sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Tereza Cristina pede que produtores rurais não esmoreçam


A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, convocou nesta sexta-feira, 30, a união do agronegócio diante das dificuldades e críticas. Segundo ela, os problemas enfrentados pelo setor produtivo são passageiros e a pasta trabalha para melhorar o ambiente de negócios, reduzir a burocracia e abrir mercados.
“Não esmoreçam. Ataques vamos sofrer pelo gigantismo do nosso negócio”, afirmou, ao participar da abertura oficial da Expointer, em Esteio (RS). “Teremos problemas que serão resolvidos. Não desistam, até para me dar forças. Vou até as últimas consequências em defesa do agronegócio brasileiro”, destacou.

Luismar Coutinho CORRETOR CRECI-28984 64-99206 2029 Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

EUA: produtividade do milho em Minnesota está 8,4% menor

23 de agosto de 2019 Atualizado às 11h27

As lavouras de milho em Minnesota, no oeste dos Estados Unidos, estão se desenvolvendo pior neste ano, na comparação com a média dos últimos três anos e também em relação ao ano passado, segundo avaliação dos participantes da “Crop Tour”, realizada pela consultoria Pro Farmer.
Segundo ela, a produtividade média do milho foi estimada em 213 sacas de 50 quilos por hectare, abaixo da média do ano passado, de 224 sacas por hectare e à frente também da média dos últimos três anos, de
231 sacas (8,4% menor que a atual).
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terça-feira, 20 de agosto de 2019

‘Reforma tributária vai trazer mais benefícios que o Plano Real’

UNIFICAÇÃO DE IMPOSTOS

Necessidade urgente de o Brasil promover uma reforma tributária foi consenso entre convidados e senadores que participaram de audiência pública na CCJ do Senado

