segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Falso ganhador da Mega-Sena é preso após fraude milionaria

Tocantins Falso ganhador da Mega-Sena é preso após fraude milionária na Caixa Márcio Xavier de Lima se entregou nesta terça (28), no MPF, em Araguaína. Ele fez parte do golpe que fraudou a Caixa em R$ 73 milhões. 29/01/2014 10h40 - Atualizado em 29/01/2014 10h40 Do G1 TO, com informações da TV Anhanguera  Márcio Xavier de Lima é suspeito de participar do golpe milionário contra a Caixa Econômica Federal (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) O falso ganhador da Mega-Sena, Márcio Xavier de Lima, está preso na Casa de Prisão Provisória de Araguaína. Ele é suspeito de ser um dos participantes da fraude de R$ 73 milhões, na agência da Caixa Econômica Federal de Tocantinópolis, no norte do Tocantins. Ele se entregou nesta terça-feira (28), no Ministério Público Federal, em Araguaína. Conforme as investigações, Márcio usou o nome falso de Márcio Xavier Gomes de Souza para abrir uma conta na agência de Tocantinópolis, onde foi depositado o prêmio da Mega-Sena. Toda a operação contou com a ajuda do gerente, Robson Pereira do Nascimento, que liberou o dinheiro sem validar o bilhete falso junto à Caixa, em São Paulo. O prêmio foi pago no dia 5 de dezembro de 2013. O suplente de deputado federal pelo Maranhão, Ernesto Vieira Carvalho Neto, que também está preso, seria o chefe da quadrilha. Outros quatro homens com mandado de prisão preventiva continuam foragidos: Thales Henrique de Freitas, Antônio Rodrigues Filho e os irmãos Alberto Nunes Tujeiro e Paulo André Pinto Tujeiro. O advogado do falso ganhador da Mega-Sena, Luís Antônio Batista, diz que o cliente não conhecia os envolvidos no crime. “O Márcio não conhece ninguém dessas pessoas que foram presas, conheceu apenas o gerente no dia do fato. Ele foi trazido por uma outra pessoa, que usou o nome dele falso”, diz, acrescentando que o nome não pode ser divulgado para não atrapalhar as investigações. Ainda conforme as investigações, o falso ganhador recebeu a quantia de R$ 35 mil para abrir a conta e receber o prêmio. “O Márcio já confessou. Ele participou por uma necessidade. Ele não sabia que o golpe seria desse montante. A princípio, a história seria de outro montante, ele receberia uma participação e sabia que estava cometendo um ilícito, mas não sabia que era esse montante”, revela Batista. O advogado diz ainda que o cliente se assustou no início, mas não houve coação. "Ele veio porque quis fazer, mas não sabendo que era esse montante de R$ 73 milhões. Quando ele veio para cá, a negociação que tinham falado para ele, era outro valor, era de R$ 8 milhões. Ele só soube que seria R$ 73 milhões aqui no banco.” A Polícia Federal segue as investigações e continua à procura dos outros foragidos.

Astronauta da apollo afirma: ovinis evitaram a guerra nuclear.

g1 gshow vídeos ENTRE Menu Galileu Buscar ASTRONAUTA DA MISSÃO APOLLO AFIRMA: OVNIS EVITARAM A GUERRA NUCLEAR  OUÇA A REPORTAGEM EDGAR MITCHELL (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS) Edgar Mitchell, participante da missão Apollo 14 e o sexto homem a caminhar na Lua, afirmou em uma entrevista recente que acredita que aliens pacifistas visitaram a Terra. O objetivo era impedir que ataques nucleares acontecessem durante a Guerra Fria. Isso, de acordo com ele, explicaria os avistamentos de Ovnis perto de bases militares na época. “Falei com muitos oficiais da força aérea que trabalharam nessas estações durante a Guerra Fria. Eles me contaram que os Ovnis eram vistos com frequência e que eram capazes de desligar seus mísseis. Outros oficiais da costa do Pacífico contaram que os mísseis eram derrubados com frequência por naves alienígenas”, afirmou Mitchell. Não é de hoje que sabemos que o astronauta acredita em visitas extraterrestres. Anteriormente ele já havia declarado crenças similares sobre a presença de ETs em Roswell. Ele cresceu no Novo México, próximo a Roswell, onde as primeiras bombas nucleares foram testadas. “Os ETs estavam por lá porque queriam saber da nossa capacidade militar”, afirmou. Já falamos aqui na GALILEU sobre como, possivelmente, toda a história de Roswell foi usada justamente para acobertar operações militares. Vale a leitura!  Tweet  astronauta  Pela primeira vez, um astronauta tocou gaita de fole no espaço  8 curiosidades sobre a missão de um ano no espaço do astronauta Scott Kelly  6 histórias bizarras de astronautas que você não leu nos jornais + NOTÍCIAS RELACIONADAS + et + ETs + aliens + espaço

sábado, 28 de novembro de 2015

''Seria um banho de água fria descobrir que no MPE há corrupção''

