quarta-feira, 30 de setembro de 2015

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Exército faz seleção para contratar profissionais de diversas áreas em MT

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G1 MT
30/09/2015 16:43:00 - 28 exibições
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Exército faz seleção para contratar profissionais de diversas áreas em MT

Vagas ofertadas têm salários entre R$ 1,9 mil e R$ 6,6 mil. Selecionados deverão trabalhar em Cuiabá, Cáceres e Rondonópolis.

Estão abertas as inscrições do processo seletivo para a prestação de serviço temporário no Exército Brasileiro em Mato Grosso. As inscrições podem ser feitas até o dia 11 do mês que vem e só devem ser feitas pelo site do Exército. São oferecidas vagas para nível fundamental, médio e superior.
O serviço temporário tem o período de oito anos, podendo ser renovado anualmente. Os salários para os selecionados vão de R$ 1,9 mil para motorista nas categorias D ou E e R$ 6,6 mil para dentista, farmacêutico e advogado.
Para Cuiabá, são oferecidas vagas de dentista, farmacêutico, direito, técnico em agrimensura, técnico em manutenção de equipamento de engenharia, administração, contabilidade, enfermagem e operador de informática. Já para Cáceres, a 220 km de Cuiabá, tem vagas de dentista, motorista, ajudante de eletricista predial, auxiliar de refrigeração, pedreiro e bombeiro hidráulico. Vagas para dentista também estão abertas para atuar em Rondonópolis, a 218 km da capital.

Oposição decide adiar recurso sobre impeachment para o final de outubro

Oposição decide adiar recurso sobre impeachment para o final de outubro

Josias de Souza
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Antes mesmo de ser formalmente anunciada, a reforma ministerial de Dilma reduziu o ímpeto e a emergência do bunker do impeachment. A oposição planejava levar o tema ao plenário da Câmara na semana iniciada em 5 de outubro. Adiou a providência para o final do mês. Marcou na folhinha o dia 21 de outubro. Com isso, ganha tempo para medir a temperatura do PMDB. Tomado pelo fisiologismo, o partido do vice-presidente Michel Temer revela-se mais propenso a tomar de assalto a presidência de Dilma do que a substituí-la.
Um pedaço da oposição já trabalha com a perspectiva de mudar de assunto se a tese do impeachment não se revelar viável até novembro. Avalia-se que não vale a pena desperdiçar 2016 toureando um PMDB que é contra tudo e absolutamente a favor de qualquer outra coisa e um PSDB que tem excesso de cabeças e carência de miolos. De resto, os partidos terão de se equipar para a eleição municipal.
Excetuando-se o ajuste na agenda, a estratégia dos antagonistas de Dilma permanece a mesma. Está combinado que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mandará arquivar os pedidos de impeachment pendentes de deliberação. Quando o indeferimento de Cunha alcançar a petição subscrita pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, o grupo pró-impeachment recorrerá ao plenário. Que decidirá, por maioria simples de votos, se o requerimento deve ou não tramitar.
O que mudou é que, hoje, é maior a consciência de que o impeachment depende mais da evolução da conjuntura do que da capacidade de articulação dos opositores de Dilma. No momento, a presidente enfrenta dois adversários mais fortes do que toda a oposição e a dissidência governista reunidas. São eles: o imponderável da Lava Jato e a própria Dilma, uma personagem que flerta ininterruptamente com a autocombustão.

