segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Motorista embriagado invade evento e atropela cinco pessoas
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Relação dos jogadores que entra jogando contra o Equador
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Lider do DEM é condenado a devolver R$ 4,6 milhões a acusação
Empresa que vai fazer concurso da justiça Federal no ES é escolhida
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Peemedebista comprou helicóptero por meuo de offshore mostra Lavajato
Peemedebista comprou helicóptero por meio de offshore, mostra Lava Jato COMENTE Fernando Rodrigues 22/08/2016 - 09:59 Ouvir 0:00 Documento apreendido é de Renata Pereira Britto, da Mossack Caso envolve deputado Newton Cardoso Jr, do PMDB de Minas  Operação financeira nos EUA foi revelada pelos Panama Papers  O deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) Uma planilha apreendida pela operação Lava Jato mostra que o deputado federal Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) usou uma empresa offshore sediada em Nevada (EUA) para comprar e vender um helicóptero. Trata-se de um documento em formato digital, apreendida pela Lava Jato durante a fase Triplo X (deflagrada em 27.jan.2016). O documento estava com Renata Pereira Britto, funcionária da firma panamenha Mossack Fonseca no Brasil. Ela chegou a ser presa na Triplo X, e foi liberada 5 dias depois. As informações são do repórter do UOLAndré Shalders. Na semana passada, Renata e os outros funcionários da Mossack no Brasil foram indiciados pela PF. O documento é uma carta de cobrança (“invoice”). A data é 12.fev.2013, quando o helicóptero foi vendido pela Cyndar Management LLC, a offshore registrada em nome de Newton Cardoso, para a IF Construções e Participações. Esta última empresa pertence a Inácio Franco, deputado estadual pelo PV de Minas Gerais. Eis o documento apreendido pela PF. Os destaques em vermelho foram feitos pelos investigadores (clique na imagem para ampliar):  O documento apreendido pela PF com Renata Pereira A existência da offshore controlada por Newton Cardoso e a compra do helicóptero foram reveladas pela série Panama Papers em reportagem publicada no dia 4.abr.2016. O trabalho jornalístico é citado na investigação da Lava Jato. “Nesse lastro, a análise das informações encontradas na mídia digital reforça o cenário investigativo ao desvendar uma planilha eletrônica referente à compra, em tese, desse mesmo helicóptero apontado pela equipe do Panama Papers”, escreveu o perito da PF. Leia a íntegra da análise da PF aqui. Newton Cardoso não foi alvo da fase Triplo X, e nem é mencionado no relatório final da PF sobre a operação. Como os próprios policiais escrevem ao fim da análise, “a simples menção a nomes e/ ou fatos contidos neste relatório, por si só, não significa o envolvimento direto ou indireto dos citados em eventuais delitos objetos da investigação”. A série Panama Papers, que começou a ser publicada em 3.abr.2016, é uma iniciativa do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), organização sem fins lucrativos e com sede em Washington, nos EUA. Os dados foram obtidos pelo jornal Süddeutsche Zeitung. O material ficou em investigação por cerca de 1 ano. Participaram do trabalho com exclusividade no Brasil o UOL, o jornal “O Estado de S.Paulo” e a RedeTV!. HELICÓPTERO E FLAT EM LONDRES Papéis da Mossack Fonseca, analisados para a série Panama Papers, mostraram tanto Newton Cardoso Jr. quanto seu pai, o ex-governador de Minas Newton Cardoso, utilizaram offshores em transações no exterior. A Cyndar Management LLC, pertencente a Newton Jr, foi criada em 2007, no Estado americano de Nevada. Trocas de e-mails encontradas no acervo da Mossack Fonseca mostram que o objetivo da empresa era comprar um helicóptero, no valor de US$ 1,9 milhão (valores da época).  