sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Patricia Poeta se despede do 'Jornal Nacional'

http://glo.bo/1wR84Fs

Sensacional a habilidade do filhote

https://www.facebook.com/video.php?v=415750378582693&fref=nf

Brincadeiras de amigos acaba em desispero

https://www.facebook.com/video.php?v=214854452057831

O elastico bambolé

https://www.facebook.com/video.php?v=10151475395358645&fref=nf

Funcionário da TAM é acusado de discriminar nordestinos

http://redelbm.blogspot.com/2014/10/funcionario-da-tam-e-acusado-de.htmlhttp://redelbm.blogspot.com/2014/10/funcionario-da-tam-e-acusado-de.html

JOVENS QUE AMARRARAM RAPAZ EM POSTE NO RIO SÃO PRESOS POR TRÁFICO

http://www.brasil247.com/+se7pd

Blog do Deijair Cerqueira: As verdades que vêm de Minas…

Blog do Deijair Cerqueira: As verdades que vêm de Minas…: Por Lúcia Capanema, atualmente professora na UFF no Facebook Aécio é poucos anos mais velho que eu. O conheci pessoalmente na adolescên...

Obrigado a todos e, juntos faremos a mais ampla democracia digital.A você que a cada instante busca melhoras em seu convívio, e deseja levar seu conhecimento a outras pessoas use nosso Blog, aqui você faz a diferença.

Núcleos, tal como todas as estruturas associativas.

Nos cidadãos brasileiros temos que ter mais cautela ao escolhermos os nossos representantes.
sabíamos o quanto é importante para a sociedade brasileira com a participação dos núcleos, tal como todas as estruturas associativas.

 Na prática, a proposta obriga órgãos da administração direta e indireta a criarem estruturas de participação social. O decreto lista nove tipos de estruturas que devem ser utilizadas: conselhos de políticas públicas; comissão de políticas públicas; conferência nacional; ouvidoria pública federal; mesa de diálogo; fórum interconselhos; audiência pública; consulta pública; e ambiente virtual de participação social.

30/10/2014 17h50 - Atualizado em 30/10/2014 1

Câmara entra com ação contra regra do STF para julgar parlamentares

Ação defende que deputados sejam julgados pelo plenário do tribunal.
Mudança de regra no STF transferiu casos de parlamentares para turmas.

Fernanda CalgaroDo G1, em BrasíliaE agora Pois bem,foi rejeitada por acharem que tira a autonomia dos órgãos.

Luismar L. Coutinho
E agora pretendem determinar ao SUPREMO que julgue os réus em sua paropia casa.
A Câmara dos Deputados ingressou nesta quinta-feira (30) com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal pedindo que o julgamento de deputados seja feito pelo plenário e não pelas turmas do STF.
Na ação, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), defende que o foro competente para julgar deputados é o plenário, composto por 11 ministros, e não as turmas, que funcionam com cinco magistrados (o presidente do STF não participa). Na prática, um quórum menor pode aumentar a chance de uma condenação.
A ação questiona a legitimidade de uma mudança feita em maio no regimento do Supremo que transferiu o julgamento de ações penais contra parlamentares para as turmas sob pretexto de agilizar a análise dos processos. A justificativa para a alteração no regimento foi a de priorizar no plenário o julgamento de matérias constitucionais ou com repercussão geral (que afetam automaticamente ações semelhantes em tramitação no país).
No último dia 21, por um placar de três a zero, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) teve recurso negado pela Segunda Turma em um processo que o condenou pelo vazamento de informações sigilosas, em 2008, da Operação Satiagraha, que investigou desvio de verbas públicas e crimes financeiros. Na época, Protógenes era delegado da Polícia Federal. Na eleição deste ano, ele não conseguiu se reeleger deputado.
Quebra de isonomia
Com a mudança no regimento do Supremo Tribunal Federal, passaram para as turmas as ações penais contra deputados, senadores e ministros de Estado. Continuam a ser julgados pelo plenário presidente e vice-presidente da República; presidentes de Senado e Câmara; ministros do Supremo; e o procurador-geral da República.
Na ação proposta ao STF, a Câmara argumenta que a alteração no regimento do tribunal provocou uma quebra de isonomia ao fazer distinção entre parlamentares "do mesmo corpo legislativo" (presidente e demais deputados).
Segundo o texto da ação, “a distinção criada entre o mandato do presidente da Câmara dos Deputados e o mandato dos demais membros da Casa colide com o espírito da Norma Constitucional, lastreado no entendimento já sedimentado na doutrina e na vida política do país de que todos os mandatos têm o mesmo valor representativo e merecem o mesmo tratamento”.
No entendimento da Câmara, o tratamento desigual enseja “desarmonia interna e constrangimento perante o eleitorado”. O texto acrescenta ainda que a Constituição “sempre dispensou tratamento isonômico a todos os deputados federais, independentemente do número de votos recebidos nas urnas, dos partidos a que pertençam e dos cargos ocupados na administração da Casa”.
Nesta quarta-feira (29), Henrique Alves se reuniu com o presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski, para tratar do assunto.
“Apenas três ministros julgaram a ação, quando a Constituição diz que é o pleno do Supremo, com 11, [que deveria decidir]. Não chegou nem a ser metade, nem um terço”, criticou o presidente da Câmara ao final do encontro.
http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/10/camara-entra-no-supremo-contra-condenacao-de-protogenes.html

