05/01/2017 12h08 - Atualizado em 05/01/2017 12h09
Festa do carnaval paraense será realizada no dia 17 de fevereiro.
Do G1 PA
A Rainha das Rainhas de 2016 é Tereza Araújo, que representou o Clube dos Advogados com a fantasia "Liara, a última dama do fogo". (Foto: Alexandre Yuri/G1)
O concurso Rainha das Rainhas do Carnaval 2017 será lançado nesta quinta-feira (5), às 17h, em um hotel na avenida Bráz de Aguiar, em Belém. Este ano, o concurso chega a sua 71º edição e ocorrerá no dia 17 de fevereiro, no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia.
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FOTOS: veja as imagens do concurso Rainha das Rainhas 2016
O Rainha das Rainhas é o mais tradicional concurso de beleza e fantasia do Carnaval paraense. Em 2016, Tereza Haianne Souza Araújo, de 19 anos, venceu o concurso representando o Clube dos Advogados, com a fantasia "Liara, a última dama do fogo".
Os clubes participantes, assim como a data de apresentação das candidatas serão definidos durante o lançamento, que reunirá os representantes dos clubes paraenses.
“Ano passado tivemos a participação de 21 clubes. Esse ano deve ter a mesma média, sempre tem muita procura, é um concurso bonito, sério, que tem credibilidade”, disse Clara Pinto, da organização do Rainha das Rainhas.
Segundo Clara, o público poderá esperar novidades na edição deste ano. “É uma eterna renovação. Esse ano mais novidades virão, mais coisas diferentes virão, mais surpresas das candidatas, das coreografias, dos estilistas. Mais surpresas ainda e o êxito vai ser total”, garante.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Governo do AM miram em gestão privada
Com preso três vezes mais caro que o de SP, MP e governo do AM miram gestão privada
Agência Estado
Rebeliões em Manaus deixaram 60 mortos no último fim de semana
Michael Dantas
Com presos que custam mais do que em outros Estados, as unidades prisionais administradas pela empresa Umanizzare no Amazonas apresentam "descontrole de segurança" e "ineficiência de gestão" segundo relatório do MPC-AM (Ministério Público de Contas do Estado do Amazonas.
Por isso, o órgão pediu nesta quarta-feira (4) que o governo do Estado rescinda os contratos. Integrantes dos governos estadual e federal também criticam a gestão da empresa.
Em 2016, o pagamento à Umanizzare chegou ao dobro do ano anterior. Segundo relatório da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas, publicado no Portal da Transparência, foram destinados R$ 429,4 milhões para a Umanizzare no ano passado.
O valor é 115% superior ao de 2015, quando o repasse foi de R$ 199,5 milhões. Entre as unidades administradas pela empresa está o Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), onde 56 detentos foram mortos em um dos maiores massacres da história dos presídios no País. Em nota, o governo do Amazonas contestou o dado da Fazenda, alegando que pagou R$ 302,2 milhões em 2016.
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O secretário de Segurança, Sérgio Fontes, também avaliou a gestão terceirizada das cadeias do Amazonas, pedindo uma revisão contratual. "Essas relações contratuais realmente têm de ser revistas", disse nesta quarta.
Levantamento feito a partir do relatório da Fazenda aponta que o valor médio mensal gasto com cada um dos 6.099 presos nas seis unidades concedidas à empresa é de R$ 5.867 em 2016. Se considerar o valor informado pelo governo, o custo cairia para R$ 4.129 por mês. Na Grande São Paulo, a proporção de orçamento e população carcerária foi de R$ 2.100 por preso. De acordo com a Secretaria de SAP (Administração Penitenciária de São Paulo), porém, a média no Estado é de R$ 1.450.
Além do alto custo, a ineficiência da gestão foi um dos motivos pelos quais o procurador do MPC-AM Ruy Marcelo Alencar pediu que os contratos fossem encerrados. "O quadro atual nas unidades prisionais é de absoluto descontrole", afirma no relatório. Ele ressalta os registros fotográficos em que são vistas "várias armas, aparelhos celulares e dezenas de túneis de fuga" nos estabelecimentos. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, também acredita que houve falha da administração do complexo. "Porque, senão, não teriam entrado facão, armamento pesado, bebida, celular."
Gestão
Além do Compaj, a Umanizzare é responsável por administrar o Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), a Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). No modelo de gestão privada, as unidades são construídas com dinheiro público, dirigidas por agentes públicos, mas os demais serviços, de vigilância a escolta interna, são feitos por agentes terceirizados.
O formato é criticado por um órgão do Ministério da Justiça, em relatório do Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, que aponta que os funcionários fazem "apenas um breve curso preparatório na Escola de Administração Penitenciária do Amazonas, de modo que não dispõem de conhecimento técnico suficiente para exercer efetivamente o acompanhamento da execução penal".
