quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Família quer saber paradeiro de manicure desaparecida

Geral
Semana7.com / DA REDAçãO
01/10/2015 15:10:00 - 160 exibições
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Família quer saber paradeiro de manicure desaparecida

Reprodu��o
A manicure Sandra Godoy está desaparecida desde terça-feira, 29. Ela é natural de Ribeirão Cascalheira e residia em Barra do Garças há 3 anos.
Segundo seus familiares ela chegaria de Ribeirão Cascalheira na terça-feira onde teria ido para receber uma conta. A família disse que Sandra não fez nenhum contato.
Sandra foi vista pela última vez desembarcando na rodoviária de Canarana e vestia tênis branco, calça jeans e uma camisa Polo de cor mostarda.
Ela tem 29 anos, é morena clara, cabelos negros e usa aparelho nos dentes.
Qualquer informação sobre o paradeiro de Sandra estrar em contato com o Leticia Godoy, irmã da desaparecida, ou com a Polícia Civil de Barra do Garças ou com a família de Sandra, pelo e-mail giselllygodoyg@gmail.com, ou pelos telefones, (66) 9209- 9779 – Leticia Godoy (Irmã) ou (66) 3401-1380 – Polícia Judiciária Civil. (Com dados de Konrad Felipe da Assessoria da Câmara de Vereadores de Barra do Garças)

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Quase metade dos frigoríficos são fechados em MT

Economia
RD News / GABRIELE SCHIMANOSKI
01/10/2015 08:58:00 - 58 exibições
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Quase metade dos frigoríficos são fechados em MT

A redução da oferta de bovinos para abate no Estado nos últimos dois anos acarretou no fechamento de 18 plantas frigoríficas nos últimos 18 meses, média de uma por mês. O fato é que, mesmo sendo detentor do maior rebanho do país com cerca de 28 milhões de cabeças, a “escassez” do boi está mexendo com a economia de muitas cidades e claro, do Estado. 
Para se ter ideia, das 41 unidades frigoríficas instaladas no Estado, 19 estão com as atividades paralisadas. Deste montante, sete fecharam as portas em 2015, entre as empresas estão a JBS instalada na Capital onde cerca de 500 funcionários foram demitidos; a Minerva Foods em Mirassol D’Oeste onde outros 700 perderem seus empregos; e ainda, o JBS/Friboi em São José dos Quatro Marcos onde mais 724 trabalhadores foram dispensados. 
As outras unidades paradas estão localizadas em Cáceres, Várzea Grande, Sinop, Canarana, Nova Xavantina, Vila Rica, Juara, Matupá, Nova Monte Verde, Colíder, Pontes e Lacerda, Barra do Garças e Rondonopólis - veja detalhes nos quadros.
De acordo com o  o Sindicato das Indústrias de Frígoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo), um dos fatores que contribuiu para essa situação é a saída do boi em pé, ou seja, a saída de bois vivos para outros Estados.
Entretanto, isso por si só não seria suficiente para ocasionar o fechamento de tantas plantas.
Para o presidente do Sindifrigo, Luiz Antonio Freitas Martins, mesmo com plantas paradas, a capacidade instalada de abate é muito superior a oferta de animais.  “Há pelo menos dois anos as plantas operam na ociosidade. Isso é ocasionado em razão do ciclo da pecuária, que dura de cinco, seis anos. Nosso rebanho está estagnado e isso faz parte do ciclo da atividade”, explica Martins.
Ele ressalta que o Estado já passou por outras situações semelhantes e que as unidades fechadas têm condições de retomar as atividades assim que a oferta de animais for reestabelecida. 
Para a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a situação dos frigoríficos não tem ligação direta com a crise econômica que assola o país e concorda que a situação é reflexo do grande número de matrizes abatidas entre os anos de 2011 e 2013, comprometendo a oferta de animais para a reposição.
“Entre esses anos o abate de fêmeas ficou superior ao índice de equilibrio, que é 33%. Quando você ultrapassa você está teoricamente diminuindo o abate o que foi constatado em 2013 e 2014”, explica o presidente da Acrimat, José João Bernardes. 
Para Bernardes, a ociosidade das plantas frigoríficas é decorrente ao número de unidades existentes no Estado e não da menor oferta de boi.
“Mesmo com as 18 plantas frigoríficas fechadas,  nossa  capacidade ociosa de abate continua superior a 25%. Nosso rebanho não sofreu grandes alterações, continuamos com o maior do Brasil. O abate diminuiu sim, é o menor nos últimos seis meses mas isso não levaria o fechamento de tantas plantas”, explica.
Para Bernardes, o que pode ter ocorrido foi uma má previsão por aqueles que se instalaram no Estado ou eles imaginaram que o rebanho iria crescer muito além do que cresceu. “Mas de qualquer maneira houve uma falha de planejamento pelas empresas que aqui se instalaram”.

