"Eu costumo decidir as coisas meio assim, né? Quero anunciar por mim, que meu espirito é continuar fazendo que fiz uma vida inteira que é lutar pela democracia. Mas ele não sem dúvida", afirmou o candidato do pedetista.
Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, ficou superou o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckimin (PSDB) e João Amôedo (Novo).
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No fim da noite deste domingo (7) Haddad fez um pronunciamento após a confirmação de sua presença no segundo turno, em que agradeceu os votos que recebeu e garantiram o PT no segundo turno.
O petista se disse "desafiado pelos resultados das urnas e pelos riscos que a democracia no Brasil sofre", afirmando que "a Constituição de 1988 está em jogo".
Haddad ainda disse que o "segundo turno é uma oportunidade para discutir frente a frente, olho no olho" com seu adversário.
O ex-ministro ainda disse querer "unir os democratas" e afirmou já ter conversado com Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL).
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Menos de uma hora após a confirmação de que irá para o segundo turno contra Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL) fez uma transmissão ao vivo no Facebook para agradecer aos eleitores, na noite deste domingo (7).
Ele voltou a colocar em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas, após eleitores dele relatarem supostos problemas. O candidato afirmou que vai dialogar com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) antes do segundo turno, mas não especificou qual seria a pauta.
"Se tivéssemos confiança no voto eletrônico, já teríamos o nome do futuro presidente da República decidido no dia de hoje", acrescentou.
Bolsonaro acrescentou que "não vai ser fácil o segundo turno". "Eles [PT] têm bilhões para gastar, têm um poder econômico enorme, têm também parte da mídia, favorável aos seus propósitos.
Com 98,86% das urnas apuradas (às 21h53), Jair Bolsonaro tinha 46,26% dos votos contra 28,95% de Haddad.
Ao lado do economista Paulo Guedes (eventual ministro da Fazenda em caso de vitória), ele considerou a votação "uma grande vitória" para quem "não tem tempo de televisão, tem ainda um partido muito pequeno e ficou hospitalizado por aproximadamente 30 dias".
"Tivemos a bandeira da verdade acima de tudo. Não comecei a fazer campanha há poucas semanas. Há quatro anos andamos pelo Brasil porque essa é a atividade de um deputado federal", disse.
Sobre o fato de ter perdido no Nordeste, o candidato minimizou e disse que pretende reverter esses números no segundo turno.
"Nós ganhamos em quatro regiões, perdemos no Nordeste. Mas a nossa votação no Nordeste foi muito boa e tenho certeza que melhorará no segundo turno. O que eu quero para o Nordeste é uma região que, através do seu povo humilde, conservador e trabalhador, fique livre da mentira, fique livre da coação que sempre existiu por parte do PT nas eleições. Fazem o verdadeiro terrorismo", afirmou.
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São considerados votos válidos aqueles que excluem brancos e nulos, ou seja, os que necessariamente são declarados a favor de uma candidatura. Para ser eleito em primeiro turno, o candidato precisa obter no mínimo 50% mais um voto do total de votos válidos.
Segundo o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, o segundo turno nestas eleições presidenciais é "quase certo".
"A gente deixa uma margem, uma probabilidade de não acontecer por que essa campanha foi marcada pela imprevisibilidade e por mudanças no cenário", disse Paulino durante transmissão ao vivo no site do jornal "Folha de S. Paulo".
Mas o resultado aponta para quase certeza de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad com alguma chance de Ciro ter alguma reação no dia da eleição, mas muito dificilmente o suficiente para alcançar Haddad
Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha
Datafolha
Veja a intenção de votos válidos para todos os candidatos a presidente segundo o Datafolha:
Jair Bolsonaro (PSL): 40%
Fernando Haddad (PT): 25%
Ciro Gomes (PDT): 15%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 3%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Eymael (DC): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
O Datafolha fez a pesquisa entre os dias 5 e 6 de outubro com 17.056 entrevistados. A pesquisa foi contratada pela "Folha de S. Paulo" e a TV Globo, e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01534/2018.
O intervalo de confiança estimado para a pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isto significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%.
Ibope
Veja a intenção de votos válidos para todos os candidatos a presidente segundo o Ibope:
Jair Bolsonaro (PSL): 41%
Fernando Haddad (PT): 25%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 3%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Eymael (DC): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
O Ibope fez a pesquisa entre os dias 5 e 6 de outubro com 3.010 entrevistados. A pesquisa foi contratada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e a TV Globo, e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01537/2018.
O intervalo de confiança estimado para a pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados serem um retrato do atual "momento eleitoral".
Rejeição
Tanto o Ibope como o Datafolha apontam Bolsonaro e Haddad como os mais rejeitados pelos eleitores --apesar de liderarem as pesquisas.
No Datafolha, Bolsonaro tem 44% de rejeição, e Haddad, 41%. No Ibope, 43% rejeitam Bolsonaro e 36%, Haddad.
A soma dos percentuais de rejeição ultrapassa 100%, já que os entrevistados podiam escolher mais de um candidato.
Segundo turno
O Datafolha e o Ibope também mostraram, cada um, quatro simulações de segundo turno aos entrevistados.
No Datafolha, há empate técnico em todos os cenários pesquisados. No Ibope, a situação é a mesma, com exceção do confronto entre Bolsonaro e Marina, em que o candidato do PSL vence.