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

João Vitor Isaac

Segurança e o que a sociedade cobra

https://www.facebook.com/video.php?v=520950398039521&fref=nf

Todo desafio tem seu preço

https://www.facebook.com/video.php?v=755956907797571&fref=nf

Faculdade de Agronomia comemora o “Dia do Agrônomo”

Faculdade de Agronomia comemora o “Dia do Agrônomo”
29/10/2014 - Institucional

A Faculdade de Agronomia e Diretório Acadêmico (DA) da Universidade de Rio Verde - UniRV, realizaram nesta quarta-feira (29), um café da manhã em comemoração ao "Dia do Agrônomo" (12-10).

O café aconteceu na área de convivência do Bloco III, com a presença da diretora do curso, professora Ma. Laura Bonifácio Guimarães, do Pró-reitor de Administração e Planejamento da UniRV, professor Me. Carmo dos Reis Sousa, representando o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (CREA- GO), professores e acadêmicos.
 
Organizadores da comemoração do "Dia do Agrônomo"

A atividade deu início com uma declaração da diretora Laura. Em suas palavras: “não se deve esquecer que foram os agrônomos que contribuíram para que o Brasil alcançasse níveis de produtividade tão positivos. Nos últimos vinte anos, enquanto a área plantada de grãos cresceu apenas 32%, a produção aumentou cerca de 180% e a produtividade, responsável pelo bom desempenho do setor, evoluiu em 148%. Este resultado é o fruto da pesquisa e do trabalho do agrônomo, do técnico agrícola e do extensionista”, afirmou.

Laura ainda agradeceu todos os profissionais da Agronomia. “Venho congratular todos os profissionais da Agronomia pela especial data e reiterar o nosso compromisso para com a produção com qualidade, sustentabilidade e competitividade, confiando, como de costume, no desempenho do profissional da engenharia agronômica, na probidade e na moralidade administrativa, bem como uma permanente atualização em termos técnico-científico, requisitos esses que representam um permanente compromisso para com o setor agropecuário e agronegócio e para com toda a sociedade brasileira. Parabéns a todos os engenheiros agrônomos”, disse.
 
 A diretora da Faculdade de Agronomia, professora Ma. Laura Bonifácio Guimarães durante discurso
Com o crescimento da demanda de alimentos no país e no mundo, as pesquisas pública e privada terão um papel importante no futuro das ciências agrárias. Segundo o Pró-reitor de Administração, Carmo dos Reis, para atender a esta demanda, o engenheiro agrônomo tem um papel fundamental, pois é ele quem vai propor soluções em produtos e serviços e orientar os agricultores sobre as melhores práticas, como o uso racional dos recursos naturais, visando produzir mais, melhor e sempre de forma responsável alimentos para atender a crescente demanda mundial.
 
O Pró-reitor de Administração e Planejamento da UniRV, professor Me. Carmo dos Reis Sousa durante discurso

A atividade foi finalizada com uma apresentação artística.
 
