quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Paulo do Vale é eleito o novo prefeito de Rio Verde com 49% dos votos

Paulo do Vale é eleito o novo prefeito de Rio Verde com 49% dos votos
Peemedebista foi eleito com quase 50% dos votos válidos


Uma surpresa na disputa municipal em Rio Verde. O candidato Paulo do Vale (PMDB) foi eleito prefeito eleito da cidade.

O peemedebista superou os deputados Heuler Cruvinel (PSD) e Lissauer Vieira (PSB), considerados favoritos segundo as pesquisas de intenção de votos divulgadas no decorrer das eleições.

Vale alcançou 49,33% dos votos totais, seguido de Cruvinel com 27,76% e Vieira com 20,52%.

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Partido com mais investigados na Lava Jato tem alta no número de prefeitos

Partido com mais investigados na Lava Jato tem alta no número de prefeitos
"Perdoado" pelos eleitores, PP conquistou 494 municípios no pleito do último domingo
ALTO CONTRASTE -A +A
Diego Junqueira, do R7
Senador Benedito de Lira (PP-AL) é um dos denunciados do partido
Senador Benedito de Lira (PP-AL) é um dos denunciados do partido
Reprodução/www12.senado.gov.br
Com 32 políticos denunciados ao STF (Supremo Tribunal Federal) por crimes investigados pela Operação Lava Jato, o PP conseguiu se esquivar da “punição das urnas” nas eleições 2016. O Partido Progressista conquistou 494 prefeituras e se tornou a quarta força política do País em número de administrações — atrás somente de PMDB, PSDB e PSD.

O resultado de 2016 é, inclusive, superior ao da eleição anterior — antes do início das investigações de corrupção na Petrobras —, quando o PP saiu do pleito com 474 prefeituras. O partido ainda vai disputar o segundo turno em Florianópolis (SC) e Maringá (PR).

Juntamente com PT e PMDB, o PP faz parte do principal núcleo político investigado na Lava Jato, de acordo com as denúncias apresentadas pela PGR (Procuradoria-Geral da República) ao Supremo.

Membros dos três partidos foram denunciados no maior inquérito da Lava Jato até agora, o 3989, instaurado em março de 2015 no STF e que ficou conhecido à época como “lista do Janot”, em referência ao procurador-geral Rodrigo Janot (veja ao final a lista com todos os políticos de alto escalão denunciados na Lava Jato).

Na semana passada, o PGR pediu o desmembramento dessa investigação em quatro inquéritos distintos: um para investigar os membros do PP, e os demais para apurar os fatos relacionados a membros do PT, do PMDB no Senado Federal e do PMDB na Câmara dos Deputados.

Segundo partido com mais denunciados no STF (são dez nomes, entre eles o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva), o PT teve um caminho distinto e perdeu mais da metade das prefeituras que administrava: passou de 630, há quatro anos, para 254.

Em 2012, o Partido dos Trabalhadores estava na terceira colocação em número de prefeituras, atrás apenas de PMDB e PSDB. Neste ano, caiu para o décimo lugar.

O PMDB, com oito políticos denunciados (como o ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o atual presidente do Senado Renan Calheiros), também conseguiu alcançar um número maior de prefeituras em 2016. São 1.027 administrações, contra 1.015 em 2012. O resultado foi comemorado pelo partido, mas analistas apontam derrota para o maior partido brasileiro, já que perdeu o controle do município do Rio após oito anos.

Com dois políticos denunciados ao STF (os senadores mineiros Aécio Neves e Antonio Anastasia), o PSDB foi o grande vencedor do domingo (2), com 790 prefeituras conquistadas, entre elas a de São Paulo, contra 695 em 2012.

O PSB, que foi a estrela das eleições 2012 ao conquistar 440 prefeituras (130 a mais do que 2008), agora recuou para 412. O partido tem o senador Fernando Bezerra Coelho (PE) denunciado no âmbito da Lava Jato.

Já o PTC, do senador denunciado Fernando Collor de Mello (AL), também registrou queda no número de prefeituras, de 19 para 15.

Explicações

As denúncias de corrupção e a vontade por renovação política são algumas razões apontadas por especialistas para explicar a queda vertiginosa do PT. Mas como explicar a alta do PP?

“O processo de apuração da corrupção foi muito partidarizado”, avalia a cientista política Maria do Socorro Braga, professora da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos).

