sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

MPF investiga cobrança de pedágio em Mato Grosso

Justiça
MidiaNews
29/01/2016 16:34:00 - 23 exibições
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MPF investiga cobrança de pedágio em Mato Grosso

Procuradoria quer saber se contrato de concessão da rodovia é cumprido; empresa aponta legalidade

O Ministério Público Federal instaurou um inquérito civil para apurar a legalidade da cobrança de pedágio na BR-163, em Mato Grosso. O sistema é operacionalizado pela concessionária Rota do Oeste Odebrecht TansPort.
A investigação foi oficializada por meio de portaria assinada pelo procurador da República, Douglas Guilherme Fernandes, em dezembro do ano passado.
A Rota do Oeste recebeu, em setembro de 2015, autorização da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) para iniciar a cobrança do pedágio, em oito praças ao longo da rodovia em Mato Grosso.
Ao determinar a instauração do procedimento, o procurador Douglas Fernandes observou que a cobrança está condicionada ao cumprimento prévio de obrigações constantes no contrato de concessão celebrado com a ANTT e com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
O procurador quer saber a concessionária está, de fato, cumprindo com todas as condicionantes impostas no contrato de concessão.
“Considerando a necessidade de diligências, bem como o esgotamento do prazo da presente investigação, conforme preceitua o §1º do artigo 4º da Resolução nº106/2010 do Conselho Superior do Ministério Público Federal, resolve converter o Procedimento Preparatório nº1.20.000.001060/2015-96 em inquérito civil”, diz trecho da portaria.
Questionamentos
Em dezembro passado, o deputado estadual Max Russi (PSB) protocolou uma representação, no MPF, solicitando a suspensão imediata da cobrança de pedágio na BR-163/364, no trecho que liga Cuiabá a Rondonópolis (Sul de MT).
No documento, o parlamentar afirmou que a cobrança vem sendo realizada sem que sejam oferecidas condições de trafegabilidade na rodovia.
Ele fundamentou os questionamentos em um relatório técnico emitido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea/MT), que aponta várias irregularidades no fornecimento dos serviços pela concessionária.
Entre as principais irregularidades, destacam-se, de acordo com o relatório: pavimentação de baixa qualidade ou defeituosa; sinalização inadequada, ineficiente ou sem obedecer ao rigor da norma; excesso de praças de pedágio em trechos de maior tráfego; ausência de acessibilidade nos postos de atendimento aos usuários e praças de pedágio, entre outros.
Outro lado
Por meio de nota, a concessionária Rota do Oeste afirmou, nesta sexta-feira (29), que já forneceu toda a documentação solicitada pelo MPF, mas, até o momento, não foi emitido um parecer sobre o assunto. 
A documentação, de acordo com a concessionária, comprovaria a legitimidade da cobrança de pedágio na rodovia, bem como o cumprimento dos pré-requisitos contratuais.
Confira nota na íntegra:
A Concessionária Rota do Oeste informa que forneceu os documentos solicitadas pelo representante da Justiça, mas até o momento não foi emitido parecer do órgão sobre o assunto.
Na documentação comprova a legitimidade da cobrança de tarifa de pedágio na BR-163 em Mato Grosso após o cumprimento constante de todos os parâmetros de desempenho descritos no contrato, bem como todos os pré-requisitos contratuais, como a entrega do conjunto de obras de recuperação inicial, duplicação de 10% do trecho sob sua responsabilidade e o pleno funcionamento do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).
Importante ressaltar ainda que a Rota do Oeste segue à frente do cronograma de obras pactuado com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) com cerca de 117 km já duplicados, sendo cerca de 50 km liberados para o tráfego.
Por fim, a concessionária reitera que a arrecadação de pedágio é fundamental para a continuidade dos investimentos necessários para a transformação da BR-163 em uma rodovia mais segura e confortável". ​

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MPF investiga cobrança de pedágio em Mato Grosso

Justiça
MidiaNews
29/01/2016 16:34:00 - 23 exibições
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MPF investiga cobrança de pedágio em Mato Grosso

