Mulher mostra seios durante show do Steel Panther no Monsters of Rock
Banda se apresentou neste domingo no Anhembi, em São Paulo. Judas Priest e Kiss são as atrações principais do festival neste domingo.
Do G1, em São Paulo
Fã mostra os seios no show do Steel Panther, no Monsters of Rock (Foto: J.F. Diorio/Estadão Conteúdo)
Uma mulher mostrou os seios e apareceu no palco durante show do Steel Panther no festival Monsters of Rock, neste domingo (26), no Anhembi. Judas Priest e Kiss são as atrações principais do festival neste domingo.
É comum ver mulheres tirando a camisa durante os shows da banda de glam rock. O grupo é conhecido por músicas como "Party all day (fuck all night)", "Death to all but metal" e "Community property".
Fora do script estavam a ausência do Motörhead, com Lemmy doente, as vaias aos novatos do Black Veil Brides e uma fila monstruosa para entrar. O final feliz teve show mais longo do Judas Priest e um desfecho com Ozzy que foi empolgante.
Mulher mostra seios durante show do Steel Panther no Monsters of Rock, em São Paulo (Foto: Reprodução/Instagram)
RIO - Na mesma semana em que reconheceu perdas de R$ 6,2 bilhões por corrupção no balanço da Petrobras, Aldemir Bendine recebeu O GLOBO para uma entrevista numa sala de reuniões na sede da empresa, na Avenida Chile. Na lapela, um broche de Nossa Senhora Aparecida e o logotipo da companhia. Na parede, um mapa com os campos de petróleo e uma lupa. Bendine afirma que já trabalha em um “plano B” para tocar os projetos da estatal, mas admite que pode haver mais atrasos em obras.
A crise de fornecedores preocupa?
Sim. Essa situação balançou muitos fornecedores que já estavam capacitados. Por outro lado, estamos vendo novos fornecedores e parceiros interessados em aumentar parcerias. O que temos que trabalhar muito fortemente seria um “plano B”para formar e capacitar novos fornecedores. Entendo que uma parte desses fornecedores hoje envolvidos nessa situação pode não dar continuidade a seu trabalho.
Mas dá tempo para capacitar, já que há fornecedores envolvidos em diversos projetos?
Aí, nós teríamos atraso. Se esse processo de conclusão (Operação Lava-Jato) for muito demorado, quanto mais atrasar, mais vai comprometer a execução do nosso plano de investimento. No pré-sal, a situação não terá um impacto tão elevado. O que vai ter um impacto mais elevado são os investimentos físicos, obras, como plataformas. No pré-sal, do ponto de vista do fornecimento, a maior parte das empresas não faz parte desse processo em curso. Talvez você pegue uma SBM, que é uma importante fornecedora, mas que a gente vê caminhando para uma solução.
A capacitação será de empresas brasileiras ou estrangeiras?
Os dois, mas com prioridade para os brasileiros. A gente tem de priorizar aquilo que pode trazer melhores ganhos para a economia do país.
Plataformas em construção no Brasil podem ser feitas pelos chineses?
Não existe isso. Se a China tiver interesse, a China vem aqui construir em parceria ou assumir projetos aqui.
Que projetos podem atrasar?
Em exploração, não estou preocupado. Vamos dar um exemplo do que é muito caro ao Rio: a situação do Comperj (Complexo Petroquímico, em Itaboraí, no Rio). Hoje, o primeiro trem (unidade) da refinaria tem 86% conclusos. Vamos terminar aquilo. Não tenha dúvida. Não vou deixar um projeto daquele, com um investimento tão alto, jogado. Agora, dependo de duas coisas: ajustar a minha condição de caixa — em breve vamos nos pronunciar sobre isso — e que eu tenha fornecedores. Vamos ter de fazer uma repactuação. Temos uma série de empresas e consórcios. Algumas podem não ter interesse em permanecer, outras estão em dificuldades financeiras. Vamos ter de sentar à mesa e ver quem tem condições de continuar.
O Comperj só será concluído em 2019? (A previsão anterior era 2016.)
Esse é o pior dos prazos. O melhor dos prazos é fazer uma engenharia financeira que permita ter recurso suficiente para concluir a obra. Não tem quando.
