domingo, 4 de dezembro de 2016

Manifestação a favor da Lava Jato e contra Renan Calheiros reúne 400 mil pessoas no Rio

Manifestação

O Povo Brasileiro está nas ruas novamente. E a mídia continua escondendo os números de manifestantes

Manifestação a favor da Lava Jato e contra Renan Calheiros reúne 400 mil pessoas no Rio
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Manifestação em Brasilia
Manifestação no Rio de Janeiro reuniu 400 mil pessoas hoje (04
Manifestação na avenida Paulista SP


A manifestação ocorrida hoje (04) na cidade do Rio de Janeiro começou às 10h, próximo ao posto 5. Ao som do hino nacional, manifestantes vestidos de verde e amarelo gritaram “Fora, Renan” e “Viva, Sergio Moro” em protesto contra as as mudanças feitas no pacote anticorrupção (desfigurado na calada da noite pelos deputados na última quarta-feira), contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – que tentou aprovar o projeto desconfigurado em tempo recorde no Senado – e em defesa da Lava Jato.

“Estão chegando grupos de todos os lugares: Ministério Público, Igreja, a população como um todo. Queremos chamar a atenção para a pressão que a Lava Jato está sofrendo e para os congressistas, que estão tentando fazer lei para salvar a própria pele”, disse Adriana Balthazar, uma das coordenadoras do Movimento Vem pra Rua, ao Estadão.

Organizadores estimaram em 600 mil o número de presentes, enquanto agentes de segurança que acompanharam o protesto calcularam extra oficialmente a adesão de até 400 mil pessoas.


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Renan Calheiros diz que manifestações são legítimas

Renan Calheiros diz que manifestações são legítimas
Presidente do Senado foi alvo de protesto em frente ao Congresso; na quarta, ele tentou acelerar votação de projeto que contraria juízes e procuradores da Lava Jato.
Por G1, Brasília
04/12/2016 14h12 Atualizado há 3 horas
'Renan Calheiros entende que as manifestações são legitimas', diz Presidência do Senado

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), divulgou nota neste domingo (4) em que afirma entender que as manifestações são "legítimas e, dentro da ordem, devem ser respeitadas".
Pela manhã, cerca de 5 mil manifestantes (segundo a Polícia Militar), ocuparam o gramado do Congresso Nacional num protesto contra mudanças realizadas na Câmara em proposta contra a corrupção. O principal alvo da manifestação era Renan Calheiros, que tentou acelerar, na semana passada, a aprovação do texto, que contrariou juízes e procuradores da Operação Lava Jato.
"Assim como fez em 2013, quando votou as 40 propostas contra a corrupção em menos de 20 dias, entre elas a que agrava o crime de corrupção e o caracteriza como hediondo, o Senado continua permeável e sensível às demandas sociais", diz a nota de Renan, divulgada pela assessoria de imprensa do Senado.
No ato realizado neste domingo em Brasília, Calheiros foi desenhado como um rato num caminhão de som que animou os manifestantes. Na semana passada, o parlamentar se tornou réu pela primeira vez no Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto desvio de verba de gabinete.
Na próxima terça-feira (6), o Senado deverá votar outra proposta, de autoria de Calheiros, que busca atualizar a atual legislação contra o abuso de autoridade. O texto também recebeu críticas do juiz Sérgio Moro e da força-tarefa do Ministério Público responsável pela Operação Lava Jato.
Para magistrados e procuradores, se aprovado, o texto vai inibir as investigações e punições contra a corrupção.
Leia abaixo a íntegra da nota:
Presidência do Senado Federal

O presidente do Senado, Renan Calheiros, entende que as manifestações são legítimas e, dentro da ordem, devem ser respeitadas. Assim como fez em 2013, quando votou as 40 propostas contra a corrupção em menos de 20 dias, entre elas a que agrava o crime de corrupção e o caracteriza como hediondo, o Senado continua permeável e sensível às demandas sociais.
Assessoria de Imprensa
Presidência do Senado Federal

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Corpos de vítimas de acidente aéreo chegam à Arena Condá, em Chapecó


MENUG1SANTA CATARINA

03/12/2016 12h28 - Atualizado em 03/12/2016 13h01
Corpos de vítimas de acidente aéreo chegam à Arena Condá, em Chapecó
Caixões foram levados em cortejo aberto para o estádio da Chapecoense.
Na Arena Condá, haverá velório coletivo com corpos de 50 vítimas.
Do G1 SC
Caminhões com corpos das vítimas saíram do aeroporto às 11h04 (Foto: Reprodução)