20 de agosto de 2019 às 08h37
Por Canal Rural, com informações da Agência Senado
A necessidade urgente de o Brasil promover uma reforma tributária foi consenso entre os convidados e os senadores que participaram, nesta segunda-feira, 19, da audiência pública interativa realizada pela Comissão de Constituição e Justiça sobre a PEC 110/2019, que reformula o sistema tributário brasileiro.
A primeira parte da audiência foi conduzida pela presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS). Ela afirmou que as reformas tributária e da Previdência têm forte ligação econômica e política e são complementares. Simone disse que os brasileiros são os cidadãos que mais pagam impostos no mundo, se levada em conta a relação entre a carga tributária e a qualidade dos serviços públicos oferecidos. “É urgente que a reforma tributária seja aprovada no Congresso Nacional. O Brasil tem pressa e uma reforma não se sustenta sem a outra”, disse.
A segunda parte da reunião foi conduzida pelo relator da reforma tributária, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA). Ele disse que há condições de entregar seu relatório em até 45 dias. Para o senador, a reforma tributária vai aumentar a segurança jurídica no país.
O primeiro convidado a falar foi o ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly, um dos principais idealizadores da PEC 110/2019, que tem o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, como primeiro signatário e as assinaturas de outros 64 senadores. 
A proposta extingue nove tributos: IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins, Salário-Educação, Cide-combustíveis e CSLL (federais); ICMS (estadual); e ISS (municipal). No lugar deles, será criado um imposto sobre o valor agregado, de competência estadual, chamado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), e um outro sobre bens e serviços específicos, chamado Imposto Seletivo, de competência federal.
Luiz Carlos Hauly garantiu que a proposta em análise no Senado não vai acarretar aumento da carga tributária nem perdas para os entes federados.
“Não é reforma, é uma reengenharia tecnológica fraterna e solidária para fazer o Brasil crescer e distribuir renda com justiça social”, afirmou.
O ex-deputado disse que a proposta segue o modelo clássico europeu de tributação, que adota o imposto sobre valor agregado (IVA), que seria o IBS no Brasil. Segundo ele, 165 países já usam esse tipo de sistema tributário. Ele disse ainda que a reforma pretende abolir os impostos que atingem alimentação, medicamentos, água e esgoto, educação e transporte urbano.
Hauly afirmou que o atual sistema tributário tem grandes problemas, como as inúmeras renúncias fiscais, que custam cerca de R$ 500 bilhões por ano à União, estados e municípios, e a sonegação fiscal, que chega a R$ 460 bilhões anuais. Em sua avaliação, todos esses problemas serão diminuídos com a aprovação da reforma.
Ainda de acordo com o ex-deputado, o Brasil está em 184º lugar entre 190 países em qualidade do sistema tributário.
“Essa reforma vai trazer mais benefícios para o país que o Plano Real. A reforma tributária vai estabilizar a concorrência entre as empresas brasileiras e fazer do Brasil um dos maiores países em desenvolvimento econômico e industrial do mundo”, afirmou Hauly.
Por sua vez, o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Filipe Salto, afirmou que o Brasil precisa retomar a eficiência e a simplicidade tributárias. Para ele, o país está 50 anos atrasado na adoção do IVA, modelo que, em sua avaliação, deu certo na maior parte do mundo. Entretanto, ele se mostrou cético de que a reforma possa diminuir a carga tributária em relação ao PIB.
Já o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE) disse que o Brasil tem um ‘manicômio tributário’. Ele também defende a reforma tributária como uma das mais urgentes, para que o sistema seja simplificado e desburocratizado e para que a carga tributária seja diminuída. O deputado disse que vai apresentar uma proposta de reforma tributária diferente, que prevê, inclusive, um novo tipo de CPMF. A proposta dele também aglutina diversos impostos atuais em um imposto federal único.
O líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu que o Senado tenha a última palavra na reforma tributária, uma questão federativa, por ser o representante dos estados. Ele disse que a reforma tem que levar em conta as desigualdades regionais e não prejudicar os estados em desenvolvimento. A preocupação com os estados em desenvolvimento das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, também foi colocada pelo senador Vanderlan Cardoso (PP-GO).
O senador Marcelo Castro (MDB-PI) defendeu a tributação de lucros e dividendos e disse que impostos nos moldes da antiga CPMF podem ser muito úteis para o país, pois têm baixas alíquotas, ampla base de contribuição, não podem ser sonegados e sua arrecadação não requer gastos. Além disso, acrescentou o senador, esse tipo de imposto ajuda a rastrear o caminho do dinheiro e arrecada mais de quem movimenta mais recursos. Ele também sugeriu que seja incluída na reforma tributária a previsão de royalties para os mercados de energia eólica e solar, de forma parecida aos royalties do petróleo e da mineração.
Também participaram dos debates os senadores Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Weverton (PDT-MA).

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Esse senhor está a procura de suas filhas não vê a mais de 40 anos Hoje ele mora em Rio Verde GO

Essa senhora está a procura dos Pais e irmãos de sua filha adotiva hoje ela mora em Rio Verde GO. Nome dos Pais Cicero de Oliveira Arruda e Edite Teixeira de Carvalho


No Ano de 1995 a senhora Maria Rosa Rodrigues dos Santos uma guerreira, que não mediu esforços junto ao pedido do Pai Cicero que morava na rua Deus e amor em Nova Xavantina MT como vizinha dos Pais da adotiva Maria Lucia de Oliveira Arruda que na época tinha aproximadamente dois anos de idade, hoje ela esta em busca do seus Pais e Irmãos que podem estar morando na região do Mato Grosso Goiano Ribeirão Cascalheira e Nova Xavantina MT

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Cai número de lavouras de milho em excelente ou boa condição nos EUA

O número de lavouras de milho em boas ou excelentes condições diminuiu nos Estados Unidos. Segundo o departamento de agricultura norte-americano (USDA), até o domingo, 4, 57% da safra estava entre boas e excelentes condições, contra 58% na semana anterior.
A entidade informou em boletim semanal que 30% das lavouras estão em situação regular e 13% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 30% e 12%, respectivamente. 
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Soja: China compra menos e exportações caem 13% em julho no Brasil