— Nas semanas anteriores à eleição só foram presos membros do PT. A base do antigo governo praticamente não foi atingida, com exceção do PT. Em parte, não houve essa punição [nas urnas a partir] da Lava Jato.

Braga aponta ainda “seletividade” por parte do Judiciário nas investigações de corrupção, com foco nas lideranças do Partido dos Trabalhadores.

— A PF e o Ministério Público, quando avaliam as denúncias que surgem com as delações premiadas, recortam só os envolvidos com o PT. O PP, que é um dos partidos com mais envolvidos, ficou de fora até agora [das punições]. No PMDB ninguém foi punido, alguns saíram do governo, mas não todos. Então há algum tempo está havendo uma seleção para punir mais um único partido. Isso acabou reforçado nas urnas o antipetismo. Partes dessa expressão premiou o PSDB, tanto que foi o partido que mais ganhou.

Para o sociólogo Paulo Silvino Ribeiro, professor da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), “quando as luzes estão todas focadas no PT, os outros partidos acabam ficando na penumbra”.

— Os outros partidos, envolvidos em casos de corrupção tanto quanto o PT, acabam numa certa penumbra. Pelo fato de que as pessoas votam em pessoas, e não em partidos, elas não atentam para isso.

Braga e Silvino responsabilizam ainda a cobertura da imprensa das investigações da Lava jato, que teriam acompanhado o judiciário e focalizado o Partido dos Trabalhadores.

“É muito curioso que o PMDB continue sendo eleito e o PT não”, diz Silvino.

— Alguma outra coisa está pesando, e não é somente a corrupção. Há outros elementos, não é só o fato de que a [gestão econômica da ex-presidente] Dilma Rousseff foi mal, ou do envolvimento em casos de corrupção. Há a construção de uma linha de frente contra qualquer governo ou medida petista. (...) As pessoas acabam identificando nomes como o do Lula e o do próprio Fernando Haddad, e ligando o PT a esse cenário político [de denúncias de corrupção]. Essa associação direta, superficial e equivocada faz com que os outros partidos não estejam sob o foco das atenções, apesar de o PP ser um dos partidos mais envolvidos na Lava Jato.

Políticos denunciados ao STF

PP (32)
- Senador Ciro Nogueira (PI)
- Senador Benedito de Lira (AL)
- Senador Gladson Cameli (AC)
- Deputado Aguinaldo Ribeiro (PB)
- Deputado Simão Sessim (RJ)
- Deputado Nelson Meurer (PR)
- Deputado Eduardo da Fonte (PE)
- Deputado Luiz Fernando Faria (MG)
- Deputado Arthur Lira (AL)
- Deputado Dilceu Sperafico (PR)
- Deputado Jeronimo Goergen (RS)
- Deputado Sandes Júnior (GO)
- Deputado Afonso Hamm (RS)
- Deputado Missionário José Olímpio (SP)
- Deputado Lázaro Botelho (TO)
- Deputado Luis Carlos Heinze (RS)
- Deputado Renato Molling (RS)
- Deputado Renato Balestra (GO)
- Deputado Roberto Britto (BA)
- Deputado Waldir Maranhão (MA)
- Deputado José Otávio Germano (RS)
- Ex-deputado e ex-ministro Mario Negromonte (BA)
- Ex-deputado João Pizzolatti (SC)
- Ex-deputado Pedro Corrêa (PE)
- Ex-deputado Roberto Teixeira (PE)
- Ex-deputada Aline Corrêa (SP)
- Ex-deputado Carlos Magno (RO)
- Ex-deputado e ex-vice governador João Leão (BA)
- Ex-deputado Luiz Argôlo (BA) (filiado ao Solidariedade desde 2013)
- Ex-deputado José Linhares (CE)
- Ex-deputado Pedro Henry (MT)
- Ex-deputado Vilson Covatti (RS)

PT (10)
- Senadora Gleisi Hoffmann (PR)
- Senador Humberto Costa (PE)
- Senador Lindbergh Farias (RJ)
- Deputado José Mentor (SP)
- Deputado Vander Loubet (MS)
- Ex-deputado Cândido Vaccarezza (SP)
- Ex-ministro Antônio Palocci (SP) (caso enviado para 1ª instância)
- Ex-ministro Paulo Bernardo
- Governador Tião Vianna (AC)
- Luiz Inácio Lula da Silva (caso enviado para 1ª instância)

