terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Projeto desenvolve oficina de produção audiovisual com indígenas

Geral
Assessoria
01/12/2015 16:32:00 - 41 exibições
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Projeto desenvolve oficina de produção audiovisual com indígenas

O projeto de extensão Cineclube Roncador: Fortalecendo o protagonismo indígena da comunidade Xavante, por meio de narrativas audiovisuais, da UFMT- Câmpus Araguaia, realizou nos meses de outubro e novembro a oficina de Produção Audiovisual na Aldeia Namunkurá, etnia Xavante, localizada a 160 km de Barra do Garças. A ação contou com a participação de aproximadamente 30 jovens indígenas, com idade média entre 16 e 30 anos.
A oficina tem como prioridade amadurecer a experiência dos participantes com a operação de equipamentos e com as técnicas de produção audiovisual, promovendo a troca de saberes, e a reflexão sobre a criação coletiva de bens culturais na comunidade.
Com ênfase na produção de documentários, o Cineclube Roncador proporciona aos indígenas a possibilidade de contar suas histórias, experiências sócio-culturais e lutas políticas de forma autoral se apropriando de uma linguagem universal: o cinema.
Para o coordenador do projeto, professor Gilson Costa, a experiência tem proporcionado resultados surpreendentes: "por mais que estes instrumentos possam parecer estranhos à sua cultura, os Xavante tem demonstrado que, através deles, é possível reinventar as novas formas de resistência e lutas do grupo", avalia.
O projeto, que foi contemplado com o edital PROEXT-2015, pretende contribuir para a valorização das culturas e memórias dos povos indígenas, além de oportunizar a produção de vídeos que serão disponibilizados para uso didático nas escolas da região.

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Prefeitos divergem sobre recursos para Saúde no Araguaia

Saúde
Semana7.com / DA REDAçãO
01/12/2015 17:58:00 - 165 exibições
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Prefeitos divergem sobre recursos para Saúde no Araguaia

Secom-BG
Sete prefeitos da região, secretários municipais de saúde, e represetantes do estado, passaram o dia de hoje reunidos em Barra do Garças para discutir com a presidência do Consórcio Intermunicipal de Saúde Garças Araguaia se o montante de 1 milhão de reais que está sendo repassado pelo governo estadual deva ficar no próprio Consórcio ou se vai para a conta do Fundo Municipal de Saúde.
A reportagem teve acesso a informações de que a maioria dos prefeitos é contra o repasse ao Fundo Municipal de Saúde. Apenas o prefeito de Araguaiana, José Marra, teria emitido parecer favorável para que esse dinheiro vá para o FMS.
Os membros do Consórcio, presidido pelo prefeito de Barra do Garças, Roberto Farias, alegam que se o dinheiro for para o Fundo Municipal de Saúde fica difícil fiscalizar sua aplicação e não daria aos prefeitos autonomia sobre esse recurso.
Semana passada, numa entrevista ao jornal A Semana, o prefeito de Novo São Joaquim, Leonardo Zampa, reclamou que encaminhou pacientes para o polo de saúde de Barra do Garças mas o agendamento foi protelado sob alegação da falta de recursos.
A reportagem do Semana7 teve acesso a documentos que comprovam  que o Estado já transferiu para a conta do município entre agosto e setembro desse ano 2,6 milhões de reais, além dos 189 mil mensais ao Hospital de Barra do Garças.
Enquanto isso a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Barra do Garças, emitiu uma nota no facebook, dizendo que os repasses tanto federal quanto estadual estão em atraso.
O descontetamento entre prefeitos associados é de tal forma, que já se articulam nos bastidores a eminência de uma nova eleição para a presidência do Consórcio, que seja sustentada pelo consenso entre seus membros.
Participaram da reunião, além do presidente do Consórcio, Roberto Farias, a prefeita de General Carneiro Magali Vilela, José Marra (Araguaiana), Divina Oda (Pontal), Leonardo Zampa (Novo São Joaquim), Professor Marcos (Ribeirãozinho) e Humberto Luiz, de Ponte Branca.

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Polícia Civil afirma não ter pistas sobre manicure de Barra do Garças

Polícia
MidiaNews / VINICIUS LEMOS
01/12/2015 12:21:00 - 106 exibições
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Polícia Civil afirma não ter pistas sobre manicure de Barra do Garças