Procuradoria quer saber se contrato de concessão da rodovia é cumprido; empresa aponta legalidade

O Ministério Público Federal instaurou um inquérito civil para apurar a legalidade da cobrança de pedágio na BR-163, em Mato Grosso. O sistema é operacionalizado pela concessionária Rota do Oeste Odebrecht TansPort.
A investigação foi oficializada por meio de portaria assinada pelo procurador da República, Douglas Guilherme Fernandes, em dezembro do ano passado.
A Rota do Oeste recebeu, em setembro de 2015, autorização da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) para iniciar a cobrança do pedágio, em oito praças ao longo da rodovia em Mato Grosso.
Ao determinar a instauração do procedimento, o procurador Douglas Fernandes observou que a cobrança está condicionada ao cumprimento prévio de obrigações constantes no contrato de concessão celebrado com a ANTT e com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
O procurador quer saber a concessionária está, de fato, cumprindo com todas as condicionantes impostas no contrato de concessão.
“Considerando a necessidade de diligências, bem como o esgotamento do prazo da presente investigação, conforme preceitua o §1º do artigo 4º da Resolução nº106/2010 do Conselho Superior do Ministério Público Federal, resolve converter o Procedimento Preparatório nº1.20.000.001060/2015-96 em inquérito civil”, diz trecho da portaria.
Questionamentos
Em dezembro passado, o deputado estadual Max Russi (PSB) protocolou uma representação, no MPF, solicitando a suspensão imediata da cobrança de pedágio na BR-163/364, no trecho que liga Cuiabá a Rondonópolis (Sul de MT).
No documento, o parlamentar afirmou que a cobrança vem sendo realizada sem que sejam oferecidas condições de trafegabilidade na rodovia.
Ele fundamentou os questionamentos em um relatório técnico emitido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea/MT), que aponta várias irregularidades no fornecimento dos serviços pela concessionária.
Entre as principais irregularidades, destacam-se, de acordo com o relatório: pavimentação de baixa qualidade ou defeituosa; sinalização inadequada, ineficiente ou sem obedecer ao rigor da norma; excesso de praças de pedágio em trechos de maior tráfego; ausência de acessibilidade nos postos de atendimento aos usuários e praças de pedágio, entre outros.
Outro lado
Por meio de nota, a concessionária Rota do Oeste afirmou, nesta sexta-feira (29), que já forneceu toda a documentação solicitada pelo MPF, mas, até o momento, não foi emitido um parecer sobre o assunto. 
A documentação, de acordo com a concessionária, comprovaria a legitimidade da cobrança de pedágio na rodovia, bem como o cumprimento dos pré-requisitos contratuais.
Confira nota na íntegra:
A Concessionária Rota do Oeste informa que forneceu os documentos solicitadas pelo representante da Justiça, mas até o momento não foi emitido parecer do órgão sobre o assunto.
Na documentação comprova a legitimidade da cobrança de tarifa de pedágio na BR-163 em Mato Grosso após o cumprimento constante de todos os parâmetros de desempenho descritos no contrato, bem como todos os pré-requisitos contratuais, como a entrega do conjunto de obras de recuperação inicial, duplicação de 10% do trecho sob sua responsabilidade e o pleno funcionamento do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).
Importante ressaltar ainda que a Rota do Oeste segue à frente do cronograma de obras pactuado com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) com cerca de 117 km já duplicados, sendo cerca de 50 km liberados para o tráfego.
Por fim, a concessionária reitera que a arrecadação de pedágio é fundamental para a continuidade dos investimentos necessários para a transformação da BR-163 em uma rodovia mais segura e confortável". ​

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Diretoria do Araguaia adia Bingol para março

Geral
Assessoria - CMBG / KONRAD FELIPE
28/01/2016 17:12:00 - 54 exibições
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Diretoria do Araguaia adia Bingol para março

O Bingol que seria realizado neste domingo (31) foi adiado por um pedido da população por conta da data não bater com o recebimento do comércio de Barra do Garças. 
 
