segunda-feira, 24 de abril de 2017

IBGE abre concurso para 24,9 mil vagas temporárias

Oportunidades são de níveis fundamental e médio para atuar no Censo Agropecuário 2017. Salários vão de R$ 1,6 mil a R$ 1,9 mil.

Recenseador do IBGE (Foto: Reprodução / FAEPE)Recenseador do IBGE (Foto: Reprodução / FAEPE)
Recenseador do IBGE (Foto: Reprodução / FAEPE)
As vagas de nível médio são para agente censitário municipal (1.272) e agente censitário supervisor (4.867). Os postos de nível fundamental são para recenseador (18.845).
O salário será de R$ 1,9 mil para agente censitário municipal e de R$ 1,6 mil para agente censitário supervisor. Para recenseador, a remuneração será por produção, calculada por setor censitário, conforme taxa fixada e de conhecimento prévio pelo recenseador, com base nas quantidades de unidades de estabelecimentos agropecuários recenseados.
As inscrições podem ser feitas das 14h do dia 24 de abril até 23 de maio pelo site www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/ibge-pss. A taxa é de R$ 39,50 para nível médio e R$ 22 para nível fundamental.
No ato da inscrição, o candidato deverá manifestar sua opção de função e UF/Posto de Coleta ou UF/Área de Trabalho, conforme o caso, em que deseja concorrer à vaga, e também, a UF/Posto de Coleta ou UF/Área de Trabalho onde realizará a prova.
A prova objetiva será aplicada em 16 de julho, das 13h às 17h.
A previsão de duração do contrato é de até 7 meses para agente censitário municipal e agente censitário supervisor e de até 5 meses para a função de recenseador.
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domingo, 23 de abril de 2017

Produtor mantém soja estocada à espera de melhora no preço do grão

Segundo o agricultor, valor de comercialização não cobre os custos de produção da cultura.
23/04/2017 09h00 - Atualizado em 23/04/2017 09h00
Por Edevaldo Nascimento
Campo Grande, MS
A venda da soja avança em ritmo lento em Mato Grosso do Sul. Os produtores estão segurando o produto à espera de preço melhor.
Enquanto o feijão se desenvolve no campo, o agricultor Bruno Stefanello mantém toda a atenção no mercado da soja. Ele não esperava, mas as cotações despencaram nos últimos meses. Hoje, a saca de 60 quilos está sendo negociada a R$ 52 na região de Campo Grande.
“O soja estava na faixa de R$ 70 quando foi comprado os insumos. E hoje na faixa de R$ 52, uma defasagem muito grande”, diz Stefanello.
Preocupado, o agricultor só negociou uma pequena parte do que produziu. “Nós negociamos até agora 35% da safra. Basicamente, 90% foi feito contrato futuro no ano passado, que ficou na faixa de R$ 68”, explica Stefanello.
Desde o começo do ano o preço da soja caiu em média de 25% em Mato Grosso do Sul. Com o mercado em baixa, muitos agricultores decidiram segurar a venda. A medida causa reflexos no armazenamento dos grãos.
Praticamente todas unidades de recebimento estão lotadas. Muitas empresas investiram em silos bolsas para garantir o armazenamento. Nesta safra a produção de soja em Mato Grosso do Sul chegou aos 8,4 milhões de toneladas. Houve aumento de 11% em relação ao ciclo passado. Segundo o corretor de grãos Eduardo Flores, além do crescimento da produção nacional, a projeção de uma boa safra norte-americana está influenciando nos preços no Brasil.
Com preços baixos, a comercialização segue travada. “Nesse mesmo período no ano anterior nós tínhamos em torno de 65% da safra de soja comercializada. Porém, nesse momento nós estamos com apenas 41%”, diz Christiano Bortolotto, presidente da Aprosoja – MS.
Segundo a Aprosoja, em 30 dias a comercialização da soja em Mato Grosso do Sul avançou só 1%.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

