segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Brasileiras fazem três vezes menos mamografias do que recomenda a OMS

Das mais de 10 milhões de mamografias esperadas pelo Inca em mulheres entre 50 e 60 anos de idade em 2013, somente 2,5 milhões foram realizadas.


Da Agência Brasil    Postado em: 28/12/2014 22:37

(Foto: Reprodução)
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Menos de 25% das brasileiras entre 50 e 60 anos de idade realizaram mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2013, quase três vezes menos do que recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS), que é 70% de cobertura anual desse exame em mulheres acima com mais de 40 anos de idade, enquanto o Ministério da Saúde sugere que essa cobertura comece a partir dos 50 anos.

Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, em parceria com a Rede Goiana de Pesquisa em Mastologia. Das mais de 10 milhões de mamografias esperadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) em mulheres entre 50 e 60 anos de idade em 2013, somente 2,5 milhões foram realizadas.

O estudo também revela que, embora haja equipamentos do SUS em número satisfatório, a grande maioria está no Sul e Sudeste e uma pequena parte no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Além disso, as capitais concentram esses mamógrafos, enquanto uma área imensa no interior fica descoberta.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior, a falta de informação sobre a importância da mamografia não é o principal problema, mas sim as distâncias que separam muitas mulheres do local de exames.

“No estado de Goiás, existem regiões em que a mulher precisa andar mais de 300 quilômetros até um mamógrafo do SUS, o que significa um dia inteiro para fazer um exame que deveria levar cerca de três horas para ser concluído”, diz o médico, ao ressaltar que em geral são mulheres sem sintomas que acabam desistindo do exame. “Ela levaria um dia inteiro para fazer o exame, mais um dia para pegar o resultado e um terceiro para mostrá-lo na consulta médica. São três dias que ela deixa de ir ao trabalho ou que precisa se organizar para alguém cuidar dos filhos e da casa”, comenta Ruffo.

A frequência de mamografias na Região Norte foi 12% e no Sul do país, 31,3% Entre as unidades da Federação, a menor cobertura de mamografias foi no estado do Pará, 7,5% e a maior em Santa Catarina, 31,3%. O médico Ruffo de Freitas Junior explica que, além da má distribuição de equipamentos pelo país, mesmo em lugares onde há mamógrafos muitos são subutilizados.

“Boa parte dos mamógrafos que operam pelo SUS acaba ociosa. Por exemplo, aqui na Universidade Federal de Goiás, temos um mamógrafo que funciona pelo SUS e é utilizado apenas na parte da tarde”, revela o médico. Segundo ele, “é preciso uma melhor gestão para que haja técnicos qualificados e o aparelho possa funcionar o dia inteiro, o que geraria o dobro de mamografias que o aparelho pode e deveria fazer”, completou.

Com base no Sistema de Informação para o Controle do Câncer de Mama (Sismama), o estudo rastreou a distribuição de mamógrafos e o número de exames realizados pelo SUS no ano passado e calculou o número de exames esperados, considerando 58,9% da população alvo, tendo em vista as recomendações do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

“Esse banco de dados do Sismama permite que os epidemiologistas usem dados oficiais para mostrar, por meio de pesquisas, essas diferenças que existem no nosso país”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Até o fechamento desta reportagem, o Ministério da Saúde não havia respondido ao pedido de entrevista com um representante para falar sobre o assunto, nem às perguntas feitas por e-mail pela Agência Brasil.

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    terça-feira, 23 de dezembro de 2014

    Concurso Polícia Científica - Goiás 2014: Editais e Inscrição


    Concurso Polícia Científica - Goiás 2014: Editais e Inscrição

    Superintendência da Polícia Técnico-Científica de Goiás abre dois editais para provimento de 460 vagas. Salário pode chegar a R$7,6 mil.