Outra crítica é que o trabalho tem as condições de risco agravadas pela possibilidade de demissão, ausência de plano de carreira e baixa remuneração dos profissionais (em torno de R$ 1.700), o que pode facilitar suborno de agentes por presos. Também é mencionada a alta rotatividade de funcionários, o que "favorece a ocorrência de tortura e maus-tratos", segundo o relatório.
A medida ainda vai na contramão de resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), que recomenda "a rejeição de quaisquer propostas tendentes à privatização do Sistema Penitenciário Brasileiro".
Para o coordenador do Grupo de Estudos Carcerários Aplicados da Universidade de São Paulo (Gecap-USP), Cláudio Amaral, a iniciativa privada deve operar de forma "alternativa", e em casos "pontuais".
"O importante é que os agentes tenham a mesma preparação, seja na iniciativa pública ou privada", disse, citando o exemplo da Associação de Proteção e Amparo aos Condenados (Apac), em Minas, que entende como bom exemplo de gestão privada.
Atividade-fim
Em nota, a Umanizzare destacou que só responde por limpeza e assistência social e jurídica dos presos, além da vigilância eletrônica. "O Estado cuida de todas as atividades-fim", incluindo "todo o comando da unidade, sendo sua direção executada por servidor público indicado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária; disciplina, uso de força, segurança e vigilância armada dos detentos (exercício do poder de polícia, função exclusiva do Estado)."
Michael Dantas
Com presos que custam mais do que em outros Estados, as unidades prisionais administradas pela empresa Umanizzare no Amazonas apresentam "descontrole de segurança" e "ineficiência de gestão" segundo relatório do MPC-AM (Ministério Público de Contas do Estado do Amazonas.
Por isso, o órgão pediu nesta quarta-feira (4) que o governo do Estado rescinda os contratos. Integrantes dos governos estadual e federal também criticam a gestão da empresa.
Em 2016, o pagamento à Umanizzare chegou ao dobro do ano anterior. Segundo relatório da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas, publicado no Portal da Transparência, foram destinados R$ 429,4 milhões para a Umanizzare no ano passado.
O valor é 115% superior ao de 2015, quando o repasse foi de R$ 199,5 milhões. Entre as unidades administradas pela empresa está o Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), onde 56 detentos foram mortos em um dos maiores massacres da história dos presídios no País. Em nota, o governo do Amazonas contestou o dado da Fazenda, alegando que pagou R$ 302,2 milhões em 2016.
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O secretário de Segurança, Sérgio Fontes, também avaliou a gestão terceirizada das cadeias do Amazonas, pedindo uma revisão contratual. "Essas relações contratuais realmente têm de ser revistas", disse nesta quarta.
Levantamento feito a partir do relatório da Fazenda aponta que o valor médio mensal gasto com cada um dos 6.099 presos nas seis unidades concedidas à empresa é de R$ 5.867 em 2016. Se considerar o valor informado pelo governo, o custo cairia para R$ 4.129 por mês. Na Grande São Paulo, a proporção de orçamento e população carcerária foi de R$ 2.100 por preso. De acordo com a Secretaria de SAP (Administração Penitenciária de São Paulo), porém, a média no Estado é de R$ 1.450.
Além do alto custo, a ineficiência da gestão foi um dos motivos pelos quais o procurador do MPC-AM Ruy Marcelo Alencar pediu que os contratos fossem encerrados. "O quadro atual nas unidades prisionais é de absoluto descontrole", afirma no relatório. Ele ressalta os registros fotográficos em que são vistas "várias armas, aparelhos celulares e dezenas de túneis de fuga" nos estabelecimentos. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, também acredita que houve falha da administração do complexo. "Porque, senão, não teriam entrado facão, armamento pesado, bebida, celular."
Gestão
Além do Compaj, a Umanizzare é responsável por administrar o Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), a Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI) e a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). No modelo de gestão privada, as unidades são construídas com dinheiro público, dirigidas por agentes públicos, mas os demais serviços, de vigilância a escolta interna, são feitos por agentes terceirizados.
O formato é criticado por um órgão do Ministério da Justiça, em relatório do Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, que aponta que os funcionários fazem "apenas um breve curso preparatório na Escola de Administração Penitenciária do Amazonas, de modo que não dispõem de conhecimento técnico suficiente para exercer efetivamente o acompanhamento da execução penal".
Outra crítica é que o trabalho tem as condições de risco agravadas pela possibilidade de demissão, ausência de plano de carreira e baixa remuneração dos profissionais (em torno de R$ 1.700), o que pode facilitar suborno de agentes por presos. Também é mencionada a alta rotatividade de funcionários, o que "favorece a ocorrência de tortura e maus-tratos", segundo o relatório.
A medida ainda vai na contramão de resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), que recomenda "a rejeição de quaisquer propostas tendentes à privatização do Sistema Penitenciário Brasileiro".
Para o coordenador do Grupo de Estudos Carcerários Aplicados da Universidade de São Paulo (Gecap-USP), Cláudio Amaral, a iniciativa privada deve operar de forma "alternativa", e em casos "pontuais".