Existe a possibilidade de a Petrobras recuperar os R$ 6,2 bilhões de perdas por corrupção?
Sim. Quem sabe mais, né? Isso vai depender do acordo.
A corrupção foi estancada?
A corrupção existe na empresa pública, na sociedade de economia mista ou na empresa privada. A questão de corrupção é uma questão de caráter. O que você pode fazer é criar mecanismos de controle e mitigar o risco. Sujeita à corrupção, qualquer empresa do mundo está. Agora, conhecendo o caráter e a honradez e pelo que passou essa empresa, não tenho dúvida de que a possibilidade de isso voltar a acontecer é mínima. Corrupção é um câncer que compromete muito a companhia. Acabou esse negócio de operação (Lava-Jato). Mas temos que ser tratados como companhia. Tem que acabar com essa ansiedade em relação à Petrobras.
O senhor defende o acordo de leniência das empresas?
Sem dúvida. Quem errou em relação a isso ou aquilo tem que ser punido, investigado e pagar pelos custos daquilo que praticou. Mas não é justo as empresas morrerem por conta de malfeitos de seus dirigentes, até porque o país não pode parar. É uma condição insuportável.
Várias. Demissões, downgrade nas comissões ou nos cargos. Não podemos fornecer os dados ainda. Tudo que vocês ouvirem disso é especulação. Temos uma comissão que gerencia de forma independente. O processo continua.
Qual foi o pior momento desde que o senhor foi convidado para o cargo?
O pior momento foi a parte do convite (risos). Estava numa projeção de vida futura (tinha sido convidado para assumir o BNDES) e a vida virou de cabeça (para baixo).
E o ritmo de trabalho?
É bastante intenso. Não sou um cara fissurado em horário de trabalho, mas saio muito tarde. Isso daí eu tenho de me disciplinar mais. Se não, não vou aproveitar as belezas do Rio de Janeiro. Não tenho vida neste primeiro momento.
Em menos de três meses, o senhor lidou com o balanço e fez captação de quase R$ 30 bilhões, mas foi criticado por usar bancos públicos, como o Banco do Brasil, que o senhor presidiu...
Eu interferi no BB, na Caixa, no Bradesco, no Standard (Chartered) e nos chineses? O Banco do Brasil tem governança corporativa. Nem se eu pegasse na mão do Alexandre Abreu (presidente do BB) e forçasse ele a assinar o empréstimo. É o potencial de negócio. O objetivo disso é mostrar que a empresa tinha financiabilidade.
É que vocês não costumavam fazer operações com bancos públicos. Só em casos de desespero...
Nós (Petrobras) não costumávamos fazer um monte de coisa. E faziam coisas que não deviam. Minha resposta aqui é de 9 de fevereiro (quando assumiu o cargo) para frente e com minha visão financeira.
Podemos esperar novas operações?
Diante de uma boa prática, sim. Assim como novas captações, não tenho dúvida. O mercado se abriu de novo para nós. O que eu garanto é que o problema de financiabilidade deste ano já está resolvido. Posso tocar a vidinha aqui quietinho até dezembro sem necessidade de novas captações.
Vai captar quanto em 2016?
Deve ser muito similar à captação deste ano. Um patamar muito parecido.
Quanto tempo precisa para resolver a questão financeira?
Se nada fosse feito, só trabalhar em cima da geração de caixa é um processo gradual de pelo menos cinco anos. Mas vai depender da engenharia financeira. Vamos investir nohedge (proteção cambial). Já temos um hedge muito bom, mas não cobre tudo. Determinadas dívidas e captações em outra moedas não estão com mecanismo de proteção. Vamos contratar ou desenvolver mecanismos de proteção.
O que se pode esperar do Plano de Negócios em relação à produção?
De igual a maior. Não queremos diminuir a produção. Vamos dar agora uma previsibilidade melhor ao longo do mês. Tem mês que vai subir bastante, tem mês que vai cair por paradas programadas. (O Plano) Dará melhor previsibilidade mês a mês. Hoje, a gente simplesmente divulga que vai crescer a produção em 2%. Queremos dizer que vamos crescer em X% e já dizer que (por exemplo) não se assustem que no mês de maio pode haver queda.
