quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

FAZENDA CACHOEIRA DENOMINADA FAZENDA MONTANA - MUNICÍPIO DE COLINAS DO SUL - GO.




ÁREA TOTAL 1810 ha ou 374 Alqueires;                                                Luismar Coutinho 
                                                                                                  Corretor CRECI-2894
                                                                                                 Cel. 64 99206 2029
Estrutura completa - Energia elétrica;

-Sede, Casa de caseiro, casa de ferramentas;

- Curral completo, balança e outros, chiqueiro;

- 1 Rio, 2 córregos, 4 Represas, varias nascentes, Várias cachoeiras;

- 1 Pomar;
- Rica em madeira;
- Rica em minérios de ouro e com registro no DNPM;

-Aproximadamente 250 alqueires de pastos, Com capim sendo braquiária e andropolon;

- 15 divisões de pasto;

- Pista de pouso de 1.000m cascalhada;
 10.000.000.00 milhões















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Soja: Momento não é de novas vendas para produtor brasileiro, orientam consultores

Publicado em 16/01/2019 16:36 e atualizado em 16/01/2019 18:26
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A hora é do produtor brasileiro de soja segurar suas vendas. A orientação que parte de analistas e consultores de mercado é reflexo de um cenário onde tudo está acontecendo ao mesmo tempo em que nada está confirmado. Dessa forma, talvez a cautela seja, de fato, a melhor postura a se adotar neste momento. Há, afinal, um combinado de fatores negativos pairando sobre os preços da oleaginosa no mercado brasileiro e as mudanças não deverão vir tão cedo. 
Segundo Carlos Cogo, diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, os sojicultores devem limitar suas vendas, pelo menos, até meados de abril e maio, quando a situação estiver um pouco mais clara e quando o mercado já irá conhecer melhor o que esperar da nova safra dos Estados Unidos. 
"Estamos começando a passar pelo fundo do poço", diz Cogo, alertando sobre uma tendência de baixa para os prêmios, que poderão ficar ainda mais baixos em março, combinados com um mercado patinando na Bolsa de Chicago e um dólar que também carrega um viés de baixa. "Há muitas variáveis em aberto", completa.
No intervalo de 10 a 15 de janeiro, somente, os preços da soja nos portos brasileiros acumulam uma baixa de mais de 4%. Em Rio Grande, por exemplo, as referências perderam 5,13% no spot, para R$ 74,00, e para fevereiro, e 5,53% para R$ 73,50 por saca. NO mesmo período, os prêmios também cederam consideravelmente nas principais posições de entrega. No terminal de Paranaguá, o fevereiro caiu 20% de US$ 0,50 para US$ 0,40 sobre os valores praticados na Bolsa de Chicago, e o março foi de US$ 0,40 para US$ 0,35, com baixa de 12,50%. 
E ainda segundo o executivo, somente no acumulado de 2019, a baixa do dólar se aproxima de 6%, o que pesa ainda mais sobre os preços. Nesse âmbito, o destino da moeda americana, ao mesmo em partes, virá das próximas decisões do governo federal e de suas conquistas no Congresso Nacional. 
Ao mesmo tempo, os custos subiram para o produtor brasileiro, nesta temporada 2018/19, entre 6% e 8% nas principais regiões produtoras do país, o que exige, portanto, uma comercialização ainda mais planejada e eficiente. O chefe do setor de grãos da Datagro, Flávio França, compartilha da opinião de Carlos Cogo, e afirma que novas vendas, portanto, deverão ser feitas somente na necessidade imediata do cumprimento de compromissos financeiros. 
"As mudanças não devem ser grandes agora, entre janeiro e fevereiro, a tendência, na verdade, no curto prazo, é piorar", explica França. Além de todos os fatores que pressionam Chicago, os prêmios, e o dólar, há ainda a colheita ganhando cada vez mais ritmo no Brasil, apesar das perdas pelo clima, e essa maior oferta de produto disponível. E até este momento há menos de 35% da soja 2018/19 comercializada no Brasil. 
Safra do Brasil
E entre as tantas variáveis em aberto que ainda vão manter o mercado volátil, inclusive na Bolsa de Chicago, é o real tamanho da safra brasileira. As estimativas atuais das consultorias privadas são semelhantes e se aproximam de 116 milhões de toneladas, variando um pouco para mais, um pouco para menos, como mostra a tabela abaixo.
Estimativas soja
A Conab, em seu último boletim, trouxe seu número em 118,8 milhões de toneladas e a Aprosoja Brasil, em seu posicionamento mais recente falou entre 110 e 115 milhões de toneladas. 