"O importante é que os agentes tenham a mesma preparação, seja na iniciativa pública ou privada", disse, citando o exemplo da Associação de Proteção e Amparo aos Condenados (Apac), em Minas, que entende como bom exemplo de gestão privada.
Atividade-fim
Em nota, a Umanizzare destacou que só responde por limpeza e assistência social e jurídica dos presos, além da vigilância eletrônica. "O Estado cuida de todas as atividades-fim", incluindo "todo o comando da unidade, sendo sua direção executada por servidor público indicado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária; disciplina, uso de força, segurança e vigilância armada dos detentos (exercício do poder de polícia, função exclusiva do Estado)."
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Estudo elege as companhias aéreas mais seguras de 2016; veja lista
Entre as 60 maiores empresas de aviação, a Cathay Pacific, de Hong Kong, liderou o ranking pelo 3º ano. TAM e Gol aparecem nas 52ª e 54ª posições, respectivamente.
Por G1
03/01/2017 20h06 Atualizado há menos de 1 minuto
Cathay Pacific é eleita a mais segura para voar pelo terceiro ano seguido (Foto: Divulgação/Cathay Pacific) Cathay Pacific é eleita a mais segura para voar pelo terceiro ano seguido (Foto: Divulgação/Cathay Pacific)
Cathay Pacific é eleita a mais segura para voar pelo terceiro ano seguido (Foto: Divulgação/Cathay Pacific)
A empresa aérea Cathay Pacific, de Hong Kong, foi escolhida a mais segura do mundo para voar em 2016, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (03) pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (Jacdec). A companhia lidera a lista pelo terceiro ano seguido.
A organização, sediada em Hamburgo e focada em desastres aéreos, analisou as 60 maiores companhias do globo.
As duas únicas empresas brasileiras presentes no ranking de 60 aéreas, Gol e Tam Airlines, aparecem nas 52ª e 54ª posições, respectivamente.
A campeã em segurança Cathay Pacific não voa para o Brasil e possui uma frota de 147 aviões de passageiros e cargueiros. A média de idade de suas aeronaves é de oito anos. A companhia cobre 177 destinos em 44 países, incluindo serviços próprios com aeronaves de passageiros ou em codeshare com outras companhias e serviços de carga.
Voos no Brasil
Da lista das 12 empresas mais seguras, somente Qatar Airways (4ª colocação), KLM (5ª), Emirates (7ª), Etihad Airways (8ª) e Lufthansa (12ª) voam atualmente para o Brasil. No entanto, a Etihad Airways anunciou no ano passado que deixará de voar para São Paulo a partir do final de março deste ano.
O estudo do Jacdec coloca ainda a companhia low-cost inglesa EasyJet na 28ª colocação, e a irlandesa Ryanair na 34ª. A alemã Air Berlin garantiu a 20ª colocação.
As menos seguras do ranking são a Garuda Indonesia (Indonésia), Avianca Colombia (Colômbia) e China Airlines (Taiwan).
Um dos anos mais seguros
Segundo o Jacdec, o ano de 2016 foi um dos mais seguros na aviação civil. Segundo a organização, o número de mortos em acidentes vem caindo de forma contínua e, no ano passado, houve 321 fatalidades n o mundo.
Em comparação, em 2015 foram 521 mortes, incluindo a queda do avião da empresa alemã Germanwings nos Alpes franceses, que deixou 150 vítimas.
A organização leva em conta acidentes com aeronaves com mais de 5,7 toneladas e ao menos 19 assentos. Fatalidades com aviões militares são excluídas do levantamento. Por isso, a queda de um avião militar russo com 92 pessoas a bordo, no final de dezembro, não entrou na estatística, por exemplo.
Segundo a Associação do Transporte Aéreo Alemão (BDL), as empresas aéreas transportaram em 2016 cerca de 3,7 bilhões de passageiros em todo o mundo – quase 12 vezes mais do que em 1970.
Segundo dados do Jacdec, o pior acidente de 2016 foi a queda do avião da companhia aérea boliviana LaMia a poucos quilômetros do aeroporto de Medellín, na Colômbia. Entre os 71 mortos no desastre estavam jogadores e membros da comissão técnica da Chapecoense.
Veja abaixo 12 aéreas eleitas as mais seguras em 2016, segundo o Jacdec:
1. Cathay Pacific (Hong Kong)
2. Air New Zealand (Nova Zelândia)
3. Hainan Airlines (China)
4. Qatar Airways (Catar)
5. KLM (Holanda)
6. Eva Air (Taiwan)
7. Emirates (Emirados Árabes Unidos)
8. Etihad Airways (Emirados Árabes Unidos)
9. Qantas (Austrália)
10. Japan Airlines (Japão)
11. All Nipon Airways (Japão)
12. Lufthansa (Alemanha)
* Com informações da Deutsche Welle
GOL
TAM
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Por G1
03/01/2017 20h06 Atualizado há menos de 1 minuto
Cathay Pacific é eleita a mais segura para voar pelo terceiro ano seguido (Foto: Divulgação/Cathay Pacific) Cathay Pacific é eleita a mais segura para voar pelo terceiro ano seguido (Foto: Divulgação/Cathay Pacific)
Cathay Pacific é eleita a mais segura para voar pelo terceiro ano seguido (Foto: Divulgação/Cathay Pacific)
A empresa aérea Cathay Pacific, de Hong Kong, foi escolhida a mais segura do mundo para voar em 2016, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira (03) pelo Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (Jacdec). A companhia lidera a lista pelo terceiro ano seguido.
