segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Beija-flor preto tem canto agudo semelhante ao de morcegos

Beija-flor-preto tem canto agudo, semelhante ao de morcegos
Espécie ocorre da Paraíba ao Rio Grande do Sul. Durante o acasalamento, o macho realiza voo nupcial em direção à fêmea. 19/09/2016 09h58 - Atualizado em 19/09/2016 09h58  Ave vive na beira da mata, capoeira, jardins e bananais (Foto: Rudimar Narciso Cipriani) O beija-flor-preto (Florisuga fusca) mede 12 centímetros de comprimento. Os indivíduos jovens são pretos quase na totalidade, manchados de pardo. Os adultos, quando expandem a cauda em leque, têm a cor branca em destaque. A cauda varia entre o marrom e o preto. O canto agudo da ave lembra o de morcegos. Tem vocalização diferente para expressar ataque e alarme. O açúcar, presente no néctar das flores, é a base de sua alimentação. No acasalar, o macho realiza um voo nupcial, com perseguições em zigue-zague em direção à fêmea. Quando pousam, fecham e abrem as asas em frenesi. Fixado com fios na vegetação, o ninho, em formato de tigela, é construído com teias de aranha e sementes. A espécie ocorre da Paraíba ao Rio Grande do Sul.

À gua sobe pelo terceiro dia seguido e invade ruas de Atafona, no RJ

 Água sobe pelo terceiro dia seguido e invade ruas de Atafona, no RJ Nível da água chegou a 15cm e maré atingiu 1,60m nesta segunda (19). Retroescavadeira atua no local atingido em São João da Barra. 19/09/2016 09h29 - Atualizado em 19/09/2016 09h29 Do G1 Norte Fluminense  Água invade duas ruas de Atafona desde o sábado (Foto: Parahybano/Divulgação) A água do mar subiu pelo terceiro dia consecutivo e invadiu ruas de Atafona, em São João da Barra, no Norte Fluminense, nesta segunda-feira (19). A alta do nível da água ocorre devido à influência do fenômeno da maré de sizígia. Segundo a Defesa Civil, o nível da água nas ruas chegou a 15 cm, enquanto a maré atingiu 1,60 m. De acordo com o órgão, nenhum morador solicitou intervenções. Segundo a Defesa Civil, uma retroescavadeira permanece trabalhando no local. Pela manhã, quando a maré baixa, o equipamento faz a abertura e desobstrução de uma vala para o escoamento da água. Por volta de 12h, quando o nível do mar começa a subir, parte da vala passa a funcionar como uma barragem de contenção; ela é obstruída para que a água não volte a entrar na localidade. No fim da tarde, quando a maré começa a baixar, a vala é desobstruída novamente e volta a funcionar para drenagem da água acumulada. Segundo a Defesa Civil, há previsão de que o fenômeno continue até a terça-feira (20) e termine com a entrada da lua na fase minguante. A maré deve começar a baixar na noite desta segunda-feira. No entanto, a Defesa Civil informou que vai continuar em Atafona durante a semana para atender à população.  Água subiu por causa da maré de sizígia (Foto: Defesa Civil de São João da Barra/Divulgação) Fenômeno A alta do mar foi causada por um fenômeno chamado maré de sizígia, que acontece quando as influências das forças do sol e da lua agem sobre a correnteza, causando marés mais altas. Quando está sob influência do fenômeno, as altas ocorrem a cada 12 horas. A maré de sizígia ocorre duas vezes por ano na localidade, normalmente nas transições entre verão e outono, e entre o inverno e a primavera, de acordo com a Defesa Civil. Segundo o órgão, isso ocorre porque o litoral de São João da Barrax fica abaixo do nível do mar