PMDB (8)
- Senador Renan Calheiros (AL), presidente do Senado
- Senador Romero Jucá (RR)
- Senador Edison Lobão (MA)
- Senador Valdir Raupp (RO)
- Deputado Eduardo Cunha (RJ), ex-presidente da Câmara
- Deputado Aníbal Gomes (CE)
- Ex-governadora Roseana Sarney (MA)
- Governador afastado Luiz Fernando Pezão (RJ)

PSDB (2)
- Senador Antonio Anastasia (MG)
- Senador Aécio Neves (MG)

PTC (1)
- Senador Fernando Collor (AL)

PSB (1)
- Senador Fernando Bezerra Coelho

Sem partido
- Delcídio do Amaral
- André Vargas

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Saúde pode ter perdas bilionárias com PEC do teto, avaliam entidades


06/10/2016 05h00 - Atualizado em 06/10/2016 05h00
Saúde pode ter perdas bilionárias com PEC do teto, avaliam entidades
Conselhos estimam perdas de mais de R$ 400 bi nos próximos 20 anos.
Para Conselho Nacional, PEC seria a 'morte' do SUS. Governo contesta.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília
FACEBOOK
O Conselho Nacional de Saúde (CNS), o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) calculam que a proposta de emenda constitucional (PEC) que institui um teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos pode impor perdas bilionárias para o setor de saúde. Representantes do governo contestam essas estimativas (leia mais ao final desta reportagem).
Pela proposta do governo, durante os próximos 20 anos (com possibilidade de mudança do formato de correção a partir do décimo ano), as despesas públicas serão corrigidas no máximo pela inflação do ano anterior, ou seja, não terão crescimento real (acima da inflação).


TETO DE GASTOS
PEC será avaliada pelo Congresso
limite pela inflação
saúde e educação
efeito limitado
concursos
'esforço arrecadador'
O setor de saúde terá tratamento diferenciado. Os gastos com saúde serão elevados a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, com correção pela inflação somente a partir de 2018, segundo a proposta divulgada pelo relator Darcísio Perondi (PMDB-RS).
Para entrarem em vigor, as mudanças do formato de financiamento da saúde ainda precisam passar pelo crivo da comissão especial do Congresso criada para discutir assunto e dos plenários da Câmara e do Senado Federal.
Atualmente, a saúde, assim como a educação, tem suas despesas mínimas fixadas com base em um percentual da receita corrente líquida.
Como a expectativa é de crescimento da economia brasileira nos próximo anos – cenário que já se vislumbrava antes mesmo do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff – a arrecadação federal tende a aumentar. Por isso, as entidades calculam que, mantidas as regras da PEC do teto de gastos nesse cenário, haverá perdas para a saúde e também para a educação.
No início deste ano, ainda no governo Dilma, o mercado já previa um crescimento de 0,8% da economia para 2017, de 1,8% para 2018 e de 2% para 2019.
Com a vigência da PEC do teto, o Conselho Nacional de Saúde calculou as perdas para a saúde nos próximos 20 anos em R$ 424 bilhões.
Em nota conjunta, o Conass e o Conasems estimam que o setor deixará de receber, até 2036, R$ 433 bilhões, dos quais R$ 57 bilhões até 2025, momento no qual o formato de correção poderá ser alterado, se essa for a vontade do presidente que estiver no poder nesse ano.
Esses cálculos foram feitos nesta quarta-feira (5), já considerando as últimas mudanças feitas no texto da PEC feitas nesta semana pelo relator do projeto no Congresso Nacional.
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'Morte' do SUS
O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Ronald Santos, não poupa críticas à PEC do teto, que, para ele, representará a "morte" do Sistema Único de Saúde (SUS). O sistema atende a 75% da população brasileira, cerca de 150 milhões de pessoas.
O conselho é vinculado ao Ministério da Saúde e é a instância máxima de deliberação do SUS. Integram o conselho representantes de entidades e movimentos de usuários da saúde, entidades de trabalhadores do setor, governo e prestadores de serviços de saúde,
"Há necessidade de ajustes nas contas públicas. Há desequilibrio, mas a questão é quem irá pagar a conta. Achamos que não pode ser a vida do povo brasileiro. Há outras medidas econômicas, como por exemplo, a taxação de grandes fortunas e da especulação financeira", declarou Santos.
De acordo com Santos, atualmente o governo, os estados e os municípios gastam cerca de 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB) com saúde, patamar inferior ao da média de 8% do PIB dos 34 países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Com a PEC do teto, informou o conselho nacional, o gasto cairá mais ainda no futuro, para cerca de 2% do PIB ao final de 20 anos.
Segundo ele, a PEC do teto comprometerá cirugias oncológicas, exigirá menos gastos com o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), menos equipes de Saúde da Família, menos transplantes e menos assistência farmaceutica em um cenário de crescimento e de envelhecimento populacional – momento em que a Saúde é mais demandada.
"Os parlamentares não foram eleitos para mudar o contrato social brasileiro, para colocar a responsabilidade por politicas públicas por saúde nas mãos das famílias e do mercado", concluiu Ronald Santos, presidente do CNS.
Em nota divulgada nesta quarta-feira, o Conass e o Conasems avaliaram que os efeitos da PEC do teto de gastos públicos serão "desastrosos" para todas as esferas do SUS, principalmente para estaduais e municipais do sistema.
"De forma direta, essas esferas recebem da União repasses da ordem de 64% do orçamento do Ministério da Saúde, destinados a atendimentos de atenção básica, média e de alta complexidade. De forma indireta, cita-se como exemplo os recursos financeiros destinados à compra centralizada de medicamentos de alto custo, realizada pelo Ministério da Saúde", avaliaram as entidades.
Os conselhos acrescentaram que "congelar" por 20 anos recursos financeiros federais destinados ao SUS é "ignorar a regra constitucional que estabelece o direito à saúde mediante políticas econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação".
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Governo contesta
Autoridades do governo têm argumentado que não se pode comparar cenários, retrospectivos ou prospectivos (estimativas para os próximos anos), que mostram a diferença entre a aplicação do método da PEC com aquele ocorrido ou sua tendência.
O governo avalia que tanto o PIB como as receitas que servem de base de cálculo para os pisos teriam crescido ou crescerão de forma desigual.
A visão da equipe econômica é que, sem a PEC do teto de gastos, haveria um crescimento econômico menor no futuro, o que faria também com que as receitas fossem mais baixas.
Segundo o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, a vinculação dos gastos com saúde e educação a um patamar da receita líquida do governo, atual formato contemplado na Constituição, não garante qualidade do serviço.
“Receita vinculada não é garantia de prioridade e de gasto aplicado. Isso não significa qualidade e tampouco prioridade”, declarou Almeida em setembro deste ano

