domingo, 30 de setembro de 2018

Confira 15 ferramentas do Google que poucas pessoas conhecem, mas são muito úteis

Empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos completou 20 anos de existência nesta semana O post Confira 15 ferramentas do Google que poucas pessoas conhecem, mas são muito úteis apareceu primeiro em Jornal Opção.

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Empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos completou 20 anos de existência nesta semana
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Foto: Divulgação
O Google, a ferramenta de busca mais usada do mundo, completou 20 anos na última quinta-feira (27/9) e traz uma história da completa revolução da internet. Criado por dois alunos de Stanford, Larry Page e Sergey Brin, o projeto se tratava, inicialmente, de um site de pesquisas, mas hoje, duas décadas depois, se tornou uma das mais caras, completas e inovadoras do planeta.
Jornal Opção decidiu mostrar um pouco do que oferece o Google, além das pesquisas. São 15 ferramentas e serviços incríveis criados para facilitar a vida do internauta. Confira:
Esta ferramenta permite transformar seu e-mail do Outlook.com ou Yahoo Mail num Gmail. Para ativar o Gmailify, é necessário configurar sua conta do Outlook.com ou Yahoo Mail diretamente no aplicativo do Gmail para Android.
O aplicativo permite a criação e acesso de notas via celular ou via web e pode ser sincronizado com o Google Drive.
Este recurso do Google Earth serve para visualizar o espaço. Ele traz imagens conseguidas pelos satélites da NASA, o Sloan Digital Sky Survey e do Telescópio Hubble
Esta plataforma é voltada especificamente para o acesso a informações acadêmicas publicadas em toda internet. Ótimo pra quem está dentro do ambiente acadêmico na graduação, mestrado ou, até mesmo, pós doutorado.
Esta ferramenta permite que você procure por determinadas palavras, em um sistema com 5 milhões de livros publicados entre 1500 à 2008, apenas para saber como ela foi usada e alterada, ao longo de todo esse tempo.
Acesse um enorme banco de fontes disponíveis para uso gratuito.
Este espaço virtual é voltado para a visualização, em alta definição, de produções artísticas presentes nos melhores museus do mundo. Ou seja, conhecer obras de artes em HD sem sair de casa ou com o celular na mão.
Esta plataforma mostra quais são os assuntos mais procurados por todos os usuários do Google diariamente. Muito útil quando alguém quer descobrir o que tem dado acesso ultimamente.
Unido ao Google Maps, a ferramenta dá a possibilidade de ilustrar cada localização procurada com fotos pessoais, gravadas com o crédito de quem as fotografou.
Este aplicativo parecido com o Shazam, e quem usa pode descobrir o nome de uma determinada música através de um trecho de áudio específico.
Ferramenta e aplicativo de fácil acesso que permite a tradução de qualquer frase, em tempo real, através de voz ou texto, para qualquer língua.
Uma das ferramentas mais importantes, o Google Meu Negócio é para todo empresário ou profissional liberal com endereço de atendimento ao público. A plataforma permite a conexão entre várias ferramentas para que a comunicação com clientes seja mais fácil.
Esta é uma das melhores coisas para quem quer ser informado direto pelo Gmail. Você escolhe palavras chaves relacionadas a assuntos sobre os quais quer se informar e, dessa forma, receberá uma notificação sempre que eles forem mencionados online. Ótimo, também, para ficar de olho sobre o que a concorrência publica na internet.
Se você quer fazer dinheiro online, uma das melhores maneiras de começar é através do programa Google AdSense. Com essa plataforma, tudo que você tem que fazer é adicionar um trecho de código ao seu site e, a partir daí, a ferramenta vai apresentar anúncios relevantes, pelos quais você é pago toda vez que alguém clica neles.
Talvez uma das mais úteis, o sincronizador do Google vai te ajudar a sincronizar todas suas contas, extensões, aplicativos, favoritos, senhas, aparelhos de celular e, com isso, é possível, até mesmo, bloquear ou rastrear seu aparelho caso ele seja roubado.

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Primeira parcial indica queda de 36% nos gastos de campanha em 2018

Por Cauê Muraro e Lucas Gelape, G1
 

Os dados parciais de prestação de contas, que abrangem o que foi gasto na primeira parte do período de campanha, indicam que as despesas eleitorais em 2018 caíram 36% na comparação com 2014, segundo cálculos do G1.
Na disputa deste ano, os candidatos e partidos declararam ter gasto R$ 1,6 bilhão até quase a metade da campanha. Em 2014, após transcorrido um período semelhante, a soma foi de R$ 1,8 bilhão, já considerada a inflação do período.
Na média de gastos por candidato, também houve queda, mas de 20% (R$ 103 mil em 2018 ante R$ 126,7 mil em 2014).
Gastos de campanha
Total de despesas após transcorrido 46% do período de campanha
R$1.833.517.048,941.833.517.048,941.167.422.399,151.167.422.399,15201420180500M1.000M1.500M2.000M
Fonte: TSE
Como os dados são parciais, a diferença entre os gastos de um ano e outro pode mudar após o fim das eleições. O relatório final das despesas de 1º turno deve ser entregue à Justiça Eleitoral até 6 de novembro.

