o 4º para falar com ele.
Após conversarem, o pintor saiu. Minutos depois, a mãe do administrador, que estava no térreo, subiu as escadas correndo e disse ao filho que tinha ouvido um barulho muito forte.
Eles tentaram acionar o elevador, mas não conseguiram. Diante disso, também pelas escadas, eles conseguiram visualizar o fosso e perceber que o pintor estava no local.
Peritos estiveram no local para retirar o corpo e levá-lo ao Instituto Médico Legal (IML).

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Irmãs suspeitas de agredir a tia mostram ironia: 'Apanhou pouco'

22/12/2016 20h46 - Atualizado em 22/12/2016 20h46

Irmãs suspeitas de agredir a tia mostram ironia: 'Apanhou pouco'
Duas mulheres foram presas junto com a mãe, também suspeita do crime.
Trio alegou que vítima tinha caso com o marido de uma delas, em Rio Verde.
Do G1 GO

Vitima

Uma mulher de 47 anos e as duas filhas, de 30 e 28, foram presas nesta quinta-feira (22) suspeitas de agredir uma parente, em Rio Verde, região sudoeste de Goiás. A vítima, de 42 anos, é tia das duas moças mais novas e sofreu várias lesões. Segundo a Polícia Civil, o trio alegou que o crime foi motivado por uma suposta traição da familiar com o marido de uma delas.
Em um áudio obtido durante as investigações, as duas irmãs conversam sobre o espancamento e ainda ironizam a vítima: "Ela merece isso e deu sorte de eu não ter feito mais. Ela apanhou pouco"
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De acordo com a delegada Jaqueline Camargo, responsável pelas investigações, o caso aconteceu no último dia 9 de novembro. A apuração começou depois que o irmão da vítima denunciou o caso.
A delegada revelou ainda que a mulher foi vítima de uma emboscada. "Ela foi à casa de uma das suspeitas, que pediu para ficar com a filha dela por que iriam sair. Elas eram muito próximas. Quando chegou, as três a agrediram", explica.
A mulher foi jogada no chão assim que desceu do carro, já foi jogada no chão e agredida com socos e chutes.
Outros crimes
Além das agressões, a mãe e as duas irmãs também devem ser indiciadas por tortura. De acordo com a delegada, elas obrigaram a mulher a gravar um vídeo assumindo os supostos casos de traição.
Elas responderão ainda por injúria, por terem utilizado a naturalidade da vítima - que é nordestina - para cometer os insultos, e roubo, pois levaram o seu celular. Se condenadas, podem pegar até 21 anos de prisão.
A polícia informou que a família já tem um histórico de violência. “Uma delas tem alguns registros de ocorrências por briga e ameaças. Algumas testemunhas tinham medo das autoras porque elas são de gritar na rua e fazer barraco", explica

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Aprovado regime sobre plataformas como a Uber e a Cabify

Aprovado regime sobre plataformas como a Uber e a Cabify
O Conselho de Ministros aprovou hoje a proposta de lei que cria um novo regime sobre plataformas eletrónicas de transporte individual, como a Uber, advogando que esta trará benefícios para trabalhadores e clientes.

POR LUSA
As linhas gerais do texto foram apresentadas no final do Conselho de Ministros pelo governante com a tutela dos transportes, o ministro do Ambiente, que asseverou a "defesa do consumidor" e a "defesa dos direitos dos trabalhadores" destas plataformas.

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"Os operadores [de transporte individual] deixam de poder ser entidades individuais, têm necessariamente de ser pessoas coletivas. É fixado um horário máximo de condução que não ultrapassa as seis horas em contínuo", e haverá formação própria para os motoristas, com os veículos a não poderem ter mais de sete anos, assinalou o ministro João Matos Fernandes.

Questionado sobre um eventual limite do número de carros a circular em plataformas como a Uber ou a Cabify, o governante respondeu: "A iniciativa económica em Portugal é livre. E esta é uma atividade privada, o que inibe qualquer possibilidade de contingentação. Estão previstos contingentes? Não, não estão previstos contingentes".

O comunicado do Conselho de Ministros frisa que este setor "ganhou uma significativa expressão social nos tempos recentes", e a regulamentação desta atividade distingue-se da que rege o mercado do táxi porque se tratam de "serviços organizados segundo lógicas diferentes, satisfazendo públicos e necessidades que, em ampla medida, se diferenciam de forma clara".

Os taxistas contestam há muito a proposta do Governo para regular a atividade das plataformas eletrónicas como a Uber e a Cabify (as únicas a operar em Portugal), às quais estão ligados operadores de transporte com carros descaracterizados.

O setor exige que o número de veículos afetos àquelas plataformas seja limitado, à semelhança do que acontece com os táxis, entre outras reivindicações.

A Uber, que está em Portugal há dois anos, é uma plataforma 'online' que permite pedir carros descaraterizados de transporte de passageiros, com uma aplicação para 'smartphones' que liga quem se quer deslocar a operadores de transporte.

A sua atividade - bem como a da Cabify, que se instalou no país mais recentemente - tem sido muito contestada pelos taxistas, uma vez que os operadores ligados a estas plataformas não têm de cumprir os mesmos requisitos formais do que os táxis para trabalhar.

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