Dilma cede a Lula, tira Mercadante e coloca Jaques Wagner na Casa Civil

Dilma cede a Lula, tira Mercadante e coloca Jaques Wagner na Casa Civil

Fernando Rodrigues
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Atual titular da Casa Civil vai para a Educação
Aldo Rebelo ocupará o Ministério da Defesa
Mercadante-Wagner
Mercadante, que sai da Casa Civil, e Wagner, que entra em seu lugar
A presidente Dilma Rousseff cedeu ao seu antecessor e decidiu retirar o ministro Alozio Mercadante da Casa Civil. Para esse posto vai Jaques Wagner, atualmente ministro da Defesa.
Luiz Inácio Lula da Silva defendia de forma ostensiva a saída de Mercadante do Palácio do Planalto como forma de “distensionar'' as relações do Poder Executivo com o Legislativo. Na Casa Civil, Mercadante acumulou muito poder e era visto como um interlocutor arestoso por vários deputados e senadores aliados ao governo.
Nessa troca, a Defesa ficará com Aldo Rebelo (PC do B), que sai da pasta da Ciência e Tecnologia. Já Aloizio Mercadante, que ficou sob forte bombardeio durante vários meses, será realocado para o Ministério da Educação, local que já ocupou durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff.
Será necessário um esforço final do Planalto para convencer Mercadante aceitar o deslocamento para a Educação, pois o ministro pode se sentir diminuído, “andando para trás'', como ouviu o Blog de um petista que participou das conversas.
Embora Aldo Rebelo seja filiado a um partido de esquerda e que lutou contra a ditadura militar, ele é visto como político afável e com trânsito fácil nas Forças Armadas. O desejo de Dilma é que essa troca não produza ruídos nem crie problemas onde hoje não existem dificuldades operacionais para o governo.
Essas trocas foram confirmadas ao Blog por 2 ministros envolvidos nas negociações.
O Palácio do Planalto passará a ter uma trinca de ministros fortemente ligados ao ex-presidente Lula. Além de Wagner na Casa Civil, a articulação política ficará com o petista Ricardo Berzoini (que vai sair da pasta das Comunicações). E na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República já está e vai permanecer Edinho Silva, do PT de São Paulo.
Nunca, desde a 1ª vitória de Dilma em 2010, o Palácio do Planalto teve tantos lulistas em postos de comando.
No início deste ano de 2015, quando começou a se aprofundar a crise política, Dilma tinha como principais ministros no Planalto o deputado Pepe Vargas (do PT do Rio Grande do Sul) na função de articulador político, Miguel Rossetto (também petista gaúcho) na Secretaria Geral da Presidência, Thomas Traumann (jornalista de formação) chefiando a Secom –além de Aloizio Mercadante na Casa Civil.
Agora, a presidente terá apenas um dilmista roxo na sua equipe mais próxima: Giles Azevedo, atual assessor especial no Planalto e amigo dela desde o período em que ambos eram militantes do PDT no Rio Grande do Sul.
Giles atua ao lado de Ricardo Berzoini na articulação política. É uma espécie de “avatar de Dilma” durante negociações, oferecendo aos interlocutores, com sua presença, a garantia de que os pactos firmados estão de acordo com o que pensa a presidente da República.
SALDO POLÍTICO
Relatos de dentro do Palácio do Planalto dão conta de que Aloizio Mercadante não recebeu bem a decisão de Dilma de removê-lo da Casa Civil. O petista acha que a presidente está cometendo um erro, pois embora seu desempenho seja alvo de críticas, ele também argumenta desempenhar o papel de “anteparo” entre o meio político e a chefe do governo.
Jaques Wagner, na interpretação de Mercadante, não terá ânimo para funcionar como escudo da presidente –cuja administração ficará cada vez mais tutelada pelo lulismo e pelo PMDB, partido que está ampliando sua presença no governo.
Outro ministro que sai enfraquecido nesta reforma é o titular da Justiça, José Eduardo Cardozo, que também vinha sendo bombardeado por Lula nos bastidores nos últimos meses.
Cardozo tem dito a vários interlocutores que gostaria de sair do cargo para estudar no exterior (já sabe até para qual universidade iria, na Espanha). Permanece na função por fidelidade à presidente da República. Ele passa a ser um dos poucos ministros que têm proximidade com Dilma e que ocupa um cargo de relevância no governo.
Dos 29 ministros que vão ficar na administração federal (se for cumprida a meta de cortar 10 das 39 pastas atuais), poucos têm intimidade com Dilma.
Outro traço da nova composição da Esplanada é a presença preponderante do PMDB. O partido está hoje com 6 pastas e deve ficar com 7. A sétima cadeira deve ser a da Ciência e Tecnologia, a ser desocupada por Aldo Rebelo, que vai para a Defesa.
1ª CRISE A SER DEBELADA
Embora o anúncio oficial do ministério reformado esteja marcado para amanhã, 5ª feira (1º.out.2015), os novos indicados da área política já têm um desafio hoje: tentar conduzir o Congresso a realizar a sessão marcada para apreciar vetos presidenciais.
Entre os vetos há o que proíbe o aumento para servidores do Poder Judiciário. Esse aumento é uma medida considerada nociva ao ajuste fiscal em curso. É vital para o governo manter a decisão de não conceder o reajuste.
Ocorre que os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não se entendem sobre o que deve ser colocado em pauta.
Renan quer apenas que a sessão desta 4ª feira (30.set.2015) retome a apreciação de vetos já iniciada na semana passada. Aí está incluído o veto ao aumento para os funcionários do Judiciário. O governo considera vital liquidar o assunto o quanto antes para sinalizar ao mercado a robustez do ajuste fiscal em curso.
Ocorre que Eduardo Cunha só concorda em fazer nesta 4ª feira a sessão do Congresso se Renan Calheiros incluir também na pauta de votação o veto presidencial –dado ontem– ao financiamento de empresas para campanhas políticas.
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Polícia vai realizar buscas em imóveis próximos à casa do pintor em SP