A Petrobras foi criticada pelo uso político do reajuste dos combustíveis. Quando vai ter aumento?
Daqui para frente, a companhia tem inteira liberdade para esse tipo de trabalho. Hoje, estamos com bom resultado sobre o retorno pretendido, em paridade internacional e com margem muito boa. Não estamos com defasagem. Está dentro da metodologia de preço (câmbio, preço do petróleo e demanda). Se o conjunto dos indicativos dessa metodologia sofrer alterações, vai haver aumento. Hoje, com o retrato atual, não há essa previsibilidade.
Como está a contratação das 28 sondas de exploração do pré-sal que serão construídas pela Sete Brasil (investigada na Lava-Jato)?
Foi feito um memorando de entendimentos para se redesenhar esse modelo. Acordamos um prazo de 90 dias, e os envolvidos estão trabalhando para delimitar qual é o número (de sondas) a ser contratado (pela Petrobras) neste primeiro momento. Já há de seis a oito sondas perto de serem concluídas e que atendem as necessidade prementes da companhia. E, depois, dentro de um planejamento mais alongado, não terá talvez a necessidade a médio prazo de ter as 28 sondas. Talvez um numero menor atenda essa situação. É lógico que esse processo não concluso das investigações acaba acarretando um atraso em relação a isso.
Como está a situação da Petros (fundo de pensão da Petrobras)?
Trocamos toda a diretoria. A Petros vai passar por um processo muito parecido com que a Petrobras está passando. Não tenho dúvida de que ela tem de ter uma gestão igual à da empresa. Não existe a possibilidade de só a empresa arcar com déficit. Não vejo, a princípio, a necessidade de contribuições extemporâneas no futuro próximo.
Dilma reúne ministros neste sábado para definir pacote de infraestrutura
Integrantes do conselho político e da área econômica participarão do encontro. Objetivo do governo federal é estabelecer 'agenda positiva' no noticiário.
Dilma deve definir no encontro deste sábado (25) os aeroportos que serão concedidos à iniciativa privada (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
A presidente Dilma Rousseff reunirá neste sábado (25), no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, integrantes do primeiro escalão para definir um pacote de anúncios que será divulgado nas próximas semanas voltados para a área de infraestrutura. No encontro, entre outros pontos, a chefe do Executivo deve definir aeroportos que serão concedidos à iniciativa privada.
A reunião do governo, que teve início às 9h, deverá se estender até o final da tarde. Há a expectativa de que um dos ministro concederá entrevista ao final do dia para comentar o que foi discutido no encontro.
No mês passado, após participar da reunião da coordenação política do Executivo federal, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que o governo anunciaria a concessão dos aeroportos de Salvador (BA), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC). Embora o anúncio ainda não tenha ocorrido, o assunto deve voltar a ser discutido na reunião deste sábado.
O objetivo do governo é estabelecer a chamada “agenda positiva” no noticiário nacional, na qual ações consideradas positivas para o Executivo têm repercussão na mídia.
De acordo com a assessoria do Planalto, 13 ministros participam da reunião deste sábado: Aloizio Mercadante (Casa Civil), Nelson Barbosa (Planejamento), Joaquim Levy (Fazenda), Eduardo Braga (Minas e Energia), Ricardo Berzoini (Comunicações), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Kátia Abreu (Agricultura), Edinho Silva (Comunicação Social), Antônio Carlos Rodrigues (Transporte), Gilberto Occhi (Integração), Eliseu Padilha (Aviação Civil), Edinho Araújo (Portos), Gilberto Kassab (Cidades).
Além dos integrantes do primeiro escalão, foram ao encontro a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, o presidente do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, e o vice-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento, Wagner Bittencourt, além de secretários e técnicos dos ministérios.
Em discurso feito na inauguração do primeiro trecho das obras do Porto do Futuro (RJ), em março, Dilma afirmou que o governo anunciaria concessões em setores como portos, aeroportos, ferrovias e hidrovias.