    A Superintendência da Polícia Técnico-Científica de Goiás (SPC - GO) disponibilizou os editais  002/2014 – SPTC e 002-ML/2014 – SPTC, que promovem concurso público para provimento de vagas nos cargos de Auxiliar de Autópsia (nível fundamental), Médico Legista e Perito Criminal (superior completo).
    No total, serão preenchidas 460 vagas, assim distribuídas: 150 vagas para Médico Legista de 3ª Classe; 250 chances para Perito Criminal de 3.ᵃ Classe; e 60 para Auxiliar de Autópsia de 3.ᵃ Classe. O salário inicial dos dois primeiros cargos é R$ 7.648,67, enquanto que o último cargo proporciona remuneração de R$ 3.978,19.
    Inscrições
    As inscrições ocorrerão entre 04 e 24 dezembro de 2014 pelo site da Fundação Universa (<www.universa.org.br>), mediante o pagamento do valor R$ 85,00 ou R$ 110,00, de acordo com o cargo escolhido (o vencimento da taxa é 12 de janeiro de 2015).
    Candidatos que possuem direito ao pedido de isenção da taxa, devem fazer o requerimento por meio do
    correio eletrônico <concurso_sptcgo@universa.org.br> e encaminhar os documentos citados no edital no período entre 8hs do dia 04 e 23hs do dia 24 de dezembro de 2014. Poderão, ainda, solicitar pessoalmente, no período de 4 a 24 de dezembro de 2014, mediante requerimento disponível nos postos de atendimento presencial, que serão oportunamente divulgados nos endereços eletrônicos <www.universa.org.br> e <www.segplan.go.gov.br>.
    Provas
    A seleção dos candidatos será realizada por meio das seguintes etapas:
    • Avaliação da equipe multiprofissional para candidatos portadores de deficiência;
    • Provas Objetivas e Prova Discursiva, a acontecerem no dia 08 de fevereiro de 2015;
    • Curso de formação, de caráter eliminatório e classificatório, a ser realizado pela Fundação Universa e supervisionado pela Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) e de avaliação de vida pregressa, de caráter eliminatório, a ser realizada pela Superintendência da Policia Técnico-Cientifica.
    Os locais, a data e o horário de aplicação das provas serão divulgados, nos endereços eletrônicos citados anteriormente, na data provável de 30 de janeiro de 2015.
    Concursos RelacionadosVagas
    Polícia CivilPapiloscopista policial100
    Câmara de Campo Alegre de GoiásTodos os níveis de escolaridade8
    Câmara de IsraelândiaControlador interno e Procurador2
    Câmara de MambaíNível Fundamental3
    Câmara de PiranhasTodos os níveis de escolaridade7
    Câmara de PontalinaTodos os níveis de escolaridade40
    Câmara de RubiatabaTodos os níveis de escolaridade7
    Câmara Municipal de Rio VerdeTodos os níveis de escolaridade21
    FesurvProfessor61
    Ministério Público do TrabalhoProcurador do trabalho9
    veja todos » Concursos Abertos

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    segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

    O ceguinho com uma voz milagrosa

    https://www.facebook.com/video.php?v=520187644766325
     
    Senhor dai-me forças para reagir diante das minhas fraquezas,eu que pensei que já sabia de tudo,com minhas pequenas atitudes, achava que era o suficiente para ter o perdão junto ao senhor, e agora fui agraciado com esta belíssima apresentação do Ceguinho com sua linda família, que exemplo de vida meu Deus.

    MPE quer afastamento de conselheiro e anulação de posse

    Justiça
    MIDIANEWS / LISLAINE DOS ANJOS
    20/12/2014 10:57:00 - 159 exibições

    MPE quer afastamento de conselheiro e anulação de posse

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    Promotores acusam Sérgio Ricardo de comprar cadeira de Alencar Soares no Tribunal de Contas
    O Ministério Público Estadual propôs duas ações à Justiça relacionadas à suposta compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT).

    Em uma das ações, os promotores Célio Fúrio, Roberto Turin e Sérgio Silva da Costa pedem o afastamento imediato do conselheiro Sérgio Ricardo, que supostamente teria comprado a vaga do então conselheiro Alencar Soares.

    Na ação, proposta contra Sérgio Ricardo, a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas e o Governo do Estado, o MPE também pede a anulação da indicação, nomeação e da posse do atual conselheiro.

    Em outra ação sobre o mesmo tema, os promotores pedem o afastamento imediato do cargo do conselheiro Sérgio Ricardo e a indisponibilidade dos bens dele e de outras sete pessoas: o governador Silval Barbosa (PMDB) e o senador e ex-chefe do Estado, Blairo Maggi (PR); o ex-conselheiro Alencar Soares e seu filho, o empresário Leandro Soares; o ex-secretário de Estado Eder Moraes; o conselheiro afastado Humberto Bosaipo; e o deputado estadual José Riva (PSD).

    Também nesta ação, o MPE requer à Justiça a condenação dos acusados por ato de improbidade administrativa - somando-se aos oito, o empresário e delator do esquema, Júnior Mendonça -  e o ressarcimento de dano ao erário, dando à causa o valor de R$ 12 milhões “para efeitos de fixação do dano a ser recuperado, indenizado e devolvido”. O valor, aliás, refere-se ao "custo" da vaga supostamente comprada por Sérgio Ricardo no TCE.

    Investigação e “compra de vaga”
    Consta nos autos que os inquéritos que culminaram nas duas ações contra o conselheiro foram instaurados após depoimentos prestados pelo empresário Júnior Mendonça, em delação premiada, e pelo ex-secretário Eder Moraes, em 28 de fevereiro deste ano, na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. 

    Ambos prestaram depoimentos dentro do contexto da Operação Ararath, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro por meio de operações ilegais com factorings e empresas.

