sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Soja: China compra menos e exportações caem 13% em julho no Brasil


RECUO
Se comparado ao ano passado, o resultado do mês é ainda pior. No acumulado do ano o país vendeu 7,2% menos que em 2018
02 de agosto de 2019 às 10h41
Por Daniel Popov, de São Paulo
Foto: Aprosoja-AP
O Brasil sentiu os efeitos da redução das compras de soja da China. Em julho deste ano, o país embarcou 13% menos para o exterior de maneira geral, se comparado a junho e 23,3% menos que em julho de 2018, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Em julho de 2019 o Brasil exportou 13% menos soja para o mundo, ou seja, 7,820 milhões de toneladas, contra 9,066 de junho e 10,198 de julho do ano passado. Interessante ressaltar que no ano passado, neste mesmo mês, a China havia comprado do país 7,973 milhões de toneladas, ou seja mais do que o total registrado neste ano em julho. A Secex ainda não detalhou quando os chineses compraram em julho deste ano.
Financeiramente o mês foi ruim também, com preços mais baixos, o Brasil obteve um lucro de US$ 2,7 bilhões, -12,9% ante os US$ 3,1 bilhões de junho e 32,5% menor que os US$ 4 bilhões de julho de 2018.

Óleo

Já as exportações de óleo totalizam 124,5 mil toneladas em julho, 14,6% a menos que as 145.8 mil toneladas de junho e 42,2% a menos ante as 215,4 mil toneladas do mesmo mês de 2018.
Os valores conseguidos com estas compras também diminuíram. Em julho deste ano somaram US$ 78,2 milhões de toneladas, 16,7% abaixo dos US$ 93,4 milhões de junho e 48,2% menor que os US$ 151,2 milhões do ano passado.

Acumulado de janeiro a julho

No acumulado de janeiro a julho deste ano, as exportações de soja em grão somaram 52,3 milhões de toneladas, 7,2% a menos que as 56,4 milhões de toneladas do mesmo período do ano passado.
O faturamento naturalmente foi menor também, na casa dos US$ 18,3 bilhões, ante os US$ 22,5 bilhões do acumulado de 2018, ou seja queda de 18,6%.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

‘Brasil deve entender o que o resto do mundo quer consumir’, diz ministra

Tereza Cristina citou os acordos comerciais que o Brasil fechou e os que estão em negociação como um incentivo ao setor para aprimorar os produtos exportados
01 de agosto de 2019 às 16h58
Por Canal Rural
Foto: Ministério da Agricultura
A ministra Tereza Cristina alertou nesta quinta-feira, 1º, que o Brasil precisa entender o que os países com os quais estamos fechando acordos necessitam. Em discurso feito na  Feira de Agronegócios Coopercitrus (Feacoop) realizada em Bebedouro, interior de São Paulo, ela comemorou o atual momento da agropecuária nacional.
“Tenho orgulho de ser ministra da agricultura deste fantástico país. Colocamos alimentos seguros no prato de 1,5 bilhão de pessoas, todos os dias, no mundo inteiro. E temos que nos preparar para todos esses acordos, pois o Brasil se abriu para o mundo e temos que estar preparados para entender o que os consumidores querem lá fora”, falou.
Um exemplo prático dado pela ministra foi dos frigoríficos que, segundo ela, precisam variar o que é exportado. “Temos que exportar carnes do jeito que eles querem: embaladinhas, pois a dona de casa que no pacotinho. O Brasil não pode ser exportador apenas de carne de hambúrguer, pois temos carne boa no Brasil e temos que levar elas prontas lá pra fora, agregando valor para que possamos pagar mais aos nossos produtores, que precisam investir em tecnologia e genética”.
Tereza Cristina se disse otimista com o início do governo Bolsonaro e confiante no que será feito na área da agropecuária. “Nós queremos que o Brasil dê certo. Fico muito feliz de poder participar desse momento histórico, de virada de página. Estamos fazendo o dever de casa e vamos chegar aonde nós queremos”, finalizou.
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Exportação brasileira de milho em julho cresceu mais de 400%


01 de agosto de 2019 às 16h33
Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) as exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 1,126 bilhão em julho, com média diária de US$ 49 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 6,316 milhões de toneladas, com média de 274,6 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 178,40.
Frente a julho de 2018, houve ganho de 426,5% no valor médio diário exportado, elevação de 416,4% na quantidade média diária de volume e valorização de 2% no preço médio.
Na comparação com a média diária de junho, houve uma elevação de 242,1% no valor médio exportado, uma alta de 281,2% na quantidade média diária e perda de 10,3% no preço médio.

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