quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Donos da JBS entregam à PGR novos anexos da delação, diz defesa

Entre o material entregue, estão dados sobre os contratos do grupo com o BNDES

Por Vinicius Sassine

31/08/2017 20:06 / Atualizado 31/08/2017 20:13

BRASÍLIA - Os irmãos Joesley e Wesley Batista entregaram à Procuradoria Geral da República (PGR) anexos que complementam a delação premiada assinada em maio com a PGR e homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada ao GLOBO pela defesa dos irmãos e executivos do grupo J&F, proprietário da JBS, que aderiram à colaboração.

A entrega ocorreu no início da noite desta quinta-feira, segundo a defesa. Fontes da PGR dizem que o prazo estabelecido é até esta quinta-feira. Os delatores tinham 120 dias para entregar o material que complementa a colaboração premiada.


Na segunda-feira, a defesa pediu para que o prazo fosse prorrogado, o que contou com o aval do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no dia seguinte. A decisão é do ministro Edson Fachin, relator do caso no STF. Até a noite desta quinta, o magistrado ainda não havia tomado uma decisão a respeito.

Os advogados dos Batista e dos executivos do grupo adotaram como estratégia esperar por uma decisão de Fachin, antes de protocolar os documentos. A decisão adotada foi entregar a complementação da delação e, em caso de prorrogação do prazo, aportar mais material.

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Entre os anexos entregues, está um específico com dados sobre os contratos do grupo com o BNDES, como revelado pelo GLOBO na última quarta-feira. Joesley também decidiu entregar áudios novos de conversas mantidas com políticos. Esta informação foi divulgada pelo site do jornal "Folha de São Paulo" na noite desta quinta. A existência dos áudios foi confirmada pelo GLOBO.

Se Fachin der mais tempo para entrega de provas, como já concordou Janot, o prazo vai até 30 de outubro. Os delatores entregaram à PGR detalhes de agendas, reuniões, registros de ligações telefônicas e operações relacionadas aos contratos do grupo J&F, controlador da JBS, com o BNDES. Os irmãos Batista, donos da empresa, e outros executivos do grupo trabalharam, em conjunto com seus advogados, na elaboração dos novos anexos da delação.

Para pedir mais prazo, a defesa argumentou que, na semana passada, a 5ª Câmara de Coordenação e Revisão da PGR homologou um acordo de leniência – espécie de delação das empresas – com o grupo J&F. Pelo acordo, há um prazo de 180 dias para compartilhar dados e informações.

“Diante de tal homologação, que facilitará o acesso e a juntada de novos dados de corroboração, bem como da necessidade de mais prazo para a checagem de listas de documentos e planilhas, a fim de apresentar esclarecimentos mais robustos e efetivos, requer-se seja alterada a cláusula 3ª, paragrafo 2º dos acordos de colaboração dos signatários, a fim de prorrogar por 60 (sessenta) dias o prazo para apresentação de anexos complementares”, diz trecho do pedido.

Em documento endereço ao ministro Edson Fachin, Janot concordou com o pedido. Ele destacou que os delatores da JBS "têm prestado depoimentos e apresentando elementos de corroboração sobre anexos novos e aprofundado alguns outros anexos já apresentados". Porém, há depoimentos e documentos que ainda precisam ser colhidos e fornecidos. Por isso a necessidade de estender o prazo.

No caso do BNDES, há um anexo específico com informações relacionadas aos contratos do grupo com o banco. Os delatores, no entanto, não devem admitir pagamento de propina dentro do BNDES para a obtenção de contratos. O que está previsto é um detalhamento de reuniões e ligações telefônicas, especialmente de Joesley com o corpo técnico do banco, além de supostas provas do "empenho" e da "influência evidente" do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega para a liberação do dinheiro.