A diretoria da Associação Atlética Araguaia de Barra do Garças esclarece que o bingo será realizado no dia 13 de março de 2016, domingo, às 15h no estádio Zeca Costa. 
 
O Bingol busca arrecadar recursos para a Associação Atlética Araguaia, clube de futebol que irá representar a cidade de Barra do Garças na primeira divisão do campeonato mato-grossense em 2016. 
 
A diretoria faz questão de informar que as cartelas que foram adquiridas continuam valendo para o dia (13/3) e custam R$ 25. Quem não comprou ainda tem chance, pois as mesmas ainda estarão sendo vendidas. 
 
A premiação não sofreu alteração, quem puder ajudar comprando a cartela no valor de R$ 25, vai concorrer aos seguintes prêmios: 1º Prêmio: R$ 2 mil reais 2º Prêmio: 1 Moto FAN 3º Prêmio:1 Moto FAN 4º Prêmio:1 Moto 160cc.

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TCE quer punição a Prefeituras que não cumprem a lei de transparência

Política
Repórter MT
28/01/2016 10:00:00 - 49 exibições
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TCE quer punição a Prefeituras que não cumprem a lei de transparência

O Tribunal pretende concluir até o mês de fevereiro uma auditoria que está sendo realizada nos 30 maiores municípios do estado referente à aplicação da Lei.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) promete concluir até o mês de fevereiro uma auditoria que está sendo realizada nos 30 maiores municípios do estado referente à aplicação da Lei de Acesso à Informação (LAI). O anúncio foi feito pelo presidente do TCE, conselheiro Antonio Joaquim, durante entrevista à Rádio CBN, nesta quarta-feira (27).
Antônio Joaquim destacou que a Lei nº 12.527/2011 não é executada em sua integridade por nenhum dos municípios analisados. “Precisamos encontrar um mecanismo para que possa ser executada a Lei de Acesso à Informação, um caminho junto com o gestor e definir um prazo definitivo. A partir daí nós vamos tomar as medidas de penalização, tanto de ações de improbidade, como multas e todas as que são previstas. Não se pode abrir mão da LAI, porque ela garante o acesso à informação e o cumprimento da cidadania”, afirmou. “A auditoria será objeto de convocação dos prefeitos e do Estado para a definição dos prazos e adequações à Lei”. 
Para o presidente, essa e outras medidas fazem parte de uma mudança de perspectiva dos trabalhos do Tribunal de Contas. “Vamos garantir mais agilidade e colocaremos o foco em pontos que influem diretamente na vida dos cidadãos mato-grossenses”, informou.
O conselheiro disse ainda que a mudança do modelo de trabalho, voltado para a instrução de processos de contas anuais para o de fiscalização e auditoria em processos de atos de gestão, é resultado de um processo de Planejamento Estratégico iniciado em 2005. “Anteriormente, nosso trabalho demandava muito tempo até que pudéssemos tomar uma atitude, mas, hoje, devemos nos adequar ao mundo virtual, da rede, e nos aprimoramos para atender a sociedade com mais celeridade” assegurou o presidente. 
Na ocasião, Antonio Joaquim citou como exemplo prático de atuação, eventuais fiscalizações em escolas ou postos de saúde, ressaltando que o Tribunal de Contas irá avançar, também, em alertar e instruir os gestores para que as políticas públicas sejam executadas. “Nós somos um Tribunal com essa visão de cidadania. Não adianta só penalizar e multar. Temos de agir com mecanismo de fazer as auditorias com independência, sim, mas ao mesmo tempo encontrar meios para que as coisas aconteçam. No exemplo do posto de saúde, que tenham médicos atendendo, remédios e qualidade nos serviços aos cidadãos”, afirmou.
Além de atuar de forma pontual, o conselheiro enfatizou o fortalecimento da Ouvidoria, que também é reconhecida nacionalmente por sua atuação, elevando o percentual de 10% da força de trabalho a 30% para a análise das denúncias.

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