A organização, sediada em Hamburgo e focada em desastres aéreos, analisou as 60 maiores companhias do globo.
As duas únicas empresas brasileiras presentes no ranking de 60 aéreas, Gol e Tam Airlines, aparecem nas 52ª e 54ª posições, respectivamente.
A campeã em segurança Cathay Pacific não voa para o Brasil e possui uma frota de 147 aviões de passageiros e cargueiros. A média de idade de suas aeronaves é de oito anos. A companhia cobre 177 destinos em 44 países, incluindo serviços próprios com aeronaves de passageiros ou em codeshare com outras companhias e serviços de carga.
Voos no Brasil
Da lista das 12 empresas mais seguras, somente Qatar Airways (4ª colocação), KLM (5ª), Emirates (7ª), Etihad Airways (8ª) e Lufthansa (12ª) voam atualmente para o Brasil. No entanto, a Etihad Airways anunciou no ano passado que deixará de voar para São Paulo a partir do final de março deste ano.
O estudo do Jacdec coloca ainda a companhia low-cost inglesa EasyJet na 28ª colocação, e a irlandesa Ryanair na 34ª. A alemã Air Berlin garantiu a 20ª colocação.
As menos seguras do ranking são a Garuda Indonesia (Indonésia), Avianca Colombia (Colômbia) e China Airlines (Taiwan).
Um dos anos mais seguros
Segundo o Jacdec, o ano de 2016 foi um dos mais seguros na aviação civil. Segundo a organização, o número de mortos em acidentes vem caindo de forma contínua e, no ano passado, houve 321 fatalidades n o mundo.
Em comparação, em 2015 foram 521 mortes, incluindo a queda do avião da empresa alemã Germanwings nos Alpes franceses, que deixou 150 vítimas.
A organização leva em conta acidentes com aeronaves com mais de 5,7 toneladas e ao menos 19 assentos. Fatalidades com aviões militares são excluídas do levantamento. Por isso, a queda de um avião militar russo com 92 pessoas a bordo, no final de dezembro, não entrou na estatística, por exemplo.
Segundo a Associação do Transporte Aéreo Alemão (BDL), as empresas aéreas transportaram em 2016 cerca de 3,7 bilhões de passageiros em todo o mundo – quase 12 vezes mais do que em 1970.
Segundo dados do Jacdec, o pior acidente de 2016 foi a queda do avião da companhia aérea boliviana LaMia a poucos quilômetros do aeroporto de Medellín, na Colômbia. Entre os 71 mortos no desastre estavam jogadores e membros da comissão técnica da Chapecoense.
Veja abaixo 12 aéreas eleitas as mais seguras em 2016, segundo o Jacdec:
1. Cathay Pacific (Hong Kong)
2. Air New Zealand (Nova Zelândia)
3. Hainan Airlines (China)
4. Qatar Airways (Catar)
5. KLM (Holanda)
6. Eva Air (Taiwan)
7. Emirates (Emirados Árabes Unidos)
8. Etihad Airways (Emirados Árabes Unidos)
9. Qantas (Austrália)
10. Japan Airlines (Japão)
11. All Nipon Airways (Japão)
12. Lufthansa (Alemanha)
* Com informações da Deutsche Welle
GOL
TAM
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Flecha de arpão fica presa no rosto de pescador em Araguari
03/01/2017 20h09 - Atualizado em 03/01/2017 20h09
Flecha de arpão fica presa no rosto de pescador em Araguari
Segundo Bombeiros, lança de 90 centímetros foi disparada por acidente.
Homem está internado na UPA e aguarda transferência para retirar objeto.
Camilla Ávila
Do G1 Triângulo Mineiro
Pescador atingido no rosto por flecha de arpão em Araguari (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Flecha ficou presa no rosto do pescador em Araguari (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Um homem foi atingido no rosto por uma flecha de arpão em Araguari na tarde desta terça-feira (3). De acordo com as primeiras informações do Corpo de Bombeiros, ele e outra pessoa estavam pescando, quando, acidentalmente, o objeto disparou e a lança, de aproximadamente 90 centímetros, atravessou o rosto da vítima, ficando presa na altura das bochechas.
Ainda segundo os Bombeiros, não há mais detalhes da ocorrência, que segue em andamento. A Polícia Militar (PM) abordou os pescadores quando amigos deles o encaminhavam para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
A equipe de enfermagem da UPA informou ao G1 que o pescador está internado na unidade aguardando transferência para que o objeto seja retirado.