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Na interpretação de fontes com acesso a esta fase de elaboração de novos anexos da delação, os dados referentes aos contratos com o BNDES podem auxiliar em investigação sobre gestão temerária no banco. Nos depoimentos já prestados, Joesley afirmou que Mantega intermediou repasses ao PT a partir do êxito nos contratos do grupo com o BNDES. Segundo o delator, o grupo administrou contas no exterior para onde eram destinados repasses associados aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

No último dia 20, reportagem do GLOBO mostrou as iniciativas do grupo J&F para derrubar investigações sobre supostas fraudes em contratos do grupo com o BNDES no valor de R$ 8,1 bilhões. Entre essas iniciativas estavam ações na Justiça para não fornecer senha de celular apreendido e para que documentos não fossem periciados.

O entendimento da defesa é que a imunidade penal alcançada com a colaboração premiada se estende a essa investigação. Os contratos são alvo da Operação Bullish, conduzida pela Procuradoria da República no DF e que não entrou no escopo da delação. O novo anexo visa a atender à investigação da Bullish



Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/donos-da-jbs-entregam-pgr-novos-anexos-da-delacao-diz-defesa-21771617#ixzz4rNii1eLL
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Índios passam madrugada no escritório da Presidência na Av. Paulista por reserva no Jaraguá

Grupo deve sair do prédio ainda na manhã desta quinta.
Por G1 SP
31/08/2017 07h21 Atualizado há menos de 1 minuto

Índios protestam na Avenida Paulista contra mudança em demarcação (Foto: Reprodução/TV Globo) Índios protestam na Avenida Paulista contra mudança em demarcação (Foto: Reprodução/TV Globo)
Índios protestam na Avenida Paulista contra mudança em demarcação








(Foto: Reprodução/TV Globo)
Índios guaranis passaram a madrugada desta quinta-feira (31) no saguão de entrada do escritório da Presidência da República em São Paulo, na Avenida Paulista. Eles ocuparam o prédio por volta das 9h30 desta quarta-feira (30) e protestam por revogação da portaria do Ministério da Justiça que anulou a declaração da Terra Indígena Jaraguá, no Norte da capital paulista.
A noite e a madrugada foram de cantoria e protesto. "A gente está cantando, rezando. A gente pede força, energia pra passar a noite aqui, passar duas, três noites se precisar", disse Maria, que vive em uma terra indígena de Parelheiros, na Zona Sul, e foram para o protesto para apoiar os índios de Jaraguá.
"São nossos parentes. Estamos lutando pela nossa terra, por aquilo que é nosso e foi tirado", completou Maria.
Índios protestam na Avenida Paulista, em SP (Foto: Reprodução/TV Globo)












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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Gilmar vai analisar recurso contra decreto sobre reserva na Amazônia

POR JULIANA BRAGA30/08/2017 16:23
José Cruz

José Cruz | Agência Brasil
Ambientalistas e parlamentares contrários ao decreto de Michel Temer liberando a mineração na Renca, reserva entre o Amapá e Pará, estão bastante contrariados com o PSOL.

A estratégia definida entre eles era a de entrar com ações em primeira instância. Assim, teriam mais chances de conseguir decisões favoráveis e, de quebra, dariam mais trabalho para a AGU derrubar todas.

Pois bem. O PSOL se adiantou e entrou com um recurso direto no STF. E ele caiu no gabinete Gilmar Mendes, justo quem queriam evitar com os processos em primeira instância.

Além de serem grandes as chances de Gilmar decidir com o governo, qualquer decisão sua interrompe os processos em primeira instância.

TAGS: mineração Gilmar Mendes Amazônia

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Mulher de Gilmar rebate MPF:'Flores não provam nada'

Quarta-feira, 30/08/2017, às 11:05, por Gerson Camarotti

De Bucareste, onde está em viagem, a advogada Guiomar Mendes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, enviou mensagem para o Blog em que rebate procuradores do Ministério Público Federal.

Nesta terça (29), procuradores da Lava Jato no Rio de Janeiro disseram que o empresário Jacob Barata Filho comprou flores para Guiomar e Gilmar em 2015. Com base nisso, o MPF reforçou o pedido de suspeição de Gilmar no caso.

Ao Blog, Guiomar disse que os procuradores fazem uma grande associação de "fatos ridículos" e que não "provam nada". Ela ainda questiona: "Desde quando flores enviadas em 2015 se prestam a reforçar um pedido de suspeição?"