Que as perdas foram severas na produção brasileira, o mercado já sabe e em parte já as precificou. No entanto, ainda como explica o executivo da Datagro, é necessário saber suas reais proporções e entender que as mesmas, ao menos até este momento, são insuficientes para promover uma mudança muito drástica no cenário global de oferta. Dessa forma, uma mudança também muito drástica nos preços na Bolsa de Chicago. 
"As perdas são muito ruins para o produtor, mas não mudam muito o quadro geral. E com as recentes chuvas, as perdas estão estabilizadas", explica. Ainda assim, porém, afirma que caso as adversidades climáticas tirem ainda mais do potencial produtivo da safra e a quebra aumente, o mercado internacional pode sim reagir. 
EUA X China
As relações entre China e Estados Unidos também seguem como ponto central para a formação dos preços na Bolsa de Chicago. Neste ano, as conversas entre os dois países têm evoluído de forma bastante importante, um encontro já aconteceu no início do mês e outro está previsto para o final e os sinais são de que ambos estão buscando um consenso. 
No entanto, até que mais detalhes sejam conhecidos sobre a real evolução destas negociações, o mercado especula com menos força, já cansado de boatos que não foram confirmados nos últimos meses. 
Além do mais, nesta quarta-feira (16), o governo de Donald Trump entra em seu 26º dia de paralisação, que já é a mais longa da história, e mantém o fluxo de informações bastante limitado. "O mercado, com isso, continua neste sobe e desce, bastante errático, sem direção", diz Flávio França. 
No paralelo, o último número conhecido dos estoques finais norte-americanos de soja é de 26 milhões de toneladas, associado à nova safra da América do Sul que começa a chegar ao mercado, o que ajuda a manter as cotações pressionadas. Afinal, embora a China ainda esteja na busca por fortalecer sua demanda por soja novamente, seu consumo deverá ser menor neste ano comercial. 
O CNGOIC (Centro Nacional de Informações sobre Grãos e Oleaginosas da China) elevou sua estimativa para as importações de soja do país para 87 milhões de toneladas no ano comercial que se encerra em setembro próximo. Apesar de mais baixo do que no ano passado, o número cresceu 3 milhões de toneladas em relação à sua estimativa anterior. 
Além disso, o centro informou ainda que a China deve, de fato, importar mais 2 milhões de toneladas nos EUA além das 3 milhões que foram adquiridas em dezembro. 
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No mais, caso um acordo seja firmado entre China e Estados Unidos e a soja estiver envolvida, principalmente com a queda da taxação de 25% no produto americano pela nação asiática, os preços em Chicago teriam espaço para subir, ainda segundo analistas e consultores. A demanda voltaria aos EUA e ajudaria a reduzir os estoques do país. 
Caso contrário, a demanda chinesa voltaria a se concentrar no Brasil, ajudando a recuperar, pelo menos, parte dos prêmios pagos à soja nacional, os quais estão bem defasados no atual cenário, como explica o diretor da ARC Mercosul, Matheus Pereira. 
"O importador chinês de soja não tem interesse em adicionar compras agora. E a estratégia deles está certíssima", diz. "O cenário é extremamente delicado", completa. 
No mais, Pereira ainda lembra que quando o mercado conta com influências políticas fica ainda mais volúvel e sensível a novos cenários que podem ir se desenhando dia a dia. 
"Quando há influências políticas no mercado, infelizmente, não há uma tendência de longo-prazo específica. Da noite para o dia, o Trump pode revogar as tarifas sobre a China, os chineses quebrarem a retaliação e o cenário mudar completamente", explica o diretor da ARC. 
Dessa forma, é mais um profissional que acredita que o melhor momento já passou, de fato, e que a cautela deve ser redobrada neste momento. "Com os atuais patamares de preços que as tradings estão disponibilizando pra entrega futura, a aposta deveria ser no mercado disponível mesmo (no decorrer da colheita, efetiva a venda). Aquele com capacidade de armazenar o grão, deve apostar na volta das compras chinesas, que agora estão fracas, o que é comum pela sazonalidade" orienta o executivo. 
Eventuais rallies das cotações em Chicago ou do dólar, que são, neste momento, os fatores mais voláteis, é claro, devem sim ser aproveitados pelos produtores brasileiros, como explica o diretor da Labhoro Corretora, Ginaldo Sousa. 
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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Dólar tem leve alta ante real em dia de votação do Brexit e sinais de estímulo da China

