domingo, 4 de março de 2018

Uma ótima oportunidade

Uma ótima oportunidade
Contato 64 99206 2029

 Tanque de peixes
 Granja com 200 galinhas poedeiras
Sede da fazenda

Tem 12 alqueires área mecanizada entra no negócio trator com grade e plantadeira
22 vacas com bezerros produz por dia cada em média de 28 litros de leite

Veja o Video no link abaixo

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1870288413041107&id=100001799000347

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sábado, 3 de março de 2018

Fazenda em Barra do Garças é reintegrada aos proprietários sem violência

Cerca de 68 homens da PM acompanharam os oficiais de Justiça no despejo de 800 pessoas que ocupavam a propriedade rural que fica perto Vale dos Sonhos na Br 158

Araguaia Notícia
Ronaldo Couto



A Polícia Militar com aproximadamente 68 homens inclusive equipes da Rotam e Força Tática de Cuiabá estiveram acompanhando de perto, na quinta-feira (1/3), a reintegração de posse da Fazenda Eldorado, uma das maiores de Barra do Garças.

Cerca de 800 pessoas foram retiradas da propriedade no cumprimento de um mandado de reintegração de posse. A ocupação liderada pelo MLT já tinha mais de quatro meses. A intervenção da justiça e polícia foi decidido por um comitê de anti-crise que fica em Cuiabá para justamente evitar conflitos.

O tenente-coronel Omar Prado, comandante do 5º comando regional de Barra do Garças, informou na manhã de sexta-feira (2/3) que as famílias que estavam na fazenda foram encaminhadas para um pequeno acampamento que existe em Vale dos Sonhos e outros retornaram a cidade de Barra ado Garças. Caminhões foram disponibilizados pelo proprietário da Fazenda Eldorado para reintegração de posse.

O Movimento pela Luta da Terra (MLT) reivindica a desapropriação da Fazenda Eldorado alegando que ela já pertence ao banco. Os proprietários negam e entraram na justiça.



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Fachin inclui Temer em investigação de repasses da Odebrecht

Caso relatado por Fachin apura contribuição de R$ 10 milhões da empreiteira para o partido do presidente

Operação Lava Jato

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Temer agora será investigado em 2 inquéritos no STF

Temer agora será investigado em 2 inquéritos no STF

Marcos Corrêa/PR
O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), acatou pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) para incluir o presidente Michel Temer (MDB) na relação de investigados de um inquérito que investiga o suposto recebimento de recursos ilícitos repassados pela empreiteira Odebrecht em 2014.
"À luz do exposto, defiro o pedido da Procuradora-Geral da República para determinar a inclusão de Michel Miguel Elias Temer Lulia, atual presidente da República, como investigado nestes autos de inquérito, sem prejuízo algum das investigações até então realizadas e daquelas que se encontram em curso", afirmou Fachin em despacho divulgado pelo Supremo.
Com a decisão, Temer será a partir de agora investigado em dois inquéritos no Supremo — o outro é o chamado inquérito dos portos, relatado pelo ministro Roberto Barroso, em que se apura se Temer recebeu propina, por meio do então assessor especial Rodrigo Rocha Loures, para editar um decreto que beneficiou a empresa Rodrimar em alterações legais para a área portuária.

O caso relatado por Fachin refere-se a uma apuração em que se discutiu uma contribuição de R$ 10 milhões para o então PMDB, que teria sido formalizada em um jantar no Palácio do Jaburu, com a presença de Temer, do empresário Marcelo Odebrecht e dos hoje ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República).

"À luz do exposto, defiro o pedido da Procuradora-Geral da República para determinar a inclusão de Michel Miguel Elias Temer Lulia, atual presidente da República, como investigado nestes autos de inquérito, sem prejuízo algum das investigações até então realizadas e daquelas que se encontram em curso", decidiu o ministro do STF.