Dia Internacional do Idoso será comemorado em Barra do Garças

Geral
Assessoria CMBG / KONRAD FELIPE
01/10/2015 09:51:00 - 14 exibições
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Dia Internacional do Idoso será comemorado em Barra do Garças

A Prefeitura de Barra do Garças, através da Secretaria de Assistência Social, promove nessa quinta-feira (1/10) a partir das 8h, no Parque Municipal das Águas Quentes,  a confraternização do evento alusivo ao Dia Internacional do Idoso.
A programação inclui serviços para o público da maior idade, com direito a café da manhã e almoço, atividades saudáveis que levam em conta a capacidade funcional, a necessidade de autonomia, de participação, da obtenção de cuidados e de uma vida com mais independência, além de apresentações artísticas.
No 1º dia do mês de outubro celebra-se o Dia do Idoso no Brasil. Até 2006, o Dia do Idoso era comemorado no dia 27 de setembro. Isso porque, em 1999, a Comissão pela Educação, do Senado Federal, havia instituído tal data para a reflexão sobre a situação do idoso na sociedade, ou seja, a realidade do idoso em questões ligadas à saúde, convívio familiar, abandono, sexualidade, aposentadoria, etc.
Sobre o Dia Internacional do Idoso
No dia 1º de outubro de 2003, porém, foi aprovada a Lei nº 10.741, que tornou vigente o Estatuto do Idoso. Pelo fato de o Estatuto ter sido instituído em 1º de Outubro, em 2006 foi criada uma outra lei (a Lei nº 11.433, de 28 de Dezembro de 2006) para transferir o Dia do Idoso para 1º de outubro. Vale salientar que desde 1994, com a Lei nº 8.842, o Estado brasileiro já havia inserido a figura do idoso no âmbito da política nacional, dado que essa lei criava o Conselho Nacional do Idoso.
O fato é que, com a criação do Estatuto do Idoso, em 2003, o Brasil começou a incorporar à sua jurisprudência resoluções de organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Sabe-se que, em 1982, a ONU elaborou, em Viena, na Áustria, a primeira Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento. Dessa Assembleia, foi elaborado um Plano de Ação Internacional sobre o Envelhecimento que tinha 62 pontos, os quais passaram a orientar as reflexões, legislações e ações posteriores a respeito do idoso.
É sabido, também, que, na Assembleia Geral de 1991, a ONU aprovou a Resolução 46/91, que trata dos direitos dos idosos. Os princípios dessa resolução norteiam as discussões contemporâneas sobre a situação do idoso. Entre esses princípios, estão os da “Autorrealização” e da “dignidade”, cujos pontos são:
Autorrealização:
Aproveitar as oportunidades para o total desenvolvimento das suas potencialidades;
Ter acesso aos recursos educacionais, culturais, espirituais e de lazer da sociedade;
Dignidade:
Poder viver com dignidade e segurança, sem ser objeto de exploração e maus-tratos físico ou mentais;
Ser tratado com justiça, independentemente da idade, sexo, raça, etnia, deficiências, condições econômicas ou outros fatores.
Além desses princípios, a ONU ainda deu destaque às questões da assistência aos idosos e de sua integração e participação na sociedade, bem como da independência que lhes é inerente e que deve ser-lhes garantida em direitos como: oportunidade de trabalho, lazer, determinar em que momento deve afastar-se do mercado de trabalho, poder viver em ambientes seguros etc. O dia 1º de outubro, portanto, é reservado para pensar sobre todas essas questões fundamentais a respeito do idoso.