segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

10/12/2018 Ibama nega licença para Total perfurar área petrolífera na Foz do Amazonas


Ibama nega licença para Total perfurar área petrolífera na Foz do Amazonas
O Ibama indeferiu nesta sexta-feira pedido de licença ambiental feito pela francesa Total para perfuração marítima em cinco blocos na Bacia da Foz do Amazonas, por incertezas relacionadas ao plano de emergência apresentado pela empresa e possíveis ameaças à biodiversidade marinha.
Em nota, órgão ambiental federal afirmou que foram identificados um conjunto de problemas técnicos ao longo do processo, que teve início em 2015.
A Total é a operadora do consórcio que arrematou os cinco blocos em uma licitação em 2013, e tem como sócias a brasileira Petrobras e a britânica BP.
“Em despacho, a presidente do Instituto, Suely Araújo, acompanha parecer técnico que aponta a existência de profundas incertezas relacionadas ao Plano de Emergência Individual (PEI) do empreendimento, agravadas pela possibilidade de vazamento de óleo afetar os recifes biogênicos presentes na região e a biodiversidade marinha de forma mais ampla”, segundo a nota do Ibama.
O Ibama afirmou ainda que garantiu todas as oportunidades possíveis para que a Total E&P do Brasil complementasse e esclarecesse os problemas técnicos apontados durante o processo.
O órgão pontuou que o empreendedor foi informado da decisão por meio de ofício nesta sexta-feira.
A Total confirmou que foi notificada e que vai analisar os documentos que recebeu para decidir os próximos passos.
A ONG Greenpeace considerou a decisão do Ibama uma grande vitória, uma vez que vem liderando uma campanha contra a exploração de petróleo na região há cerca de dois anos, depois que uma descoberta no mar do Amapá de recifes de corais, rodolitos e esponjas com propriedades inéditas foi publicada na revista Science Advances, em 2016.
“Essa é uma ótima notícia para os corais da Amazônia, um ecossistema único e do qual ainda se sabe pouco. E uma ótima notícia para as comunidades locais e o ativismo ambiental porque prova o poder da mobilização popular”, disse o coordenador da campanha Defenda os Corais da Amazônia, da ONG Greenpeace Brasil, Thiago Almeida (Reuters, 8/12/18)

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Feliz Natal e Feliz ano novo




Obrigado família e a todos os nossos amigos, que fez de cada minuto desse ano de 2018 o ultimo minuto de suas vidas tornando mais alegres e satisfeito sentindo aquele gostinho do dever cumprido
Feliz natal e que menino Jesus esteja no coração de cada um de nos.

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Constança Rezende e Fabio Serapião Rio e Brasília


06/12/2018 16h41 Atualizado 07/12/18 06h42

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou uma nota na tarde desta quinta-feira (6), em que confirma a existência do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentações atípicas envolvendo profissionais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O documento faz parte da Operação Furna da Onça, que prendeu 10 deputados estaduais do Rio de Janeiro, segundo o MPF, envolvidos em um esquema de pagamento de "mensalinho".
A nota do MPF foi divulgada após o jornal "O Estado de S. Paulo" revelar que o relatório cita a existência de uma conta no Itaú em nome do policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz com transações financeiras classificadas como suspeitas.
O PM foi motorista de Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, ambos do PSL, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e o mesmo mês de 2017.
Uma das transações elencadas no documento é um cheque de R$ 24 mil destinado a futura primeira-dama Michele Bolsonaro. Segundo o MPF, o relatório foi espontaneamente difundido pelo Coaf em um processo de compartilhamento de informações entre os órgãos de investigação.
Ainda de acordo com a nota, o MPF não chancela a divulgação de trechos do documento "exceto se a movimentação relatada pelo Coaf, após examinada com rigor por equipe técnica, revelar atividade financeira ilegal".
"Como o relatório relaciona um número maior de pessoas, nem todos os nomes ali citados foram incluídos nas apurações, sobretudo porque nem todas as movimentações atípicas são, necessariamente, ilícitas. A íntegra do documento foi juntada aos autos para confirmar que não houve edição após envio pelo Coaf", explicou o MPF.
Fabrício José Carlos de Queiroz foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro no dia 15 de outubro deste ano. Registrado como assessor parlamentar, Queiroz é também policial militar e, além de motorista, atuava como segurança do deputado.
O Coaf informou que foi comunicado das movimentações de Queiroz pelo banco porque elas são "incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira" do ex-assessor parlamentar.