    Na ação em que pedem pela anulação da indicação de Sérgio Ricardo ao cargo de conselheiro, os promotores afirmam que os depoimentos confirmam “com riqueza de detalhes, a forma como ocorreu a negociação da vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, aberta para atender aos interesses escusos de um grupo delinquente e, mais especificamente, do requerido Sérgio Ricardo”.

    De acordo com o MPE, em fevereiro deste ano, Mendonça narrou “com precisão a forma imoral, ilegal e ilícita com que essa negociação foi encaminhada e, posteriormente, concretizada”, sendo que todo o esquema teria sido iniciado em 2008, quando Sérgio Ricardo ainda ocupava o cargo de deputado estadual e era presidente da Assembleia Legislativa.

    Consta na ação que o atual conselheiro, com a ajuda de José Riva, resolveu utilizar o “esquema” de Júnior Mendonça e o montado no BicBanco, para levantar recursos e assegurar a compra da cadeira até então ocupada pelo conselheiro Alencar Soares.

    “As tratativas iniciais foram entabuladas com o então conselheiro do TCE Alencar Soares Filho visando a compra da vaga, com a aposentadoria antecipada dele, fazendo surgir a possibilidade do Poder Legislativo indicar um membro do parlamento estadual a ser nomeado no lugar dele. O contexto apurado no caso presente demonstra que já estava negociada e acertada a vaga para o então deputado estadual e hoje conselheiro do TCE, o requerido Sérgio Ricardo”, diz trecho da ação.

    Durante a delação premiada, Júnior Mendonça afirmou que, em 2009, o então governador Blairo Maggi (PR), obteve dele, por meio de Eder Moraes, R$ 4 milhões para pagar o então conselheiro Alencar Soares.
    Alencar Soares teria recebido o dinheiro das mãos de Júnior Mendonça, a pedido, e na presença, de Eder Moraes, que, por sua vez, agiria “no interesse e a mando de Blairo Borges Maggi”.

    Segundo os autos da Ararath, Sérgio Ricardo, então deputado estadual, já teria pago R$ 4 milhões a Alencar, pra que ele deixasse a vaga.

    O repasse de Mendonça a Alencar Soares teria servido para que ele pudesse devolver a Sérgio Ricardo os R$ 4 milhões anteriormente dele recebidos – e, alegadamente já gastos.

    O pagamento dessa segunda vantagem foi feito pela empresa Globo Fomento Ltda., de Júnior Mendonça.

    “Liberação da cadeira”

    Segundo a ação, apesar da negociação ter ocorrido anos antes, a liberação da vaga acertada com Alencar Soares ocorreu apenas em 2012, “depois da devolução e após a quitação dos valores acertados”

    “O conselheiro Alencar Soares, cumprindo sua parte na negociação ímproba, liberou sua vaga pertencente à proporção reservada à Assembleia Legislativa e, a toque de caixa, atendendo a um indevido acordo político, o então deputado estadual Sérgio Ricardo foi escolhido pela Assembleia Legislativa para ocupar a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas deste Estado”, disse.

     
    Segundo o MPE, o ex-secretário de Estado confirmou, ainda, o “pagamento mencionado por Júnior Mendonça referente à compra e venda da vaga de Alencar Soares no TCE/MT, possibilitando o ingresso de Sérgio Ricardo, deixando bem claro que os recursos para cobrirem essa operação sairiam, como de fato saíram, dos cofres públicos, tanto do Executivo quanto do Legislativo”.Segundo os promotores, “as provas constantes dos autos demonstram de forma inequívoca o vício dos atos de indicação, nomeação e posse mencionados, não só pela violação da lei, mais especialmente pela constatação patente de imoralidade do objeto”.

    “Não atende aos requisitos”

    Conforme o MPE, Sérgio Ricardo “não pode e não deve ser conselheiro do Tribunal de Contas”, por não preencher os requisitos legais exigidos para posse do cargo.

    Isso porque, segundo consta nos autos, além da acusação de compra de vaga no órgão, ele responde a ações civis públicas por atos de improbidade administrativa supostamente praticados quando ainda ocupava o cargo de deputado estadual.

    Alegando que as acusações que pesam contra o conselheiro são “contundentes e gravíssimas”, os promotores requerem o imediato afastamento dele do cargo ocupado no TCE, bem como a suspensão de qualquer remuneração, “pois essa situação ilegal e imoral, baseada em resolução, ato de nomeação e termo de posse nulos, tem causado prejuízo ao erário”.

    O MPE requer, no mérito da referida ação, a nulidade da posse e a determinação da perda do cargo e imediata exoneração do conselheiro para que seja providenciada a liberação da vaga. À essa causa, o MPE deu valor de R$ 414.798,96, “para efeitos meramente fiscais”.