  
 
  
 
    
 

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Assessoria de Comunicação


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PLANTÃO POLICIAL:

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POLICIAIS MILITARES E CIVIS SÃO PRESOS EM GOIÁS
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Escrito por REDAÇÃO   
Rio Verde 29/10/2014.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, na manhã desta quarta-feira (29), policiais civis, militares e outros suspeitos foram presos por envolvidos com o tráfico de drogas.
 Segundo o secretário Joaquim Mesquita, eles cometeram uma série de crimes em Anápolis, a 55 km de Goiânia.
Os presos são suspeitos de ter cometidos crimes como: homicídios, sequestros, extorsões, lesões corporais e ameaças, em função do trafico de drogas.
Denominada Operação Malavita, a ação da policia é desenvolvida em conjunto pelas polícias Civil e Militar.
São cumpridos 39 mandados de busca e apreensão e 23 mandados de prisão temporária em Anápolis, Alvorada do Norte, e Luziânia.
Até o final da manhã, já haviam sido cumpridos 13 dos 14 mandados de prisão contra militares; quatro dos cinco mandados contra policiais civis; e três dos quatro mandados contra outros suspeitos.
Cerca de 200 policiais participam da operação, que conta com o apoio da Força Nacional, do Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) e do Poder Judiciário.
Apesar das prisões em Alvorada do Norte e Luziania, a polícia acredita que os servidores não cometiam delitos nestes municípios.
Eles foram presos nessas localidades porque haviam sido transferidos para trabalhar nelas. Entre os objetos apreendidos estão armas e veículos. Ainda de acordo como secretário, os crimes eram praticados desde 2011.
O delegado geral da Polícia Civil de Goiás, João Carlos Gorski, explicou que a suspeita do envolvimento de policiais começou após a análise de crimes ocorridos em Anapolis.
 “A partir dos crimes investigados, começaram a surgir indícios da participação de agentes públicos nesses atos”, disse.
A policia descobriu ainda que os policiais detidos não comandavam o tráfico de drogas, mas eram aliciados pelos líderes.
Segundo Joaquim Mesquita, há fortes indícios e provas da participação dos policiais nos atos criminosos. A quantidade de delitos cometidos pelos suspeitos não foi informada, pois os dados só serão repassados após o fim da operação.
O comandante da Polícia Militar de Goiás, coronel Sílvio Benedito Alves, informou que os militares investigados são dois capitães e 12 praças.
A identidade deles não foi confirmada, mas, segundo o comandante, alguns deles já eram suspeitos de outros crimes anteriores.
“Alguns já respondiam por desvio de conduta e cumpriam penas administrativas”, disse.
 Joaquim Mesquita informou que, com o andamento da investigação, pode-se chegar a outros agentes públicos envolvidos com os crimes. 
O secretário reforçou que a situação “não se enquadra” a existência de um grupo de extermínio.
A Secretaria de Segurança Pública reformou que os envolvidos serão devidamente punidos. “Eles serão processados penalmente e 
disciplinarmente. Isso não representa a instituição, representa uma margem muito pequena dos agentes, vamos cortar na própria carne, não aceitamos desvio de conduta”, afirmou Mesquita.
Última atualização em Qua, 29 de Outubro de 2014 19:18

Solidariedade coletiva dos estudantes, desperta um lindo sorriso

União e solidariedade: Comunidade escolar se une para ajudar criança com necessidades especiais
Secretaria de Educação - 29/10/2014 às 16:10 

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Dona Josefina protagonizou um momento histórico para toda a comunidade escolar. A unidade entregou nesta quarta-feira, 29, uma cadeira de rodas para a aluna Jéssica Domingos Pinto, 10 anos, que sofre de deficiência física, originada em decorrência de uma paralisia infantil. A aluna tem dificuldades em se alimentar, andar e conversar.
 
A professora, Cristina Borges, disse que a estudante estava com dificuldades em frequentar as aulas pelas dores nas costas e no corpo. E um dos motivos era a cadeira inadequada para a criança que está em fase de crescimento.
 
A gestora, Adriane Paludo, destacou que toda a comunidade escolar contribuiu para aquisição da cadeira de rodas e a mesa adaptada para a aluna. “A cadeira poderá ser usada por cinco anos. E estamos felizes em poder ajuda-la e proporcionar maior conforto para que ela continue frequentando as aulas”.