Defesas

Procurado pelo Estado para se manifestar sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que aponta movimentação financeira atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor parlamentar do deputado Flávio Bolsonaro, respondeu que não sabe "nada sobre o assunto".
A chefia de gabinete de Flávio Bolsonaro, senador eleito pelo PSL-RJ, afirmou que Queiroz trabalhou por mais de dez anos como segurança e motorista do deputado, "com quem construiu uma relação de amizade e confiança".
A assessoria afirmou ainda que o filho mais velho do presidente eleito não tem "informação de qualquer fato que desabone" a conduta do ex-assessor parlamentar.
"No dia 16 de outubro de 2018, a pedido, ele foi exonerado do gabinete para tratar de sua passagem para a inatividade", informou o gabinete, por meio de nota.
Procurada pela reportagem, a assessoria do presidente eleito Jair Bolsonaro não respondeu sobre o assunto, nem sobre o cheque no valor de R$ 24 mil que teria sido destinado a Michelle Bolsonaro. O espaço está aberto para manifestações.
A futura primeira-dama não foi localizada na quarta-feira (5). O espaço está aberto para manifestações.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Tereza Cristina diz considerar "difícil" mudança da Funai para Agricultura


Publicado em 06/12/2018 14:40
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LOGO REUTERS
BRASÍLIA (Reuters) - A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta quinta-feira que considera difícil a Fundação Nacional do Índio (Funai) ser deslocada para a pasta que vai comandar e que o órgão deve permanecer mesmo no Ministério da Justiça, embora tenha ressalvado que ainda não há decisão sobre o assunto.
“Para a Agricultura é difícil. Acho que vai ficar tudo igual, mas ainda não está decidido... Houve uma discussão do assunto, mas não batemos o martelo. Ficamos de conversar mais tarde”, disse ela, que participou de reunião comandada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro com ministros indicados.
Mais cedo, um grupo de indígenas foi ao gabinete de transição para protestar pela permanência da fundação no Ministério da Justiça.
Em meio à indefinição sobre a estrutura do novo governo, Bolsonaro afirmou na véspera que a Funai vai para “algum lugar”. O presidente eleito disse que o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, está sobrecarregado com a reestruturação da pasta, mas não quis cravar que a Funai não ficará mesmo no ministério.
Na segunda-feira, o futuro titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, havia afirmado que a Funai poderia ser incorporada ao Ministério da Agricultura, o que foi alvo de críticas.
O futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra, disse nesta quinta-feira que estava sendo avaliada a possibilidade de a Funai ir para a sua pasta ou para o Ministério de Direitos Humanos.
"A Funai tem um papel muito específico, muito importante, e o Conselho dos Povos está na área de direitos humanos, então acho que é possível que ela fique lá ou fique em Direitos Humanos, temos que avaliar”, disse.
"Tem que ter afinidade... onde está a representação da sociedade civil, onde está o cuidado com a preservação das etnias, que estão lá no Ministério dos Direitos Humanos, mas isso é uma decisão que o presidente vai tomar", disse Terra.
Questionado se a melhor opção para a Funai seria o Ministério dos Direitos Humanos, Terra disse seria uma boa solução, mas ressaltou que o importante é que a fundação receba a relevância que merece.
"Não estou dizendo que tem que ser lá (Ministério dos Direitos Humanos). Eu acho que pode ser bom. Eu acho que tem vários lugares que ela pode ficar, até na Secretaria de Governo", disse. "De qualquer maneira tem que ser um ministério que dê relevância ao tema. O meu já está com muita coisa relevante."
(Reportagem de Ricardo Brito, Lisandra Paraguassu e Mateus Maia)
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Fonte: Reuters

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Aviões desaparecidos: MT e AP

