terça-feira, 24 de setembro de 2019

União dos produtores rurais garante chapa única para eleição da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás, FAEG


POR JORNAL SOMOS | 24/09/2019
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Divulgação

Liderada pelo atual Presidente da entidade, Deputado Federal José Mário Schreiner, a Chapa 1 (única) é composta por lideranças de larga experiência e comprometimento com a agropecuária goiana. A formação da chapa é fruto de consenso entre os Sindicatos Rurais filiados à Instituição, que optaram pela unidade como forma de enfrentar os desafios e ameaças da atual conjuntura regional e nacional.

Com a proposta de intensificar as ações de fortalecimento do setor, José Mário Schreiner destaca que a meta para o próximo triênio é ampliar o atendimento de assistência técnica e gerencial com foco na renda e na produção; elaborar estratégias de aperfeiçoamento e sustentabilidade do Sistema Faeg Senar, Ifag e Sindicatos Rurais, inovar e aprimorar a representação classista, trabalhando forte para aumentar o investimento em infraestrutura; expandir o desenvolvimento de tecnologias avançadas para o campo, fortalecer políticas públicas, melhorando a segurança jurídica, crédito e seguros para o produtor e impulsionar o desenvolvimento da agropecuária goiana por meio de parcerias.

A ELEIÇÃO para o preenchimento dos cargos (titulares e suplentes), da Diretoria, Conselho Fiscal e delegados representantes junto ao Conselho da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA – referente ao mandato trienal 2019/2022, será realizada no dia 04 de novembro de 2019, das 8h às 16h, na Sede da Faeg, em Goiânia.

Cada Sindicato Rural filiado terá direito a um voto através e seu Conselheiro Representante, credenciado de acordo com o Estatuto. Os eleitos serão empossados em 13 de dezembro de 2019.

Jornal Somos


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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Programa Popular: Aniversario Sebastião L. Coutinho

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Programa Popular

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domingo, 8 de setembro de 2019

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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Tereza Cristina pede que produtores rurais não esmoreçam


A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, convocou nesta sexta-feira, 30, a união do agronegócio diante das dificuldades e críticas. Segundo ela, os problemas enfrentados pelo setor produtivo são passageiros e a pasta trabalha para melhorar o ambiente de negócios, reduzir a burocracia e abrir mercados.
“Não esmoreçam. Ataques vamos sofrer pelo gigantismo do nosso negócio”, afirmou, ao participar da abertura oficial da Expointer, em Esteio (RS). “Teremos problemas que serão resolvidos. Não desistam, até para me dar forças. Vou até as últimas consequências em defesa do agronegócio brasileiro”, destacou.

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

EUA: produtividade do milho em Minnesota está 8,4% menor

23 de agosto de 2019 Atualizado às 11h27

As lavouras de milho em Minnesota, no oeste dos Estados Unidos, estão se desenvolvendo pior neste ano, na comparação com a média dos últimos três anos e também em relação ao ano passado, segundo avaliação dos participantes da “Crop Tour”, realizada pela consultoria Pro Farmer.
Segundo ela, a produtividade média do milho foi estimada em 213 sacas de 50 quilos por hectare, abaixo da média do ano passado, de 224 sacas por hectare e à frente também da média dos últimos três anos, de
231 sacas (8,4% menor que a atual).
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terça-feira, 20 de agosto de 2019

‘Reforma tributária vai trazer mais benefícios que o Plano Real’

UNIFICAÇÃO DE IMPOSTOS

Necessidade urgente de o Brasil promover uma reforma tributária foi consenso entre convidados e senadores que participaram de audiência pública na CCJ do Senado