Guiomar acrescenta ainda que ela e Gilmar nunca tiveram proximidade com Jacob Barata.

Veja a íntegra da mensagem de Guiomar:

Estou em Bucareste e em razão do fuso e da dificuldade de acessar a internet soube com atraso que os procuradores do Rio vão reforçar o pedido de suspeição de Gilmar Mendes em razão de umas flores supostamente enviadas por Jacob Barata à minha casa em 2015.

Num primeiro momento, o MP turbina o fato de que meu nome consta em agenda de Jacob Barata. Agora anuncia o "escândalo" das flores! É uma grande associação de fatos ridículos e que não provam nada. São esses os fortes fundamentos para a arguição de suspeição do Gilmar Mendes? Não lembro de ter recebido as flores como também é impossível recordar quantas flores já nos foram enviadas com objetivo de nos cumprimentar e, principalmente, o Gilmar, em razão de uma posse, de um evento, ou de homenagem, ou de uma palestra ou entrevista. E desde quando flores enviadas em 2015 se prestam a reforçar um pedido de suspeição?

Disse e repito: não temos e nunca tivemos proximidade com Jacob Barata.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Kit completo para iniciantes em serigrafia

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

'Algumas iniciativas do Congresso geraram perplexidade', afirma Janot sobre tentativas de minar Lava-Jato Procurador-geral vê semelhanças com atitudes de parlamos para inviabilizar a lava jato

Operação Mãos Limpas 'Algumas iniciativas do Congresso geraram perplexidade', afirma Janot sobre tentativas de minar Lava-Jato

Procurador-geral vê semelhanças com atitudes de parlamentares italianos para inviabilizar


POR GABRIEL CARIELLO E MARCO GRILLO 28/08/2017 11:10 / atualizado 28/08/2017 11:43

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot - André Coelho / Agência O Globo
RIO - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou, na manhã desta segunda-feira, que projetos de lei apresentados no Congresso têm semelhanças com ações adotadas na Itália com o objetivo de enfraquecer a Operação Mãos Limpas, que apurou a corrupção na política na década de 1990. Para ele, algumas iniciativas do Congresso "geraram perplexidade".

Em entrevista ao GLOBO, publicada na edição de hoje, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux acusou o Congresso de tentar enfraquecer o Judiciário, em função da Lava-Jato, e citou o exemplo italiano.
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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante reunião do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)Janot pede impedimento de Gilmar em casos da 'Ponto Final'
- Se a gente fizer um paralelo do que aconteceu na Itália e do que aconteceu aqui, boa parte do que se passou na Itália se passou ou está se passando aqui no Brasil. Basta olhar as iniciativas legislativas feitas na Itália e as iniciativas legislativas que são apresentadas aqui no Brasil - afirmou Janot, que participa do seminário "E agora, Brasil", organizado pelo GLOBO.

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Em sua palestra, Janot falou sobre a tramitação do processo conduzido pelos parlamentares para aprovar a lei do abuso de autoridade.

- A partir do momento em que as investigações prosseguem, as reações acontecem. Algumas iniciativas do Congresso geraram perplexidade. Uma delas foi a do abuso de autoridade, que estava em tramitação desde 2006. Caminhava, parava, caminhava parava... Mais ou menos com algum andamento mais marcante das investigações. O preço da liberdade é a eterna vigilância. Temos que olhar as reações do Legislativo, do próprio Judiciário, do Executivo.

O procurador-geral, assim como Fux, demonstrou preocupação com o projeto que prevê a possibilidade de punição para juízes que eventualmente tenham decisões reformadas em instâncias superiores - dentro do projeto de abuso de autoridade, o item ficou conhecido como crime de hermenêutica.

- Acho que nós temos que aguardar e ver o que de concreto virá do Legislativo. O abuso de autoridade chamou atenção. É um projeto bem antigo no Congresso. Recebeu impulso, depois estacionava dependendo dos movimentos judiciais da Lava-Jato. Causou preocupação o fato de tentarem implantar o crime de hermenêutica. O direito se dá com interpretação. Ser tipificado como crime, é muito complicado. Nós temos que ficar atentos e ver o dia a dia do que acontece no Legislativo - afirmou Janot.