constrangido’ com citação em delações


Três delatores afirmaram à Procuradoria-Geral da República que Alckmin usou o cunhado como intermediário para receber R$ 10,7 milhões via caixa 2 do setor de propinas da empreiteira
Estadao Conteúdo | Postado em: 21/04/2017 às 19:17:28
Doria diz que Alckmin está ‘muito constrangido’ com citação em delações
De acordo com os delatores Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Carlos Armando Guedes Pachoal e Arnaldo Cumplido de Souza e Silva, o dinheiro do Grupo Odebrecht teria sido repassado ao então candidato Geraldo Alckmin, a pretexto de contribuição eleitoral (Foto: Reprodução)


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de Janot sobre recurso do PSOL para investigar Temer

Agência Estado

Ministro Fachin quer manifestação de Rodrigo Janot sobre recursoFellipe Sampaio/16.06.2015/STF
O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal, pediu ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que se manifeste sobre um recurso do PSOL que pede a inclusão do presidente Michel Temer (PMDB) como investigado em um dos inquéritos abertos com base nas delações da Odebrecht. O partido discorda da alegação da PGR (Procuradoria-Geral da República) de que presidentes contam com "imunidade temporária" e afirma que é possível investigá-lo.
O inquérito em que o PSOL entrou com recurso vai apurar pagamento de vantagens indevidas em um processo licitatório que o Grupo Odebrecht participou dentro do PAC SMS (Plano de Ação de Certificação em Segurança, Meio Ambiente e Saúde). O único investigado é o senador Humberto Costa (PT-PE), mas o ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial Márcio Faria da Silva detalhou um encontro no escritório político de Temer, em Alto de Pinheiros, em São Paulo, em 15 de julho de 2010, em que afirma ter sido acertado pagamento de propina de US$ 40 milhões ao PMDB — valor era referente a 5% de contrato da empreiteira assinado com a Petrobras, que totalizava US$ 825 milhões.
Mesmo havendo citações a Temer, Janot alegou "impossibilidade de investigação do presidente da República, na vigência de seu mandato, sobre atos estranhos ao exercício de suas funções", com base no artigo 86, parágrafo 4º, da Constituição Federal.
Fachin, no despacho em que autorizou a abertura do inquérito, não chegou a analisar a argumentação da PGR sobre a não inclusão de Temer no rol de investigados. Apenas chancelou o pedido apresentado em relação ao senador, que nega qualquer irregularidade.
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O PSOL quer a revisão e inclusão de Temer como investigado. O partido sustenta que "a imunidade prevista pela Constituição Federal à responsabilização de Presidente da República por ato estranho ao exercício de suas funções não alcança a fase pré-processual" e afirma que um arquivamento referente a Michel Temer "causa inequívoco prejuízo ao direito de toda a população brasileira" de "ver devidamente apurada a existência de infração penal".
Outro lado
Por meio de nota já divulgada, o Palácio do Planalto reforçou que Temer jamais tratou de "negócios escusos". "Como reiterado em outras ocasiões, o presidente contesta de forma categórica qualquer envolvimento do seu nome em negócios escusos." O texto diz ainda que Temer "nunca atuou em defesas de negócios particulares, nem defendeu pagamentos de valores indevidos a terceiros".
Em vídeo publicado nas redes sociais do Planalto no último dia 13, Temer admitiu que participou de uma reunião, em 2014, com Marcelo Odebrecht, mas nega que tenha solicitado propina. "A mentira é que nessa reunião eu teria ouvido referência a valores financeiros ou a negócios escusos da empresa com políticos", afirma o peemedebista no vídeo.
A defesa de Humberto Costa também nega irregularidades. "O senador, que espera a conclusão de inquérito aberto há mais de dois anos pelo STF, e para o qual a Polícia Federal já se manifestou em favor do arquivamento, aguarda ter acesso aos novos documentos para reunir as informações necessárias à sua defesa. O senador, que já abriu mão de todos os seus sigilos, se coloca, como sempre fez, à disposição das autoridades", diz em nota.

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