Documentos de incorporação da Cyndar Manament, de Newton Jr. O helicóptero é da marca Helibrás, modelo Esquilo AS350 B-2. Tem capacidade para 5 passageiros e autonomia de 3h de voo. Foi comprado de outra offshore, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. O equipamento foi arrendado à Companhia Siderúrgica Pitangui, de propriedade da família Cardoso, no fim de 2007. A companhia continua ativa, segundo o registro da Mossack Fonseca. Em 2011, Cardoso decidiu vender a aeronave, o que acabou acontecendo só em 2013. O preço acertado foi de US$ 1 milhão. Como a aeronave foi vendida antes da 1ª disputa eleitoral de Newton Cardoso Jr, este não tinha necessidade de declará-la ao TSE. Já Newton Cardoso, o pai, adquiriu uma offshore em out.1991, quando ainda era governador de Minas Gerais. A Desco Trading Ltd. foi usada para comprar um flat em Londres em jul.1992, pouco depois de Newton deixar o governo de Minas Gerais. O valor à época: 1,2 milhão de libras. Esse montante hoje (abril de 2016) convertido em reais equivaleria a aproximadamente R$ 6,3 milhões. Documentos da Desco Trading mostram que o objetivo da companhia era receber aluguéis. Os valores deveriam ser depositados numa conta no Lloyds Bank de Londres.  Documento da Desco Trading, de Newton Cardoso (pai) OUTRO LADO O deputado Newton Cardoso foi procurado pessoalmente e por meio da assessoria de imprensa na última 6ª feira (19.ago). Ele nega qualquer irregularidade. Por meio da assessoria de imprensa, repetiu a mesma manifestação emitida quando da 1ª reportagem sobre o assunto. Disse ter recebido com “surpresa” as informações. Newton Cardoso Jr. “nega com veemência a existência de qualquer empresa offshore em seu nome ou mesmo de seu pai, o ex-deputado Newton Cardoso”. Saiba como foi feita a série Panama Papers Leia tudo sobre os Panama Papers O que é e quando é legal possuir uma empresa offshore Participam da série Panama Papers no Brasil na investigação sobre esportes os repórteres Fernando Rodrigues, André Shalders, Mateus Netzel e Douglas Pereira (do UOL), Diego Vega e Mauro Tagliaferri (da RedeTV!) e José Roberto de Toledo, Daniel Bramatti, Rodrigo Burgarelli, Guilherme Jardim Duarte e Isabela Bonfim (de O Estado de S. Paulo). O Blog está no Facebook, Twitter e Google+.
domingo, 21 de agosto de 2016
Homem morto volta para casa e família não sabe quem enterrou
Homem 'morto' volta para casa e família não sabe quem enterrou Do UOL, em São Paulo 19/08/2016 - 12h22 Ouvir 0:00 Reprodução/Twitter  Esse aí é o Waluyo, que 'morreu' há mais de 1 ano e voltou pra casa esses dias. Vai entender!? O indonésio Waluyo morreu em 7 de maio de 2015 depois de um acidente de trânsito, na cidade de Gunung Kidul. Ele ficou alguns dias em coma, recebeu a visita de amigos e parentes, mas acabou morrendo. Querido por muitos, seu velório foi concorrido.  Pelo menos foi isso que sua família acreditava. Há alguns dias, Waluyo voltou para casa como se nada tivesse acontecido. Seu retorno provocou reações de alegria e terror. Como assim um morto pode retornar à vida com tanta naturalidade? Waluyo conta que, na verdade, nunca morreu. Aliás, nunca nem sofreu acidente algum. Ele diz que passou todo esse tempo trabalhando como gari em outra cidade e, como não tem celular, não conseguiu avisar a família. Estranho, né? O problema é que a família de Waluyo agora tem um mistério. Se o sujeito está vivo, quem é que foi enterrado no lugar dele? Ninguém sabe. Os parentes desconfiam que foi alguém extremamente parecido com o gari fujão. Pelo jeito, ainda tem muito o que ser explicado nesta história.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Técnico de francês sugere que candomblé estaria por trás de vitória brasileira no salto com vara
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Obrigado a todos e juntos faremos a mais ampla democracia digital.