Sob aplausos e muita comoção, os corpos das 50 vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense chegaram à Arena Condá, estádio do clube, em Chapecó, Oeste catarinense. No local, haverá um velório coletivo. Os caminhões com os caixões saíram do aeroporto às 11h14 deste sábado e percorreram um trajeto de pouco mais de 10 quilômetros que durou pouco mais de uma hora.
Passava das 12h30 quando o público nas arquibancadas da Arena Condá aplaudia, um a um, cada caixão carregado por militares na chegada para o velório coletivo no estádio da Chapecoense (veja vídeo acima). Na área coberta montada sobre o gramado, reservada aos familiares e pessoas próximas, os caixões eram depositados.
Cerimônia em aeroporto
Por volta das 10h30, os familiares das vítimas começaram a ser levados para o local no estádio onde ficarão os caixões durante o velório. A última urna funerária foi retirada às 10h47, com cerimônia com salva de três tiros com participação do presidente Michel Temer.

Caminhões com corpos das vítimas saíram do aeroporto às 11h04 (Foto: Reprodução)
Durante a cerimônia de honras militares, o presidente pretendia entregar às famílias a Medalha da Ordem do Mérito Desportivo como reconhecimento do governo federal e do povo brasileiro pelos serviços prestados ao país por todos os que estavam no voo que caiu na Colômbia na madrugada de terça (29), porém essa etapa da cerimônia foi adiada.
Chegada dos aviões
Os dois aviões da FAB que trouxeram os corpos chegaram às 9h28 e 9h43 ao Aeroporto Municipal Serafin Enoss Bertaso, em Chapecó. Os caixões começaram a ser retirados das aeronaves às 9h59.
A chegada dos aviões foi acompanhada por familiares das vítimas e pelo presidente Michel Temer. Ele e o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, participaram de uma cerimônia com salva de tiros com o primeiro caixão a ser retirado, do atacante da Chapecoense Thiaguinho.

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Profissionais da RBS mortos em voo são homenageados em Florianópolis

SANTA CATARINA

03/12/2016 10h14 - Atualizado em 03/12/2016 11h47
Profissionais da RBS mortos em voo são homenageados em Florianópolis
Missa é celebrada na Catedral Metropolitana, neste sábado (3).
Após homenagem, eles seguem para velórios individuais.
Do G1 SC
Corpo de Giovane Klein, repórter da RBS TV, é velado na Catedral de Florianópolis (Foto: Melina Castro/RBS TV)


O cinegrafista Djalma Araújo é um dos 5 profissionais da RBS que morreram na queda do avião (Foto: Melina Castro/RBS TV)
Corpo do cinegrafista Djalma Araújo é velado por familiares em Florianópolis
Uma missa e homenagem aos cinco profissionais da RBS mortos no acidente aéreo com a delegação da Chapecoense ocorrem na Catedral Metropolitana de Florianópolis na manhã deste sábado (3). Em seguida, as vítimas seguem para velório individuais.
No acidente na madrugada de terça-feira (29), faleceram André Luiz Podiacki, Bruno Mauri da Silva, Djalma Araújo Neto, Giovane Klein Victória e Laion Machado de Espíndula.
O avião que trouxe as vítimas chegou no Aeroporto Hercílio Luz, na capital catarinense, às 7h. Em seguida, os caixões foram levados para a Catedral, no Centro.

Homenagem e missa
Primeiro, houve um momento privado para as famílias e, em seguida, um velório aberto com as cinco vítimas. A homenagem começou às 10h.
Estão previstos na celebração os ritos de ofertório, consagração e comunhão, além de leituras de trechos da Bíblia, salmo cantado, oração de encomendação dos corpos e bênção. A missa é celebrada pelo arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck.
Profissionais são homenageados na Catedral em Florianópolis (Foto: Reprodução/RBS TV)
Velórios individuais
Os repórteres Giovane Klein Victoria, da RBS TV, e Laion Machado de Espíndula, do Globoesporte.com, serão velados e enterrados no Rio Grande do Sul.
Florianópolis
A partir das 12h - Capela do Cemitério do Itacorubi
Velório do jornalista do Diário Catarinense André Luiz Podiacki
Enterro no Cemitério do Itacorubi