30/09/2015 11h08 - Atualizado em 30/09/2015 12h53

Polícia vai realizar buscas em imóveis próximos à casa do pintor em SP

Jorge assumiu que matou 6; 7 corpos foram encontrados em sua casa.
Terreno vizinho será periciado e casa onde pintor trabalhou também.

Will SoaresDo G1 São Paulo
A Polícia Civil vai realizar nesta quarta-feira (30) buscas em mais dois imóveis vizinhos à casa do pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira, 41, preso por matar e esconder corpos na Favela Alba, na Zona Sul de São Paulo. Ao menos sete corpos foram encontrados na casa do pintor.
Equipes da Prefeitura demoliram paredes de um imóvel abandonado, vizinho à casa do pintor, para que a perícia da Polícia Civil possa buscar novos restos mortais.
Uma retroescavadeira foi utilizada no serviço e policiais militares, civis e uma equipe técnico-científica acompanharam os trabalhos. O terreno, segundo testemunhas, era muito utilizado por usuários de droga da região para o consumo de entorpecentes e Jorge seria um dos frequentadores. A Prefeitura retirou lixo e entulho suficientes para carregar oito caminhões.
Casa onde pintor prestava serviços na Zona Sul de São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)Casa onde pintor prestava serviços na Zona Sul
de São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)
Também na manhã desta quarta-feira a Polícia Civil recebeu uma denúncia e vai investigar a casa onde o pintor prestava serviços como pedreiro e jardineiro. A residência fica na Rua Professor Carlos Rizzini, a cerca de 1 km de onde os corpos foram encontrados.
A delegada Nilze Scapulatiello, do 35º DP, nao quis adiantar mais detalhes, mas esteve no quintal da residência com bombeiros e policiais militares para fazer uma avaliação preliminar. Pouco mais tarde, a delegada retornou acompanhada da proprietária do imóvel e do corretor de uma imobiliária. Ela afirmou que resolveu "pendências" para poder investigar o interior da residência. 
De acordo com Scapulatiello, não há indícios de que algum crime tenha acontecido nesta casa onde o pintor prestava serviços. Por conta disto, a princípio, a Polícia Civil não irá solicitar perícia para o local.
Um investigador que acompanhou a visita recolheu objetos que estavam no interior da residência. Luvas, camiseta, toalha e um chinelo feminino foram levados para análise. Os itens não continham manchas de sangue, mas a delegada decidiu levá-los para verificar se familiares das vítimas os reconhecem.
A delegada afirmou que não consegue definir um criminoso como Jorge Luiz. "Difícil definir alguém que durante o dia é prestativo, ajuda a comunidade e à noite mata".
Vizinhos do local disseram que ele chegava para trabalhar sempre com enxada e pá, mas o mato nunca diminuía.
"Não dava nada para ele. Era uma pessoa humilde, parecia até gente boa. Sempre passava com enxada e pá. Ele entrava para capinar, mas nunca via o mato sair. Estava sempre alto", disse vizinho que não quis se identificar.
Escavadeira derruba paredes para perícia realizar buscas em imóvel ao lado da casa de pintor (Foto: Will Soares/ G1)Escavadeira derruba paredes para perícia realizar buscas em imóvel ao lado da casa de pintor (Foto: Will Soares/ G1)
Desaparecidos
O delegado da 2ª Seccional - Sul, Jorge Carrasco, disse que vai investigar se Jorge tem alguma relação com o desaparecimento de 30 pessoas na região do 35º Distrito Policial, que compreende à região de Jabaquara, na Zona Sul de São Paulo, perto da casa onde o suspeito morava.

