sábado, 29 de agosto de 2015

Ex-funcionário da Band de Barra do Garças é preso por estelionato

Polícia
Semana7.com / DA REDAçãO
28/08/2015 16:46:00 - 612 exibições
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Ex-funcionário da Band de Barra do Garças é preso por estelionato

A Polícia Militar de Sapezal (a 477 km de Cuiabá) prendeu na tarde desta quinta, 27, o jornalista Paulo da Silva Besse, acusado de uso de documentos falsos.
Besse foi chefe de redação da TV Cidade Verde, em Cuiabá, foi repórter da TV Serra Azul em Barra do Garças e atualmente editor de um site de notícias. Ele foi flagrado com duas carteiras de trabalho com nomes diferentes.
Ele foi detido ao comparecer no quartel da Polícia Militar, por se desentender com a repórter Márcia Apache. O jornalista estava exaltado e prometia processar a colega por difamação. A Polícia Militar desconfiou da veracidade de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com o nome Paulo Besse.
Feita a checagem constaram que o homem na realidade se chama Paulo da Silva Besse e já havia cumprido pena no estado de Rondônia. Os policiais descobriram até que o jornalista havia se casado usando o nome falso.
Interrogado ele confessou estar usando identidade de um parente, que tem a ficha criminal limpa. Diante dos fatos, o jornalista recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia de Polícia, onde foi autuado pelo crime de uso de documentos falsos.
EM BARRA
Nas manifestações de 2013 contra a PEC 137, que tentava tirar o poder de investigação do Ministério Público, contou em Barra do Garças com um personagem inusitado em seu meio: o jornalista Paulo Besse.
À época, além de repórter da Band ele estava com os ânimos à flor da pele ao ponto de num gesto gratuito levar para aquela emissora a calúnia de que o profissional de marketing Sérgio Alves Santana havia chutado sua canela.
O manifesto, como todos se lembram, era pacífico, aquém da paciência do barra-garcense diante de seus políticos de plantão. Mesmo assim a emissora Serra Azul tentou achar arruaceiros entre os manifestantes que também pediam a cabeça do prefeito Roberto Farias com palavras de ordem e outras de baixíssimo calão.
Naquele momento o repórter Paulo Besse, que em sua página no facebook diz-se também missionário, foi interpelado por Sérgio Santana: “Está filmando porque estão xingando seu prefeito? Vou te filmar também, eu disse e saí”, lembra Sérgio. No dia seguinte Besse aparece numa ponta do telejornal ancorado por Ronaldo Couto onde disse ter sido agredido a chutes por Serginho, além de terem congelado sua imagem por alguns segundos e posto na conta de baderneiro por Couto.
À época Besse disse ter sido agredido, mas não procurou a polícia para queixar-se da agressão, recorrer a um exame de corpo de delito para fundamentar sua denúncia. Ele preferiu a acusação leviana e, sobretudo, ao que deixou transparecer seu colega Ronaldo Couto, macular a honra e a credibilidade do jornal A Semana pelo fato desse veículo não poupar os escorregões do prefeito a quem Couto devota esmero político.
Dois anos depois Paulo Besse retorna, não a Barra do Garças, mas à página policial, sem ter levado nenhum chute na canela. (Com dados do site Fronteira em Alerta e Folha Max – Carlos Dorileo)

Baiano e Juízes retomam discussões sobre comarcas do Araguai

Política
Naiara Martins
28/08/2015 17:25:00 - 14 exibições
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Baiano e Juízes retomam discussões sobre comarcas do Araguaia

Mais uma vez o deputado Estadual Baiano Filho (PMDB) se reuniu com o presidente do Tribunal de Justiça (TJ-MT) desembargador Paulo da Cunha para discutir a estruturação das Comarcas de Porto Alegre do Norte e Vila Rica. Desta vez acompanhado pela juíza da Comarca de Porto Alegre do Norte Dr.ª Luciene Kelly Marciano e pelo juiz de Vila Rica Dr.º Ivan Lúcio Amarante, Baiano retomou as discussões acerca da destinação de assessores para tramitação dos processos nas comarcas.
Hoje a demanda gira entorno de 14 mil processos em andamento, somados a entrada mensal de aproximadamente 400 novas ações. Segundo a doutora Luciene, as comarcas enfrentam o dilema sobre quais processos tramitar, ou seja, concomitante aos processos em tramitação que possuem prazo para sentença, existe a necessidade também de tramitação sobre as demandas diárias. “Precisamos tramitar os processos atuais e também precisamos tramitar as novas cargas, além do estoque represado, precisamos dar vazão aos mais de 400 casos novos que entram todo mês”, exclamou a juíza.
Os juízes ainda esboçaram preocupação quanto ao período das eleições municipais de 2016, e ao volume de processos referentes a instalação da Comissão de Conflitos Agrários e Regularização Fundiária, uma das principais causas de litígio na região. Baiano ainda frisou o trabalho para abertura das Defensorias Públicas de Vila Rica e Porto Alegre do Norte que colaborarão para a entrada de novos processos.
“No Araguaia nós temos demandas das mais diversas ordens, muitos casos voltados a questões agrárias, de regularização fundiária, enfim, e com a presença das defensorias a população passa a ter acesso a uma ferramenta importantíssima para sua defesa, com isso certamente teremos mais pessoas lutando por seus direitos, a chegada da defensoria resgata a esperança antes perdida de muitas pessoas humildades, e o judiciário precisa estar conosco”, defendeu Baiano.  
Paulo da Cunha externou as dificuldades enfrentadas pelo judiciário que conta com um orçamento subdimensionado, e por isso incapaz de acompanhar as demandas do órgão. O presidente ainda salientou as conversas mantidas com o governador Pedro Taques sobre a necessidade de rediscutir o orçamento que será destinado ao judiciário a partir de 2016. Apesar das limitações, o presidente assumiu o compromisso sobre a elaboração de um estudo de viabilidade para a contratação de novos assessores.      
Participaram também o comandante Regional da Policia Militar em Vila Rica coronel Rhaygino Setúbal, e os vereadores de Vila Rica Janovan Rios, Lazaro Gonçalves, Jair Zorzi e Laurindo José “Nininho”.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Transmissão ao vivo de LUISMAR LACERDA COUTINHO