Velório do cinegrafista da RBS TV Djalma Araújo Neto
Enterro no Cemitério Municipal de Canajurê
Palhoça
A partir das 12h - Campo do Avante, bairro Pachecos
Velório do técnico de externas da RBS TV Bruno Mauri da Silva
Enterro no Cemitério Bom Jesus de Nazaré, no bairro Passa Vinte

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Moradores de Chapecó aguardam na Arena Condá chegada de corpos

SANTA CATARINA

03/12/2016 07h48 - Atualizado em 03/12/2016 10h28
Moradores de Chapecó aguardam na Arena Condá chegada de corpos
Grupos passaram a madrugada em frente ao estádio do Oeste de SC.
Corpos das vítimas de tragédia aérea têm previsão de chegada para as 10h.
Do G1 SC
Torcedores começaram a entrar na Arena Condá por volta das 7h35 (Foto: Janir Júnior/Globoesporte.com)
Moradores de Chapecó, no Oeste catarinense, começaram a chegar por volta das 4h30 deste sábado (3) à Arena Condá para o velório coletivo de parte das vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapeconse, que aconteceu na madrugada de terça (29). Segundo a RBS TV, alguns grupos passaram a madrugada na frente do estádio.

Os portões da Arena Condá abriram por volta das 7h30 para a entrada dos torcedores. Eles ocuparam as arquibancadas em silêncio. Chovia em Chapecó.
Os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) saíram de Manaus em direção a Chapecó com duas horas de atraso e a previsão é que cheguem à cidade do Oeste catarinense perto das 10h. Após o pouso, haverá uma cerimônia com honras militares, em que participará o presidente Michel Temer. Ele não ficará na cidade para o velório coletivo na Arena Condá.
Por volta das 7h30, os portões estavam abertos e os torcedores se acomodavam nas arquibancadas. O silêncio chamava a atenção.
Antes da abertura, eles faziam fila para entrar no estádio e cantavam do lado de fora. Alguns levaram flores. Faixas de campeão da Copa Sul-Americana 2016 eram vendidas nas proximidades. O avião que caiu levava os jogadores para a Colômbia para disputar a final do campeonato.
Dentro do estádio, o cenário estava todo pronto. Uma coroa de flores envolvia o símbolo da Chapecoense no gramado. Muitas faixas agradeciam o apoio dos torcedores e do Atlético Nacional, que disputaria a final com o clube catarinense.
Para o velório, haverá 121 psicólogos, 115 médicos, 121 auxiliares de enfermagem, 68 enfermeiros e cinco psiquiatras. Terá também um ônibus-ambulância, um helicóptero,
duas UTIs e 40 leitos.
Cortejo
Após a chegada dos corpos, dois caminhões farão o transporte até o estádio. O percurso do Aeroporto Municipal Serafin Enoss Bertaso até a Arena Condá deve levar cerca de uma hora, segundo o governo do estado.
Fora do estádio, serão disponibilizados quatro telões. Mais de 600 profissionais do estado e do município farão a segurança no cortejo e velório. Cerca de 100 mil pessoas são esperadas para o velório coletivo, conforme o governo do estado.

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Aviões com corpos de vítimas de acidente aéreo chegam a Chapecó