domingo, 18 de setembro de 2016

morre em prova nos jogos Paralímpicos

Ciclista iraniano morre em prova nos Jogos Paralímpicos,
Bahman Golbarnezhad será homenageado na cerimônia de encerramento 
Divulgação/Comitê Paralímpico do Irã  
Vitória caiu no colo do holandês depois de acidente com líderes Carlos Garcia Rawlins/Reuters O penúltimo dia de Jogos Paralímpicos foi marcado por uma tragédia. O iraniano Bahman Golbarnezhad sofreu um gravíssimo acidente na manhã deste sábado (14), no ciclismo de estrada, categoria C4-5, nas proximidades da Prainha, no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio. O atleta foi socorrido, mas morreu a caminho do hospital. A informação foi confirmada pelo comitê paralímpico do país. A família do atleta logo foi avisada do acontecido. Diversas homenagens a Golbarnezhad devem acontecer até a cerimônia de encerramento das Paralimpíadas. O ciclista iraniano estava em sua segunda Paralimpíada. Ele perdeu o controle de sua bicicleta em uma das descidas do percurso de 15 km, bateu em uma mureta e rolou para fora da pista. Outros ciclistas também acabaram se envolvendo no acidente, sofrendo apenas escoriações. Bahman, de 48 anos, já havia competido no mesmo local no contrarrelógio da categoria C4, na última quarta-feira (14). Naquela oportunidade, o paratleta havia ficado com a 14ª colocação. A prova chegou a ser paralisada, mas continuou apesar do acidente com o número 76. O vencedor foi o holandês Daniel Abraham Gebru, seguido pelo brasileiro Lauro César Chaman e o italiano Andrea Tarlao. O final da prova também foi um tanto assustador. O ucraniano Yehor Dementyev e o australiano Alistair Donohoe brigavam palmo a palmo pela liderança nos últimos metros. Em uma manobra considerada ilegal, o ucraniano fechou o australiano e os dois foram para o chão. Dementyev acabou desclassificado, enquanto Donohoe ainda conseguiu chegar em sexto. Publicidade  No pódio, o brasileiro Lauro Chaman, beneficiado pelo incidente já na linha de chegada, comemorou a medalha de prata em meio ao clima ruim da prova. O atleta retribuiu o carinho do público que esteve presente espalhado pelo percurso na zona oeste do Rio.

Na hora de mandar mala direta o SMS é o preferido das empresas

Por Da PEGN TV   0:00  Na hora de mandar mala direta, questionários e pesquisas, o SMS é o preferido das empresas. Há regras de etiqueta para usar a mensagem de texto com eficiência. O SMS não tem muitos fãs entre os consumidores, mas é a grande paixão das empresas. Isso não é por acaso, já que 98% das mensagens de celular são lidas em até um minuto e meio pelos clientes. Ao contrário dos aplicativos de mensagens, o SMS não precisa de internet para funcionar e nunca deixa de operar. Virou queridinho por causa da sua simplicidade. “O básico do SMS é o seguinte: ele funciona desde um aparelho simples ao mais sofisticado, porque eu não preciso de dados para mandar ou receber um SMS. Então é um produto acessível e de fácil utilização”, explica o empresário Antônio Brizoti Júnior. A mensagem de texto é boa para a propaganda e para outros serviços, como pesquisas de satisfação. “Através de SMS, a gente detectou que a pessoa acaba respondendo uma pesquisa de satisfação às vezes no táxi, ela acaba respondendo mais rápido essa pergunta”, diz Anderson Lucila. Só empresas homologadas pela Anatel podem fazer esse trabalho, como a do empresário Antonio Brizotti Junior. Um software manda as mensagens conforme a necessidade da empresa que contratou o serviço. “Você pode desde coisas promocionais, até mensagens operacionais”. Para não atormentar, é preciso seguir algumas regras. É proibido enviar conteúdo religioso ou político. Também não pode fazer referência a sorteios ou concursos e nada de mandar mensagens fora do horário comercial.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Para Gilmar Mendes,denúncia na Lava Jato 'da segurança a Lula