Na ocasião, ela defendeu que o Brasil seja levado a um “novo mapa logístico” e a uma “nova configuração logística”. "Uma das mais importantes consequências [das concessões que serão anunciadas] será o surgimento de um novo mapa logístico, uma nova configuração da logística no Brasil", afirmou Dilma no evento.
Depois do forte terremoto que atingiu o Nepal e a Índia neste sábado (25), a embaixadora do Brasil em Katmandu, Maria Teresa Pessôa, disse que não está sendo fácil entrar em contato com os brasileiros.
"Nosso vice-cônsul foi até a nossa chancelaria, conseguiu apanhar um maço com uma matrícula dos brasileiros, mas não está sendo fácil contato com eles", disse.
Maria Teresa falou que está tentando encontrar um brasileiro morador do Nepal há 10 anos, que tem uma ONG que resgata meninas vítimas de tráfico humano. "Até agora não consegui falar com ele porque muitos celulares ficaram fora de ar", afirmou.
Até agora, apenas um grupo de 9 brasileiros foi contatado. "Eles chegaram a Pokhara e não tem muita destruição por lá, mas aqui em Katmandu, tem. Ruíram prédios históricos e também uma torre com 9 metros de altura, que era conhecida como Torre da Vitória e foi construída no século 19", disse a embaixadora.
Maria Teresa afirmou ainda que em Katmandu, está difícil circular. "Há rachaduras nas ruas, então está difícil". afirmou. Pouco antes do terremoto, ela disse que estava em uma área turística. "Estava em uma livraria e quando saí, começou o tremor. Eu e um grupo de pessoas corremos para baixo de uma viga e descobri que sou uma otimista, porque só pensava que aquilo ia passar logo", disse.
Homem observa casa que tombou após o terremoto que atingiu a Índia e o Nepal matando centenas (Foto: Diptendu DuttaAFP)
O terremoto teve magnitude 7,8, segundo o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS). O número de mortos chegou a 1.170, informou o porta-voz da polícia do Nepal, Kamal Singh Bam, à agência de notícias France Press. "Os esforços de resgate ainda estão em andamento. Tememos que o número de vítimas suba à medida que os escombros sejam vasculhados", acrescentou.
"Centenas de pessoas podem ter morrido e há relatos de danos generalizados. A devastação não está confinand a algumas áreas do Nepal, quase todo o país foi atingido", disse Krishna Prasad Dhakal, vice-chefe da missão na embaixada do Nepal, em Nova Déli.
Duas vítimas fatais já confirmadas seriam duas adolescentes. Uma garota morreu ao ser atingida por uma estátua em um parque da capital, Katmandu. Outra menina, de 15 anos, morreu no norte da Índia, soterrada em sua casa em uma aldeia perto da fronteira com o Nepal.
Há feridos nos dois países, muitos em estado grave, mas o número oficial não foi divulgado.
Segundo o Itamaraty, a comunicação com as autoridades no Nepal está muito ruim, mas até o momento não há informações de brasileiros mortos ou feridos. Uma equipe de funcionários da embaixada está fazendo uma busca nos hotéis e nas comunidades brasileiras para saber se precisam de ajuda.
Voluntários ajudam com o trabalho de resgate no local de um edifício que desabou após um terremoto em Katmandu. (Foto: Niranjan Shrestha / AP Photo)
Monte Everest O forte terremoto desencadeou uma avalanche no Monte Everest. Segundo uma autoridade do Ministério do Turismo local, são ao menos 10 mortos. "O número de vítimas pode subir e incluir estrangeiros", disse ministério em Katmandu à agência Reuters.
O alpinista romeno Alex Gavan disse no Twitter que havia muitas pessoas na montanha na hora da avalanche.
O montanhista cearense que está no Monte Everest, Rosier Alexandre, ligou para a família por volta das 7h30 da manhã deste sábado (25), após o terremoto que atingiu o Nepal. O montanhista conversou com a mulher e disse que está bem. "Ele falou muito rapidamente, disse que está bem, mas não sabe como está a via de escalada", disse Danúbia Saraiva, mulher de Alexandre. O cearense está no campo 2 do monte, a 5.364 metros de altitude.
