terça-feira, 23 de agosto de 2016
Lider do DEM é condenado a devolver R$ 4,6 milhões a acusação
Empresa que vai fazer concurso da justiça Federal no ES é escolhida
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Peemedebista comprou helicóptero por meuo de offshore mostra Lavajato
Peemedebista comprou helicóptero por meio de offshore, mostra Lava Jato COMENTE Fernando Rodrigues 22/08/2016 - 09:59 Ouvir 0:00 Documento apreendido é de Renata Pereira Britto, da Mossack Caso envolve deputado Newton Cardoso Jr, do PMDB de Minas  Operação financeira nos EUA foi revelada pelos Panama Papers  O deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) Uma planilha apreendida pela operação Lava Jato mostra que o deputado federal Newton Cardoso Jr (PMDB-MG) usou uma empresa offshore sediada em Nevada (EUA) para comprar e vender um helicóptero. Trata-se de um documento em formato digital, apreendida pela Lava Jato durante a fase Triplo X (deflagrada em 27.jan.2016). O documento estava com Renata Pereira Britto, funcionária da firma panamenha Mossack Fonseca no Brasil. Ela chegou a ser presa na Triplo X, e foi liberada 5 dias depois. As informações são do repórter do UOLAndré Shalders. Na semana passada, Renata e os outros funcionários da Mossack no Brasil foram indiciados pela PF. O documento é uma carta de cobrança (“invoice”). A data é 12.fev.2013, quando o helicóptero foi vendido pela Cyndar Management LLC, a offshore registrada em nome de Newton Cardoso, para a IF Construções e Participações. Esta última empresa pertence a Inácio Franco, deputado estadual pelo PV de Minas Gerais. Eis o documento apreendido pela PF. Os destaques em vermelho foram feitos pelos investigadores (clique na imagem para ampliar):  O documento apreendido pela PF com Renata Pereira A existência da offshore controlada por Newton Cardoso e a compra do helicóptero foram reveladas pela série Panama Papers em reportagem publicada no dia 4.abr.2016. O trabalho jornalístico é citado na investigação da Lava Jato. “Nesse lastro, a análise das informações encontradas na mídia digital reforça o cenário investigativo ao desvendar uma planilha eletrônica referente à compra, em tese, desse mesmo helicóptero apontado pela equipe do Panama Papers”, escreveu o perito da PF. Leia a íntegra da análise da PF aqui. Newton Cardoso não foi alvo da fase Triplo X, e nem é mencionado no relatório final da PF sobre a operação. Como os próprios policiais escrevem ao fim da análise, “a simples menção a nomes e/ ou fatos contidos neste relatório, por si só, não significa o envolvimento direto ou indireto dos citados em eventuais delitos objetos da investigação”. A série Panama Papers, que começou a ser publicada em 3.abr.2016, é uma iniciativa do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), organização sem fins lucrativos e com sede em Washington, nos EUA. Os dados foram obtidos pelo jornal Süddeutsche Zeitung. O material ficou em investigação por cerca de 1 ano. Participaram do trabalho com exclusividade no Brasil o UOL, o jornal “O Estado de S.Paulo” e a RedeTV!. HELICÓPTERO E FLAT EM LONDRES Papéis da Mossack Fonseca, analisados para a série Panama Papers, mostraram tanto Newton Cardoso Jr. quanto seu pai, o ex-governador de Minas Newton Cardoso, utilizaram offshores em transações no exterior. A Cyndar Management LLC, pertencente a Newton Jr, foi criada em 2007, no Estado americano de Nevada. Trocas de e-mails encontradas no acervo da Mossack Fonseca mostram que o objetivo da empresa era comprar um helicóptero, no valor de US$ 1,9 milhão (valores da época).  Documentos de incorporação da Cyndar Manament, de Newton Jr. O helicóptero é da marca Helibrás, modelo Esquilo AS350 B-2. Tem capacidade para 5 passageiros e autonomia de 3h de voo. Foi comprado de outra offshore, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. O equipamento foi arrendado à Companhia Siderúrgica Pitangui, de propriedade da família Cardoso, no fim de 2007. A companhia continua ativa, segundo o registro da Mossack Fonseca. Em 2011, Cardoso decidiu vender a aeronave, o que acabou acontecendo só em 2013. O preço acertado foi de US$ 1 milhão. Como a aeronave foi vendida antes da 1ª disputa eleitoral de Newton Cardoso Jr, este não tinha necessidade de declará-la ao TSE. Já Newton Cardoso, o pai, adquiriu uma offshore em out.1991, quando ainda era governador de Minas Gerais. A Desco Trading Ltd. foi usada para comprar um flat em Londres em jul.1992, pouco depois de Newton deixar o governo de Minas Gerais. O valor à época: 1,2 milhão de libras. Esse montante hoje (abril de 2016) convertido em reais equivaleria a aproximadamente R$ 6,3 milhões. Documentos da Desco Trading mostram que o objetivo da companhia era receber aluguéis. Os valores deveriam ser depositados numa conta no Lloyds Bank de Londres.  Documento da Desco Trading, de Newton Cardoso (pai) OUTRO LADO O deputado Newton Cardoso foi procurado pessoalmente e por meio da assessoria de imprensa na última 6ª feira (19.ago). Ele nega qualquer irregularidade. Por meio da assessoria de imprensa, repetiu a mesma manifestação emitida quando da 1ª reportagem sobre o assunto. Disse ter recebido com “surpresa” as informações. Newton Cardoso Jr. “nega com veemência a existência de qualquer empresa offshore em seu nome ou mesmo de seu pai, o ex-deputado Newton Cardoso”. Saiba como foi feita a série Panama Papers Leia tudo sobre os Panama Papers O que é e quando é legal possuir uma empresa offshore Participam da série Panama Papers no Brasil na investigação sobre esportes os repórteres Fernando Rodrigues, André Shalders, Mateus Netzel e Douglas Pereira (do UOL), Diego Vega e Mauro Tagliaferri (da RedeTV!) e José Roberto de Toledo, Daniel Bramatti, Rodrigo Burgarelli, Guilherme Jardim Duarte e Isabela Bonfim (de O Estado de S. Paulo). O Blog está no Facebook, Twitter e Google+.
