terça-feira, 16 de agosto de 2016
Embraer precisa amargar demissões para sobreviver.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Rajada de vento passa de 86 km/h em ponta grossa, diz Simepar
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Defesa de Dilma é informada que julgamento do impeachment iniciara dia 25/08/2016
http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2016/08/defesa-e-informada-que-julgamento-de-dilma-iniciara-dia-25-de-agosto.html
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Trio leva trator,pick-up e ibjetosde propriedade rural em Santa Lúcia SP
Trio leva trator, pick-up e objetos de propriedade rural em Santa Lúcia, SP Ação ocorreu na noite de terça-feira em região conhecida como Cabaceiras. Suspeitos renderam caseiro e proprietário e conseguiram fugir, diz polícia. 10/08/2016 10h21 - Atualizado em 10/08/2016 10h21 Do G1 São Carlos e Araquarara Três homens armados e encapuzados roubaram um sítio na noite de terça-feira (9) na área rural de Santa Lúcia (SP). Eles levaram um trator de propriedade da Usina Santa Lúcia que fica estacionado no local, uma pick-up, uma roçadeira e uma serra elétrica. Ninguém foi preso. De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 20h na região conhecida como Cabaceiras. Os suspeitos renderam o caseiro e o proprietário quando chegavam com uma caminhonete e amarraram ambos. Os homens fugiram e depois das 4h e logo depois o proprietário conseguiu se livrar das amarras e chamar a polícia de Américo Brasiliense e Santa Lúcia para atender a ocorrência.
domingo, 7 de agosto de 2016
Carro de MG é apreendido em MS
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Parauapebas no PA manifestantes bloqueiam a via no inicio da manhã
Parauapebas, no PA Manifestantes bloqueiam a via desde o início da manha desta quinta, 4. Segundo os trabalhadores, protesto ocorrerá por tempo indeterminado. 04/08/2016 14h13 - Atualizado em 04/08/2016 14h13 Do G1 PA  0:00  Cerca de 200 trabalhadores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) interditam desde o início da manhã desta quinta-feira (4), em Parauapebas, no sudeste do Pará, a principal estrada que dá acesso a uma comunidade da zona rural do município, onde há um projeto de mineração da região. Segundo os manifestantes, o protesto é contra o Governo Federal, que estaria ameaçando retomar áreas que hoje são destinas à reforma agrária. Pelo menos cinco mil famílias de assentados estariam correndo risco de perder seus lotes porque teriam um tipo de pendência junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Os trabalhadores afirmam que querem discutir a situação com o Governo Federal e pretendem manter a interdição da estrada por tempo indeterminado. Por causa do bloqueio, moradores e trabalhadores da mineração estão impedidos de seguir viagem
Aulas voltam ao normal na UEMG em Frutal
Aulas voltam ao normal na UEMG em Frutal após três meses de greve Professores decidiram retomar, mesmo sem reivindicações atendidas. Alunos também desocuparam campus; reitoria não se pronunciou. 04/08/2016 14h18 - Atualizado em 04/08/2016 14h18 Por Lais Vieira Do G1 Triângulo Mineiro  Assembleia realizada no campus de Frutal da UEMG (Foto: Mônica Alves/Arquivo Pessoal) Depois de três meses de greve, os professores da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), do campus de Frutal, decidiram em assembleia, nesta quarta-feira (3) pôr fim à paralisação. Após a decisão, as aulas voltaram ao normal na manhã desta quinta-feira (4). Na semana passada os alunos que também estavam paralisados, suspenderam o movimento. O G1 entrou em contato com a universidade para saber mais informações sobre o fim da greve, mas a assessoria da reitoria disse que não irá se pronunciar a respeito por não terem sido comunicados oficialmente por integrantes do movimento. Segundo Eliana Panareli, que estava no comando de greve, os professores não conseguiram que as reivindicações fossem atendidas pelo governo e decidiram voltar às atividades normais para não prejudicar ainda mais o andamento da universidade. Conforme ela, a greve foi judicializada pelo governo na tentativa de reajustar o salário dos professores, sem que entrasse na Lei de Responsabilidade Fiscal. “Existiam propostas por parte do governo voltada para a questão salarial, após a Lei de Responsabilidade Fiscal, com mesas de negociação relacionadas à concursos, planos de carreira etc. Até o momento, por ter essa lei, a gente não chegou a nenhum acordo com relação ao salário”, explicou Eliana. Mesmo com o fim da greve, os professores pretendem continuar promovendo plenários mensais na tentativa de permanecer com as negociações. “Estaremos sempre participando da construção de uma universidade estadual mais forte”, concluiu. Em relação à reposição das aulas, a professora Mônica Alves, do curso de Comunicação Social, informou que serão feitas novas reuniões para elaborar um novo calendário acadêmico. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) para ter um posicionamento a respeito das negociações e do fim da greve, e aguarda nota.  Alunos se alojaram no pátio da UEMG em Frutal (Foto: Movimento estudantil UEMG/Acervo) Fim da paralisação dos alunos De acordo com a aluna Isabela Mamede, no dia 28 de junho os alunos desocuparam o campus, mas a paralisação continuou até o dia 27 de julho. Durante esse tempo, os estudantes se reuniam no campus diariamente. Além disso, eles optaram por acabar com a paralisação por terem as reivindicações atendidas em parte e também por conseguirem ter um contato maior com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Reivindicações Desde a noite do dia 2 de maio, os alunos da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) ocupavam o pátio do campus de Frutal. Eles reivindicavam melhorias para a universidade e apoiam a greve deflagrada pelos professores da instituição. As principais reivindicações dos professores são o reajuste imediato dos vencimentos para reparar as perdas ocorridas desde 2011, realização dos concursos públicos garantindo o cumprimento dos mesmos e reparação de danos materiais e morais a professores atingidos pela Lei 100. Além disso, as outras reivindicações se relacionavam à incorporação das gratificações ao vencimento básico onde, atualmente, as bonificações não são garantidas e acopladas nos salários; implementação de estatuintes das Universidades Estaduais; votação orçamentária para cada unidade se manter e regulamentação do plano de carreira. Segundo o diretor do Centro Acadêmico do Direito, Felipe Vieira, além do apoio às reivindicações dos professores, os alunos também reclamavam da falta de recursos para o campus, pedem a conclusão da obra do restaurante universitário, mais agilidade na compra de livros e alojamento para alunos carentes. Também era reivindicada a ampliação das bolsas de assistência estudantil.
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Obrigado a todos e juntos faremos a mais ampla democracia digital.