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Cunha se recusa a comentar manifesto que pede seu afastamento

PRESIDENTE DA CÂMARA

Cunha se recusa a comentar manifesto que pede seu afastamento

35 deputados pedem sua saída | 27.08.15 - 15:41
Cunha se recusa a comentar manifesto que pede seu afastamento(FOTO: PMDB.ORG.BR)
Brasília - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), recusou-se a comentar o manifesto assinado por 35 deputados que pede sua saída do comando da Casa. "Não comento sobre isso, cada um tem direito de fazer o que quer", disse. Cunha também não quis falar sobre a recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que o denunciou na semana passada. "Não comento".

Nesta quinta-feira, 27, um grupo de 35 deputados federais divulgou uma nota "em defesa da representação popular" pedindo o afastamento de Cunha da presidência da Casa por causa das denúncias de envolvimento do parlamentar em esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro. O documento diz que a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra Cunha "é gravíssima" e "torna insustentável sua permanência na Presidência da Casa".

O pedido é encampado por 18 deputados do PT, 6 do PSB, 4 do PSOL, 2 do PPS e 1 de PMDB, PROS, PTB e PSC. "A diferença de condição de investigado em um inquérito para a de um denunciado é notória. Neste caso, Cunha é formalmente acusado de ter praticado crimes. Com a denúncia do MP, a situação torna-se insustentável para o deputado, que já demonstrou utilizar o poder derivado do cargo em sua própria defesa", diz o documento, que é assinado pelo peemedebista Jarbas Vasconcelos (PE).

Cunha foi acusado pelo lobista Julio Camargo de pedir propina de US$ 5 milhões no esquema de corrupção da Petrobras. Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou acusação formal contra o deputado, que deve ser apreciada agora pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No dia da denúncia, parlamentares já haviam divulgado um manifesto anônimo contra o peemedebista. Segundo o regimento da Câmara, não há previsão de que uma ação de parlamentares possa culminar com o afastamento do comandante da Casa - a decisão seria de Cunha, que já disse que não o fará. Em evento na Força Sindical em São Paulo, no dia 21, um dia após ser denunciado, Cunha afirmou que renúncia não faz parte de seu vocabulário nem fará. "Não há a menor possibilidade de eu não terminar meu mandato à frente da Câmara. Renúncia é um ato unilateral", afirmou na ocasião. (Agência Estado)

Avião faz pouso de emergência em Goiânia

Obrigado Um avião monomotor fez um pouso de emergência no Aeródromo Nacional de Aviação, localizado na GO-070, em Goiânia, no final da manhã desta quinta-feira (27/08)..

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o trem de pouso da aeronave apresentou um defeito fazendo o piloto realizar o pouso de emergência. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
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Relator vota pelo trancamento de ação contra Demóstenes

POLÍTICA

Relator vota pelo trancamento de ação contra Demóstenes

Demóstenes foi investigado nas Operações Vegas e Monte Carlo, que desarticulou um esquema de exploração de jogos ilegais atribuído ao empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.


Do Mais Goiás, com agências    Postado em: 26/08/2015 08:28

(Foto: Divulgação)
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O ministro Sebastião Reis, do Superior Tribunal de Justiça, relator no julgamento do habeas corpus em favor do ex-senador Demóstenes Torres, votou favorável ao trancamento da ação penal contra ele, em decorrência das Operações Vegas e Monte Carlo. 

Em seu voto, o ministro declarou serem ilícitas as provas colhidas contra o ex-senador em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça de Goiás. 

O ministro Rogério Schietti pediu vista do julgamento na sessão desta terça-feira e adiou a conclusão do caso. Além dele, votarão outros três ministros no retorno do julgamento ainda sem data definida. 

Demóstenes foi investigado nas Operações Vegas e Monte Carlo, que desarticulou um esquema de exploração de jogos ilegais atribuído ao empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Em 2012, o senador teve o mandato cassado sob acusação de receber vantagens indevidas e usar o cargo para defender interesses de Cachoeira.

As investigações começaram na primeira instância, mas foram remetidas ao Supremo Tribunal Federal (STF) por terem surgido indícios de envolvimento do senador. Com a cassação do mandato, Desmóstenes perdeu o foro privilegiado no STF, e o caso passou a tramitar no Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), que tem competência para processar procuradores de Justiça.

Em junho de 2013, o Ministério Público ofereceu denúncia contra ele por corrupção passiva e advocacia administrativa. Em decisão monocrática, foi afastado de suas funções como procurador. Em janeiro de 2014, a Corte Especial do TJGO recebeu a denúncia.