Política
MidiaNews / DOUGLAS TRIELLI
28/11/2015 11:35:00 - 77 exibições
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''Seria um banho de água fria descobrir que no MPE há corrupção''

Marcus Mesquita/MidiaNews
A deputada estadual Janaína Riva (PSD) defendeu a ampliação do objeto de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra membros do Ministério Público do Estado.
A parlamentar manifestou preocupação com o rumo dos trabalhos, observando que seria um “banho de água fria” se se descobrirem irregularidades que comprometam a imagem da instituição responsável por combater a corrupção no Estado
A CPI, instalada na Casa na semana passada, irá investigar a emissão de pagamentos de cartas de crédito a 47 membros da instituição, em 2009.
Os créditos foram pagos pela Rede Cemat (atual Energisa), que, em seguida, os utilizou para pagamento de tributos devidos à Fazenda Pública Estadual.
Segundo Janaína, desde que se falou na instalação da CPI, ela e outros colegas de Parlamento vêm recebendo documentos com diversas denúncias.
“Tenho recebido vários documentos a cerca do Ministério Público. Conversei com o líder do Governo, Wilson Santos, que disse acreditar que será necessário ampliar o tema da CPI, porque os documentos que estamos recebendo não são só sobre as cartas de crédito. Então, vão vir novas investigações por ai”, afirmou.
“Acho importante a ampliação [da investigação]. Não podemos nos omitir diante dos fatos. Os documentos que a Assembleia for recebendo, devem ser todos investigados. Não podemos nos limitar às cartas de créditos, quando se tem outras denúncias”, disse.
De acordo com Janaína, a maior parte dos documentos é anônima. Ela disse acreditar que venham de servidores insatisfeitos do Ministério Público.
“Não sei de onde chegam. Na maioria das vezes, vêm apenas em um envelope de papel pardo, não vêm com destinatário. Acredito que possam ser, sim, de servidores do próprio Ministério Público”, afirmou.
“Existem algumas diferenças nos benefícios que são grandes, chegam a triplicar o salário do que ganha hoje um promotor, um procurador. Então, acredito que deva ter servidores que se sintam discriminados e desprivilegiados e que devem estar mandando esses documentos”, disse a deputada.
Banho de água fria
Janaína, que preferiu não compor a CPI por se considerar suspeita, defendeu que as investigações contra o órgão seja sem “estardalhaço”.
No entanto, afirmou que será um “banho de água fria”, caso se descubram irregularidades no órgão responsável por combater a corrupção no Estado.
“Vamos investigar sem fazer estardalhaço em cima do MPE, sem denegrir a imagem, até porque isso não é com todos os servidores do MPE. Então, não podemos fazer como o MPE faz com a Assembleia e expor todo a instituição, mas, sim, fazer uma investigação séria”, afirmou.
“O MPE é um órgão pelo qual todos temos muito respeito e que tem muita credibilidade perante a sociedade. Mas, seria um banho de água fria ver que o MPE não é aquilo que a população idealiza, que é hoje um órgão de combate a corrupção”, disse.
Revanchismo
Por fim, Janaina Riva disse não acreditar que a nova ação civil, proposta nesta semana, com base em um suposto esquema de fraude em licitação na Assembleia, seja o início de "fogo cruzado" entre a instituição e o Poder Legislativo.
“Esse é um assunto do qual já vínhamos ouvindo falar que aconteceria, assim como tem outras investigações que já estão transcorrendo. É natural, é como o MPE sempre atuou. Não vejo que seja uma ação de revanche”, afirmou.
“Mas, vamos ver como vão se comportar a partir de agora. Eu, por exemplo, achei estranha essa denúncia que apareceu contra o Wilson Santos, sobre a época de sua gestão na Prefeitura de Cuiabá. Então, vamos ter que ter esse olhar mais atento aqui e, se for preciso, subir às instâncias superiores para que não aconteça de o Ministério Público fazer da Assembleia um alvo, por causa de investigações”, completou a deputada.

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Pobreza assola um terço da população de Mato Grosso


Geral
G1 MT
28/11/2015 16:06:00 - 49 exibições
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Pobreza assola um terço da população de Mato Grosso

No estado, 423 mil pessoas recebem menos de R$ 77 por mês. Dados são do Ministério de Desenvolvimento Nacional e Combate à Fome.