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RJ suspende pagamento a fornecedores e prestadores de serviço

RIO DE JANEIRO

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MENUG1RIO DE JANEIRO
BUSCAR
06/10/2016 08h51 - Atualizado em 06/10/2016 08h51
RJ suspende pagamento a fornecedores e prestadores de serviço
Decreto foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (6).
Medida só não será aplicada nas áreas da saúde, educação e segurança.
FACEBOOK
Foi publicado na edição desta quinta-feira (6) do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro decreto assinado pelo governador em exercício, Francisco Dornelles, que estabelece medidas para conter os gastos do governo. Entre as ações, está a suspensão de recursos para pagamento de despesas com fornecedores e prestadores de serviços de várias áreas da administração pública.
De acordo com o decreto, a restrição a novos empenhos, nos próximos 30 dias, só não se aplica às secretarias da Saúde, Educação, Segurança Pública e Administração Penitenciária, além de instituições ligadas ao Poder Judiciário.
O novo pacote de medidas foi anunciado pela assessoria de imprensa da Secretaria de Fazenda na terça-feira (4). Segundo informou a pasta, só serão pagos os empenhos que já possuem ordem de pagamento.
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Governo do RJ pode deixar de pagar fornecedores e prestadores de serviço
RJ estuda 'medidas mais duras' para cortar gastos, diz secretário
O decreto estabelece ainda a devolução de servidores cedidos pela União ou por prefeituras, para não ter que reembolsar os salários aos órgãos de origem. Além disso, não vai preencher cargos comissionados vagos e nem tomar novos empréstimos.
O governador determinou, também, prazo de 60 dias para que as secretarias da Fazenda e de Planejamento e Gestão estudo para definir um cronograma para o pagamento de Despesas de Exercícios Anteriores no âmbito da folha de pagamento.
De acordo com o decreto, as medidas têm o objetivo fazer com que as contas do Estado do RJ passem a se enquadrar novamente na Lei de Responsabilidade Fiscal. O estado estourou o teto de endividamento previsto na lei de responsabilidade fiscal. Pela lei, a dívida não pode passar de 200% - ou seja, do dobro da receita corrente líquida do estado, que é o que ele arrecada descontados os repasses obrigatórios aos municípios. Hoje, esse percentual é de quase 202%.
Com as medidas do novo pacote, a economia prevista é de R$ 185 milhões.