Como foi feito o cálculo

G1 levou em conta todos os gastos registrados, independentemente se foram feitos por candidatos, partidos ou comitês (tipo de órgão que só existiu em 2014). Foram excluídas apenas as transferências de recursos de um para outro, para evitar contagem dupla de gastos.
Para 2018, foram levados em conta os gastos feitos entre 16 de agosto e 8 de setembro, que, por lei, deveriam constar pela declaração de contas parcial. O intervalo de 24 dias equivale a 46% do tempo total de campanha de 2018, que é de 52 dias.Para efeito de comparação, o G1 considerou o mesmo percentual para 2014, quando a campanha teve 91 dias. Com isso, foram considerados os gastos dos primeiros 42 dias de campanha, de 6 de julho a 16 de agosto.
Para Denisson Silva, doutorando em ciência política e pesquisador do Centro de Estudos Legislativos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), era esperada essa redução nas despesas parciais verificada em 2018.
Um dos motivos citados pelo pesquisador é a minirreforma eleitoralem vigor desde as eleições de 2016. De acordo com aquela regra, em campanhas para presidente, governadores e prefeitos, pode-se gastar 70% do valor declarado pelo candidato que mais gastou no pleito anterior, se tiver havido só um turno, e até 50% do gasto da eleição anterior se tiver havido dois turnos.
Veja os limites para o 1º turno deste ano:
  • Presidente: R$ 70 milhões;
  • Governador: R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, conforme o número de eleitores do estado;
  • Senador: R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores do estado;
  • Deputado federal: R$ 2,5 milhões;
  • Deputado estadual/distrital: R$ 1 milhão.
Além disso, as doações de empresas para campanhas foram proibidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2015. Esta, portanto, é a primeira eleição para a Presidência, para o Congresso e para as Assembleias Legislativas desde que o veto entrou em vigor.
Com isso, os candidatos podem contar com recursos públicos, doações de pessoas físicas e com o próprio dinheiro. Como o G1 mostrou, 1 em cada 5 postulantes colocaram dinheiro na própria campanha, segundo os dados parciais, num total de R$ 221,6 milhões. O valor mais alto foi desembolsado pelo presidenciável Henrique Meirelles (MDB): R$ 45 milhões.

Gastos em 2018 por cargo

Nas eleições de 2018, as despesas podem ser feitas pelos candidatos e pelos partidos. As primeiras representam 94% do total, e indicam que, em média, as campanhas presidenciais são as que consumiram mais recursos na primeira parte da campanha:
Gasto médio por candidato
Despesas registradas na 1ª parcial de campanha, divididas pelo nº de postulantes que as declararam
em R$15.776,3815.776,3838.246,1738.246,17107.265,89107.265,89497.100,73497.100,731.349.697,951.349.697,958.810.005,128.810.005,12Deputado distritalDeputado estadualDeputado federalSenadorGovernadorPresidente01M2M3M4M5M6M7M8M9M10M
Fonte: TSE
A comparação com 2014 não é possível pois os gastos de comitês e órgãos partidários de 2014 não estão discriminados, na base do TSE, de acordo com o cargo.

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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Eletrobras faz leilão para tentar vender 71 participações societárias