Aviões desaparecidos: MT e AP

Helicóptero que resgatou piloto e co-piloto e os levou para Cuiabá — Foto: Ianara Garcia / TVCA
Helicóptero que resgatou piloto e co-piloto e os levou para Cuiabá — Foto: Ianara Garcia / TVCA
O piloto John Cleiton Venera e co-piloto Marcelo Balestrin que estavam desaparecidos, desde a última sexta-feira (30), após o sumiço de um pequeno avião no Mato Grosso, foram encontrados ontem, em uma região de mata, próximo à Serra do Mangaval, em Cáceres, a 220 km de Cuiabá. Eles estão feridos, mas conscientes, e levado para o pronto-socorro da capital. O G1 acompanha o caso. A aeronave decolou da cidade de Pimenta Bueno (RO) com destino a Cuiabá, mas não chegou ao seu destino final e perdeu o contato com os órgãos de controle a aproximadamente 120 km da capital mato-grossense.
No AP, uma aeronave de pequeno porte, de prefixo PT-RDZ, que estaria com o piloto e pelo menos sete indígenas desapareceu no domingo (2) num trajeto entre a aldeia Mataware, no Parque do Tumucumaque, e o município de Laranjal do Jari, no Oeste do estado. O G1 acompanha as buscas.
 — Foto: Claudia Peixoto e Alexandre Mauro / G1
— Foto: Claudia Peixoto e Alexandre Mauro / G1

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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

CNA se reúne com instituto francês de agropecuária

Publicado em 04/12/2018 13:07 Atualizado as 22h05
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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) recebeu nesta segunda (3) a visita de representantes do Institut de l’elevage (Idele), instituto francês de pesquisa agropecuária.
O encontro é resultado do “Global Conference on Sustainable Beef”, evento que ocorreu no início de outubro, em Kilkenny, na Irlanda, para discutir as ações mundiais de sustentabilidade na cadeia produtiva de carne.
“Durante a conferência, soubemos que os pesquisadores do instituto europeu viriam ao Brasil. Então a ideia foi trazê-los à CNA para mostrar o papel do Sistema em incentivar o pecuarista na utilização de técnicas sustentáveis”, disse o assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da CNA, Ricardo Nissen.
Segundo ele, a reunião foi uma oportunidade de conhecer as pesquisas, iniciativas e os resultados do Brasil e da França com relação à sustentabilidade na bovinocultura de corte. “Eles nos apresentaram um pouco do formato do Idele, o panorama da produção de carne na França e os subsídios ao produtor rural”.
Para ele, a aproximação é importante, pois o país tem uma rede de fomento de consumo de carne muito ampla. “Eles trabalham isso fortemente na França e é uma iniciativa que a nossa Comissão está lançando, que é o Programa Carne Brasil, que trabalha a imagem da carne junto ao consumidor”.
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Fonte: CNA/SENAR

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FPA homenageia parlamentares por atuação na defesa da agropecuária brasileira