Mulher desapareceu no município de Canarana; Investigações continuam

Dois meses após o desaparecimento da manicure Sandra Godoy, de 29 anos, no município de Canarana (823 km a Nordeste de Cuiabá), a Polícia Civil continua sem informações sobre o paradeiro da mulher.
Conforme as investigações, ela teria sumido após se encontrar com um ex-namorado. A manicure mora em Barra do Garças (507 km a Leste de Cuiabá) e teria dito à família que iria à cidade de Ribeirão Cascalheira resolver questões sobre a venda de uma casa.
Porém, ela foi para Canarana, onde encontrou o homem, que é um dos suspeitos do desaparecimento, conforme a Polícia Civil.
O delegado da Polícia Civil de Canarana, Deuel Paixão, afirmou que, durante os dois meses de investigação, não houve nenhuma pista que pudesse levar ao paradeiro da manicure.
“Não há nada, até o momento. Estamos aguardando o relatório de inteligência, com os dados dos registros telefônicos dela”, contou.
A quebra de sigilo telefônico da manicure foi solicitada pela Polícia Civil logo no início das investigações. Porém, os dados ainda não foram fornecidos pelo setor de inteligência.
Em razão das dificuldades para obter informações sobre a moça em Canarana, o caso será repassado para o município de Água Boa. O motivo da transferência da investigação seria a maior capacidade do novo local.
“Eles têm uma estrutura melhor, mais policiais para realizar as buscas e para auxiliar nas investigações”, pontuou Deuel Paixão.
O delegado informou que há pelo menos cinco suspeitos sendo investigados. São pessoas com quem a manicure tinha ou teria tido algum tipo de relacionamento amoroso.
Entre os suspeitos, está o ex-namorado com quem ela havia ido se encontrar em Canarana. Ele teria sido a última pessoa a se encontrar com a manicure.
Apesar de não haver um esclarecimento sobre o desaparecimento de Sandra Godoy, o delegado acredita que ela possa estar viva.
“Trabalhamos com a hipótese de que ela está viva, pois não há, até o momento, elementos para afirmar o contrário”, afirmou.
Vídeos da manicure
A Polícia Civil teve acesso a vídeos que mostram Sandra Godoy antes do desaparecimento. Em um deles, ela estava na Rodoviária de Canarana, no dia em que desapareceu.
“As imagens estavam turvas, então não foi possível realizar grandes esclarecimentos sobre o caso”, lamentou o delegado.
Em outro vídeo, que consta nas investigações sobre o caso, a manicure está em um hotel, no município de Barra do Garças.
Nas imagens, feitas uma semana antes do desaparecimento, ela aparece ao lado do ex-namorado.
Último contato
A família da moça informou à Polícia que o último contato que teve com ela ocorreu no dia 28 de setembro, quando Sandra ligou para a filha, de 12 anos, e disse que estava bem.
Na terça-feira, 29 de setembro, Sandra teria um horário marcado em um salão de beleza de Ribeirão Cascalheira. Porém, ela não apareceu.
“O horário dela estava agendado para as 8h30 de terça-feira, mas ela não apareceu. A partir de então, passamos a considerá-la desaparecida”, disse Deuel Paixão.

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Seis barragens de MT possuem risco igual à de Mariana

Meio Ambiente
MidiaNews / THAIZA ASSUNçãO
01/12/2015 12:30:00 - 119 exibições
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Seis barragens de MT possuem risco igual à de Mariana

Dados são do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)

Marcus Mesquita/MidiaNews
Marcio Correa, superintendente do DNPM em Mato Grosso
Seis, das 23 barragens de rejeito de mineração instaladas em Mato Grosso, possuem classificação de risco igual à de Mariana (MG), que se rompeu no último dia 5 de novembro e deixou 11 pessoas mortas.
A informação consta de um relatório feito em 2014 pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), que é ligado ao Ministério de Minas e Energia.
De acordo com o monitoramento do governo, as barragens de todo o país recebem uma classificação de A até E pela combinação entre risco de rompimento e dano potencial associado. Uma barragem com baixo risco e baixo dano associado recebe a nota E, enquanto que uma com alto risco e alto dano recebe A.
Conforme o relatório, seis barragens do Estado, assim como a de Mariana, receberam a classificação C.
As barragens de rejeitos com risco em Mato Grosso são: Rejeito Casa de Pedra, em Cuiabá; Dique Finos, em  Vila Bela da Santíssima Trindade; B1 e B5, em Nova Lacerda; Barragem EPP, em Pontes e Lacerda  e Cava Central, em Poconé. A maioria delas tem como substância principal de exploração o ouro.
Conforme o relatório, outras quatro barragens do Estado receberam classificação D, são elas: Barragem de Lixiviação e Barragem de Flotação, localizadas em Nova Xavantina; Planta, em Rio Branco; e Sallina I, em Poconé.
As demais, localizadas em Poconé, Nossa Senhora de Livramento e Várzea Grande, receberam classificação E, ou seja, em princípio não oferecem risco.
Essas barragens armazenam os resíduos sólidos e água dos processos para extração do minério.
O MidiaNews tentou, mas não conseguiu contato com nenhuma das mineradoras.
O superintendente da DNPM, em Mato Grosso, Márcio Correa Amorim, declarou que as seis mineradoras já foram notificadas pelo órgão. Elas terão um prazo de seis meses para apresentar o Plano de Segurança de Barragem (PSB) e o Plano de Ação Emergencial de Barragem de Mineração (PAEBM), de modo a diminuir a classe de risco.
“Os projetos serão analisados pelo setor técnico da DNPM e, logo depois, uma equipe irá a campo para  verificar se as mineradoras estão realmente implementando o que colocaram no papel”, afirmou.
Segundo Amorim, as mineradoras também foram obrigadas a dividir a quantidade do material de resíduos para duas barragens, a fim de evitar o que aconteceu em Mariana.
“Sem perigo”
Apesar da categoria de risco, o superintendente afirmou que as barragens não têm, por ora, perigo de desmoronamento.
“Neste momento, eu não acredito que possa ocorrer o mesmo desastre da barragem em Mariana, com alguma barragem aqui do Estado”, afirmou.
 “Mesmo assim, nós manteremos uma fiscalização constante nas barragens, não somente nessas seis, mas em todas as outras”, complementou.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), também informou, por meio da sua assessoria de imprensa, que apesar das classificações do Departamento Nacional de Produção Mineral, nenhuma das barragens de rejeitos de mineração de Mato Grosso corre risco de desmoronamento.
 Conforme a assessoria, uma equipe técnica da secretaria também realizou recentemente uma vistoria em  todas as barragens e constatou que todas estão funcionando em condições estáveis.
Tragédia em Mariana
Em Minas Gerais, além de 11 pessoas mortas, oito pessoas estão desaparecidos e dois corpos aguardam identificação.
A barragem da Samarco, cujos donos são a Vale e a anglo-australiana BHP, se rompeu, despejando 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério e água.
Várias pessoas ficaram desabrigadas e sofrem com a poluição da água do leito do Rio Doce, que abastece cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Há uma semana, a lama que vazou da barragem chegou à foz do curso d'água, no distrito de Regência (ES).

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