Governo estuda 'medidas mais duras'
Em entrevista ao Bom Dia Rio na quarta-feira (5), secretário de estado da Fazenda, Gustavo Barbosa adiantou que são estudadas “medidas mais duras” para cortar os gastos do governo. Segundo ele, o decreto assinado pelo governador é o começo de um plano de reestruturação.

“Essas medidas são medidas iniciais. O governo do estado está estudando outras medidas que virão, sim. Neste momento eu prefiro não antecipar essas medidas. Seriam medidas mais duras do que as atuais. A gente certamente terá que aprofundar em função dessa situação de caos financeiro”, afirmou Gustavo Barbosa.

O secretário negou que a demissão de servidores – ação permitida pela legislação para que o governo cumpra a lei de responsabilidade fiscal – faça parte das ações em estudo pelo governo. Ele destacou ainda que o estado descarta a possibilidade de reversão da crise financeira no curto prazo

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Mãe de garota torturada diz que não perdoa menores por ato: 'Desumano'

GOIÁSGoiás

05/10/2016 05h30 - Atualizado em 05/10/2016 14h32
Mãe de garota torturada diz que não perdoa menores por ato: 'Desumano'
Mulher teme que as 4 adolescentes saiam da internação 'pior que entraram'.
Ex de suspeita seria motivação; espancamento foi filmado pelo próprio grupo.
Do G1 GO
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A mãe da adolescente de 14 anos torturada em Trindade, Região Metropolitana de Goiânia, disse que não perdoa as quatro menores flagradas cometendo o ato infracional. As próprias garotas filmaram a agresão, que segundo a polícia, foi motivada por ciúmes do ex-namorado de uma delas (veja vídeo). O grupo está apreendido, mas de acordo com a mulher, a sensação ainda não é de alívio.
"Elas vão sair pior do que entraram. Aí elas vão matar não só a minha filha como qualquer outra que olhar para elas de cara feia. Não tem perdão uma coisa dessas porque isso aí é desumano", desabafou a mulher, que prefere não se identificar.
saiba mais
Mulher conta como socorreu garota torturada por adolescentes, em Goiás
Menor lamenta não ter matado garota após tortura em GO: 'Somos frouxas'
Quatro menores são apreendidas suspeitas de torturar adolescente
Segundo a delegada Renata Vieira, responsável pelo caso, as quatro adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos, foram encaminhadas para centros de internação em Goiânia e Formosa, no Entorno do DF. Elas ficarão nesses locais por até 45 dias, prazo que a Justiça tem para decidir se elas permanecem ou não internadas.
Elas serão indiciadas pelos atos infracionais análogos aos crimes de tortura e tentativa de homicídio. Se condenadas, podem ficar no máximo três anos internadas.
Agressões com pau e facão
A menina foi atraída para a casa de uma das suspeitas na última quinta-feira (29) sob o pretexto de que haveria uma festa no local. Ao chegar, ela foi esfaqueada e agredida com pedaço de pau e um facão em uma sessão de tortura que durou quase 4 horas.
Até mesmo uma cova foi feita no quintal da casa para que a menina fosse sepultada. “Elas começaram a me bater, me amarraram, me mostraram onde eu iria ser enterrada. Nisso, me deram uma facada e me colocaram na cova. Pensava só que eu ia morrer", contou a vítima.
Após ser apreendida e relatar o que aconteceu, uma das menores, de 14 anos, se indignou porque a vítima conseguiu escapar. "Todo mundo aqui estava com raiva dela. Porque ela não gosta da gente por causa desse negócio de namoradinho. No nosso pensamento, íamos bater nela, ela ia morrer e nós íamos enterrar ela. Só que aí não deu certo porque nós somos frouxa, sabe. Nós não damos conta de começar o serviço e terminar", disse.
Mãe de garota torturada diz que não perdoa menores por ato: 'Desumano' em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Garota de 14 anos ficou com várias lesões nas costas após a tortura (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Resgate
A menina foi auxiliada por uma mulher, que assistia a um programa de televisão quando foi surpreendida pelos gritos da vítima. Ela olhou pelo muro e viu a menor machucada.
“Minha filha ajudou ela a pular o muro. Coloquei ela para dentro e tranquei as portas porque não sabia se tinha alguém atrás. A minha intenção foi ajudar. Mandei minha menina chamar a mãe dela na casa dela”, declarou a mulher, que prefere não ser identificada. Em seguida, a adolescente foi levada de carro para um hospital.
A testemunha conta que se assustou com a agressão. “Nossa, a gente fica num susto tremendo. Isso não é coisa que se faça com ninguém. O que tem na cabeça de uma pessoa dessas?”, questiona.
Segundo a polícia, a vítima estava contando com a ajuda do ex-namorado de uma das suspeitas para organizar sua festa de 15 anos. O fato teria provocado ciúmes e culminado com a tortura.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Começa o período de inscrições para o concurso da Polícia Militar de Goiás