"Temos uma relação de pessoas desaparecidas na área da circunscrição do 35º DP e em alguns desses casos temos evidências de que possivelmente tenham sido mortas por esse indivíduo. Ele disse em depoimento que matava desde janeiro deste ano", disse Carrasco.
Sobre a possibilidade de Oliveira ter recebido ajuda para matar e ocultar os corpos das vítimas, o delegado informou que o pintor "disse que agiu sozinho, mas a polícia vai investigar se tudo o que ele disse no interrogatório é verdade."
O seccional explicou que deve fazer exames de DNA para identificar os corpos e ossadas encontradas na casa do pintor. "O trabalho de identificação dos corpos segue. Dependemos de laudos técnicos e periciais. Temos ossos, crânios e tudo será identificado", disse Carrasco.
O caso
Oliveira foi preso depois de a polícia encontrar o corpo de Carlos Neto Alves Júnior, de 21 anos, na casa dele, na sexta-feira (25). Durante a perícia, foram achados mais três cadáveres e uma ossada. Nesta terça-feira, foram feitas novas buscas no imóvel e mais corpos foram encontrados, totalizando sete vítimas. A polícia também encontrou fotos de seis pessoas na casa e vai investigar se elas estão desaparecidas.
Durante depoimento no 16º Distrito Policial, na Vila Clementino, Oliveira confessou ter assassinado cinco mulheres e um homem, que é o vizinho Carlos Júnior, segundo a polícia. O pintor disse em depoimento que as mortes aconteceram dentro do imóvel e as vítimas eram mulheres que compartilhavam drogas com ele.
Ele nega ter mantido relação sexual com as vítimas. O pintor também afirmou que a motivação para os crimes é que ele "fazia oposição à facção que está nos presídios e temia que as vítimas revelassem isso na região e, por isso, as estrangulou."
O homem diz que matou Carlos Júnior em legítima defesa. O suspeito disse que Júnior entrou em sua casa com uma faca na mão na companhia de outro rapaz. Segundo ele, após uma discussão, a vítima o esfaqueou no braço, ele conseguiu tomar a faca de Júnior e começou a golpeá-lo. O rapaz que estava com o jovem teria fugido durante a briga.
A polícia diz que as buscas na casa não têm prazo para terminar. Também existe a possibilidade de haver mais de sete vítimas entre as ossadas já localizadas.
Pintor  Jorge Luiz Morais de Oliveira  (Foto: Marcelo Gonçalves/SigmaPress/Estadão Conteúdo)Pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira (Foto: Marcelo Gonçalves/SigmaPress/Estadão Conteúdo)


Vítimas
Oliveira reconheceu por foto Paloma Aparecida dos Santos, de 21 anos, segundo a polícia. Os familiares dela identificaram um celular da jovem encontrado na casa do pintor de paredes. Oliveira também disse que estão entre as vítimas uma mulher chamada Natasha e uma conhecida como “Baianinha”. A polícia informou, no entanto, que só poderá confirmar a identidade dos corpos quando os exames de DNA estiverem prontos.

“Não dá para a gente ficar mostrando fotos de vítimas e desaparecidos e perguntar se ele matou, ou não. A gente vai ter que provar isso na investigação”, disse o delegado Jorge Carrasco. Segundo ele, na região do 35º Distrito Policial, o mais próximo da Favela Alba, onde o pintor morava, há 30 pessoas desaparecidas. A polícia irá fazer a investigação das vítimas com base nas informações sobre esses desaparecidos.
Mais cedo, o advogado de Oliveira, André Nino, havia dito que o pintor alegou que agia sob efeito de drogas e que está "arrependido dos crimes". Segundo o advogado, Oliveira afirmou não se lembrar dos nomes ou de outras informações das mulheres mortas.

