sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Futuro chanceler diz que política externa vai incentivar o agronegócio


Ernesto Araújo diz que gestão irá incentivar as negociações para ampliar o comércio e o agronegócio de forma “ativa e sistematicamente”


 A- A+

Araújo criticou conduta de Lula e Dilma

Araújo criticou conduta de Lula e Dilma

Valter Campanato/Agência Brasil












futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou nesta sexta-feira (21) que no próximo governo a política externa brasileira vai incentivar as negociações para ampliar o comércio e o agronegócio de forma “ativa e sistematicamente”. Ele criticou duramente a conduta adotada pelos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
“Nos governos petistas, o Itamaraty foi a casa do MST [movimento dos trabalhadores sem terra]. Agora estará à disposição do produtor”, disse o futuro chanceler em sua conta no Twitter. Ele fez 12 postagens sobre o tema nesta sexta-feira.
Araújo acrescentou que o objetivo é construir um novo momento para o país. “A pujança agrícola será parte do projeto de engrandecimento do Brasil. Ao mesmo tempo, a projeção de um país confiante, grande e forte servirá ainda mais aos interesses da agricultura.”
Sem antagonismos
Na série de tuítes, Araújo condena o discurso sobre o antagonismo entre os incentivos ao agronegócio e a preservação ambiental. Segundo ele, o Itamaraty e o Ministério da Agricultura trabalharão juntos. O futuro chanceler também destacou que a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento) será redirecionada.  
“Querem jogar a agricultura contra os ideais do povo brasileiro? Não conseguirão. O trabalho incansável, a fé, a inventividade, o patriotismo dos agricultores são a própria essência da brasilidade.”
Segundo Araújo, o governo brasileiro vai defender o produtor rural e não colocá-lo como adversário do meio ambiente. “Defenderemos o produtor brasileiro nos foros internacionais, da pecha completamente falsa de ser agressor do meio ambiente. O produtor agrícola brasileiro contribui para a preservação ambiental como em nenhum outro lugar do mundo.”
Orientações
O futuro chanceler afirmou também que será criado um departamento específico no Ministério das Relações Exteriores para cuidar dos temas relativos ao agronegócio.
“Estamos criando no Itamaraty um Departamento do Agronegócio para trabalhar junto com o Ministério da Agricultura na conquista de mercados internacionais. Daremos ao agro a atenção que no MRE [Itamaraty] ele nunca teve.”
Ele acrescentou que orientações serão transmitidas às representações do Brasil no exterior para dar mais atenção ao agronegócio. “Orientaremos as embaixadas a promover os produtos agrícolas brasileiros ativa e sistematicamente. A Apex será direcionada no mesmo sentido.”
Para Araújo, a forma como são conduzidas certas negociações não gera resultados positivos para o Brasil. “Algumas negociações comerciais em curso são ruins para a agricultura. Vamos reorientá-las em benefício dos produtores brasileiros.”
Identificação
De acordo com o futuro chanceler, há uma identificação entre o meio rural e as propostas do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. “O setor produtivo agrícola identifica-se profundamente com os valores da nação e os defende, tanto que apoiou e apóia maciçamente [presidente eleito Jair] Bolsonaro. Mas o establishment da velha política e da velha mídia quer usar o agro como pretexto para reduzir o Brasil a um país insignificante.”
Segundo Araújo, nos últimos governos não foram fechados acordos comerciais relevantes. “Nesses longos anos sem ideais e sem identidade, não fechamos nenhum acordo comercial relevante. Isso mostra que não é pela autonegação ou pela adesão automática aos cânones do globalismo que o Brasil conquistará mercados, mas pela autoconfiança e pelo trabalho.”
O futuro chanceler acrescentou que o Brasil quer ir além da exportação de frango, soja, carne e açúcar. “Nova política externa: o Brasil não deixará de exportar frango e soja, carne e açúcar, mas passará a exportar também esperança e liberdade. O fato de ser uma potência agrícola não nos proíbe de ter ideais e de lutar por eles.”