Cerca de 1/3 da população de Mato Grosso vive na pobreza, segundo números são do Ministério do Desenvolvimento Social de Combate à Fome, até agosto deste ano. Um total de 423 mil pessoas em situação de extrema pobreza se sustentam com R$ 77 por mês. Outras 613 mil têm renda mensal de R$ 349 e estão em situação de pobreza, como é o caso da diarista Alessandra Santos.
Ela está desempregada e conta que a única renda dela e dos oitos filhos vem do Bolsa Família, de R$ 259 por mês. Ela mora em um barraco com risco de cair, em Cuiabá, e recebe doações de alimentos. "Tenho medo do barraco que eu moro cair nos meus filhos", declarou.
Segundo a pesquisadora do curso de serviço social da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Vera Bertoline, a desigualdade social do estado se deve à atividade econômica. "É a pecuária, a agricultura, que se volta para a monocultura que não é geradora de empregos, mas gera renda para o dono da propriedade", disse.
A catadora de recicláveis do aterro de Cuiabá, Terezinha Ferreira Ramos, mora com o marido, dois filhos e quatro netos, com uma renda mensal que não passa de R$ 300. Ela diz que mesmo trabalhando o dia todo não consegue comprar nada em lojas ou em supermercado. "Não tem como comprar um eletrodoméstico ou algo para casa", afirmou.
Para tentar reduzir esse número, a prefeitura de Cuiabá informou que tem oferecido cursos de capacitação. "Também criamos um banco de dados onde as pessoas qualificadas ficam armazenadas e temos uma equipe de captação de vagas de emprego no mercado de Cuiabá", declarou.

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Inscrições para o vestibular da Unemat se encerram no domingo

Educação
G1 MT
28/11/2015 16:30:00 - 13 exibições
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Inscrições para o vestibular da Unemat se encerram no domingo

Vagas são oferecidas pelo Programa Parceladas em três cidades de MT.A taxa de inscrição é de R$ 100 e pode ser paga até segunda-feira (30).

Termina neste domingo (29) as inscrições para as 350 vagas oferecidas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) no vestibular específico pelo Programa Parceladas nos municípios de Alto Araguaia, Itiquira e Vila Rica. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no site da instituição.
As vagas são para os cursos de direito, pedagogia e ciências contábeis. Em Alto Araguaia, a 426 km de Cuiabá, há 50 vagas abertas para o curso de pedagogia no período noturno e 100 vagas para o curso de direito, sendo 50 vagas para o período matutino e a outra metade para o período noturno.
Em Itiquira, distante 359 km da capital, será ofertado os cursos de pedagogia, no período de férias, e Ciências Contábeis, no período noturno, com 50 vagas disponíveis para cada um. Já em Vila Rica, a 1.276 km de Cuiabá, haverá duas turmas do curso de direito, sendo 50 vagas para o período matutino e 50 vagas para o período noturno.
Do total das vagas oferecidas no edital, 40% são destinadas para ampla concorrência, 25% para candidatos optantes do Programa de Integração e Inclusão Étnico-Racial e 35% para candidatos oriundos de escolas públicas.  Os cursos serão oferecidos em regime semestral pelo sistema modular.
A taxa de inscrição é de R$ 100 e pode ser paga até o dia 30 de novembro. As provas serão realizadas no dia 20 de dezembro, das 8h às 12 horas, nos municípios de Alto Araguaia, Cuiabá, Itiquira e Vila Rica. O resultado final será divulgado no site da Unemat, a partir do dia 24 de fevereiro, e as aulas terão início a partir do dia 29 de fevereiro.
Os cursos que estão sendo oferecidos neste vestibular específico foram aprovados pelos conselhos superiores Conepe (Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão) e Consuni (Conselho Universitário) e serão financiados pelas prefeituras de cada município.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Polícia Civil prende autor de furto e recupera R$ 50 mil em joias em Canarana

Polícia
Assessoria - PJC
27/11/2015 10:53:00 - 42 exibições
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Polícia Civil prende autor de furto e recupera R$ 50 mil em joias em Canarana

O furto de aproximadamente R$ 50 mil em joias foi esclarecido pela Polícia Judiciária Civil, com a prisão em flagrante do suspeito, no domingo (22.11), no município de Canarana (823 km a Leste). O acusado, Anderson Diniz, o “Dentinho” foi identificado como autor do crime e autuado em flagrante pelos crimes de furto qualificado e corrupção de menores.
 