LÁ COMO CÁ

Em entrevista ao GLOBO, Fux afirmou que a atuação do Congresso segue o modelo identificado na Itália, quando parlamentares se empenharam na aprovação de leis que acabaram enfraquecendo a Operação Mãos Limpas.

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- O enfraquecimento do Judiciário é uma das fórmulas que se utilizou para fulminar os resultados positivos da Operação Mãos Limpas, na Itália. E parece que isso está acontecendo agora no Brasil, em relação à Operação Lava-Jato. Enquanto nós estamos estudando as melhores formas de combater a corrupção, as melhores formas de investigação, o que se tem feito no Congresso é estudar como se nulificou, na Itália, todos os resultados positivos da Operação Mãos Limpas - disse o ministro.

Fux destacou o projeto de lei do abuso de autoridade:

- Aqui (no Brasil), a iniciativa popular propôs medidas anticorrupção, e elas foram substituídas por uma nova lei de crime de abuso de autoridade, inclusive com a criminalização de atos do juiz. Se você comparar, tudo o que se fez na Itália para minimizar os efeitos da Operação Mãos Limpas tem sido feito no Brasil também - destacou Fux.



Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/algumas-iniciativas-do-congresso-geraram-perplexidade-afirma-janot-sobre-tentativas-de-minar-lava-jato-21755687#ixzz4r43uSRhQ
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Secretário especial de Temer é barrado em voo de Brasília para os EUA

Hussein Kalout estava em missão oficial do governo brasileiro e se recusou a passar por ‘inspeção extra de segurança’ da American Airlines. Governo federal considerou tratamento ‘lamentável’; companhia diz que não comenta medida.
Por Marília Marques, G1 DF
23/08/2017 18h17 Atualizado há 14 horas

(Foto: Facebook/Reprodução) Secretário especial de Temer barrado por companhia aérea americana ao tentar embarcar para os EUA


(Foto: Facebook/Reprodução)
Secretário especial de Temer barrado por companhia aérea americana ao tentar embarcar para os EUA (Foto: Facebook/Reprodução)

O secretário especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Hussein Kalout, foi impedido de embarcar em um voo que saía do aeroporto de Brasília com destino a Nova York, nos Estados Unidos. O fato ocorreu na segunda-feira (21), a American Airlines disse que não comenta a natureza de medidas de segurança implementadas, e que as inspeções seguem regras americanas.
Segundo a assessoria de imprensa da secretaria especial, Kalout viajava como "convidado de honra" da Câmara de Comércio americana para tratar dos "rumos estratégicos do Brasil". O encontro aconteceria nesta quarta (23).
Em nota, o governo federal considerou ‘’lamentável’’ o tratamento dispensado ao secretário especial, Hussein Kalout. O texto explica que Kalout foi submetido à inspeção extra de segurança pela companhia norte-americana American Airlines.
“É inadmissível que qualquer cidadão seja objeto de práticas discriminatórias por funcionários de companhia aérea estrangeira, operando em território nacional. Nenhum cidadão brasileiro deve ser objeto de discriminação”, diz a nota.
A Inframérica, que administra o aeroporto JK, confirmou o ocorrido e afirmou que o ‘imbróglio’ ocorreu no finger – espaço que dá acesso às aeronaves – e, por isso, é de responsabilidade da companhia norte-americana.
O G1 procurou a Américan Airlines para comentar o assunto. Por meio de nota, a companhia aérea afirmou que não comenta a natureza de medidas de segurança implementadas, mas explicou que as inspeções em passageiros são realizadas de acordo com os regulamentos da Transportation Security Administration (TSA), uma agência dos Estados Unidos, "com base em seus protocolos de seleção e designação".
"As isenções desses protocolos de triagem são definidas pela TSA e não são controladas pela American."
Missão oficial
Cientista político, Hussein Kalout assumiu em fevereiro deste ano a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos do governo federal.
Segundo o governo, Kalout estava em missão oficial aos Estados Unidos e “portando documentos comprobatórios” das razões da viagem.
Após o ocorrido, a Embaixada dos Estados Unidos formulou um pedido de desculpas, aceito pelo secretário. A Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos afirmou ser importante que medidas sejam tomadas para evitar a ocorrência de “episódios dessa natureza”.