    Improbidade administrativa

    Na segunda ação sobre a compra de vaga no TCE, o MPE pede pela condenação dos nove acusados citados anteriormente por prática de ato de improbidade administrativa.

    Na ação, onde é novamente reafirmada a ação de compra da vaga do conselheiro Alencar Soares pelo então deputado Sérgio Ricardo, os promotores ressaltam a existência de uma segunda negociata envolvendo uma cadeira do TCE, dessa vez para beneficiar o ex-secretário de Estado, Eder Moraes, com o aval do atual senador e então governador, Blairo Maggi (PR).

    “A participação de Éder Moraes no sistema criminoso já ocorria anteriormente, mas toma corpo no começo de 2009, quando ele sentiu a necessidade de se tornar membro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso e obteve apoio do então Governador do Estado Blairo Maggi nessa empreitada”, diz trecho da ação.

    Em depoimentos ao MPE, Eder teria afirmado que participou de vários encontros com Alencar Soares e seu filho, o empresário Leandro Soares, a fim de selar a compra da vaga, que no final das negociações estaria estimada em R$ 12 milhões.

     
    “Infere-se [...] que os requeridos praticaram inquestionavelmente atos dolosos de improbidade administrativa que implicaram em enriquecimento ilícito, causaram lesão ao erário e, cumulativamente, violaram princípios administrativos”, diz trecho da ação.

    Acusações

    Segundo o MPE, Alencar Soares vendeu sua vaga por R$ 12 milhões – tendo sido confirmado o recebimento de R$ 4 milhões -, sendo então “auferida vantagem patrimonial indevida (recebimento de dinheiro de corrupção)”, bem como dano ao erário, “ao colaborar para a perda patrimonial por desvio e apropriação de valores pertencentes ao Estado”, tendo ainda “atentado contra a administração pública”.

    “Se não bastasse isso permitiu, concorreu e facilitou por ato de corrupção, que houvesse incorporação ao patrimônio dele e de particular, de valores que integravam o patrimônio do Estado de Mato Grosso e foram desviados. Com isso, houve colaboração para que terceiro se enriquecesse ilicitamente, além dele. É inquestionável o prejuízo ao erário”, afirma o MPE.

    As mesmas acusações pesam sobre o senador Blairo Maggi (PR) e contra o governador Silval Barbosa (PMDB). Segundo a ação, Blairo “participou de reuniões e ordenou devolução de dinheiro, tendo também ordenado pagamentos, retardando e depois concretizando compra de vaga de conselheiro do TCE, inicialmente segurando e depois forçando a aposentadoria antecipada de Alencar Soares, com o firme propósito de abrir a oportunidade de ingresso de protegidos, em negociata realizada na surdina, da qual presenciou, tinha conhecimento e aderiu”.

    Já Silval “aderiu e entabulou negociata na surdina, concretizando-a posteriormente com a nomeação de Sérgio Ricardo na vaga comprada de Alencar Soares, em acerto ímprobo, realizado sorrateiramente. Forneceu e deu permissão a Éder Moraes para providenciar negócios imorais, permitindo repasses extraídos do “conta corrente”, de onde também tomou empréstimos cobertos com recursos públicos”.

    Já o ex-secretário de Estado Eder Moraes é apontado como o “mentor, articulador e gerente do plano imoral e ímprobo”, tendo contra si as mesmas acusações dos anteriores, enquanto o empresário e delator do esquema, Júnior Mendonça, é apontado como “operador e executor do plano”.

    O conselheiro afastado Humberto Bosaipo teria se apresentados, nas reuniões de negociações de venda de cadeira, como representante do Tribunal de Contas, tendo sido “beneficiado com “empréstimos”, denominados de “agrados”, realizados com o sistema “conta corrente”, alimentada, mantida e coberta com recursos públicos desviados dos cofres do Estado de Mato Grosso, oriundos de “esquema” montado para apropriação de dinheiro público”.

    A participação nas negociações que culminaram na indicação de Sérgio Ricardo ao TCE também pesam contra o deputado estadual José Riva, que responde às mesmas acusações dos demais.

    O filho de Alencar Soares, Leandro, é acusado de ter fornecido, informações, facilitado e indicado transferência de propina relacionada à compra da vaga de seu pai no TCE, “com indicação de contas onde deveriam ser depositados recursos públicos desviados e operados pelo “sistema””.

    O MPE acusa Sérgio Ricardo dos mesmos atos relatados acima, acusando-o de ter comprado a vaga com o pagamento de propina, o que “resultou em inquestionável enriquecimento ilícito e auferimento de vantagem patrimonial indevida, em razão do exercício do cargo de deputado estadual, com inquestionável incorporação ao seu patrimônio e de outrem, de valores mencionados e integrantes do patrimônio público estadual”.

    Confira as íntegras das ações AQUI e AQUI.

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