Para Gilmar Mendes, denúncia na Lava Jato 'dá segurança a Lula'   Mendes afirmou que a denúncia contra Lula ter sido feita tira a questão do debate político e a coloca no âmbito do Judiciário José Cruz/30.06.2016/Agência Brasil O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Gilmar Mendes, comentou nesta sexta-feira (16), a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva feita na última quarta-feira (14), pelos procuradores da Operação Lava Jato. Mendes, no entanto preferiu não entrar no debate sobre se a força-tarefa errou a mão ao se referir ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como "comandante máximo" do esquema de corrupção na Petrobras sem denunciá-lo como tal. — O que é positivo e dá segurança ao presidente Lula e aos seus advogados é que agora tem uma denúncia. O mais é mimimi e trololó. Havendo denúncia, se defende daquela denúncia que foi proferido. Todas as outras considerações que não constam da denúncia, ele não precisa responder. Para Mendes, o fato de a denúncia ter sido feita tira a questão do debate político e a coloca no âmbito do Judiciário. Publicidade  — Ele tem agora a possibilidade de fazer defesa, que será apreciada por juiz independente; terá chance de recurso. A partir de agora o processo está judicializado. O ministro também não quis avaliar a existência ou não de provas na denúncia apresentada pelos procuradores da Lava Jato. — Não conheço (o processo). Isso terá que ser analisado. Dilma-Temer Mendes disse que não espera julgar este ano o pedido de impugnação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, se a fase de instrução não se encerrar até novembro. Leia mais notícias sobre Brasil e Política — Eu sei que o que preocupa é se houver um juízo positivo de uma eventual cassação ainda este ano, haveria eleições diretas. Do contrário, eleições indiretas, como determina a Constituição. Mas o futuro a Deus pertence. Vamos aguardar. O ministro classificou o processo como "peculiar". — A figura central desse processo (a ex-presidente Dilma Rousseff) saiu com o impeachment. Tudo isso dá uma nova configuração ao processo. Segurança Mendes está no Rio para acertar a participação das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança nas eleições. — Há preocupação singular com o Rio de Janeiro. Se houvesse a solução de continuidade quanto à presença dessas forças com encerramento da Paralimpíada, nós teríamos talvez uma situação agravada. Falou-se até num efeito rebote, o crime poderia vir com vontade redobrada", afirmou Mendes, que classificou a situação de segurança no Rio como "uma das piores no mundo.

Para a OAB-BA,lei que proibe Uber em Salvador é inconstitucional

 Para a OAB-BA, lei que proíbe Uber em Salvador é inconstitucional Decisão foi tomada nesta sexta (16), pelo conselho pleno da entidade. Foram 26 votos pela inconstitucionalidade da lei e 16 contra. 16/09/2016 19h57 - Atualizado em 16/09/2016 20h00  Decisão da OAB-BA foi timada durante sessão do conselho plen o da entidade, nesta sexta (16) (Foto: Angelino de Jesus/OAB-BA) Em sessão do conselho pleno realizada na manhã desta sexta-feira (16), a OAB-BA se posicionou pela inconstitucionalidade da Lei Municipal 9.066/2016, que proíbe o serviço do Uber em Salvador. Foram 26 votos dos juristas que consideram a lei inconstitucional contra 16 dos que a consideram constitucional. Através de nota, a OAB-BA informou que a decisão seguiu o voto do relator do processo, conselheiro Gustavo Moris, que afirmou que a lei é inconstitucional por proibir o exercício de uma atividade econômica. Contudo, o jurista reconheceu a competência do município para definir as formas de funcionamento do serviço. Um dos votos divergentes foi do conselheiro Eduardo Rodrigues, que argumentou que “a estrutura normativa nacional e o Plano de Mobilidade Urbana não preveem serviço privado, mas meio de transporte sem caráter remuneratório”. Ainda segundo Rodrigues, “o próprio Código de Trânsito Brasileiro (CTB) impede a circulação de transporte clandestino, prevendo multa para os carros privados não regulamentados”, explicou. Na nota, a entidade explica que, com o posicionamento pela inconstitucionalidade da lei, a OAB-BA agora pode adotar medidas futuras quanto a proibição do Uber. “A medida não necessariamente precisa ser ingressar com uma nova ação judicial. Pode ser, por exemplo, participar de uma ação já existente, como amicus curiae [é alguém que, mesmo sem ser parte, em razão de sua representatividade, é chamado ou se oferece para intervir em processo relevante com o objetivo de apresentar ao Tribunal a sua opinião sobre o debate] do Ministério Público, caso assim se posicione o conselho”, explicou Gustavo Moris.