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Flecha de arpão fica presa no rosto de pescador em Araguari
Segundo Bombeiros, lança de 90 centímetros foi disparada por acidente.
Homem está internado na UPA e aguarda transferência para retirar objeto.
Camilla Ávila
Do G1 Triângulo Mineiro
Pescador atingido no rosto por flecha de arpão em Araguari (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Flecha ficou presa no rosto do pescador em Araguari (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Um homem foi atingido no rosto por uma flecha de arpão em Araguari na tarde desta terça-feira (3). De acordo com as primeiras informações do Corpo de Bombeiros, ele e outra pessoa estavam pescando, quando, acidentalmente, o objeto disparou e a lança, de aproximadamente 90 centímetros, atravessou o rosto da vítima, ficando presa na altura das bochechas.
Ainda segundo os Bombeiros, não há mais detalhes da ocorrência, que segue em andamento. A Polícia Militar (PM) abordou os pescadores quando amigos deles o encaminhavam para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
A equipe de enfermagem da UPA informou ao G1 que o pescador está internado na unidade aguardando transferência para que o objeto seja retirado.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Brasil envelhece e é preciso se preparar cada vez mais cedo
Em 50 anos, população se urbanizou e taxa de fecundidade caiu.
Curso de gerontologia da USP é um dos poucos nessa área no país.
Aquela frase que dizia que o Brasil é um país jovem já não faz mais sentido. Hoje nós somos um país adulto, caminhando para a velhice. As mudanças na nossa sociedade e a importância de se preparar para essa fase da vida estão na primeira reportagem da série especial sobre os idosos.
Dona Terezinha vem de uma família com 22 irmãos e irmãs. Ela cresceu, casou-se e teve 11 filhos. A metade. Na vez dos filhos dela, 3 netos em cada casa, no máximo. Já os bisnetos serão menos ainda.
“Essa daqui só tem 1, essa tem 2, não quer muito, porque não dá não. E hoje tá mais difícil o estudo, é complicado", conta a aposentada.
Todo mundo junto nem cabe na cozinha, mas a turma menos numerosa é a dos pequenininhos. A família da Dona Terezinha é o retrato da nossa população.
A maior parte dos brasileiros já está na idade adulta. É que, a cada geração, nos tornamos um país mais velho por dois motivos: temos menos crianças em casa, então a base da pirâmide demográfica fica mais estreita. E, à medida que vivemos mais, essa ponta vai ficando mais larga. Essa figura já está se transformando no que os estudiosos chamam de “bala de canhão”.
Em 1960, o Brasil tinha pouco mais de 3 milhões de idosos. Em 2010, já eram quase 20 milhões. Nesses 50 anos, ao mesmo tempo em que a população se urbanizou, a taxa de fecundidade caiu. De mais de seis filhos, em média, por mulher, pra menos de dois.
“O envelhecimento populacional já ocorre no Brasil em um ritmo acelerado. Essa é a nossa grande característica própria dessa dinâmica demográfica no século 21”, explica Jorge Félix, professor de Economia da Longevidade na USP.
A França levou 145 anos para dobrar a população de idosos. No Brasil, isso vai acontecer em apenas 25 anos, segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde.
“É o envelhecimento mais rápido no mundo, mas nós estamos envelhecendo ainda com pobreza. Os países desenvolvidos primeiro enriqueceram pra depois envelhecer, essa que é a grande diferença e o grande desafio para o Brasil”, avalia Alexandre Kalache, presidente do Centro de Longevidade Brasil.
Os sinais de envelhecimento começam no corpo da gente, bem aos poucos. É difícil perceber. Mas uma roupa especial ajuda. Ela deixa tudo mais pesado, como se tivesse menos força. E limita os movimentos. Além disso tudo, dessa falta de mobilidade, os idosos ainda têm problema com a visão. Os óculos, também especiais, tiram completamente a visão periférica. Você só consegue ver o que está na frente.
A calçada poderia estar em qualquer cidade brasileira. Mais um desafio: atravessar a rua na faixa de pedestre no tempo que o sinal de pedestre dá. Já era pouco tempo e foi preciso esperar três carros passarem. A conclusão é que é muito difícil e perigoso andar numa calçada como essa cheia de degraus, cheia de buracos, não é à toa que tantos idosos se acidentam nas cidades brasileiras.
O curso de graduação em gerontologia da Universidade de São Paulo é um dos poucos no Brasil nessa área.
“O idoso tá apenas numa fase da vida e a gente não estuda somente essa fase da vida, estudamos também o envelhecimento que começa desde que a gente nasce”, explica a estudante Isabel Landim, de 24 anos.
Os profissionais são preparados para cuidar dos idosos e administrar instituições.
“A pessoa só percebe que tem uma demanda especial quando já está na velhice. As cidades não se preparam. O governo não se prepara. A família não se prepara, e a própria pessoa não se prepara para o envelhecimento”, destaca a coordenadora do curso, Rosa Chubaci.