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Programa de final de ano ao vivo direto vida SEAGRO 20/12/18

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Programa de final de ano ao vivo direto vida

13 Alqueires esta plantado em soja 10 alqueires  muito boa de água
03 alqueires de pasto formado.
TEM 04 CASAS , sendo uma sede com 2 suíte , 2 quartos , 2 banheiros , 1 cômodo que da para ser um quarto mais colocam peças, 1 dispensa , 1 cômodo de congelador , 1 sala ,1 cozinha boa  área em volta de toda a casa , 1 orquidário .
Casa para funcionários 1º- 2 quarto, 1 sala, 1 banheiro e uma pequena área ,
Casa para funcionários 2- 1 quarto, 1 cozinha , 1 banheiro e uma área.
Casa para funcionários 3- 1 quarto, 1 cozinha ,1 banheiro , e uma área.
Tem um barracão grande para por máquinas, milho arroz, etc.
Tem uma usina de limpar arroz e te um cômodo dentro dela de por veneno .
Tem um curral grande, todo feito em aroeira, tem galpão, seringa, balança, tem 6 repartições ,  1 embarcador, está em perfeito estado.
Tem  Um chiqueiro  com varias repartições, 1 mangueiro , maternidade ,etc.
Não tem  CAR , e GEO.                                                      
Tem  3 alqueires de reserva.






Contato: Luismar Coutinho (Mario Corretor)

                          Celular      64 992062029           CRECI-28984

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

Bolsonaro: cirurgia fica para depois de viagem a Davos, diz médico

Médico disse que ainda não se sabe se a retirada da bolsa de colostomia do presidente eleito será no fim de janeiro ou no começo de fevereiro



Cirurgia de Bolsonaro será ano que vem

Cirurgia de Bolsonaro será ano que vem

Ricardo Moraes/Reuters - 25.10.2018

O presidente eleito Jair Bolsonaro vai retirar bolsa de colostomia após a provável participação no Fórum Econômico Mundial em Davos na Suíça, no final de janeiro de 2019, disse à Reuters um de 

"Vai ser depois, não dá para dizer se no fim de janeiro ou início de fevereiro”, afirmou o médico Leandro Echenique.
Inicialmente, a expectativa era de que a cirurgia ocorresse agora em dezembro, mas ela foi reprogramada para 20 de janeiro depois que exames no mês passado mostraram "inflamação do peritônio e processo de inflamação entre as alças intestinais", fazendo com que a equipe médica decidisse adiar o procedimento.
Bolsonaro foi a São Paulo nesta quinta-feira para se encontrar com os médicos da junta que o assiste desde que foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG) em setembro.
“Vamos reavaliar após o Fórum de Davos e vamos definir a data certa", disse Echenique à Reuters. Bolsonaro deve participar da reunião na cidade suíça que ocorre entre 22 e 25 de janeiro.
O médico afirmou que Bolsonaro se encontra bem e pronto para a posse e cerimônias que virão a partir de 2019. Nesta manhã, Bolsonaro passou por uma análise clínica e não precisou fazer exames. Os procedimentos de imagem ficaram para uma data mais perto da cirurgia.
Sobre excessos cometidos por Bolsonaro, o médico pediu para que o presidente eleito não faça esforço nem exercício físico e tenha uma dieta rica em proteína para ajudar na recuperação e na futura retirada da bolsa de colostomia.
“Ele vem evoluindo bem e essa foi uma última consulta antes da posse. Foi um exame clínico. Reavaliamos e mantivemos remédios e vitaminas“, disse Echenique. “Reorientamos ele na parte física e alimentar.”

Arte R7

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

FPA e entidades do setor produtivo debatem desafios da agropecuária para 2019

Publicado em 12/12/2018 16:10 e atualizado em 14/12/2018 07:10
87
111 exibições
O cenário da agropecuária e do Brasil para o próximo ano: desafios e perspectivas. Esse foi o tom do discurso no seminário Agro Cenário 2019, realizado pela Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), nesta quarta-feira (12). O evento contou com a participação da presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e futura ministra da Agricultura, deputada Tereza Cristina (DEM/MS), do presidente eleito da FPA para 2019, deputado Alceu Moreira (MDB/RS), além de outros parlamentares membros da FPA e entidades do setor produtivo.

Tereza Cristina explicou que o momento pede uma comunicação melhor da porteira para dentro e para fora. “Conhecemos o nosso potencial. Precisamos mostrar isso da forma mais exitosa possível. A agricultura é uma só. O nosso grande desafio agora é fazer a agricultura familiar ser cada vez mais parte integrante da força da agropecuária brasileira”, destacou a presidente.

À frente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a futura ministra destacou que fará uma gestão, interna e externa, mais ágil e alinhada com o Ministério do Meio Ambiente. "A agilidade, com segurança jurídica, vai garantir o progresso que o país precisa”, disse Tereza Cristina.

Para o futuro presidente da FPA em 2019, deputado Alceu Moreira (MDB/RS), a pesquisa e a tecnologia na competitividade da produção brasileira são necessárias. Ele reiterou que o planejamento do setor agropecuário não pode mais ser feito de três em três anos.