Fachin também acatou pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de prorrogar as investigações do caso por mais 60 dias.Esse novo inquérito contra o presidente, aliás, é o primeiro requerido pela chefe do Ministério Público Federal, escolhida pelo próprio Temer para suceder o antecessor e desafeto de Temer, Rodrigo Janot.
Divergência

Ao apresentar o pedido ao Supremo na terça-feira (27), Raquel Dodge adotou um entendimento diverso de Janot, para quem Temer, por ser presidente da República, tem imunidade penal e não pode ser investigado por fatos anteriores ao exercício do mandato.
Janot, responsável por oferecer duas denúncias contra Temer, posteriormente barradas pela Câmara dos Deputados, havia excluído o presidente do rol de investigados, deixando apenas Padilha e Moreira Franco entre os alvos da apuração.
Para a atual procuradora-geral, contudo, Temer pode ser investigado pelos fatos, mas, segundo sua assessoria de imprensa, não pode ser denunciado enquanto ocupar a Presidência. Dodge disse que a inclusão do presidente no inquérito não afronta a Constituição.
"Ao contrário, é medida consentânea com o princípio da Constituição, de que todos são iguais perante a lei, e não há imunidade penal", escreveu Dodge, na manifestação ao STF.
Ela justificou o pedido com o argumento de que "a investigação criminal deve ser contemporânea dos fatos". "Deve ser o mais próxima possível do tempo da sua suposta prática criminosa, sob pena de perecimento das provas", afirmou.

A chefe do Ministério Público Federal disse que o executivo da Odebrecht Cláudio Mello Filho afirmou que o núcleo político do PMDB da Câmara era composto por Temer, Padilha e Moreira. Afirmou ainda que Padilha seria encarregado de entabular as tratativas para fazer a arrecadação dos recursos da Odebrecht e que ele teria deixado claro que falava em nome do então vice-presidente Michel Temer.
Outro lado

O Palácio do Planalto ainda não se pronunciou sobre a decisão do ministro Edson Fachin.
Em entrevista nesta semana à Rádio Jovem, o presidente Michel Temer disse que não vai “tolerar” acusações de que tenha praticado atos de corrupção. A declaração foi dada após ser questionado sobre o pedido da PGR para incluí-lo em um inquérito que apura supostos pagamentos ilícitos pela Odebrecht em contrapartida a interesses da empresa atendidos pela Secretaria de Aviação Civil no período em que a pasta era comandada pelo MDB.

"Eu digo a você na maior tranquilidade: as denúncias são pífias. Elas fizeram parte de um esquema que hoje veio à luz. Gente que me acusou foi para a cadeia e está desmoralizada. […] Não vou tolerar que minha atuação é ligada à corrupção”, afirmou o presidente.

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Lava Jato da PM: Ministério Público recorre de decisão da Justiça Militar

Promotora Camila Pereira afirmou que o órgão também pede condenação do capitão Dilermando César Silva, absolvido em julgamento nesta terça

Início da denúncia de José Afonso Adriano Filho à Corregedoria

Início da denúncia de José Afonso Adriano Filho à Corregedoria

Reprodução
O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) recorreu da sentença que condenou o tenente-coronel da Polícia Militar José Afonso Adriano Filho a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por peculato em uma esquema de desvios na DSA (Diretoria de Suporte Administrativo). O crime, que aconteceu entre 2005 e 2012, ficou conhecido como Lava Jato da PM.
Em entrevista ao R7, a promotora Camila Bonafini Pereira, autora da sustentação do MP, afirmou que o órgão pediu aumento de pena para o tenente-coronel. "Também buscamos a condenação do co-réu [capitão Dilermando César Silva] que foi absolvido durante o julgamento", disse.
Camila relata que o processo é muito grande e, por isso, precisou ser desmembrado. "Foi a forma mais fácil encontrada de dar solução para o caso", conta.
No entanto, as razões não foram apresentadas e a Justiça Militar ainda aguarda os documentos feitos pelo MP.
Entenda o caso
A Justiça Militar condenou na última terça-feira (27) o tenente-coronel José Afonso Adriano Filho a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por peculato em um esquema de desvios na DSA da Polícia Militar paulista. Anteriormente, o MP tinha pedido 31 anos de prisão.