domingo, 21 de agosto de 2016
Homem morto volta para casa e família não sabe quem enterrou
Homem 'morto' volta para casa e família não sabe quem enterrou Do UOL, em São Paulo 19/08/2016 - 12h22 Ouvir 0:00 Reprodução/Twitter  Esse aí é o Waluyo, que 'morreu' há mais de 1 ano e voltou pra casa esses dias. Vai entender!? O indonésio Waluyo morreu em 7 de maio de 2015 depois de um acidente de trânsito, na cidade de Gunung Kidul. Ele ficou alguns dias em coma, recebeu a visita de amigos e parentes, mas acabou morrendo. Querido por muitos, seu velório foi concorrido.  Pelo menos foi isso que sua família acreditava. Há alguns dias, Waluyo voltou para casa como se nada tivesse acontecido. Seu retorno provocou reações de alegria e terror. Como assim um morto pode retornar à vida com tanta naturalidade? Waluyo conta que, na verdade, nunca morreu. Aliás, nunca nem sofreu acidente algum. Ele diz que passou todo esse tempo trabalhando como gari em outra cidade e, como não tem celular, não conseguiu avisar a família. Estranho, né? O problema é que a família de Waluyo agora tem um mistério. Se o sujeito está vivo, quem é que foi enterrado no lugar dele? Ninguém sabe. Os parentes desconfiam que foi alguém extremamente parecido com o gari fujão. Pelo jeito, ainda tem muito o que ser explicado nesta história.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Técnico de francês sugere que candomblé estaria por trás de vitória brasileira no salto com vara
Embraer precisa amargar demissões para sobreviver.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Rajada de vento passa de 86 km/h em ponta grossa, diz Simepar
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Defesa de Dilma é informada que julgamento do impeachment iniciara dia 25/08/2016
http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2016/08/defesa-e-informada-que-julgamento-de-dilma-iniciara-dia-25-de-agosto.html
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Trio leva trator,pick-up e ibjetosde propriedade rural em Santa Lúcia SP
Trio leva trator, pick-up e objetos de propriedade rural em Santa Lúcia, SP Ação ocorreu na noite de terça-feira em região conhecida como Cabaceiras. Suspeitos renderam caseiro e proprietário e conseguiram fugir, diz polícia. 10/08/2016 10h21 - Atualizado em 10/08/2016 10h21 Do G1 São Carlos e Araquarara Três homens armados e encapuzados roubaram um sítio na noite de terça-feira (9) na área rural de Santa Lúcia (SP). Eles levaram um trator de propriedade da Usina Santa Lúcia que fica estacionado no local, uma pick-up, uma roçadeira e uma serra elétrica. Ninguém foi preso. De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 20h na região conhecida como Cabaceiras. Os suspeitos renderam o caseiro e o proprietário quando chegavam com uma caminhonete e amarraram ambos. Os homens fugiram e depois das 4h e logo depois o proprietário conseguiu se livrar das amarras e chamar a polícia de Américo Brasiliense e Santa Lúcia para atender a ocorrência.