“Precisamos pensar a longo prazo. Queremos uma política para 10 anos. Precisamos de previsibilidade e segurança”, enfatizou o deputado. Moreira complementou ainda que o país necessita de políticas públicas mais eficientes e modernas. “Simplificar não é precarizar. É alavancar o desenvolvimento do país. Precisamos de um arranjo produtivo transversal que pense a logística, a infraestrutura, o acesso a crédito e investimentos em uma só política pública”.

O parlamentar participou também do painel ‘Impactos do cenário político em 2019 no agronegócio brasileiro’. No debate, o futuro presidente da FPA afirmou que o novo governo e a nova legislatura do Congresso Nacional abriram espaço para a construção de um Brasil absolutamente novo. “O parlamento precisa responder ao que a sociedade precisa", defendeu Moreira.

Também presente no evento, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, refletiu sobre os avanços conquistados ao longo de sua gestão, principalmente, na abertura do mercado externo. "Tivemos um trabalho árduo no regaste da confiança do nosso produto perante o mercado internacional. Hoje, a agricultura cresceu de forma exponencial e assumiu grandes responsabilidades. O Mapa é um ambiente prazeroso, pois trabalhamos com a nossa vocação, que é o agro", disse o ministro.

Anfitriões

Em seu discurso de abertura, o presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz, afirmou que o Brasil vive um novo cenário político e econômico e o setor agropecuário está inserido nele. Para o presidente, urge a necessidade de uma política agrícola mais eficiente, que possa dar tranquilidade ao produtor e ao mercado externo. “Precisamos mostrar o verdadeiro Brasil: aquele que produz, que gera emprego e renda”, destacou.

Antes da abertura do seminário, a Frente Parlamentar da Agropecuária recebeu para um café da manhã de boas-vindas os novos parlamentares eleitos para a próxima legislatura. O objetivo do encontro foi apresentar o trabalho desenvolvido pela FPA, os desafios da agropecuária brasileira, além de criar um ambiente para troca de conhecimento.

Participaram da iniciativa mais de 20 parlamentares. Dentre os deputados federais eleitos para primeiro mandato estavam presentes Kim Kataguiri (DEM/SP), Bia Kicis (PRP/DF), Zé Vitor (PMN/MG), Carla Zambelli (PSL/SP), Aline Sleutjes (PSL/PR), Zé Mário (DEM/GO), Luiz Carlos (PSDB/AP), Hercilio Coelho Diniz (MDB/MG), Sargento Gurgel (PSL/RJ), Roberto Pessoa (PSDB/CE), Adriano Avelar (PP/GO), Rodrigo Coelho (PSB/SC), além do senador Luiz Carlos do Carmo (MDB/GO).

Os deputados federais, membros da FPA, Arnaldo Jardim (PPS/SP), Celso Maldaner (MDB/SC), Valdir Colatto (MDB/SC), Jerônimo Goergen (PP/RS), Efraim Filho (DEM/PB) e Luiz Nishimori (PR/PR) também marcaram presença no encontro.
 
Tags:
 