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Raquel Dodge anuncia 12 nomes e troca postos-chave da Lava-Jato

Nova procuradora-geral demonstra intenção de marcar diferença

POR VINICIUS SASSINE 22/08/2017 14:44 / atualizado 22/08/2017 15:02
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BRASÍLIA - Anunciada nesta terça-feira, a 27 dias da posse, a composição da equipe da nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, revela trocas estratégicas em postos-chave relacionados aos trabalhos da Operação Lava-Jato. Raquel fez basicamente três movimentos, que demonstram a intenção da nova procuradora-geral em marcar diferença em relação a Rodrigo Janot e seu entorno: 1) será criada uma nova secretaria, de Função Penal Originária no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai abarcar o grupo de trabalho da Lava-Jato; 2) secretarias decisivas à operação trocam de mãos; e 3) o grupo da Lava-Jato será capitaneado por dois procuradores da República experientes em casos rumorosos, como os mensalões petista e mineiro e a Operação Zelotes, sem relação com o grupo montado por Janot, o que indica que essa força-tarefa terá um alto índice de renovação.

Raquel é conhecida entre seus colegas por ser discreta e por segurar informação, numa estratégia para fazer valer as decisões tomadas. No fim de julho, escalou os cinco procuradores que a auxiliam na transição até a posse, marcada para o próximo dia 18. Reportagem publicada pelo GLOBO em 16 de julho revelou o perfil de combate à corrupção dos primeiros nomes levados em conta por Raquel para integrar seu gabinete. Nesta terça, ela divulgou o primeiro organograma da Procuradoria Geral da República (PGR) sob seu comando. Estão na equipe os cinco nomes da transição e mais sete novos nomes. Outros ainda serão anunciados nos próximos dias.

A nova procuradora-geral anunciou como titular da secretaria a ser criada a procuradora regional da República Raquel Branquinho, que tem um histórico de atuação em casos de corrupção. Branquinho auxiliou o então procurador-geral Antônio Fernando de Souza no processo do mensalão. Hoje, a procuradora é a chefe administrativa da Procuradoria Regional da República (PRR) da 1ª Região e atua no núcleo de ações originárias, que investiga prefeitos. Colegas de Branquinho relatam que o núcleo teve um incremento de 100% nas ações contra os titulares de Executivos municipais. Já na chefia administrativa da PRR, sua função vinha sendo basicamente cortar custos, diante da crise fiscal.

Também integra o núcleo de ações originárias o procurador regional José Alfredo de Paula Silva, um dos mais jovens do grupo anunciado por Raquel, apesar de já ter experiência no Ministério Público. Ele tem menos de 40 anos e ingressou na instituição em 2003. Agora, estará à frente do grupo de trabalho da Lava-Jato, ao lado do procurador regional Alexandre Espinosa, outro integrante do núcleo de ações originárias. Branquinho, Alfredo e Espinosa auxiliaram Antônio Fernando no mensalão. Os dois, agora, estarão submetidos à secretaria a ser criada por Raquel.

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A expectativa na PGR é que Branquinho faça uma coordenação mais jurídica da Lava-Jato e Alfredo e Espinosa, mais operacional, à frente efetivamente das investigações. Em ofício a Janot, Raquel reforçou convite para que os nove integrantes do grupo de trabalho da Lava-Jato permaneçam na força-tarefa. Desde o início, porém, já não havia a intenção de a maioria dos procuradores permanecer no grupo, assim como estava claro o desejo da nova gestão por renovação. Apenas quatro procuradores – principalmente os que estão há menos tempo no grupo – têm manifestado a intenção de permanecer.

Alfredo, o novo coordenador do grupo, acompanhou a parte final do processo final do mensalão, segundo colegas dele de Ministério Público. Ele já denunciou policiais federais por tortura e sua atuação mais recente foi na Operação Zelotes. Alfredo é descrito por colegas como "prático", "operacional" e "discreto".