Índia O tremor sacudiu algumas regiões da Índia, principalmente o norte do país, desde Calcutá, Nova Déli, até a fronteira com o Paquistão. Ao menos seis pessoas morreram na Índia, cinco delas no estado de Bihar (noroeste), informaram autoridades.
O sismo ocorreu às 3h11 (de Brasília), a 77 km ao noroeste de Katmandu e a 15 km de profundidade. Inicialmente, o USGS registrou magnitude 7,5, elevada posteriormente a 7,9. Outras quatro réplicas menores atingiram o país logo após o terremoto mais potente.
Resgate nepalês remove corpo de uma vítima. (Foto: Prakash Mathema / AFP Photo)
Goiânia - Depois que o governador Marconi Perillo anunciou novo concurso para a Polícia Militar (PM) de Goiás, a Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan), por meio da Escola de Governo Henrique Santillo, constituiu uma Comissão Especial. O objetivo, segundo a pasta, é agilizar os preparativos para que o Estado possa lançar o edital do concurso ainda neste semestre.
Segundo a comissão, formada por servidores da Segplan e da Secretaria de Segurança Pública, serão oferecidas vagas para Soldado 3ª Classe, que depende de aprovação de lei própria de criação deste cargo. Ainda está em discussão o salário e o número de vagas, que provavelmente será de 1.500, conforme determinação do governador.
Também de acordo com informações da comissão, o Edital do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação de servidores em cargos de auxiliar e assistente administrativo deverá ser publicado no próximo mês. Para este processo serão oferecidas 250 vagas para auxiliar de gestão administrativa (nível fundamental) e 750 vagas para assistente de gestão administrativa (nível médio). A Comissão ainda define as faixas salariais destes cargos. Para a realização do PSS é necessário também a publicação de Decreto do governador de criação das vagas.
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Musa do Goianão 2015: resultado será divulgado em programa especial
Votação terminará no dia 28 de abril, e vencedora será conhecida no dia 2 de maio, a partir das 14h, na TV Anhanguera; clique e vote em sua candidata preferida!
O concurso Musa do Goianão 2015 chega à sua reta final com uma novidade. A votação, que está no ar desde o dia 5 de março, será encerrada na próxima terça-feira (28 de abril). O resultado será divulgado em programa especial com todas as candidatas, que vai ao ar no dia 2 de maio, às 14h, na TV Anhanguera. Até agora o concurso recebeu mais de 100 mil votos.
A curiosidade em 2015 é que o atual campeão, Vila Nova, não terá ninguém na disputa, pois o Tigrão está na Divisão de Acesso. Sendo assim, a musa vencedora do ano passado, Michelle Asevedo, terá de passar a coroa para representante de outro clube. São 10 participantes nesta competição que deixa o futebol goiano mais bonito. O internauta poderá votar quantas vezes quiser no site globoesporte.com/go até o dia 28 de abril.
Musa do Goianão: votação será encerrada no dia 28 de abril (Foto: Arte/ TV Anhanguera)
A representante da Anapolina é Claudiany Souza, de 20 anos. Fanática pelo clube, ela espera dar o título inédito à Xata. Pela Aparecidense, a concorrente é Caroline Fialho, também de 20 anos. Atual campeão goiano dentro de campo, o Atlético-GO tem Vanessa Lorraine, de 22 anos, para tentar vencer a disputa entre as musas, já que o time foi eliminado na primeira fase. Estreante na primeira divisão, mas já rebaixado, o Caldas Novas aposta em Lauren Lizz, de 20 anos. O Crac está na disputa com a morena Thaís Alves, de 21 anos.
Vencedor do concurso em 2013 com Hélika Rios, o Goiás tenta recuperar a coroa representado por Maysa Moreno, de 23 anos. Terceiro colocado no concurso do ano passado, o Goianésia tem como concorrente Danielle Ribeiro, de 18 anos. A aposta do Grêmio Anápolis é Audilâni Martins, de 23 anos. De volta à primeira divisão estadual em 2015, o Itumbiara terá Natalia Marques, de 18 anos, como sua representante na disputa. Fechando o concurso, o Trindade é representado por Fernanda Alves, de 23 anos. Clique e vote!