E o tempo cobra essa conta. Inácio trabalhou 30 anos como corretor de imóveis. Ganhava bem, mas nunca pensou em como seria a vida quando parasse. Não contribuiu para a Previdência e não conseguiu se aposentar. Aos 61 anos, vive em um abrigo.
“Eu não pensei bem no futuro, porque meu futuro na época eu tinha como presente. Não consegui guardar nada”, explica Inácio.
O abrigo tem convênio com a prefeitura. Recebe para cuidar de 62 idosos. Está com 72 e tem fila de espera.
“Outras pessoas estão envelhecendo, nós estamos envelhecendo, não tendo pra onde ir, vai pra rua. Não há uma preocupação com a população idosa, precisa de uma conscientização pra não chegarmos a isso”, afirma a gerente do centro de acolhida, Vanderléia Soares.
Quanto mais cedo a gente começa a pensar no futuro, melhor. Várias escolas de São Paulo juntam as duas pontas da vida.
“Eles são legais e eles sempre ensinam alguma coisa boa", diz uma menina.
“O trabalho é feito no sentido de conscientizar, começa com os avós, depois eles estudam o Estatuto do Idoso, depois eles aprendem as músicas, porque fica na memória, fica no conhecimento, mas fica no coração também", destaca a professora de música Adriana Francato.
Fica a lembrança de um dia bom e a ideia de que o futuro vai chegar, por mais distante que pareça.
Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital. A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.
Curso de gerontologia da USP é um dos poucos nessa área no país.
Aquela frase que dizia que o Brasil é um país jovem já não faz mais sentido. Hoje nós somos um país adulto, caminhando para a velhice. As mudanças na nossa sociedade e a importância de se preparar para essa fase da vida estão na primeira reportagem da série especial sobre os idosos.
Dona Terezinha vem de uma família com 22 irmãos e irmãs. Ela cresceu, casou-se e teve 11 filhos. A metade. Na vez dos filhos dela, 3 netos em cada casa, no máximo. Já os bisnetos serão menos ainda.
“Essa daqui só tem 1, essa tem 2, não quer muito, porque não dá não. E hoje tá mais difícil o estudo, é complicado", conta a aposentada.
Todo mundo junto nem cabe na cozinha, mas a turma menos numerosa é a dos pequenininhos. A família da Dona Terezinha é o retrato da nossa população.
A maior parte dos brasileiros já está na idade adulta. É que, a cada geração, nos tornamos um país mais velho por dois motivos: temos menos crianças em casa, então a base da pirâmide demográfica fica mais estreita. E, à medida que vivemos mais, essa ponta vai ficando mais larga. Essa figura já está se transformando no que os estudiosos chamam de “bala de canhão”.
Em 1960, o Brasil tinha pouco mais de 3 milhões de idosos. Em 2010, já eram quase 20 milhões. Nesses 50 anos, ao mesmo tempo em que a população se urbanizou, a taxa de fecundidade caiu. De mais de seis filhos, em média, por mulher, pra menos de dois.
“O envelhecimento populacional já ocorre no Brasil em um ritmo acelerado. Essa é a nossa grande característica própria dessa dinâmica demográfica no século 21”, explica Jorge Félix, professor de Economia da Longevidade na USP.
A França levou 145 anos para dobrar a população de idosos. No Brasil, isso vai acontecer em apenas 25 anos, segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde.
“É o envelhecimento mais rápido no mundo, mas nós estamos envelhecendo ainda com pobreza. Os países desenvolvidos primeiro enriqueceram pra depois envelhecer, essa que é a grande diferença e o grande desafio para o Brasil”, avalia Alexandre Kalache, presidente do Centro de Longevidade Brasil.
Os sinais de envelhecimento começam no corpo da gente, bem aos poucos. É difícil perceber. Mas uma roupa especial ajuda. Ela deixa tudo mais pesado, como se tivesse menos força. E limita os movimentos. Além disso tudo, dessa falta de mobilidade, os idosos ainda têm problema com a visão. Os óculos, também especiais, tiram completamente a visão periférica. Você só consegue ver o que está na frente.
A calçada poderia estar em qualquer cidade brasileira. Mais um desafio: atravessar a rua na faixa de pedestre no tempo que o sinal de pedestre dá. Já era pouco tempo e foi preciso esperar três carros passarem. A conclusão é que é muito difícil e perigoso andar numa calçada como essa cheia de degraus, cheia de buracos, não é à toa que tantos idosos se acidentam nas cidades brasileiras.
O curso de graduação em gerontologia da Universidade de São Paulo é um dos poucos no Brasil nessa área.
“O idoso tá apenas numa fase da vida e a gente não estuda somente essa fase da vida, estudamos também o envelhecimento que começa desde que a gente nasce”, explica a estudante Isabel Landim, de 24 anos.
Os profissionais são preparados para cuidar dos idosos e administrar instituições.