Veja a intenção de voto nos cenários pesquisados pelo Datafolha:
Bolsonaro x Haddad Bolsonaro: 45% Haddad: 43% Branco/nulo: 10% Não sabe: 2%
Ciro x Bolsonaro Ciro: 47% Bolsonaro: 43% Branco/nulo: 8% Não sabe: 2%
Bolsonaro x Alckmin Bolsonaro: 43% Alckmin: 41% Branco/nulo: 13% Não sabe: 2%
Alckmin x Haddad Alckmin: 41% Haddad: 38% Branco/nulo: 18% Não sabe: 2%
Veja os resultados dos cenários pesquisados pelo Ibope:
Bolsonaro x Haddad Bolsonaro: 45% Haddad: 41% Branco/nulo: 12% Não sabe: 3%
Ciro x Bolsonaro Ciro: 45% Bolsonaro: 41% Branco/nulo: 11% Não sabe: 2%
Bolsonaro x Alckmin Bolsonaro: 43% Alckmin: 40% Branco/nulo: 14% Não sabe: 3%
Bolsonaro x Marina Bolsonaro: 46% Marina: 36% Branco/nulo: 15% Não sabe: 3%
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Elementos que se dizem membros do Comando Vermelho que fizeram a execução
05/10/2018 às 07h18min - Atualizada em 06/10/2018 às 08h55min
Araguaia Notícia
Folhamax
Imagens fortes não tem como mostrar o vídeo!!!
Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o momento em que membros do Comando Vermelho executam as adolescentes Keize Rodrigues, 16 anos, e Lana Talyssa Moreira Bezerra, 13 anos. A Polícia Civil investiga o envolvimento das garotas com os membros do PCC, o que pode ser o motivo dos assassinatos.
Nas imagens, as meninas aparecem com as mãos amarradas para trás e com os cabelos cortados. A adolescente de 13 anos chega a implorar para não ser executada, mas é atingida com um disparo. O vídeo divulgado até o momento está cortado como se tivesse continuidade até a execução da Lana.
As duas foram encontradas mortas no Rio Cuiabá, na região do Carrapicho, em Várzea Grande. Horas antes, dois rapazes foram mortos e dois ficaram feridos após membros do CV invadir uma casa para executa-los.
Um dos suspeitos de envolvimentos nas mortes foi preso pela Polícia Civil na tarde de quarta e contou que ele e os comparsas sequestraram as menores na rodoviária de Várzea Grande. Elas foram obrigadas a indicar a casa onde os jovens rivais estavam. As garotas eram namoradas de duas das vitimas.
A Polícia Civil informou que já tem conhecimento do vídeo e que está analisando a veracidade do material. O caso segue sob investigação.
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Quem fizer campanha para um candidato ou partido político pelas redes sociais no dia da eleição pode ser punido com até um ano de prisão ou multa de até R$ 15.961,50
Os eleitores brasileiros vão às urnas no próximo domingo (7), para eleger deputados federal e estadual, senadores, governador e presidente. Esta é a primeira eleição que a internet e as redes socais foram permitidas durante a campanha eleitoral, mas pedir votos no dia das eleições por WhatsApp e outras redes sociais é crime.
Conforme o artigo, está passível à punição o responsável por "publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet", no entanto, publicações feitas até 23h59 do sábado (6) podem continuar no ar durante o dia de eleições.
Isso significa que usar o WhatsApp, Facebook, ou qualquer outra rede, para enviar mensagens e tentar converter votos para um determinado candidato pode ser considerado um crime eleitoral.
Também está sujeito a punições o eleitor que fizer pedidos por votos em branco ou nulo.
O advogado diz que qualquer pessoa que se deparar com infrações nas redes sociais pode tirar print (captura de tela) da propaganda e encaminhar para o Ministério Público, para a denúncia ser apurada e formalizada.
O responsável por desrespeitar a lei pode ficar preso de seis meses a um ano ou ter a pena convertida em prestação de serviços à comunidade. Outra punição possível é o pagamento de uma multa que varia de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.
Segundo o presidente da Comissão de Direito Eleitoral, caso o candidato divulgado saiba da propaganda, também poderá sofrer punições.
De acordo com Salata, "cada caso tem que ser analisado individualmente". Ele ainda diz que caso o próprio candidado faça a propaganda, além de poder ser preso ou multado, corre o risco de ter a candidatura cassada.
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Alguns dos 48 especialistas de 18 nacionalidades da MOE/OEA (Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos) para as eleições gerais do próximo domingo (7) já começaram a chegar ao país. A missão é liderada pela ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla. É a primeira vez que a OEA acompanha uma eleição no Brasil.
Especialistas e observadores atuarão no Distrito Federal e em mais 12 estados — Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Amazonas, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Haverá ainda um grupo que fará a observação das eleições fora do Brasil.
Em comunicado nas redes sociais, a coordenação da missão informou que os especialistas e observadores vão “fazer um registro detalhado e levantar toda a programação da grupo em território brasileiro”.
Em agosto, Laura Chinchila se reuniu com autoridades brasileiras para conversar sobre a missão. Segundo ela, o objetivo principal das missões de Observação Eleitoral da OEA é acompanhar os pleitos para estabelecer e compartilhar boas práticas e identificar áreas passíveis de melhoria, contribuindo dessa forma para o fortalecimento dos processos democráticos no hemisfério.
Os representantes da missão acompanharão a fase final da campanha eleitoral e o primeiro e segundo turnos da eleição.
Dados
O número de missões cresce progressivamente, assim como o de países que as solicitam, já tendo sido realizadas, desde 1962, mais de 240 missões em 28 dos 34 Estados-membros da OEA.
Para a realização de uma MOE/OEA, a Secretaria-Geral da organização e o país anfitrião celebram dois acordos que estabelecem as condições para que a missão possa realizar seu trabalho com independência e autonomia: o Acordo de Procedimentos para Observação Eleitoral, que, no caso do Brasil, foi assinado entre a OEA e o TSE em dezembro de 2017, e o Acordo de Privilégios e Imunidades, assinado pela chefe da MOE e pelo ministro Aloysio Nunes Ferreira.
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