A grande quantidade de peças em ouro, entre anéis, pulseiras, brincos e correntes, além de documentos pessoais e talões de cheque foram furtados, no domingo (22), de dentro do veículo da vítima, que imediatamente acionou a Polícia Civil. Nas diligências, a equipe de investigadores conseguiu identificar Anderson como autor do furto e realizou a sua prisão na quadra de esportes da cidade.
 
Questionado, ele tentou negar envolvimento com o crime, mas acabou confessando a autoria do furto e indicando o local em que havia escondido as joias. Segundo a Polícia, grande parte das joias estavam escondidas em um galpão abandonado da cidade. Algumas peças e um talão de cheques foram repassados para, pelo menos, dois menores que auxiliaram a ação do suspeito.
 
Após ser atuado em flagrante por furto e corrupção de menores, o suspeito foi encaminhado para o sistema penitenciário de Canarana.
 
Participaram da operação os investigadores Cláudio Molina e Marcilon, coordenados pelo delegado Deuel Paixão Santana.

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OAB-MT cassa registro de Léo Capataz por abuso de poder

Justiça
MidiaNews / LUCAS RODRIGUES
27/11/2015 09:40:00 - 54 exibições
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OAB-MT cassa registro de Léo Capataz por abuso de poder

Candidato transferiu dinheiro da Caixa de Assistência durante período eleitoral

Por três votos a dois, a Comissão Eleitoral da OAB-MT cassou, há pouco, o registro da candidatura de Leonardo Campos, o Léo Capataz, por abuso de poder político e econômico.
Com a decisão, Capataz está impedido de disputar as eleições, que acontecem nesta sexta-feira (27).
Votaram pela cassação do registro os advogados Ueber Roberto de Carvalho, Patrícia Cavalcanti Albuquerque e Marcel Alexandre Lopes.
Já o relator do processo, Ildo de Assis Macedo, foi contra a cassação, assim como Paulo Sérgio Dautenbach.
O motivo da cassação, segundo a comissão, foi a doação de recursos financeiros da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA-MT), da qual Capataz é presidente, durante o período eleitoral.
A chapa de Léo Capataz poderá recorrer administrativamente da decisão junto ao Comissão Eleitoral do Conselho Federal da OAB. Neste caso, o recurso não possui efeito suspensivo, ou seja, enquanto a Comissão Nacional não julgar o caso, Capataz continuará com o registro cassado.
A outra opção para reverter a cassação é a obtenção de uma decisão liminar (provisória) junto à Justiça Federal.
Caso não consiga uma liminar até amanhã, os votos que forem recebidos por Capataz serão considerados nulos. O seu nome continuará a constar nas urnas eletrônicas, uma vez que as máquinas já foram programadas com os registros dos candidatos há mais de uma semana.
Outro lado
Em nota, a chapa encabeçada por Léo Capataz afirmou que o presidente da Comissão Eleitoral da OAB-MT, Silvano Macedo, garantiu que o candidato continua na disputa.
A chapa relatou que a assessoria jurídica já tomou as medidas cabíveis "para reverter essa decisão junto aos órgãos competentes".
A denúncia
Segundo a representação que resultou na cassação, mesmo tendo se licenciado do cargo em 17 de setembro deste ano, Capataz assinou um ofício, no dia 22 de setembro, em que confirma a doação de R$ 20 mil à subseção de Comodoro, cujo valor é proveniente de verbas da CAA-MT (veja ofício anexo).
No dia 30 de setembro, o vice-presidente da CAA-MT,  Flaviano Kleber Taques Figueiredo, também assinou ofício, dirigido à subseção de Peixoto de Azevedo, informando a doação de R$ 10 mil da CAA-MT à subseção local.
Na representação, Capilé apontou que os repasses afrontam o Regulamento Geral da OAB e o Provimento 146/2011, que proíbe, no período de 90 dias antes das eleições, “a concessão ou distribuição, às Seccionais e Subseções, por dirigente, candidato ou chapa, de recursos financeiros”.
Desta forma, a denúncia aponta que as doações possuiriam “caráter eleitoreiro vedado”.
“É forçoso reconhecer que os representados praticaram condutas vedadas, assim como abuso do poder político, em benefício próprio e da Chapa representada”, diz trecho da representação.
Conforme Capilé, o Regulamento Geral da OAB estabelece que a deste tipo de conduta deve resultar na cassação dos registros dos candidatos que praticarem a ilegalidade, assim como dos beneficiários, inclusive a chapa.
“Portanto, a isonomia e a lisura que devem imperar no processo eleitoral foram comprometidas com os atos perpetrados pelos candidatos Representados, situações essas que impõem a cassação dos registros ou dos diplomas dos que infringiram as regras e que se beneficiaram das infrações”, ressaltou, na representação.
Veja o ofício com doação irregular de Léo Capataz:

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