PGR apresenta ao STF denúncia contra Valdir Raupp na Lava Jato

PGR apresenta ao STF denúncia contra Valdir Raupp na Lava Jato Senador, cunhado e ex-funcionária são acusados de corrupção e lavagem. Ele alega que doação foi feita ao diretório do PMDB, e não a sua campanha. 16/09/2016 20h01 - Atualizado em 16/09/2016 20h25 Por Renan Ramalho Do G1, em Brasília A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (16) denúncia contra o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) dentro da Operação Lava Jato. Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro junto com um cunhado, Paulo Roberto Rocha, e uma ex-funcionária, Maria Cleia de Oliveira. Segundo as investigações da Polícia Federal, o senador é suspeito de receber propina de R$ 500 mil por meio de doação oficial para sua campanha ao Senado em 2010. Após ser notificada da denúncia, a defesa de Raupp terá 15 dias para apresentar uma resposta prévia às acusações. Caberá à Segunda Turma do Supremo analisar os documentos e decidir pela abertura de ação penal – que torna Raupp e os demais acusados em réus – ou arquivar o caso, se entender não haver indícios suficientes para embasar o processo. A denúncia é fase posterior ao fim das investigações. Caso seja aceita pelo STF, começa a tramitar o processo, quando acusação e defesa serão confrontadas para que os ministros do Supremo decidam pela condenação ou absolvição. Por meio de nota, Valdir Raupp informou que a denúncia tem "equivocada interpretação dos fatos". "[O senador] reafirma que jamais compactuou com qualquer ilícito e que a doação em questão foi feita, diretamente, ao Diretório Estadual do PMDB de Rondônia, como demonstra todos os documentos", diz a nota. O senador também afirma que as contas da campanha de 2010 foram devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral, e que ele aguarda serenamente a instrução do processo. (veja a íntegra da nota ao final desta reportagem) Indiciamento pela PF Raupp já havia sido indiciado, em junho detes ano, pela Polícia Federal. A PF apontou que os indícios da investigação, como e-mails de dirigentes da construtora e recibos de doações reforçaram as suspeitas apontadas em acordos de delação premiada. Foram apontados ainda telefonemas trocados e reuniões entre o senador e delatores da Lava Jato, como o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, e o doleiro Alberto Youssef. Dias após o indiciamento, no entanto, o ministro Teori Zavascki, do STF, suspendeu o ato realizado pela PF. As investigações continuaram. Em delação premiada na Operação Lava Jato, o ex-diretor da PetrobrasPaulo Roberto Costa disse que o senador Valdir Raupp era um dos beneficiados com dinheiro desviado da estatal por meio de transferências realizadas pelo operador Fernando Soares, o Fernando Baiano. O doleiro Alberto Yousseff disse que acertou com uma assessora de Raupp a doação que seria feita pela Queiroz Galvão. Fernando Baiano confirmou as declarações. A partir das delações, foi aberto inquérito para apurar doação de R$ 500 mil pela Construtora Queiroz Galvão e pela Vital Engenharia. A doação oficial, afirma a PF, seria "vantagem indevida fruto de contratações ilicitamente negociadas na Petrobras". A investigação apontou que Raupp intermediava o interesse de empresas privadas na Petrobras e que sua assessora Maria Cleia a ajudava. O cunhado Paulo Rocha, irmão da mulher de Raupp, Marinha Cléia Raupp, foi responsável pela assinatura de recibos eleitorais. Segundo a delegada, há indícios da "adoção de medida de ocultação da origem dos recursos espúrios, através de doação eleitoral oficial", e frisou que é possível "concluir pela ocorrência da solicitação e remessa de dinheiro" por parte do senador. Nota do senador Valdir Raupp: O senador Valdir Raupp esclarece que a denúncia oferecida pelo Ministério Público, lamentavelmente, tem equivocada interpretação dos fatos. Reafirma que jamais compactuou com qualquer ilícito e que a doação em questão foi feita, diretamente, ao Diretório Estadual do PMDB de Rondônia, como demonstra todos os documentos. As doações recebidas na campanha eleitoral de 2010 foram, efetivamente declaradas, sendo as contas analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. Todo cidadão tem direito a justa investigação. Por isso, confia nos órgãos da Justiça e aguarda, serenamente, a instrução do processo, certo de que a fragilidade das provas e dos argumentos apresentados conduzirão à sua absolvição