Publicado em 15/01/2019 10:46
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LOGO REUTERS
Por Claudia Violante
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrava leve alta ante o real nesta terça-feira, monitorando o comportamento externo da divisa norte-americana na expectativa pela votação do Brexit no Parlamento do Reino Unido e após a China sinalizar medidas de estímulo à economia.
Às 10:22, o dólar avançava 0,32 por cento, a 3,7111 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em queda de 0,41 por cento, a 3,6991 reais. O dólar futuro operava com alta de 0,30 por cento.
"Hoje o foco total estará na votação do Brexit pelo Parlamento britânico, com grande possibilidade de ser rejeitado", disse a corretora ModalMais.
"(Uma rejeição) obrigaria o governo a mostrar um plano B dentro de três sessões. O que poderia provocar novo plebiscito e ainda um voto de desconfiança para Theresa May, primeira-ministra. Ou seja, poderemos ter grande alvoroço", completou.
A votação do acordo de saída do Reino Unido da União Europeia pelo Parlamento britânico está prevista para ter início as 17 horas (horário de Brasília) e há a perspectiva de que a proposta costurada pela primeira-ministra Theresa Mey seja derrubada.
Os investidores esperam pela votação, entretanto, digerindo a sinalização da China de mais medidas de estímulo para amparar a sua economia em meio ao risco de uma desaceleração mais acentiada após ter entrado numa disputa comercial com os Estados Unidos.
Em comunicado, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma disse que a China buscará alcançar "um bom início" de primeiro trimestre.
No entanto, o euro caía ante o dólar após dados mostrando que a economia da Alemanha desacelerou em 2018, em meio aos temores de desaceleração econômica também na Europa. A libra também recuava ante a moeda norte-americana com as preocupações sobre o Brexit.
O dólar subia ante a cesta de moedas e tinha pequenas altas contra divisas de emergentes, como o peso chileno.
Do lado doméstico, os investidores ainda mantinham o otimismo com o novo governo, com as atenções voltadas nesta terça-feira para nova reunião ministerial e para qualquer novidades sobre a futura proposta de reforma da Previdência.
O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 13,398 bilhões de dólares.
Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.
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Ibovespa oscila sem tendência clara após encostar em 94,5 mil pontos


Publicado em 15/01/2019 11:00
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LOGO REUTERS
SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista não mostrava uma tendência clara nos primeiros negócios desta terça-feira, mas o Ibovespa já renovou máxima intradia, conforme investidores continuam confiantes na melhora da economia após a mudança no comando do país.
Às 10:09, o Ibovespa caía 0,2 por cento, a 94.289,68 pontos.
(Por Paula Arend Laier)
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Família identifica cabeça humana achada em calçada de shopping de Goiânia após ver foto em grupo de mensagens, diz delegada

Por Sílvio Túlio, G1 GO
 

Local onde a cabeça foi encontrada, em Goiânia — Foto: Josemar Vieira/TV AnhangueraLocal onde a cabeça foi encontrada, em Goiânia — Foto: Josemar Vieira/TV Anhanguera
Local onde a cabeça foi encontrada, em Goiânia — Foto: Josemar Vieira/TV Anhanguera
A cabeça humana achada na calçada do Passeio das Águas Shopping, em Goiânia, já foi identificada, segundo a delegada Myrian Vidal, que esteve no local da ocorrência na manhã deste domingo (13). Ainda de acordo com ela, um irmão da vítima - cujo nome não foi revelado - viu a imagem no grupo de um app de mensagens, foi até o Instituto Médico Legal (IML) e constatou ser o parente.
Em nota sobre o ocorrido, a assessoria do shopping informou que “o caso está sendo investigado pela Polícia e que em nada se relaciona com o Passeio das Águas.”
A cabeça tinha cortes na testa gravando a sigla “TD2”, que segundo a polícia, trata-se de alusão à gíria “tudo dois”, que significa “tudo em paz”, termo também utilizado por facções criminosas. O corpo ainda não foi localizado.
A delegada afirmou ainda que, segundo os parentes, o homem saiu normalmente de casa na noite de sábado (12), mas ela não informou para onde ele teria ido.
Apesar da família ter ido ao IML portando todos os documentos, o órgão informou que a cabeça segue no local e, por segurança, serão necessários mais exames para confirmar a identidade.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), investiga a motivação do crime e como ele ocorreu.

Susto

A cabeça foi achada por um pedestre que passava pelo local e se assustou ao se deparar com o fato. Ela estava próxima ao meio-fio da via, na calçada do centro de compras.
Após encontrar a cabeça, o pedestre acionou a Polícia Militar, que, por meio do 9º Batalhão, compareceu ao local e isolou a área até a chegada das equipes das polícias Civil e Técnico-Científica.
Foram realizadas buscas na região, mas o corpo não foi localizado.
Veja outras notícias do estado no G1 Goiás.
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