quinta-feira, 14 de julho de 2016

Com Cunha presente, CCJ abre sessão para votar parecer

14/07/2016 09h32 - Atualizado em 14/07/2016 10h17
Com Cunha presente, CCJ abre sessão para votar parecer
Deputados devem decidir se processo volta a Conselho ou avança ao plenário.
Votação de relatório de Ronaldo Fonseca já foi adiada quatro vezes.
Do G1, em Brasília
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Eduardo Cunha se prepara para sessão da CCJ logo antes da abertura dos trabalhos (Foto: Gustavo Garcia/G1)
Eduardo Cunha se prepara para sessão da CCJ que deve decidir se o processo dele avança para o plenário oou volta para o Conselho de Ética (Foto: Gustavo Garcia/G1)
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara abriu sessão, por volta das 9h25, desta quinta-feira (14) para votar o parecer do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) sobre um recurso do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contra a cassação do seu mandato. Cunha está presente à comissão.


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Logo no início da sessão, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR), pediu a atenção dos integrantes da comissão para fazer um “desabafo”. Ele rebateu críticas de que estaria atuando “de forma condescendente” com Eduardo Cunha. Serraglio negou e disse que age de acordo com o regimento da Casa.
Já o deputado Hugo Motta (PMDB-PB), aliado de Cunha, pediu que fosse concedido mais tempo para que Ronaldo Fonseca analisasse os votos em separado sobre os recursos de Cunha. O requerimento foi negado.
A sessão atingiu o quórum necessário para ser aberta às 9h20, quando 34 deputados estavam presentes. Adversários de Cunha comemoraram a presença de deputados.
Ronaldo Fonseca acatou um ponto do recurso da defesa de Cunha o qual diz que a votação do relatório – favorável à cassação do peemedebista – no Conselho de Ética aconteceu de maneira irregular. Se a maioria dos integrantes da CCJ acompanharem o parecer de Fonseca, o processo de quebra de decoro parlamentar pode voltar ao Conselho de Ética.
No entanto, se o relatório de Ronaldo Fonseca for derrubado, o processo será encaminhado ao plenário principal da Câmara, que dará a palavra final sobre a cassação de Cunha. Isso, no entanto, só aconteceria em agosto, depois do recesso “branco” parlamentar.
Na sessão desta quinta, na CCJ, está previsto que a defesa de Eduardo Cunha terá 20 minutos para fazer suas considerações finais sobre o recurso. Depois, os líderes partidários orientarão suas bancadas sobre a posição a ser tomada e, por fim, os parlamentares votarão o parecer.
Adiamentos
Caso a votação do parecer de Ronaldo Fonseca aconteça nesta quinta, ela terá ocorrido após quatro adiamentos. Inicialmente, a análise do parecer estava prevista para quarta-feira passada (7), mas foi concedida “vista coletiva” do relatório, o que adiou para segunda (11).
No entanto, após a renúncia de Cunha à presidência da Câmara, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR), decidiu mudar a data da votação do parecer de segunda para terça-feira (12).
Na terça, havia muitos deputados inscritos para discutir o relatório e não houve tempo suficiente para a votação, que passou para quarta-feira (13).
A votação do parecer ficou para esta quinta em função da eleição para o novo presidente da Câmara, que aconteceu na véspera e elegeu Rodrigo Maia (DEM-RJ) para ser o sucessor de Cunha. Quando Serraglio encerrou a sessão nesta quarta, adversários de Cunha protestaram, gritando “vergonha”.Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

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