Fonte: FPA

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

Epagri divulga relatório com resultados da última década

Publicado em 13/12/2018 17:43
1

A Epagri desenvolveu 176 tecnologias para o meio rural desde 2009 – desse total, 81 são cultivares de plantas que oferecem aos agricultores mais produtividade, qualidade, resistência a doenças e adaptação a condições climáticas adversas. Para o consumidor, isso significa ter alimentos com melhor aparência e sabor, produzidos de forma mais sustentável.
A Empresa também atendeu 120.022 famílias de agricultores e pescadores em Santa Catarina em 2017, o que representou 66% do total, contra um índice de 50% em 2009. No mesmo período, o número de entidades atendidas praticamente dobrou: foi de 1.605 em 2009 para 3.131 em 2017.
Esses são alguns resultados que a Empresa apresenta no documento “O valor da Epagri”, que reúne indicadores do trabalho realizado nos últimos 10 anos e está disponível no site www.epagri.sc.gov.br. A publicação destaca o aumento da eficiência da Epagri desde 2009 e os reflexos disso nas principais cadeias produtivas do agronegócio catarinense. “Com apoio dos produtores rurais, pescadores e muitos parceiros, ganhamos destaque no cenário nacional como sinônimo de uma agricultura moderna, produtiva e sustentável”, resume Luiz Ademir Hessmann, presidente da Empresa.
Retorno social – O documento destaca números do Balanço Social da Empresa, publicado anualmente desde 2009. Nesse período, o retorno para cada real investido na Epagri subiu de R$3,10 para R$5,88. E a contribuição da Empresa na geração de riquezas para a sociedade saltou de R$654 milhões em 2009 para R$2,23 bilhões em 2017.
SC Rural – A Epagri foi uma das principais executoras do Programa SC Rural, desenvolvido entre 2009 e 2016 pelo Governo do Estado com financiamento do Banco Mundial (BIRD). O objetivo geral foi aumentar a competitividade das organizações dos agricultores familiares de SC. Esse trabalho capacitou 98 mil famílias, melhorou 59 mil sistemas produtivos e elevou a renda das famílias atendidas em R$89 milhões. Também foram realizados 72 cursos que capacitaram 2.177 jovens rurais. Esse público recebeu R$7,8 milhões em apoio para 902 projetos de vida.
URTs – A Epagri implantou 1.685 Unidades de Referência Tecnológica (URTs) em propriedades rurais catarinenses entre 2009 e 2018. As URTs são propriedades familiares selecionadas para receber novas tecnologias em determinada cadeia produtiva e passam a servir de modelo para agricultores da região. Nelas são realizados cursos, dias de campo, oficinas e reuniões para mostrar, na prática, que vale a pena adotar as tecnologias orientadas pela Epagri. De 2014 a 2017, o lucro das 60 melhores URTs de leite cresceu 97%.
Meteorologia – De 2009 a 2018, o número de estações meteorológicas da Epagri/Ciram saltou de 83 para 262. A Empresa gerencia, no total, 679 estações que geram 100 mil dados por dia e são fundamentais para o monitoramento das condições do tempo no Estado. A Empresa é a principal fonte de consulta em previsão do tempo em Santa Catarina e fornece informações que dão suporte às ações da Defesa Civil. O site de previsão do tempo da Epagri recebe, em média, 1 milhão de acessos por mês.
Eficiência na gestão – O relatório também apresenta sistemas de gestão que melhoraram a eficiência e o controle do trabalho realizado pelos colaboradores da Epagri. Na gestão financeira, gráficos revelam o crescimento das receitas com prestação de serviços, convênios e royalties e a economia com tributos.
Cadeias produtivas – O documento também dá exemplos de como o trabalho da Epagri impacta no crescimento do agronegócio catarinense:
- Arroz: os cultivares da Empresa ocupam 80% da área plantada em SC.
- Apicultura: público atendido cresceu de 838 em 2009 para 6.760 em 2018 e a produtividade por colmeia saltou de 13kg para 20,5kg.
- Leite: SC é o segundo estado brasileiro em produtividade. Cada vaca produz em média 4 mil litros por ano.
- Hortaliças: o número de produtores cresceu 76% de 2006 a 2017, com notável crescimento no cultivo de orgânicos.
- Maricultura: com apoio da Epagri, SC se tornou o maior produtor de ostras e mexilhões do Brasil e o segundo da América Latina.
- Piscicultura: a produtividade da piscicultura comercial saltou de 4,8t/ha para 7,4t/ha entre 2010 e 2015 graças ao aprimoramento técnico dos produtores e ao melhor uso de tecnologias.
- Fruticultura: entre 2006 e 2017, a produção catarinense subiu de 1,09 milhão para 1,26 milhão de toneladas. O aumento da área plantada e da produtividade revelam a atuação da Epagri na pesquisa e na assistência técnica às famílias.

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Futuro ministro do Meio Ambiente é afinado com o agronegócio


Ricardo Salles tem apoio da Sociedade Rural Brasileira, entidade da qual foi diretor jurídico
  • Bruno Blecher
 Atualizado em 

Globo+

Baixe o aplicativo para ler esse e outros conteúdos
Ricardo Salles (Foto: Pedro Calado/Sec. Meia Ambiente SP)
O futuro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, anunciado hoje pelo presidente eleito pelo ‘twitter”, segue o figurino que Bolsonaro quer para o cargo. Um ministro “não-xiita” e afinada com o agronegócio. “Não vou  permitir mais que o Ibama saia multando a torto e a direito por aí. Esta festa vai acabar”, disse o presidente eleito no início deste mês, ao reclamar que ele próprio foi multado pelo Ibama por pesca irregular.
Ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Ricardo Salles, 43 anos, se candidatou a deputado federal em São Paulo pelo NOVO, mas não foi eleito (obteve 36.603 votos). Salles tem apoio de várias entidades do agro, entre as quais a Sociedade Rural Brasileira, que na semana passada enviou a Bolsonaro uma carta defendendo a sua indicação.
Segundo a SRB, Salles “pode conciliar os interesses do produtor rural pelo aumento da produtividade com as questões ambientais de forma objetiva, com prioridade ao respeito às leis e às instituições”. O futuro ministro foi um dos criadores do Movimento Endireita Brasil (MEB).
Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.