domingo, 7 de agosto de 2016
Carro de MG é apreendido em MS
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Parauapebas no PA manifestantes bloqueiam a via no inicio da manhã
Parauapebas, no PA Manifestantes bloqueiam a via desde o início da manha desta quinta, 4. Segundo os trabalhadores, protesto ocorrerá por tempo indeterminado. 04/08/2016 14h13 - Atualizado em 04/08/2016 14h13 Do G1 PA  0:00  Cerca de 200 trabalhadores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) interditam desde o início da manhã desta quinta-feira (4), em Parauapebas, no sudeste do Pará, a principal estrada que dá acesso a uma comunidade da zona rural do município, onde há um projeto de mineração da região. Segundo os manifestantes, o protesto é contra o Governo Federal, que estaria ameaçando retomar áreas que hoje são destinas à reforma agrária. Pelo menos cinco mil famílias de assentados estariam correndo risco de perder seus lotes porque teriam um tipo de pendência junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Os trabalhadores afirmam que querem discutir a situação com o Governo Federal e pretendem manter a interdição da estrada por tempo indeterminado. Por causa do bloqueio, moradores e trabalhadores da mineração estão impedidos de seguir viagem
Aulas voltam ao normal na UEMG em Frutal
Aulas voltam ao normal na UEMG em Frutal após três meses de greve Professores decidiram retomar, mesmo sem reivindicações atendidas. Alunos também desocuparam campus; reitoria não se pronunciou. 04/08/2016 14h18 - Atualizado em 04/08/2016 14h18 Por Lais Vieira Do G1 Triângulo Mineiro  Assembleia realizada no campus de Frutal da UEMG (Foto: Mônica Alves/Arquivo Pessoal) Depois de três meses de greve, os professores da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), do campus de Frutal, decidiram em assembleia, nesta quarta-feira (3) pôr fim à paralisação. Após a decisão, as aulas voltaram ao normal na manhã desta quinta-feira (4). Na semana passada os alunos que também estavam paralisados, suspenderam o movimento. O G1 entrou em contato com a universidade para saber mais informações sobre o fim da greve, mas a assessoria da reitoria disse que não irá se pronunciar a respeito por não terem sido comunicados oficialmente por integrantes do movimento. Segundo Eliana Panareli, que estava no comando de greve, os professores não conseguiram que as reivindicações fossem atendidas pelo governo e decidiram voltar às atividades normais para não prejudicar ainda mais o andamento da universidade. Conforme ela, a greve foi judicializada pelo governo na tentativa de reajustar o salário dos professores, sem que entrasse na Lei de Responsabilidade Fiscal. “Existiam propostas por parte do governo voltada para a questão salarial, após a Lei de Responsabilidade Fiscal, com mesas de negociação relacionadas à concursos, planos de carreira etc. Até o momento, por ter essa lei, a gente não chegou a nenhum acordo com relação ao salário”, explicou Eliana. Mesmo com o fim da greve, os professores pretendem continuar promovendo plenários mensais na tentativa de permanecer com as negociações. “Estaremos sempre participando da construção de uma universidade estadual mais forte”, concluiu. Em relação à reposição das aulas, a professora Mônica Alves, do curso de Comunicação Social, informou que serão feitas novas reuniões para elaborar um novo calendário acadêmico. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) para ter um posicionamento a respeito das negociações e do fim da greve, e aguarda nota.  Alunos se alojaram no pátio da UEMG em Frutal (Foto: Movimento estudantil UEMG/Acervo) Fim da paralisação dos alunos De acordo com a aluna Isabela Mamede, no dia 28 de junho os alunos desocuparam o campus, mas a paralisação continuou até o dia 27 de julho. Durante esse tempo, os estudantes se reuniam no campus diariamente. Além disso, eles optaram por acabar com a paralisação por terem as reivindicações atendidas em parte e também por conseguirem ter um contato maior com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Reivindicações Desde a noite do dia 2 de maio, os alunos da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) ocupavam o pátio do campus de Frutal. Eles reivindicavam melhorias para a universidade e apoiam a greve deflagrada pelos professores da instituição. As principais reivindicações dos professores são o reajuste imediato dos vencimentos para reparar as perdas ocorridas desde 2011, realização dos concursos públicos garantindo o cumprimento dos mesmos e reparação de danos materiais e morais a professores atingidos pela Lei 100. Além disso, as outras reivindicações se relacionavam à incorporação das gratificações ao vencimento básico onde, atualmente, as bonificações não são garantidas e acopladas nos salários; implementação de estatuintes das Universidades Estaduais; votação orçamentária para cada unidade se manter e regulamentação do plano de carreira. Segundo o diretor do Centro Acadêmico do Direito, Felipe Vieira, além do apoio às reivindicações dos professores, os alunos também reclamavam da falta de recursos para o campus, pedem a conclusão da obra do restaurante universitário, mais agilidade na compra de livros e alojamento para alunos carentes. Também era reivindicada a ampliação das bolsas de assistência estudantil.
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14/05/2015 16h00 - Atualizado em 14/05/2015 16h06 Juiz revisa decisão e rejeita denúncia contra 7 funcionários de empreiteiras Sér...
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 Mãe escreve diário de lembranças para filhas antes de falecer Professora registrou as mensagens durante época em que esteve doente. Ela mo...
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Obrigado a todos e juntos faremos a mais ampla democracia digital.