O advogado disse que "se trata de uma pessoa que está consumida pela droga". Ele informou que ainda não definiu a linha de defesa. Segundo o advogado, o pintor negou em depoimento que a motivação dos assassinatos em série seja homofobia – Carlos Júnior e outras possíveis vítimas eram homossexuais.
Além dos casos revelados nesta semana, o pintor tem longa ficha criminal. Ele ficou preso 17 anos e 9 meses por dois homicídios em 1994 e 1995, se envolveu em rebelião de presos, e também respondeu criminalmente por sequestro, cárcere privado e formação de quadrilha. Ele deixou a cadeia em 7 de novembro de 2013.
Corpo é retirado da casa do pintor Jorge de Oliveira na região do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Amauri Nehz/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)Corpo é retirado da casa do pintor Jorge de Oliveira na região do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Amauri Nehz/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
Restos mortais
Segundo a delegada Nilze Scapulatiello, do 35º Distrito Policial, roupas, calçados e ossos foram recolhidos da casa e levam à polícia a acreditar que pessoas tenham sido mortas e enterradas na casa do pintor.
Pintor suspeito de matar e ocultar cadáveres em casa no Jabaquara (Foto: Reprodução/TV Globo)Pintor suspeito de matar e ocultar cadáveres em
casa no Jabaquara (Foto: Reprodução/TV Globo)
"Tem homem, tem mulher, tem roupa de criança. Eu peguei todas as pessoas desaparecidas que eu tenho registro na área, pra informar, chamar parentes, reconhecer roupa, algum detalhes que não é para nós, tem vários sapatos, sandálias, mas a família pode reconhecer", disse.
Um morador da favela, que pediu para não ser identificado, afirmou que o suspeito costumava beber em um bar da região e que ele não fazia questão de esconder o desprezo que tinha por homossexuais e usuários de droga. "Ele ficava direto no bar com a gente. Ele sempre falava que tinha raiva de gay e de nóia, mas nunca imaginei que seria capaz de uma coisa dessas".
Pintor chega para depor em Distrito Policial em São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)Pintor chega para depor em Distrito Policial em São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)
Beco onde fica a casa do pintor suspeito pelas mortes (Foto: Will Soares/G1)Beco onde fica a casa do pintor suspeito pelas mortes (Foto: Will Soares/G1)

Provas do concurso do TRE vão acontecer em Barra do Garças e outras 2 cidades

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TRE-MT
30/09/2015 09:31:00 - 72 exibições
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Provas do concurso do TRE vão acontecer em Barra do Garças e outras 2 cidades

Pela primeira vez em sua história, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso aplica provas de concurso público de forma descentralizada. Para o concurso público 2015, cujas inscrições se iniciam na sexta-feira (02/10), os concorrentes poderão realizar as provas em Barra do Garças, Sinop ou Cuiabá. Contudo, os aprovados para o interior do Estado poderão ser designados para outros municípios. A descentralização das provas visa trazer maior comodidade aos concorrentes, que não precisam mais se deslocar à capital para se submeter ao exame de seleção.
O concurso público prevê o preenchimento de 12 vagas, mais o cadastro de reserva. As provas serão realizadas no dia 13 de dezembro deste ano e a previsão é que a posse dos aprovados se dê antes mesmo das eleições municipais de 2016.
As inscrições iniciam no dia 2 de outubro e seguem até o dia 21 do mesmo mês, exclusivamente pelo site do  Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (http://www.cespe.unb.br/concursos/TRE_MT_15/), onde é possível ter acesso ao edital.
Estão abertas as seguintes vagas para convocação imediata:
- Quatro vagas para o cargo de Analista Judiciário da área jurídica, formação exigida em Direito, lotação no Interior do Estado;
- Cinco vagas para Técnico Judiciário, nível médio, lotação no Interior;
- Três vagas para Técnico Especializado em programação de sistemas, formação de nível médio acrescido de cursos que totalizem 180h na área de desenvolvimento ou programação de sistemas, lotação na sede administrativa (Cuiabá).
A jornada semanal de trabalho é de 40 horas e a remuneração mensal alcança os R$ 8.803,97 para o cargo de analista judiciário, e R$ 5.365,92 para o cargo de técnico judiciário. Os valores são referentes ao início da carreira.
A taxa de inscrição para concorrer às vagas de analista judiciário é de R$ 90. Já para se inscrever a uma vaga do cargo de técnico judiciário, a taxa foi fixada no valor de R$ 70. O pedido de isenção da taxa deverá ser feito via formulário disponível no site de inscrição para o concurso. As exigências para obter a isenção estão disciplinadas no edital do concurso.
A definição dos municípios que irão receber os servidores será divulgada após a conclusão do concurso, conforme demanda da força de trabalho da Justiça Eleitoral em Mato Grosso.