Publicado em 04/12/2018 18:05 Atualizado as 22h03

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A presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada Tereza Cristina (DEM/MS), e o vice-presidente, deputado Alceu Moreira (MDB/RS), homenagearam, nesta terça-feira (4), deputados e senadores membros da FPA, além de ex-presidentes. Para ela, a solenidade marca o reconhecimento dos avanços conquistados não só na agropecuária, mas também para o Brasil. A solenidade destacou o trabalho desenvolvido pelo colegiado desde sua criação.
Segundo Tereza Cristina, os parlamentares homenageados mudaram a história da agropecuária brasileira. “A agropecuária nacional só deu o salto de qualidade que precisava graças ao trabalho exercido por cada um. O fortalecimento da FPA é fruto da dedicação dos senhores que estão saindo e vai continuar com aqueles que estão chegando”, afirmou. A presidente disse ainda que a FPA sempre será instrumento fundamental de diálogo com os produtores rurais de todo o país, com as entidades do setor produtivo e com a sociedade brasileira.
Durante a cerimônia, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, ressaltou a necessidade permanente de combate a corrupção e foi enfático ao dizer que o país precisa cumprir um consenso de respeito à lei, sem abusos, e para todos. “Me sinto extremamente honrado com esta homenagem. Tenho nesta Frente uma aliada nas principais causas para melhorar o país”.
Em seu discurso, o senador Benedito de Lira (PP/AL) afirmou que o equilíbrio à balança comercial e ao país são garantidos pela agricultura e pecuária brasileira. Ele chamou atenção especial à pecuária, principalmente, em relação aos custos inerentes ao segmento. O deputado Alfredo Kaefer (PP/PR) reiterou a posição de ter trabalhado pelas causas certas, mas nem sempre as mais populares. “Tenho a consciência tranquila de que cumpri minha missão. Encerro meu mandato assim”, disse Kaefer.
Coordenadora de Agricultura Familiar da FPA, a deputada Raquel Muniz (PSD/MG), relembrou sua trajetória em prol da agricultura familiar, segundo ela, sua grande paixão. “Acredito que desenvolvi um trabalho de excelência não só para o meu Estado, o norte de Minas, mas para o Brasil, principalmente para os nossos agricultores familiares. Mais do que ter sido deputada federal, valeu a pena fazer parte da história de mudanças da agropecuária brasileira, do nosso país. A agricultura familiar sempre foi e continuará sendo muito bem representada aqui na FPA”, complementou a deputada.
Lembrado pela sua atuação de destaque nas pautas ambientais, como o Código Florestal, o deputado Valdir Colatto (MDB/SC), coordenador de Meio Ambiente da FPA e também ex-presidente, lembrou que no início a agricultura nunca chamava atenção. “Temos um desafio grande à frente nas pautas ambientais no Congresso Nacional. Precisamos de representatividade. Precisamos parar com ideologias e tirar essa briga entre agricultura e meio ambiente. Isso é uma falácia. Somos aliados. O produtor rural é o que mais preserva a natureza, pois depende do meio ambiente para continuar produzindo alimento à população”, defendeu Colatto.
Ex-presidentes
Na ocasião, também foi inaugurada a Galeria de Ex-Presidentes da FPA com o total de 18 parlamentares desde a criação da Frente: Abelardo Lupion, Augusto Nardes, Beto Rosado, Dilceu Sperafico, Homero Pereira (in memoriam), José Augusto Maia, Kátia Abreu, Luis Carlos Heinze, Marcos Montes, Moacir Micheletto (in memoriam), Moreira Mendes (in memoriam), Nelson Marquezelli, Nilson Leitão, Odacir Zonta, Ronaldo Caiado, Silas Brasileiro e Valdir Colatto.
Para o líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), um dos homenageados, sua atuação na FPA foi pautada por causas primordiais para o país, como licenciamento ambiental e segurança jurídica. “Sou muito grato pela oportunidade que esta Frente me deu. Tenho orgulho pelo trabalho que desenvolvi aqui como parlamentar e como presidente”, disse Leitão que foi presidente do colegiado em 2017.
Presente na reunião, o ex-presidente da FPA, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, destacou que a posição privilegiada ocupada hoje pela agropecuária brasileira é fruto de um intenso trabalho iniciado há quase 30 anos pela FPA. “Nós fundamos essa Frente e vejo aqui a continuidade desse trabalho. Volto a me encontrar com muitos amigos e concedo aplausos a cada um deles pela coesão do trabalho executado”, ressaltou Nardes.
Deputado federal por 20 anos, Betinho Rosado, parabenizou a galeria e disse que ela será um memorial das lutas, batalhas, vitórias e derrotas da agropecuária brasileira. “A bandeira do campo é a bandeira do Brasil”, afirmou Rosado, também ex-presidente da FPA.
Confira a lista de homenageados:
Deputados (as)  Federais
Adilton Domingos Sachetti
Aelton José De Freitas
João Alberto Fraga Silva
Jacob Alfredo Stoffels Kaefer
Carlos Eduardo Xavier Marun
Carlos Do Carmo Andrade Melles
Cesar Hanna Halum
Francisco Danilo Bastos Forte
Darcísio Paulo Perondi
Dilceu João Sperafico
Evandro Herrera Bertone Gussi
Evandro Rogerio Roman
Fabio Paulino Garcia
Francisco Alves De Aguiar
Geraldo Resende Pereira
Heuler Abreu Cruvinel
João Rodrigues
Josué Bengtson
Jovair De Oliveira Arantes
Junji Abe
Lázaro Botelho Martins
Luiz Carlos Jorge Hauly
Luiz Claudio Pereira Alves
Luiz Henrique Mandetta
Marcos Montes
Mauro Pereira
Nelson Marquezelli
Nilson Leitão
Nilton Balbino
Osmar José Serraglio
Victorio Galli Filho
Raimundo Gomes De Matos
Raquel Muniz
Reinhold Stephanes
Roberto Egídio Balestra
Wherles Fernandes Da Rocha
Rogério Simonetti Marinho
Antônio Pinheiro Júnior
Valdir Colatto
Senadores (as) da República
Airton Sandoval
Ana Amélia de Lemos
Benedito de Lira
Cidinho Santos
Flexa Ribeiro
Garibaldi Alves Filho
Givago Tenório
Gladson de Lima Cameli
Ivo Cassol
José Antônio Medeiros
Paulo Bauer
Pedro Chaves
Romero Jucá
Ronaldo Caiado
Valdir Raupp
Waldemir Moka
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Fonte: FPA

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