SANTA CATARINA

03/12/2016 09h27 - Atualizado em 03/12/2016 10h38
Aviões com corpos de vítimas de acidente aéreo chegam a Chapecó
Primeiro avião da FAB pousou às 9h28, e o segundo, às 9h43.
Presidente Michel Temer acompanha chegada das vítimas.
Do G1 SC
Caixões são carregados por militares no aeroporto de Chapecó (Foto: Júlio Cavalheiro/SecomSC)
Caixões são carregados por militares no aeroporto de Chapecó (Foto: Júlio Cavalheiro/SecomSC)
Chegaram a Chapecó, Oeste de Santa Catarina, os dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) com 50 corpos das vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense. A primeira aeronave pousou no Aeroporto Municipal Serafin Enoss Bertaso às 9h28 deste sábado (3), sob aplausos e choro dos familiares. O segundo voo da FAB chegou às 9h43.
Por volta das 10h, os caixões começaram a ser retirados por militares, sob uma chuva constante. O primeiro foi o do jogador Thiaguinho, de 22 anos. Salvas de tiros foram disparadas.
Familiares aplaudem e choram com a chegada do primeiro avião com os corpos das vítimas (Foto: Glauco Araújo/G1)
A chegada foi acompanhada pelo presidente da República, Michel Temer, e por familiares das vítimas.
O presidente chegou às 8h46 a Chapecó. Ele estava acompanhado de ministros, do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e de senadores catarinenses.
Entre as autoridades estavam Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho, Leonardo Picciani, ministro do Esporte, Walter Feldman, secretário geral da CBF, e Nivaldo Luiz Rossato, comandante da Aeronáutica, também estão no aeroporto de Chapecó para a cerimônia
Durante a cerimônia de honras militares, o presidente vai entregar às famílias a Medalha da Ordem do Mérito Desportivo como reconhecimento do governo federal e do povo brasileiro pelos serviços prestados ao país por todos os que estavam no voo que caiu na Colômbia na madrugada de terça (29).
Na sexta (2), a assessoria havia informado que ele não participaria do velório coletivo na Arena Condá. Porém, já em solo catarinense, ele decidiu ir ao estádio.

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No AC, sogro do piloto do voo da Chapecoense pede perdão às famílias

Acre

02/12/2016 11h00 - Atualizado em 03/12/2016 10h43
No AC, sogro do piloto do voo da Chapecoense pede perdão às famílias
'É uma perda que a gente não vai conseguir reverter', diz sogro.
Especialistas alegam que piloto deveria ter insistido em abastecer.
Do G1 AC

Ainda abalado com o acidente, o sogro do piloto Miguel Quiroga, de 36 anos, que pilotava a aeronave que caiu com o time da Chapecoense e deixou 71 mortos na terça (29), falou sobre o estado da filha e também se desculpou com a família das vítimas. Roger Pinto Molina falou com a Rede Amazônica Acre na casa onde Quiroga vivia com a mulher e os filhos.
"É um golpe irreparável. Uma perda que a gente não vai conseguir reverter. É difícil, mas, sobre tudo isso, nós compartilhamos nosso sofrimento com os milhões de brasileiros. Queremos apresentar, em nome da nossa família, da minha filha Daniela, dos meus netos, dos pais, de todos os bolivianos que faziam parte daquela delegação, nossos pêsames, nossa solidariedade", diz Molina.


Ele conta que a mulher do piloto, Daniela Quiroga, ainda está muito abalada e não sai do quarto.
"Queremos dizer para os milhões de brasileiros, especificamente para os familiares, filhos, pais e irmãos de Chapecó que sentimos muito. A palavra desculpa não resolve nada. Mas, queremos pedir perdão se foi um acidente que poderia ser evitado ou não. A capacidade e a vontade do nosso filho não está em questão, as investigações vão estabelecer o grau de responsabilidade", lamenta.
Molina voltou a dizer que a empresa LaMia, de onde pertencia o avião foi criada por um grupo de ex-militares bolivianos e tinha alugado a aeronave da Venezuela para atuar com voos fretados. O piloto era um dos sócios da empresa.
O sogro de Quiroga era senador boliviano, oposicionista ao governo de Evo Morales, fugiu para o Brasil onde vivia desde 2013 como refugiado político. Quando recebeu a notícia, ele estava em Brasília (DF) e não pensou duas vezes em voltar para a casa da filha.
A cidade de Cobija, na Bolívia, é onde, segundo especialistas em aviação, o piloto deveria ter parada para reabastecer antes de seguir para Medellín.
"Sempre existia a esperança de que tivesse ocorrido o menor, que mesmo sendo um acidente, ninguém tinha informação, que todo mundo pudesse ter se salvado. Foi impactante. Logo que se vai avançando a informação e vai se inteirando do pior e com muita tristeza, consternação e dor", diz.
Sobre um possível erro do piloto, Molina diz que vai aguardar o final da investigações, mas destacou que o avião, usado para o transporte da delegação, estava com a documentação em dia.
"Interessante, porque naquele dia de manhã eles tinham recolhido o avião de Cochabamba, onde está o centro de revisão dos aviões, especificamente, que são da empresa. Era um avião em condições perfeitas. Com uma tripulação experiente", finaliza.
Colaborou Alexandre Lima.

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