GOIÁSGoias

14/09/2016 07h07 - Atualizado em 05/10/16
Começa o período de inscrições para o concurso da Polícia Militar de Goiás
Procedimento deve ser feito, via internet, até o dia 6 de novembro.
Salários variam entre R$ 1.500 e R$ 5.401,43; confira link para edital.
Do G1 GO
Publicado edital para concurso público da Polícia Militar de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Publicado edital para concurso público da Polícia Militar de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Começa nesta quarta-feira (14) o período de inscrições para o concurso público da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO). O prazo termina no dia 6 de novembro. No total, são oferecidas 2.500 vagas, com salários que variam entre R$ 1.500 e R$ 5.401,43.
As inscrições podem ser feitas, via internet, no site da organizadora do certame. O valor da taxa de inscrição é de R$ 110 para o cargo de soldado de 3ª classe e de R$ 140 para o cargo de cadete. Os inscritos terão até o dia 9 de novembro deste ano para efetuar o pagamento da taxa.
Polícia Militar de Goiás
Inscrições:
De 14 de setembro a 6 de novembro
Vagas
2.500
Salário
De R$ 1.500 e R$ 5.401,43
Taxa
De R$ 110 a R$ 140
Provas
15 e 22 de janeiro de 2017

O edital do concurso pode ser conferido no site da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan).
Das vagas ofertadas, 2.420 serão para soldado de 3ª classe, que exigem diploma em qualquer curso superior, e as outras 80 para cadete, voltadas para bacharéis em direito. Segundo a Segplan, não haverá reserva de vagas para portadores de deficiência, em razão da incompatibilidade para o exercício das atribuições dos cargos.
A seleção dos candidatos, para os dois cargos, será realizada em quatro etapas, todas de caráter eliminatórios: prova objetiva e discursiva, teste de avaliação física, avaliação médica e psicológica e avaliação da vida pregressa e investigação social.
As provas escritas estão programadas para os dias 15 de janeiro do ano que vem, para o cargo de soldado de 3ª classe, e 22 de janeiro, para o cargo de cadete. Os testes serão aplicados em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, cidade de Goiás, Luziânia, Itumbiara, Iporá, Rio Verde, Catalão, Uruaçu, Formosa e Águas Lindas de Goiás.
O resultado final do concurso deve ser divulgado no dia 31 de maio de 2017.

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Movimento nos shoppings cai pelo 3º mês seguido em setembro


05/10/2016 13h02 - Atualizado em 05/10/2016 13h06
Movimento nos shoppings cai pelo 3º mês seguido em setembro
Foram 7,5 milhões de visitas a menos aos shoppings do país.
Pesquisa foi divulgada pelo Ibope Inteligência e pela Mais Fluxo.
Do G1, em São Paulo

O movimento nos shoppings em todo o país segue em queda, e registraram recuo de 3,5% em setembro em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Ibope Inteligência e pela Mais Fluxo. Em números absolutos, o resultado representa 7,5 milhões de visitas a menos aos shoppings do país.

Segundo a pesquisa, esse é o terceiro mês seguido de queda, e também o maior recuo desde abril, quando houve retração de 3,7% no movimento dos shoppings.
Shoppings (Foto: g1)
Shoppings dominantes
Apesar da queda, a pesquisa aponta que houve aumento do movimento nos shoppings classificados como dominantes – aqueles que têm mais de 45 mil m² de área bruta locável, mais de quatro anos de operação, entre outros critérios.

Neste grupo, a maior parte dos shoppings, com 69%, registra alta no fluxo de clientes, o que resulta em um crescimento médio de 2,8% em relação a 2015.
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