Na Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional, que ganhou protagonismo em razão do caráter transnacional da Lava-Jato, entrará Cristina Romanó. Havia a expectativa de que o atual titular, Vladimir Aras, permanecesse no posto, o que não se confirmou. Romanó é procuradora regional da República e tem larga experiência na área internacional. Ela já integrou o quadro de promotores do Tribunal Penal Internacional para a Antiga Iugoslávia, em Haia.

O procurador da República Pablo Barreto, da Bahia, será o novo secretário de Pesquisa e Análise. Esta unidade foi decisiva à Lava-Jato, com o desenvolvimento de novas tecnologias de perícia e um trabalho de coleta de provas que embasaram as denúncias de Janot.

O vice-procurador-geral da República será o subprocurador-geral Luciano Mariz Maia, reconhecido por seus colegas pelo trabalho na área de direitos humanos e na academia. Mariz Maia, segundo colegas de Ministério Público, tem parentesco com o senador Agripino Maia (DEM-RN), investigado na Lava-Jato por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro. A atuação do subprocurador, porém, é tida como isenta e mais voltada a questões de direitos humanos, com boa interlocução com os movimentos sociais.

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O novo vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques, também tem atuação na academia, além de ser atuante na defesa dos interesses da categoria – o subprocurador-geral é vice-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Os outros nomes anunciados por Raquel são Zani Cajueiro, que será secretária-geral do MPU; Lauro Cardoso e Marcelo Ribeiro Oliveira, que vão atuar na secretaria a ser criada; Alexandre Camanho, secretário-geral jurídico; e Sidney Pessoa Madruga, coordenador do Grupo Executivo Nacional de Função Eleitoral.

Até a posse, Raquel deve administrar uma disputa entre subprocuradores-gerais da República que a apoiaram na campanha e que querem espaço na composição da equipe. Essa disputa, por exemplo, influencia na definição do novo corregedor-geral.

Na nota divulgada nesta terça-feira, Raquel destacou a presença de mulheres em sua equipe. "Convidamos para o gabinete especialistas nas matérias que mais afligem a população brasileira atualmente. A equipe precisa estar atenta aos problemas nacionais em todas as suas dimensões e de forma equilibrada", disse a nova procuradora-geral na nota.



Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/raquel-dodge-anuncia-12-nomes-troca-postos-chave-da-lava-jato-21733774#ixzz4qVhUNrKv
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Funaro fecha acordo de delação com MPF

Doleiro agia como operador do PMDB e era ligado ao deputado cassado Eduardo Cunha

POR JAILTON DE CARVALHO 22/08/2017 9:28 / atualizado 22/08/2017 9:57


Lúcio Funaro, investigado por supostas ligações com o presidente Michel Temer e com o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) - Gustavo Miranda / Agência O Globo

BRASÍLIA - Depois de meses de negociação e após uma reunião que só terminou por volta da meia-noite, advogados do operador Lúcio Bolonha Funaro e integrantes do Ministério Público Federal (MPF) acertaram os termos do acordo de delação premiada. Segundo pessoas com acesso às negociações, o acordo será assinado ainda nesta terça-feira.

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Após a formalização entre as duas partes, o material, incluindo os anexos em que o futuro delator promete apresentar provas sobre crimes de que teve conhecimento e/ou participação, será enviado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o acordo seja homologado.

Funaro agia como operador do PMDB. Há uma semana, após acompanhar audiência na Justiça Federal, onde responde a processo junto com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado, Funaro foi abordado por jornalistas.

Indagado se tinha algo a falar sobre o presidente Michel Temer, limitou-se a dizer que ainda tem o que dizer. No entanto, ainda não há detalhes sobre o conteúdo da delação do operador e qual a extensão da lista de envolvidos do mundo político citados por ele.

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TRANSFERÊNCIA À PF

Na última segunda-feira, o doleiro foi transferido do presídio da Papuda para a carceragem da Polícia Federal (PF). Foi a segunda vez desde o início do mês passado que Funaro foi levado à carceragem da polícia, onde pode prestar depoimentos com mais facilidade. Normalmente, quem negocia acordo de delação é levado para lá.