“A pessoa só percebe que tem uma demanda especial quando já está na velhice. As cidades não se preparam. O governo não se prepara. A família não se prepara, e a própria pessoa não se prepara para o envelhecimento”, destaca a coordenadora do curso, Rosa Chubaci.
E o tempo cobra essa conta. Inácio trabalhou 30 anos como corretor de imóveis. Ganhava bem, mas nunca pensou em como seria a vida quando parasse. Não contribuiu para a Previdência e não conseguiu se aposentar. Aos 61 anos, vive em um abrigo.
“Eu não pensei bem no futuro, porque meu futuro na época eu tinha como presente. Não consegui guardar nada”, explica Inácio.
O abrigo tem convênio com a prefeitura. Recebe para cuidar de 62 idosos. Está com 72 e tem fila de espera.
“Outras pessoas estão envelhecendo, nós estamos envelhecendo, não tendo pra onde ir, vai pra rua. Não há uma preocupação com a população idosa, precisa de uma conscientização pra não chegarmos a isso”, afirma a gerente do centro de acolhida, Vanderléia Soares.
Quanto mais cedo a gente começa a pensar no futuro, melhor. Várias escolas de São Paulo juntam as duas pontas da vida.
“Eles são legais e eles sempre ensinam alguma coisa boa", diz uma menina.
“O trabalho é feito no sentido de conscientizar, começa com os avós, depois eles estudam o Estatuto do Idoso, depois eles aprendem as músicas, porque fica na memória, fica no conhecimento, mas fica no coração também", destaca a professora de música Adriana Francato.
Fica a lembrança de um dia bom e a ideia de que o futuro vai chegar, por mais distante que pareça.
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Amazon pede patente de tecnologia para guardar produtos no céu
Empresa quer construir plataformas, similares a dirigíveis, de onde drones partirão para entregar produtos.
Por Reuters
02/01/2017 10h44 Atualizado há 15 minutos
A Amazon pediu o registro de uma patente para uso de aeronaves que funcionariam como centros de distribuição aéreos de produtos a serem entregues com a ajuda de drones.
Feito dois anos atrás, o pedido de patente só foi percebido apenas na quarta-feira (28) por Zoe Leavitt, um analista de dados de tecnologia da empresa de pesquisa de mercado CB Insights.
Segundo a descrição da tecnologia, drones lançados dos chamados "centros de suprimento aéreos" (AFC, na sigla em inglês) usariam menos energia que os lançados a partir do chão. Ilustração da ideia no pedido de patente mostra veículos semelhantes a dirigíveis como parte do sistema.
Os AFCs planariam a uma altitude de 45 mil pés (13,7 mil metros) e seriam reabastecidos por "aeronaves menores".
Representantes da Amazon não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto, mas a companhia já divulgou planos de que planeja começar a usar drones para entregas de produtos a partir do próximo ano.
(Foto: Divulgação/Amazon)
A evolução da tectonologia no transporte de produtos foi testada
Amazon faz 1ª entrega de produtos usando drone; voo demorou 13 minutos
Envio ocorreu na Inglaterra e levou Amazon Fire TV e pacote de pipoca.
Por G1, São Paulo
15/12/2016 10h01
Programa de envio de produtos com drones da Amazon faz primeira entrega na Inglaterra.
A Amazon anunciou nesta quarta-feira (14) sua primeira entrega de produtos feita com drones, as aeronaves não tripuladas e controladas remotamente.
O momento foi registrado pelo próprio presidente da empresa, Jeff Bezos, em sua conta no Twitter.
O primeiro produto a ser transportado ao consumidor pelos ares foi um Amazon Fire TV, um aparelho da própria empresa que transforma televisores em TVs inteligentes, e um saquinho de pipoca, em 7 de dezembro. O autor do pedido foi Richard B., morador de Cambridgeshire, na Inglaterra.
O uso de drones no lugar de entregadores faz parte do programa Amazon Prime Air, que tem o objetivo de levar produtos até a casa de compradores em até 30 minutos.
A primeira entrega, no entanto, ficou abaixo da meta. Segundo Bezos, o voo, que não foi simulado, durou 13 minutos.
No vídeo para divulgar a iniciativa, a Amazon mostra o drone decolando do centro de distribuição e pousando no quintal de Richard. Lá, deixa o pacote com os itens comprados para retornar ao armazém.
As imagens mostram também que a Amazon mudou o drone a ser usado. Quando apresentou o Prime Air, a empresa mostrou que a aeronave a ser usada seria uma de arremesso, que é atirada no ar com o auxílio de uma plataforma similar a um estilingue. A primeira entrega, no entanto, foi feita por um quadcóptero, um drone com quatro hélices que é capaz de decolar sozinho.
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Por Reuters
02/01/2017 10h44 Atualizado há 15 minutos
A Amazon pediu o registro de uma patente para uso de aeronaves que funcionariam como centros de distribuição aéreos de produtos a serem entregues com a ajuda de drones.
