domingo, 28 de junho de 2020

Vice-presidente Hamilton Mourão pedala sem máscara em Brasília; item de proteção é obrigatório no DF



Político estava acompanhado de seguranças, que usavam item de proteção. Governo federal e do DF Legal não haviam se manifestado até última atualização desta reportagem.
Por G1 DF e TV Globo

28/06/2020 13h20 Atualizado há 4 horas



O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, pedalou sem máscara facial na manhã deste domingo (28), próximo ao Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência em Brasília (veja vídeo acima).

O item de proteção é obrigatório no Distrito Federal, como uma das medidas de prevenção contra o novo coronavírus. Em caso de descumprimento da regra, há previsão de multa de R$ 2 mil.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do vice-presidente e também com o DF Legal – órgão responsável pela fiscalização das medidas sanitárias na capital. No entanto, não obteve respostas até a última atualização desta reportagem.

Mourão estava acompanhado de dois seguranças, que usavam máscara. Durante o passeio de bicicleta, que durou cerca de uma hora – entre 10h20 e 11h20 –, ele foi escoltado por três carros oficiais do governo federal.

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Obrigado a todos e, juntos faremos uma ampla democracia digital

Policlínica Itinerante atende moradores de Santa Maria, nordeste do PA


De 8h30 às 17h30, os atendimentos serão realizados no Centro de Saúde Raimundo Gonçalves da Silva.
Por G1 PA — Belém


28/06/2020 17h12 Atualizado há 13 minutos

Policlínica Itinerante atende moradores de Santa Maria, nordeste do PA
Agência Pará
Até segunda-feira (29), a Policlínica Itinerante atende moradores do município de Santa Maria, na região nordeste do Pará. De 8h30 às 17h30, os atendimentos serão realizados no Centro de Saúde Raimundo Gonçalves da Silva.

Moradores do município e áreas próximas poderão se consultar com a equipe de profissionais que atuam na Policlínica. Além de consultas, caso haja indicação médica, o paciente já recebe os remédios para tratamento de sintomas leves e moderados da Covid-19.

Serviço

Policlínica Itinerante em Santa Maria: os atendimentos serão realizados no Centro de Saúde Raimundo Gonçalves da Silva, na Avenida Santa Maria, nº 1.490, no horário de 8h30 às 17h30.
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sábado, 27 de junho de 2020

Robson & George - Amor Bandido

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sexta-feira, 26 de junho de 2020

Robson & George - Quem não pegou não pega mais (Video Oficial)

Luismar Coutinho CORRETOR CRECI-28984 64-99206 2029 Obrigado a todos e, juntos faremos uma ampla democracia digital

Detran-AM prorroga vencimento de taxas emitidas nesta sexta-feira até 30 de junho

Razão é o fechamento temporário da agência bancária na Sefaz. Nesta quinta-feira (25), a agência bancária que funciona na Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz) paralisou o atendimento para realizar processo de higienização. Com a paralisação, os serviços só devem retornar no dia 29 de junho. Por isso, o Detran-AM prorrogou até o dia 30 de junho o vencimento de taxas emitidas nesta sexta-feira (26). Os impostos e taxas gerados pela secretaria poderão ser pagos em outras agências ou mesmo por meio digital sem prejuízo para os contribuintes. O posto de atendimento do banco no Detran também será afetado. Como a unidade bancária faz parte da agência da Sefaz, diariamente, os funcionários que trabalham no órgão de trânsito precisam dirigir-se à filial para solucionar questões administrativas. Para minimizar os impactos do fechamento da agência, todas as taxas do Detran emitidas, nesta sexta-feira, terão o vencimento prorrogado para o dia 30 de junho. A direção do órgão articula junto à instituição bancária a ampliação do número de caixas eletrônicos de autoatendimento dentro do Detran-AM para facilitar a prestação de serviços aos usuários. Luismar Coutinho CORRETOR CRECI-28984 64-99206 2029 Obrigado a todos e, juntos faremos uma ampla democracia digital