A decisão de condenação - por quatro coronéis considerados juízes militares e um magistrado civil - foi unânime. O capitão Dilermando César Silva, outro réu que chegou a ser preso preventivamente em 2017, foi absolvido.
Essa é a primeira condenação relacionada ao esquema, cuja investigação ficou conhecida como Lava Jato da PM. O prejuízo estimado nesta ação foi de R$ 7 milhões. No total, os desvios podem chegar a R$ 200 milhões.
Prevaleceu a tese da acusação de que o tenente-coronel era o proprietário oculto da empresa Construworld, contratada 207 vezes para obras no quartel do Comando Geral. Uma testemunha revelou que vendeu a Construworld ao oficial por R$ 5 mil, uma das principais provas usadas para condená-lo.
Além disso, movimentações financeiras milionárias e um patrimônio incompatível com a renda de oficial foram considerados pelos juízes.
Na definição da pena, o juiz Márcio Teodoro Pinheiro disse ter considerado a repercussão contra a imagem e a credibilidade da PM, além de o fato de o crime ter sido cometido no quartel do Comando Geral, "de onde emanam as mais importantes ordens". Sobre Dilermando, disse haver negligência, mas que tinha dúvidas sobre a participação dele no esquema.

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sexta-feira, 2 de março de 2018

Crise alterou hábitos de consumo de nove em cada dez brasileiros

Estudo “O Brasil Pós-crise: Transformações que vieram para ficar” mostra que crise atingiu de alguma forma 97% dos brasileiros

Crise fez 53% migraram para marcas mais baratas

Crise fez 53% migraram para marcas mais baratas

Lifesize/Getty Images
A crise econômica que atingiu o Brasil ao longo dos últimos três anos trouxe reflexos positivos para 93% dos brasileiros, que garantem ter mudado de alguma forma seus comportamentos de consumo após o período de dificuldade.
A afirmação foi apresentada nesta sexta-feira (2) pela pesquisa “O Brasil Pós-crise: Transformações que vieram para ficar”, realizada pela agência Publicis e pelo Instituto Locomotiva.
De acordo com o levantamento, a crise atingiu de alguma forma 97% dos brasileiros. Desses, 59% disseram que foram muito afetados, e 38% admitem que foram um pouco impactados.
Na relação com os 93% dos entrevistados que mudaram de alguma forma os hábitos de consumo de algum produto, 80% diminuíram o consumo de alguma categoria de itens, 53% migraram para marcas com preços mais baratos e 24% pararam de comprar algum tipo de produto por conta da piora do ambiente econômico.
O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, destaca que a crise resultou em uma melhora na maturidade do brasileiro. Para ele, a mudança é fruto de uma queda no padrão de vida dos consumidores.
“Uma coisa é adiar o sonho de viajar pela primeira vez de avião. Outra coisa é descobrir como é bom viajar de avião e ter que voltar a fazer São Paulo-Fortaleza dentro de um ônibus”, diz Meirelles.
A percepção de Meirelles vai em linha com a avaliação do copresidente da Publicis, Eduardo Lorenzi, que observa a perda de conquistas culturais obtidas pela população ao longo dos últimos anos.
“Nas crises passadas, alguém que era da classe média atravessava a crise e seguia na classe média. Desta vez foi diferente porque o Brasil vivia o melhor momento de sua história”, afirma Lorenzi.
Brasileiros agora pesquisam mais antes das compras

Brasileiros agora pesquisam mais antes das compras

Getty Images
Orgulho
O estudo também revela que dois em cada três brasileiros afirmam que passaram a ter mais orgulho de si próprios hoje do que antes da crise econômica que atingiu o País.
Segundo a pesquisa, 76% dos entrevistados dizem acreditar na própria capacidade de mudar a vida, 88% têm a intenção de trabalhar muito para guardar dinheiro, 82% pretendem ampliar seus estudos e 71% passaram a se preocupar mais com a própria saúde.
Para Lorenzi, o levantamento mostra que os novos hábitos de consumo têm um impacto direto no orgulho do brasileiro e na autoconfiança para mudar o próprio destino. Ele avalia que a mudança foi originada pela falta de confiança nas instituições.
"Hoje, não interessa mais se o PIB vai cair ou quem vai ser o novo presidente. Eu tenho que fazer a minha parte para crescer na vida e prosperar", afirma o copresidente da Publicis.
Custo-benefício
Os pesquisadores avaliam ainda que o brasileiro passou a analisar uma relação entre preço e qualidade dos produtos na hora de fazer uma aquisição. Para 85% dos entrevistados, a pesquisa antes da compra é maior neste momento do que há cinco anos.
De acordo com Meirelles, a relação custo-benefício representa o equilibro entre o produto entregue por determinada marca e o lastro emocional de qualidade. “Isso é uma estratégia para as marcas líderes se posicionarem nesse momento de pós-crise”, diz ele.
Lorenzi avalia o consumidor brasileiro atual só vai adquirir um produto mais caro “se ele tiver entendido que vale a pena a aquisição”. A percepção leva em conta a revelação do estudo de que 95% da população afirma ter mais interesse por assuntos relacionados a compra e consumo após a crise.
O levantamento, realizado pela agência Publicis e pelo Instituto Locomotiva, ouviu 3.614 pessoas de todas as regiões do País entre julho de 2017 e janeiro de 2018. A margem de erro é de 1,7 ponto percentual.