Eletrobras faz leilão para tentar vender 

71 participações societárias

Preço mínimo mais elevado é o da Santa Vitória do Palmar Holding,

 lote A, no valor de R$ 635,6 milhões

Leilão ocorrerá no período da manhã

Ueslei Marcelino/Reuters - 31.08.2017
Leilão ocorrerá no período da manhã
















Em leilão na B3, a 
Bolsa de Valores de São Paulo, a Eletrobras tentará vender nesta quinta-feira (27) um total de 71 participações da estatal em SPE (Sociedades de Propósito Específico). O leilão ocorrerá de manhã e o preço mínimo estipulado é de R$ 3,1 bilhões para a totalidade dos ativos.
As participações foram agrupadas em 18 lotes, que incluem ativos de geração eólica e linhas de transmissão. O leilão foi anunciado em agosto.
O preço mínimo mais elevado é o da Santa Vitória do Palmar Holding, lote A, no valor de R$ 635,6 milhões. A Eletrobras tem 78% desse empreendimento, dedicado à geração eólica. De acordo com a estatal, os preços estão referenciados à data-base de 31 de dezembro de 2017 e incluem os custos de transação.
A SPE é uma sociedade empresarial, com as mesmas características do consórcio, que é formada para a execução de um determinado empreendimento, podendo inclusive ter seu prazo de existência determinado. Normalmente é utilizada para isolar o risco financeiro de uma atividade.
O capital social da SPE pode ser constituído pelos sócios com dinheiro, bens móveis e imóveis e ainda com direitos, desde que esses tenham valor econômico. Uma vez formado o capital, as contribuições dos sócios passam a compor o patrimônio da sociedade.

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Agências da Caixa abrem mais cedo para atender cotistas do PIS


Medida é voltada para os beneficiários com menos de 60 anos que ainda não resgataram o benefício; prazo termina nesta sexta-feira

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Pessoas com menos de 60 anos têm até essa semana para sacar o PIS/Pasep

Pessoas com menos de 60 anos têm até essa semana para sacar o PIS/Pasep

Agência Freelancer/Folhapress
As agências da Caixa Econômica Federal abrem duas horas mais cedo nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28), para atender aos cotistas do PIS que ainda não sacaram o benefício.
Pessoas com menos de 60 anos que contribuíram com o PIS entre 1971 e 1988 têm até amanhã para o resgate. Segundo a Caixa, mais de 4 milhões de contribuintes que atendem estes requisitos ainda não sacaram sua cota.
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A abertura antecipada das agências não acontecerá em regiões nas quais esse horário não for a melhor condição de atendimento aos clientes. O critério será definido pela superintendência local.
Pessoas que ainda não fizeram o saque podem consultar a página do banco na internet para saber o valor a ser recebido. Caso o dinheiro já tenha sido creditado em conta, o site também informa a agência e banco no qual o benefício foi creditado.
Após o prazo
Segundo a Caixa, a partir de 1º de outubro, "os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas (...) com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas".
Até a última segunda-feira (24), foram pagos R$ 9.6 bilhões aos trabalhadores cadastrados no Fundo PIS/Pasep entre 1971 e 1988.

Veja abaixo a relação de agências e horários:


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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Pesquisa Ibope para presidente: Bolsonaro, 27%; Haddad, 21%; Ciro, 12%; Alckmin, 8%; Marina, 6%




00:00/09:07
Ibope divulga nova pesquisa de intenção de voto para presidente
Uma nova pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente foi divulgada nesta quarta-feira (26). O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios no sábado (22), domingo (23) e segunda-feira (24).
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Os resultados foram os seguintes:
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 26 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1
Em relação à pesquisa Ibope anterior (com entrevistas feitas no sábado, dia 22 e domingo, dia 23), a atual pesquisa (realizada no sábado, 22, domingo, 23 e segunda-feira, dia 24) mostra que:
Jair Bolsonaro passou de 28% para 27%;
Fernando Haddad foi de 22% para 21%;
Ciro Gomes passou de 11% para 12%;
Geraldo Alckmin se manteve com 8%;
Marina Silva foi de 5% para 6%;
Os indecisos oscilaram de 6% para 7% e os brancos ou nulos, de 12% para 11%.
Todas as oscilações ocorreram dentro da margem de erro.

Rejeição

Os entrevistados responderam em qual candidato não votariam de jeito nenhum (nessa hipótese, o entrevistado pode responder mais de um nome; daí, a soma superar 100%). Os resultados foram:
  • Jair Bolsonaro: 44%
  • Fernando Haddad: 27%
  • Marina Silva: 27%
  • Geraldo Alckmin: 19%
  • Ciro Gomes: 16%
  • Cabo Daciolo: 11%
  • Henrique Meirelles: 11%
  • Eymael: 10%
  • Alvaro Dias: 9%
  • Guilherme Boulos: 9%
  • Vera Lúcia: 9%
  • João Amoêdo: 8%
  • João Goulart Filho: 7%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 7%
Pesquisa Ibope de candidatos a presidente - taxa de rejeição — Foto: Editoria de Arte / G1Pesquisa Ibope de candidatos a presidente - taxa de rejeição — Foto: Editoria de Arte / G1
Pesquisa Ibope de candidatos a presidente - taxa de rejeição — Foto: Editoria de Arte / G1