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Oito empresários ligados ao governo devem cerca de R$ 650 milhões Fisco aponta manobras tributárias de empresários ligados a Bolsonaro © Reprodução / Instagram Notícias ao Minuto Brasil 24/06/20 13:43 ‧ HÁ 47 MINS POR FOLHAPRESS ECONOMIA RECEITA Partilhar BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Receita multou empresários bolsonaristas desde a campanha eleitoral por supostas manobras tributárias. A intenção seria, segundo auditores do órgão, evitar pagamento integral de impostos. Entre as irregularidades apontadas está a simulação de operações de compra e venda de aeronaves. A Receita vê também uso de documentos falsificados para recolher contribuições previdenciárias. Levantamento feito pela reportagem mostra que oito empresários ligados ao governo devem cerca de R$ 650 milhões. São valores cobrados pela Receita, contestados no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). Esta é a última instância de questionamentos no Executivo. Há também registros na PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). Após decisões judiciais, o órgão cobra pendências transitadas em julgado e registradas na dívida ativa da União. Segundo empresários consultados pela reportagem, na gestão Bolsonaro o Carf se tornou mais amigável. Agora, o governo deixou de ter voto de desempate nas autuações superiores a R$ 5 milhões. Antes havia a queixa de que o fisco mantinha a punição graças ao voto de minerva do então representante do Ministério da Fazenda em caso de empate no Carf. O contribuinte, nesse caso, saía prejudicado. Em janeiro deste ano, os empresários Rubens Menin, dono da MRV Engenharia e principal acionista do canal CNN Brasil, e Salim Mattar, um dos fundadores da Localiza e hoje secretário de Desestatização e Privatização do Ministério da Economia, recorreram ao Carf de uma multa aplicada pelo fisco, que, se fosse paga à vista nesta quarta-feira (23), seria de cerca de R$ 140 milhões. No recurso, a que a reportagem teve acesso, os empresários questionam a possibilidade de a Receita fazer cobrança referente a operação envolvendo um jato executivo da marca Falcon ocorrida em 2011. Eles afirmam no processo que não são os proprietários da avião e apresentaram um contrato de aluguel com a Líder Táxi Aéreo. A empresa seria a importadora do avião usado exclusivamente por eles. Os auditores, no entanto, verificaram o pagamento de US$ 4 milhões à época feito pelos empresários à fabricante do avião, a Dassault. Para eles, o valor seria um sinal da compra. Também foi constatado um financiamento para a aquisição do bem no Bank of America, que teria feito um pagamento pela aeronave da Dassault à vista e ficado com os US$ 4 milhões como garantia. Salim afirmou, em nota, que a operação de aluguel do jato feita em conjunto com Menin foi "legítima" e "realizada de acordo com a legislação vigente". Menin não respondeu. A aeronave era usada pelos empresários, segundo os auditores, para negócios particulares e de suas empresas. Salim comandava à época a Localiza, que também tem débitos inscritos na dívida ativa da União. Ele deixou a empresa para assumir o cargo no governo em 2019. O secretário não respondeu às questões sobre a Localiza. A assessoria de imprensa da empresa informou que a inscrição dos débitos é indevida. "Houve um erro de digitação no preenchimento da declaração de débitos tributários federais. O valor correto já foi quitado dentro do prazo de vencimento", disse a Localiza. A PGFN informou que o débito foi lançado há cerca de dez dias e está pendente. Dentre os bolsonaristas, Luciano Hang, dono das Lojas Havan, é o recordista em infrações e contestações no Carf, segundo os técnicos. Na Receita, a Havan deve ao menos R$ 57,9 milhões. Há ainda R$ 13,2 milhões em cobrança pela PGFN e mais R$ 123 milhões parcelados pelo último Refis (programa de repactuação de dívidas tributárias). A Havan já foi multada por ora esconder receitas, ora despesas na contabilidade como forma de gerar resultados menores de tributos a pagar. No caso considerado mais grave, Hang teria sonegado valores devidos em contribuição previdenciária de funcionários se valendo de documento que, segundo ele, comprovaria a existência de créditos a serem compensados. A Receita, porém, afirma que os créditos nunca existiram. Diante da suspeita de fraude de documento, o órgão encaminhou o caso para o MPF (Ministério Público Federal), em Santa Catarina. A autuação é de 2013. Em valores corrigidos, Hang deve R$ 2,5 milhões. O empresário cometeu infração semelhante em processo de 2003. Ele foi condenado pela Justiça, mas fez acordo e se livrou da pena. Consultado, Luciano Hang não quis comentar os casos. Na lista de empresários em disputas com o fisco e a PGFN constam ainda Flávio Rocha (Riachuelo), Junior Durski (restaurantes Madero), Edgard Corona (SmartFit) e Sebastião Bonfim (Centauro). Rocha afirmou que os débitos da Riachuelo e da confecção Guararapes são indevidos. "Por isso, apresentamos garantias [seguros e fianças bancárias] e exercitamos nosso direito constitucional à ampla defesa", disse à reportagem. Os outros empresários não haviam respondido até a conclusão deste texto. Salim Mattar Secretário de Desestatização e Privatização, é fundador da Localiza, empresa de que é o principal acionista R$ 140 mi devidos pela suposta compra de aeronave. A Localiza deve R$ 430,7 milhões Rubens Menin Fundador e principal acionista da MRV Engenharia e dono da CNN Brasil R$ 140 mi devidos por suposta compra de aeronave; aparece como responsável por dívidas da empresa que somam R$ 4,1 mi Flávio Rocha Fundador e principal acionista das Lojas Riachuelo e das Confecções GuararapesR$ 128 mi é o valor cobrado de suas empresas Luciano Hang Dono das Lojas Havan R$ 194,1 mi são cobrados, entre dívidas na Receita Federal, na PGFN e renegociadas pelo Refis ACOMPANHE AQUI O