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IR 2018: Como declarar bitcoin e outras criptmoedas?

Quem tem moedas virtuais deve incluir a informação na declaração do IR2018; se vender com lucro deve pagar imposto também

Bitcoin é a mais famosa das moedas virtuais, mas há outras como Litecoin e Ethereum

Bitcoin é a mais famosa das moedas virtuais, mas há outras como Litecoin e Ethereum

Benoit Tessier/Illustration/Reuters
Apesar de ainda não serem regulamentadas no Brasil, bitcoins e outras criptomoedas como Litecoin ou Ethereum, devem sim ser declaradas no Imposto de Renda 2018, segundo o supervisor regional da Receita Federal em São Paulo, Valter Koppe.
Elas devem ser declaradas pelo custo de aquisição na Ficha Bens e Direitos da declaração, no campo 99 – Outros Bens e Direitos.
Reprodução do programa da Declaração de Imposto de Renda 2018

Reprodução do programa da Declaração de Imposto de Renda 2018

Reprodução
Venda com lucro
Os ganhos acima de R$ 35 mil obtidos com a venda de moedas virtuais são tributados como ganho de capital até o último dia útil seguinte ao do mês da transação.
As alíquotas são progressivas (quanto maior o lucro, maior será a alíquota cobrada). Veja a tabela:
— Até R$ 5 milhões – 15%
— Entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões – 17,5%
— Entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões – 20%
— Acima de R$ 30 milhões – 22,5%
Como o imposto deve ser pago até o último dia útil do mês seguinte ao da transação, é preciso preencher o aplicativo Ganho de Capital 2017 (faça o download pela página da Receita Federal) e só depois importe as informações para a ficha da declaração.
Fonte: Receita Federal
Se ainda tiver mais dúvidas sobre Imposto de Renda, economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso, envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?” pelo e-mail sophiacamargo@r7.com
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quinta-feira, 1 de março de 2018

Crise fechou 226,5 mil lojas no País, afirma CNC


São Paulo perdeu 4.653 lojas em 2017

São Paulo perdeu 4.653 lojas em 2017

Helvio Romero/Estadão Conteúdo
A crise econômica fez 226,5 mil lojas fecharem as portas em todo o País, segundo um levantamento da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

No ano passado, o saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais ainda ficou negativo em 19,3 mil unidades. Em 2016, já tinham sido fechadas 105,3 mil lojas. Em 2015, outros 101,9 mil estabelecimentos encerraram as atividades.

Para 2018, a previsão é de alguma recuperação, embora ainda longe de reverter as perdas passadas. A CNC espera uma abertura líquida de 20,7 mil novos estabelecimentos comerciais até o fim deste ano.

"A defasagem entre o comportamento das vendas e os investimentos em novos estabelecimentos comerciais não permitiu que o setor fechasse o ano no azul do ponto de vista do aumento do número de lojas", justificou Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação, em nota oficial.

Segundo a entidade, o crescimento de 4% no volume de vendas em 2017 e a volta das contratações no setor indicam um início de recuperação do comércio. No ano passado, 26,5 mil vagas formais foram criadas no setor, após 175,2 mil despensas em 2015 e outros 176 mil demitidos em 2016.

Em 2017, nas 26 unidades da Federação onde foram registrados fechamentos líquidos de lojas no ano passado, os saldos foram menos negativos do que em 2016. Apenas em Santa Catarina - Estado a computar o maior aumento de vendas no ano passado (+14 6%) -, houve registro de expansão no número de lojas (+207) em 2017.
O destaque negativo foi o Rio de Janeiro, responsável por 9% das vendas do varejo nacional e 33% dos fechamentos. São Paulo, Estado que concentra 29% do faturamento do varejo nacional, perdeu 4.653 lojas em todo o ano passado (24% do total nacional).

A CNC projeta um crescimento de 5,1% no volume de vendas do varejo em 2018.

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