RECUO
Se comparado ao ano passado, o resultado do mês é ainda pior. No acumulado do ano o país vendeu 7,2% menos que em 2018
02 de agosto de 2019 às 10h41
Por Daniel Popov, de São Paulo
Foto: Aprosoja-AP
O Brasil sentiu os efeitos da redução das compras de soja da China. Em julho deste ano, o país embarcou 13% menos para o exterior de maneira geral, se comparado a junho e 23,3% menos que em julho de 2018, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Em julho de 2019 o Brasil exportou 13% menos soja para o mundo, ou seja, 7,820 milhões de toneladas, contra 9,066 de junho e 10,198 de julho do ano passado. Interessante ressaltar que no ano passado, neste mesmo mês, a China havia comprado do país 7,973 milhões de toneladas, ou seja mais do que o total registrado neste ano em julho. A Secex ainda não detalhou quando os chineses compraram em julho deste ano.
Financeiramente o mês foi ruim também, com preços mais baixos, o Brasil obteve um lucro de US$ 2,7 bilhões, -12,9% ante os US$ 3,1 bilhões de junho e 32,5% menor que os US$ 4 bilhões de julho de 2018.

Óleo

Já as exportações de óleo totalizam 124,5 mil toneladas em julho, 14,6% a menos que as 145.8 mil toneladas de junho e 42,2% a menos ante as 215,4 mil toneladas do mesmo mês de 2018.
Os valores conseguidos com estas compras também diminuíram. Em julho deste ano somaram US$ 78,2 milhões de toneladas, 16,7% abaixo dos US$ 93,4 milhões de junho e 48,2% menor que os US$ 151,2 milhões do ano passado.

Acumulado de janeiro a julho

No acumulado de janeiro a julho deste ano, as exportações de soja em grão somaram 52,3 milhões de toneladas, 7,2% a menos que as 56,4 milhões de toneladas do mesmo período do ano passado.
O faturamento naturalmente foi menor também, na casa dos US$ 18,3 bilhões, ante os US$ 22,5 bilhões do acumulado de 2018, ou seja queda de 18,6%.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

‘Brasil deve entender o que o resto do mundo quer consumir’, diz ministra

Tereza Cristina citou os acordos comerciais que o Brasil fechou e os que estão em negociação como um incentivo ao setor para aprimorar os produtos exportados
01 de agosto de 2019 às 16h58
Por Canal Rural
Foto: Ministério da Agricultura
A ministra Tereza Cristina alertou nesta quinta-feira, 1º, que o Brasil precisa entender o que os países com os quais estamos fechando acordos necessitam. Em discurso feito na  Feira de Agronegócios Coopercitrus (Feacoop) realizada em Bebedouro, interior de São Paulo, ela comemorou o atual momento da agropecuária nacional.
“Tenho orgulho de ser ministra da agricultura deste fantástico país. Colocamos alimentos seguros no prato de 1,5 bilhão de pessoas, todos os dias, no mundo inteiro. E temos que nos preparar para todos esses acordos, pois o Brasil se abriu para o mundo e temos que estar preparados para entender o que os consumidores querem lá fora”, falou.
Um exemplo prático dado pela ministra foi dos frigoríficos que, segundo ela, precisam variar o que é exportado. “Temos que exportar carnes do jeito que eles querem: embaladinhas, pois a dona de casa que no pacotinho. O Brasil não pode ser exportador apenas de carne de hambúrguer, pois temos carne boa no Brasil e temos que levar elas prontas lá pra fora, agregando valor para que possamos pagar mais aos nossos produtores, que precisam investir em tecnologia e genética”.
Tereza Cristina se disse otimista com o início do governo Bolsonaro e confiante no que será feito na área da agropecuária. “Nós queremos que o Brasil dê certo. Fico muito feliz de poder participar desse momento histórico, de virada de página. Estamos fazendo o dever de casa e vamos chegar aonde nós queremos”, finalizou.
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