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Receita multou empresários bolsonaristas desde a campanha eleitoral por supostas manobras tributárias. A intenção seria, segundo auditores do órgão, evitar pagamento integral de impostos. Entre as irregularidades apontadas está a simulação de operações de compra e venda de aeronaves. A Receita vê também uso de documentos falsificados para recolher contribuições previdenciárias. Levantamento feito pela reportagem mostra que oito empresários ligados ao governo devem cerca de R$ 650 milhões. São valores cobrados pela Receita, contestados no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). Esta é a última instância de questionamentos no Executivo. Há também registros na PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). Após decisões judiciais, o órgão cobra pendências transitadas em julgado e registradas na dívida ativa da União. Segundo empresários consultados pela reportagem, na gestão Bolsonaro o Carf se tornou mais amigável. Agora, o governo deixou de ter voto de desempate nas autuações superiores a R$ 5 milhões. Antes havia a queixa de que o fisco mantinha a punição graças ao voto de minerva do então representante do Ministério da Fazenda em caso de empate no Carf. O contribuinte, nesse caso, saía prejudicado. Em janeiro deste ano, os empresários Rubens Menin, dono da MRV Engenharia e principal acionista do canal CNN Brasil, e Salim Mattar, um dos fundadores da Localiza e hoje secretário de Desestatização e Privatização do Ministério da Economia, recorreram ao Carf de uma multa aplicada pelo fisco, que, se fosse paga à vista nesta quarta-feira (23), seria de cerca de R$ 140 milhões. No recurso, a que a reportagem teve acesso, os empresários questionam a possibilidade de a Receita fazer cobrança referente a operação envolvendo um jato executivo da marca Falcon ocorrida em 2011. Eles afirmam no processo que não são os proprietários da avião e apresentaram um contrato de aluguel com a Líder Táxi Aéreo. A empresa seria a importadora do avião usado exclusivamente por eles. Os auditores, no entanto, verificaram o pagamento de US$ 4 milhões à época feito pelos empresários à fabricante do avião, a Dassault. Para eles, o valor seria um sinal da compra. Também foi constatado um financiamento para a aquisição do bem no Bank of America, que teria feito um pagamento pela aeronave da Dassault à vista e ficado com os US$ 4 milhões como garantia. Salim afirmou, em nota, que a operação de aluguel do jato feita em conjunto com Menin foi "legítima" e "realizada de acordo com a legislação vigente". Menin não respondeu. A aeronave era usada pelos empresários, segundo os auditores, para negócios particulares e de suas empresas. Salim comandava à época a Localiza, que também tem débitos inscritos na dívida ativa da União. Ele deixou a empresa para assumir o cargo no governo em 2019. O secretário não respondeu às questões sobre a Localiza. A assessoria de imprensa da empresa informou que a inscrição dos débitos é indevida. "Houve um erro de digitação no preenchimento da declaração de débitos tributários federais. O valor correto já foi quitado dentro do prazo de vencimento", disse a Localiza. A PGFN informou que o débito foi lançado há cerca de dez dias e está pendente. Dentre os bolsonaristas, Luciano Hang, dono das Lojas Havan, é o recordista em infrações e contestações no Carf, segundo os técnicos. Na Receita, a Havan deve ao menos R$ 57,9 milhões. Há ainda R$ 13,2 milhões em cobrança pela PGFN e mais R$ 123 milhões parcelados pelo último Refis (programa de repactuação de dívidas tributárias). A Havan já foi multada por ora esconder receitas, ora despesas na contabilidade como forma de gerar resultados menores de tributos a pagar. No caso considerado mais grave, Hang teria sonegado valores devidos em contribuição previdenciária de funcionários se valendo de documento que, segundo ele, comprovaria a existência de créditos a serem compensados. A Receita, porém, afirma que os créditos nunca existiram. Diante da suspeita de fraude de documento, o órgão encaminhou o caso para o MPF (Ministério Público Federal), em Santa Catarina. A autuação é de 2013. Em valores corrigidos, Hang deve R$ 2,5 milhões. O empresário cometeu infração semelhante em processo de 2003. Ele foi condenado pela Justiça, mas fez acordo e se livrou da pena. Consultado, Luciano Hang não quis comentar os casos. Na lista de empresários em disputas com o fisco e a PGFN constam ainda Flávio Rocha (Riachuelo), Junior Durski (restaurantes Madero), Edgard Corona (SmartFit) e Sebastião Bonfim (Centauro). Rocha afirmou que os débitos da Riachuelo e da confecção Guararapes são indevidos. "Por isso, apresentamos garantias [seguros e fianças bancárias] e exercitamos nosso direito constitucional à ampla defesa", disse à reportagem. Os outros empresários não haviam respondido até a conclusão deste texto. Salim Mattar Secretário de Desestatização e Privatização, é fundador da Localiza, empresa de que é o principal acionista R$ 140 mi devidos pela suposta compra de aeronave. A Localiza deve R$ 430,7 milhões Rubens Menin Fundador e principal acionista da MRV Engenharia e dono da CNN Brasil R$ 140 mi devidos por suposta compra de aeronave; aparece como responsável por dívidas da empresa que somam R$ 4,1 mi Flávio Rocha Fundador e principal acionista das Lojas Riachuelo e das Confecções GuararapesR$ 128 mi é o valor cobrado de suas empresas Luciano Hang Dono das Lojas Havan R$ 194,1 mi são cobrados, entre dívidas na Receita Federal, na PGFN e renegociadas pelo Refis Luismar Coutinho CORRETOR CRECI-28984 64-99206 2029 Obrigado a todos e, juntos faremos uma ampla democracia digital