Feito dois anos atrás, o pedido de patente só foi percebido apenas na quarta-feira (28) por Zoe Leavitt, um analista de dados de tecnologia da empresa de pesquisa de mercado CB Insights.
Segundo a descrição da tecnologia, drones lançados dos chamados "centros de suprimento aéreos" (AFC, na sigla em inglês) usariam menos energia que os lançados a partir do chão. Ilustração da ideia no pedido de patente mostra veículos semelhantes a dirigíveis como parte do sistema.
Os AFCs planariam a uma altitude de 45 mil pés (13,7 mil metros) e seriam reabastecidos por "aeronaves menores".
Representantes da Amazon não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto, mas a companhia já divulgou planos de que planeja começar a usar drones para entregas de produtos a partir do próximo ano.
(Foto: Divulgação/Amazon)
A evolução da tectonologia no transporte de produtos foi testada
Amazon faz 1ª entrega de produtos usando drone; voo demorou 13 minutos
Envio ocorreu na Inglaterra e levou Amazon Fire TV e pacote de pipoca.
Por G1, São Paulo
15/12/2016 10h01
Programa de envio de produtos com drones da Amazon faz primeira entrega na Inglaterra.
A Amazon anunciou nesta quarta-feira (14) sua primeira entrega de produtos feita com drones, as aeronaves não tripuladas e controladas remotamente.
O momento foi registrado pelo próprio presidente da empresa, Jeff Bezos, em sua conta no Twitter.
O primeiro produto a ser transportado ao consumidor pelos ares foi um Amazon Fire TV, um aparelho da própria empresa que transforma televisores em TVs inteligentes, e um saquinho de pipoca, em 7 de dezembro. O autor do pedido foi Richard B., morador de Cambridgeshire, na Inglaterra.
O uso de drones no lugar de entregadores faz parte do programa Amazon Prime Air, que tem o objetivo de levar produtos até a casa de compradores em até 30 minutos.
A primeira entrega, no entanto, ficou abaixo da meta. Segundo Bezos, o voo, que não foi simulado, durou 13 minutos.
No vídeo para divulgar a iniciativa, a Amazon mostra o drone decolando do centro de distribuição e pousando no quintal de Richard. Lá, deixa o pacote com os itens comprados para retornar ao armazém.
As imagens mostram também que a Amazon mudou o drone a ser usado. Quando apresentou o Prime Air, a empresa mostrou que a aeronave a ser usada seria uma de arremesso, que é atirada no ar com o auxílio de uma plataforma similar a um estilingue. A primeira entrega, no entanto, foi feita por um quadcóptero, um drone com quatro hélices que é capaz de decolar sozinho.
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Novas possibilidades, hábitos e a busca por informações estimulam a criatividade cerebral
Por G1, São Paulo
02/01/2017 10h45 Atualizado há 10 minutos
A primeira segunda-feira de 2017 chega com milhões de desejos de mudanças, de novas atitudes, de maneiras diferentes de encarar a vida. Mudar o ponto de vista pode ser o primeiro passo.
Ver as coisas por um outro lado, se colocar em um lugar onde você normalmente não está, que tal? O primeiro Bem Estar do ano te faz esse convite. Tente enxergar as coisas de uma maneira diferente, se colocando no lugar do outro, por exemplo.
Quando a gente se abre para novas experiências, a gente fica mais criativo, sabia? Isso muda nosso cérebro. Tudo ganha outras cores. É assim que a gente espera que seja 2017, sem promessa que não possa ser cumprida! A nutricionista Lara Natacci já ajudou muita gente a ter foco, força e fé e explica como isso é possível através da alimentação. O neurologista Tarso Adoni explica como a gente pode vencer a preguiça e estimular a criatividade.
Segundo Doutor Tarso Adoni, algumas pessoas são mais criativas do que as outras, mas de modo geral, dá pra estimular a criatividade em cada um e fazer um ano novo diferente.
A criatividade aumenta quando a gente abre o leque de possibilidades, busca coisas novas, novos hábitos, novas informações. O cérebro criativo é aquele que está sempre recebendo novas informações. A curiosidade é alavanca que impulsiona o cérebro para trabalhar melhor. O indivíduo que é curioso, interessado em aprender sempre algo novo, naturalmente torna-se uma pessoa mais criativa.
Fazer algo que nunca se fez, aprender algo diferente, buscar novas áreas, novos assuntos, se interessar por temas que desconhece, isso tudo ativa a criatividade. Conversar com gente diferente do seu círculo de amizades, absorver novos conteúdos e conviver é fundamental. Tornar-se um adulto com conteúdo mais elaborado significa voltar um pouco a ser criança e se permitir mais.
Lara Natacci explica a importância de buscar também comidas diferentes, novas maneiras de preparar os mesmos alimentos. Desafiar os sentidos também ajuda no processo criativo. Novos sabores, odores, sons, texturas e cores criam novas conexões e são positivos para a saúde mental.
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