20 de agosto de 2019 às 08h37
Por Canal Rural, com informações da Agência Senado
A necessidade urgente de o Brasil promover uma reforma tributária foi consenso entre os convidados e os senadores que participaram, nesta segunda-feira, 19, da audiência pública interativa realizada pela Comissão de Constituição e Justiça sobre a PEC 110/2019, que reformula o sistema tributário brasileiro.
A primeira parte da audiência foi conduzida pela presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS). Ela afirmou que as reformas tributária e da Previdência têm forte ligação econômica e política e são complementares. Simone disse que os brasileiros são os cidadãos que mais pagam impostos no mundo, se levada em conta a relação entre a carga tributária e a qualidade dos serviços públicos oferecidos. “É urgente que a reforma tributária seja aprovada no Congresso Nacional. O Brasil tem pressa e uma reforma não se sustenta sem a outra”, disse.
A segunda parte da reunião foi conduzida pelo relator da reforma tributária, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA). Ele disse que há condições de entregar seu relatório em até 45 dias. Para o senador, a reforma tributária vai aumentar a segurança jurídica no país.
O primeiro convidado a falar foi o ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly, um dos principais idealizadores da PEC 110/2019, que tem o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, como primeiro signatário e as assinaturas de outros 64 senadores. 
A proposta extingue nove tributos: IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins, Salário-Educação, Cide-combustíveis e CSLL (federais); ICMS (estadual); e ISS (municipal). No lugar deles, será criado um imposto sobre o valor agregado, de competência estadual, chamado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), e um outro sobre bens e serviços específicos, chamado Imposto Seletivo, de competência federal.
Luiz Carlos Hauly garantiu que a proposta em análise no Senado não vai acarretar aumento da carga tributária nem perdas para os entes federados.
“Não é reforma, é uma reengenharia tecnológica fraterna e solidária para fazer o Brasil crescer e distribuir renda com justiça social”, afirmou.
O ex-deputado disse que a proposta segue o modelo clássico europeu de tributação, que adota o imposto sobre valor agregado (IVA), que seria o IBS no Brasil. Segundo ele, 165 países já usam esse tipo de sistema tributário. Ele disse ainda que a reforma pretende abolir os impostos que atingem alimentação, medicamentos, água e esgoto, educação e transporte urbano.
Hauly afirmou que o atual sistema tributário tem grandes problemas, como as inúmeras renúncias fiscais, que custam cerca de R$ 500 bilhões por ano à União, estados e municípios, e a sonegação fiscal, que chega a R$ 460 bilhões anuais. Em sua avaliação, todos esses problemas serão diminuídos com a aprovação da reforma.
Ainda de acordo com o ex-deputado, o Brasil está em 184º lugar entre 190 países em qualidade do sistema tributário.
“Essa reforma vai trazer mais benefícios para o país que o Plano Real. A reforma tributária vai estabilizar a concorrência entre as empresas brasileiras e fazer do Brasil um dos maiores países em desenvolvimento econômico e industrial do mundo”, afirmou Hauly.
Por sua vez, o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Filipe Salto, afirmou que o Brasil precisa retomar a eficiência e a simplicidade tributárias. Para ele, o país está 50 anos atrasado na adoção do IVA, modelo que, em sua avaliação, deu certo na maior parte do mundo. Entretanto, ele se mostrou cético de que a reforma possa diminuir a carga tributária em relação ao PIB.
Já o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE) disse que o Brasil tem um ‘manicômio tributário’. Ele também defende a reforma tributária como uma das mais urgentes, para que o sistema seja simplificado e desburocratizado e para que a carga tributária seja diminuída. O deputado disse que vai apresentar uma proposta de reforma tributária diferente, que prevê, inclusive, um novo tipo de CPMF. A proposta dele também aglutina diversos impostos atuais em um imposto federal único.
O líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu que o Senado tenha a última palavra na reforma tributária, uma questão federativa, por ser o representante dos estados. Ele disse que a reforma tem que levar em conta as desigualdades regionais e não prejudicar os estados em desenvolvimento. A preocupação com os estados em desenvolvimento das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, também foi colocada pelo senador Vanderlan Cardoso (PP-GO).
O senador Marcelo Castro (MDB-PI) defendeu a tributação de lucros e dividendos e disse que impostos nos moldes da antiga CPMF podem ser muito úteis para o país, pois têm baixas alíquotas, ampla base de contribuição, não podem ser sonegados e sua arrecadação não requer gastos. Além disso, acrescentou o senador, esse tipo de imposto ajuda a rastrear o caminho do dinheiro e arrecada mais de quem movimenta mais recursos. Ele também sugeriu que seja incluída na reforma tributária a previsão de royalties para os mercados de energia eólica e solar, de forma parecida aos royalties do petróleo e da mineração.
Também participaram dos debates os senadores Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Weverton (PDT-MA).

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