Na última semana, fontes vinculadas ao caso disseram ao GLOBO que o acordo estava em fase final de negociação e só não tinha sido assinado até então porque as partes ainda divergiam sobre o tempo em que Funaro ficaria preso. Investigadores da Lava-Jato exigiam 12 anos de prisão para o operador. O doleiro entendia que, pelas informações oferecidas, teria direito a deixar a cadeia até o fim deste ano.

Os investigadores decidiram estabelecer regras mais duras para o operador porque ele só se dispôs a colaborar quando boa parte da suposta estrutura de corrupção a que pertencia já era conhecida da Lava-Jato. Conta também contra Funaro o fato de que este seria o segundo acordo de delação dele. O operador fez acordo de colaboração durante as investigações do mensalão, mas não cumpriu o compromisso de não voltar a cometer crimes.

As revelações de Funaro podem atingir um expressivo número de políticos, entre eles o presidente Michel Temer. Antes de ser preso, no início de julho do ano passado, o operador do PMDB era considerado um dos principais cúmplices dos negócios do ex-deputado Eduardo Cunha e de outros políticos do partido.

DEPOIMENTO LEVOU GEDDEL À PRISÃO

Um único depoimento que o doleiro prestou à PF, por exemplo, já serviu de base para a prisão do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), que era um dos ministros mais influentes na primeira fase do governo Temer.

VEJA: A íntegra da decisão que determinou a prisão de Geddel

Geddel foi acusado de tentar impedir acordo de delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha e do operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro. Ele foi preso em Salvador e está em em prisão domiciliar.

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No pedido de prisão apresentado ao juiz, os investigadores afirmam que "foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar, tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo".

Nas mensagens, Funaro identifica Geddel como "Carainho". Para o Ministério Público, "os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa". Geddel foi preso em Salvador e deve ser transferido agora para Brasília.


Reprodução do registro de ligações do celular de Raquel, mulher de Lúcio Funaro: Geddel foi registrado por ela na agenda de contatos como "Carainho" - Reprodução
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Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/funaro-fecha-acordo-de-delacao-com-mpf-21732572#ixzz4qUhZWEqy
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Cadela Pantera adota dois leitões órfãos

UM EXEMPLO DE IGUALDADE

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Em caso raro, vaca dá à luz bezerros gêmeos de sexos diferentes em Goiatuba

Dono dos animais, advogado diz que nascimento despertou a curiosidade dos vizinhos. Médica veterinária afirma que chance desse tipo de gestação é de apenas 0,5%.



Por Sílvio Túlio e Murillo Velasco, G1 GO
 
Em caso raro, vaca dá à luz bezerros gêmeos de sexos diferentes em Goiatuba (Foto: Danillo Caixeta/Arquivo pessoal)Em caso raro, vaca dá à luz bezerros gêmeos de sexos diferentes em Goiatuba (Foto: Danillo Caixeta/Arquivo pessoal)
Em caso raro, vaca dá à luz bezerros gêmeos de sexos diferentes em Goiatuba (Foto: Danillo Caixeta/Arquivo pessoal)
Uma vaca da raça Gir deu à luz bezerros gêmeos de sexos diferentes de uma gestação natural em uma fazenda de Goiatuba, região sul de Goiás. O caso é considerado raro na medicina veterinária. Os dois filhotes - um macho e uma fêmea - têm poucos dias de vida. Eles estão recebendo cuidados especiais e despertaram a curiosidade de vizinhos e até mesmo do dono dos animais, o advogado Danillo Caixeta.
"Não sabia e não imaginava que isso fosse acontecer. Foi a primeira vez que vi algo assim. Todo mundo está muito surpreso", disse ao G1.
De acordo com Caixeta, os bezerros, que ainda não têm nomes, nasceram no último dia 9. Eles são filhos da vaca leiteira Pintura, uma das 40 que ele cria na propriedade do sogro, o agropecuarista Waldir Chaves, que mantém outras 200 cabeças no terreno.
Como têm poucos dias de vida, os gêmeos ainda estão um pouco fracos, mas conseguem se alimentar normalmente. Por conta da situação, elas são acompanhadas de perto.
"Os funcionários da propriedade estão tendo uma atenção especial com eles, cuidando com mais carinho. Os dois se tornaram o xodó da fazenda", revela.
Bezerros estão sendo acompanhados por veterinário, em Goiatuba (Foto: Danillo Caixeta/Arquivo pessoal)Bezerros estão sendo acompanhados por veterinário, em Goiatuba (Foto: Danillo Caixeta/Arquivo pessoal)
Bezerros estão sendo acompanhados por veterinário, em Goiatuba (Foto: Danillo Caixeta/Arquivo pessoal)