Simulações de segundo turno

  • Haddad 42% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Haddad e Bolsonaro — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Haddad e Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Haddad e Bolsonaro — Foto: Arte/G1
  • Ciro 44% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
  • Alckmin 40% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 3%)
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1
  • Bolsonaro 40% x 38% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 3%)
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 26 de setembro - simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Voto útil

A pesquisa também mediu o chamado “voto útil”, questionando o entrevistado sobre a probabilidade de deixar de votar no candidato de sua preferência, para evitar que outro que não gosta vença.
Do total de eleitores, 14% responderam que essa probabilidade é muito alta; outros 14% disseram que essa probabilidade é alta; 18% que é média; 21% que é baixa; 27% que é muito baixa; e 6% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Entre os eleitores de cada candidato, essa probabilidade é a seguinte:
Jair Bolsonaro
  • 10% muito alta;
  • 12% alta;
  • 17% média;
  • 23% baixa;
  • 35% muito baixa;
  • 3% não sabe/não respondeu.
Fernando Haddad
  • 17% muito alta;
  • 14% alta;
  • 17% média;
  • 22% baixa;
  • 24% muito baixa;
  • 6% não sabe/não respondeu.
Ciro Gomes
  • 21% muito alta;
  • 14% alta;
  • 19% média;
  • 21% baixa;
  • 20% muito baixa;
  • 5% não sabe/não respondeu.
Geraldo Alckmin
  • 14% muito alta;
  • 22% alta;
  • 20% média;
  • 20% baixa;
  • 19% muito baixa;
  • 5% não sabe/não respondeu.
Marina Silva
  • 8% muito alta;
  • 20% alta;
  • 23% média;
  • 17% baixa;
  • 27% muito baixa;
  • 5% não sabe/não respondeu.
A pergunta foi feita para todos os entrevistados, mas a CNI divulgou somente os percentuais dos eleitores de candidatos com mais de 5% das intenções de voto.

Convicção

A pesquisa questionou os eleitores entrevistados sobre a convicção na escolha dos candidatos em quem pretendem votar.
Do total de entrevistados,
  • 43% responderam que trata-se de uma “decisão definitiva, que não mudará de jeito nenhum”
  • 18% disseram que é uma “decisão firme, mas que poderá mudar no decorrer da campanha”
  • 18% responderam que é uma “escolha do atual momento, que durante a campanha poderá mudar”
  • 17% disseram tratar-se de “apenas uma preferência inicial”; outros 5% não sabem ou não responderam.
Entre os eleitores de cada candidato, os percentuais são:
Jair Bolsonaro
  • 55% decisão definitiva;
  • 17% decisão firme;
  • 13% escolha do atual momento;
  • 12% preferência inicial;
  • 3% não sabe/não respondeu.
Fernando Haddad
  • 49% decisão definitiva;
  • 17% decisão firme;
  • 15% escolha do atual momento;
  • 16% preferência inicial;
  • 3% não sabe/não respondeu.
Ciro Gomes
  • 31% decisão definitiva;
  • 20% decisão firme;
  • 23% escolha do atual momento;
  • 19% preferência inicial;
  • 6% não sabe/não respondeu.
Geraldo Alckmin
  • 26% decisão definitiva;
  • 20% decisão firme;
  • 28% escolha do atual momento;
  • 22% preferência inicial;
  • 3% não sabe/não respondeu.
Marina Silva
  • 22% decisão definitiva;
  • 23% decisão firme;
  • 23% escolha do atual momento;
  • 30% preferência inicial;
  • 3% não sabe/não respondeu.
A pergunta foi feita para todos os entrevistados, mas a CNI divulgou somente os percentuais dos eleitores de candidatos com mais de 5% das intenções de voto.

Expectativa do resultado

A pesquisa perguntou a cada entrevistado quem ele acha que será o próximo presidente, independentemente de sua intenção de voto. Os resultados foram os seguintes:
  • Jair Bolsonaro: 44%
  • Fernando Haddad: 20%
  • Ciro Gomes: 8%
  • Geraldo Alckmin: 7%
  • Marina Silva: 3%
  • Alvaro Dias: 1%
  • Henrique Meirelles: 1%
  • Não sabe/não respondeu: 16%
  • Os demais candidatos foram mencionados por menos de 1% dos entrevistados

Avaliação do governo Temer

A pesquisa pediu aos entrevistados uma avaliação sobre o governo do presidente Michel Temer. Os resultados são os seguintes:
  • Ótimo/bom: 4%
  • Regular: 12%
  • Ruim/péssimo: 82%
  • Não sabe/não respondeu: 2%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2 mil eleitores em 126 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 22, 23 e 24 de setembro
  • Registro no TSE: BR-04669/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratante da pesquisa: Confederação Nacional da Indústria (CNI)


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