MEC lidera pagamentos a empresa de ex de advogado do presidente... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/06/24/mec-pagamentos-globalweb-cristina-boner-frederick-wassef-jair-bolsonaro.htm?cmpid=copiaecola

O MEC (Ministério da Educação), pasta comandada por Abraham Weintraub até a semana passada, liderou os pagamentos do governo federal feitos à empresa ligada à sócia e ex-mulher de Frederick Wassef, advogado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Desde o início da gestão Bolsonaro, o governo repassou à Globalweb Outsourcing, empresa fundada por Cristina Boner e administrada por uma filha dela, cerca de R$ 12 milhões. É o que mostra levantamento do UOL no Diário Oficial, portal da Transparência, sites do governo e da Receita Federal.... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/06/24/mec-pagamentos-globalweb-cristina-boner-frederick-wassef-jair-bolsonaro.htm?cmpid=copiaecola Além disso, desde o ano passado, o MEC assinou novos contratos com a empresa que somam R$ 16,1 milhões até fevereiro de 2021. A conta chega a R$ 24 milhões, quando são incluídos os contratos do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas) e do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), que recentemente recebeu diretores indicados pelo chamado centrão do Congresso. O subsecretário de assuntos administrativos do ministério, José Eduardo Couto Ribeiro, disse que não poderia comentar as compras do Inep e do FNDE, mas afirmou que os negócios foram feitos a partir de decisões técnicas do setor de informática, serviço prestado pela empresa. Uma dessas decisões, segundo o ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/06/24/mec-pagamentos-globalweb-cristina-boner-frederick-wassef-jair-bolsonaro.htm?cmpid=copiaecola Telebrás e BNDES lideram em contratos Em quantidade de novos contratos com a Globalweb, a Telebrás está em primeiro lugar entre os órgãos e pastas da administração federal, com R$ 125 milhões, seguida do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e do próprio MEC. A Telebrás renovou, em janeiro deste ano, um contrato que mantinha com a empresa desde 2017, no governo de Temer. O preço ficou em R$ 122,2 milhões, superior aos R$ 116 milhões do contrato anterior. O serviço prestado é a operação do Centro Integrado de Gerência de Rede da estatal em Brasília. Já um novo contrato para a "ampliação da maturidade de ambiente computacional envolvendo a implantação e oper... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/06/24/mec-pagamentos-globalweb-cristina-boner-frederick-wassef-jair-bolsonaro. Luismar Coutinho CORRETOR CRECI-28984 64-99206 2029 Obrigado a todos e, juntos faremos uma ampla democracia digital