Raridade

Segundo a médica veterinária Carolina Berteli, esse é um tipo de gestação natural considerado difícil de acontecer. "O parto de gêmeos em bovinos é pouco comum, ainda mais sendo filhotes de sexo diferentes. Há relatos na literatura que essa ocorrência tenha, aproximadamente 0,5% chances de acontecer", explica.

Ela destaca ainda que o bezerro nessa condição tem quase 95% de probabilidade de possuir uma anomalia congênita denominada Freemartismo. Esse tipo de situação, em geral, provoca algumas sequelas. A principal delas, no caso da fêmea, é torna-la estéril.
"Os animais compartilham uma mesma placenta. Assim, os fluídos dos dois fetos se misturam, provocando uma troca de sangue, hormônios e antígenos que carregam características que são únicas para cada sexo", pontua.
O advogado disse que um cunhado, que é veterinário, também monitora a situação. Ele disse que, se confirmada a anomalia, os animais serão criados para a pecuária de corte.
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Justiça vai acelerar revisão de aposentadorias e evitar fraudes


Acordo com governo permite acesso a dados e elimina consulta de prova

Dados que estão no INSS serão acessadas pela Justiça
Dados que estão no INSS serão acessadas pela JustiçaAg. Brasil
O CJF (Conselho da Justiça Federal) fechou um importante acordo com o governo para agilizar a análise dos processos de revisão e concessão de benefícios previdenciários. A partir de agora, os juízes federais também terão acesso direto a informações sobre os óbitos no País, o que ajudará a evitar o golpe do falso pedido de revisão em nome de um segurado morto.
De forma inédita no Poder Judiciário, todas as instâncias da Justiça Federal passam a ser concedido acesso ao CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), ao SISBEN (Sistema de Benefícios) e ao SISOBI (Sistema Informatizado de Controle de Óbitos).
Esses bancos de dados que reúnem informações de mais de 46 milhões de contribuintes e outros 33 milhões de benefícios do sistema previdenciário são administrados pela Receita Federal, pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e pelo Ministério da Fazenda.
Na prática, a partir deste mês, os processos de revisão e de concessão de benefícios serão julgados mais rapidamente. Os dados sociais do trabalhador, que são usados na elaboração do processo, poderão ser consultados diretamente pelo juiz do caso. Antes, para cada informação relevante era necessário fazer uma solicitação ao INSS e aguardar a resposta — o que levava um tempo muito maior.
Em média, a sentença de um processo judicial contra o INSS na Justiça Federal sai em um ano e cinco meses. Este prazo deve cair consideravelmente com a integração do sistema. O acordo entre o INSS e a Justiça Federal, por sua vez, permite também que o instituto tenha acesso às informações dos processos.
Outra vantagem que o intercâmbio de informações traz é a possibilidade de checagem das informações que não estão contidas nos processos e que podem facilitar a avaliação do juiz federal. Por exemplo, a vínculos laborais, remunerações e contribuições, tempo de serviço ou de contribuição, concessão de benefícios anteriores e óbito. Todas essas informações podem evitar erros e fraudes na liberação de um benefício por decisão judicial. 
O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, órgão equivalente ao antigo Ministério da Previdência,  Marcelo Caetano, avaliou que o acordo vai "garantir uma eficiência administrativa muito maior". 
A ministra Laurita Vaz, presidente do CJF, disse que convênio cria um diálogo inédito entre a Justiça e o INSS. A ministra também ressaltou “o total compromisso do CJF com a melhoria dos serviços prestados à sociedade".
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