PMDB e tucanos dão tiro no pé: derrota na Câmara é vitória de Dilma junto ao povo.

Câmara dos Deputados insiste em deixar o povo do lado de fora.
Que mal há em ouvir cada vez mais o povo para governar?
Principalmente com as tecnologias existente de redes sociais no século XXI?
Tem uma genial frase de Darcy Ribeiro, dizendo que havia fracassado em muitas tentativas de superar a pobreza, as carências educacionais e o subdesenvolvimento nacional, mas detestaria estar no lugar dos que o venceram.

A frase cai como uma luva na votação do projeto de autoria de dois deputados do DEM (Mendonça Filho e Ronaldo Caiado) para revogar o decreto da presidenta Dilma que criou o Plano Nacional de Participação Social.

Quem perdeu a votação na Câmara, a presidenta Dilma, fica do lado dos anseios populares. Quem "venceu" a votação fica mal na fita, tirando direitos do cidadão ter mais voz.

As V.Exas. da Câmara que a derrotaram, só deram visibilidade a uma coisa extremamente positiva para a popularidade da presidenta: Dilma está do lado da participação popular, do lado do povo ter voz no governo. A Câmara dos Deputados é que ficou contra.

O decreto apenas institucionalizava como política de estado a participação popular em caráter consultivo na formulação de políticas governamentais, sem tirar nenhum poder, nem invadir funções do legislativo. 

Incluía inclusive a participação popular através da internet. É inconcebível em tempos de redes sociais que a política não se modernize e ouça mais o povo diretamente, dando mais cidadania e mais protagonismo popular.

Foi resultado do diálogo da Presidência da República com amplos setores da sociedade, conduzido pelo ministro Gilberto Carvalho, e que se acelerou após as grandes manifestações de junho de 2013, que pediam principalmente mais participação popular para o povo ter mais voz nas decisões nacionais e haver maior representatividade dos governantes eleitos.

A extrema direita, capitaneada pela revista Veja, demonizava o decreto, mentindo sobre seus efeitos como se levasse à uma "ditadura bolivariana" (sabe-se lá o que significa isso nas cabeças ensandecidas dos leitores da Veja), substituindo o Congresso Nacional por conselhos. Óbvio que é uma mentira deslavada. O decreto nem toca em nenhuma atribuição legislativo, por onde tem que passar todas as leis. Não mexe em estruturas institucionais.

Na prática, com ou sem decreto, o governo pode e deve consultar a sociedade para construir políticas públicas. Nada impede do governo conversar com todos os setores representativos da sociedade, colher sugestões, debater e até explicar efeitos colaterais nocivos que algumas reivindicações poderiam trazer. É até muito saudável esse processo de diálogo para amadurecer decisões. 

O decreto apenas institucionalizava o processo de diálogo como uma política de estado e não de governo. Com Dilma reeleita a política de governo continuará existindo, com ou sem decreto.

O que é isso, PSB?

Só PT, PCdoB, PSOL e parte do PROS defenderam o projeto. Todos os outros partidos foram contra, inclusive PSB e PDT, confirmando sua guinada para o conservadorismo arcaico e um distanciamento das lutas populares transformadoras. Dos 15 deputados do PSB que votaram, 14 votaram contra o povo, e só Luiza Erundina (PSB-SP) destoou, indo contra a orientação de seu partido, que inclui entre seus companheiros o "socialista" Paulo Bornhausen (PSB-SC).

O ímpeto do PMDB em colocar em votação o projeto de autoria do DEM, dois dias após a eleição, para impor uma derrota à presidenta Dilma (derrota simbólica, porque na prática a participação popular não fica inviabilizada com a derrubada do decreto), foi mais um gesto político de disputa de espaços de poder, que passa pelo desejo de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se eleger presidente da Câmara, com apoio da oposição se for preciso, além da disputa por mais espaço dentro do governo.

Não tem problema. O povo está do lado da Dilma nesta "derrota", que deu mais visibilidade ao caráter popular do governo da presidenta.

Nome aos bois. Quem votou contra mais participação popular:

Abaixo, a lista de quem votou a favor do povo ter voz e poder de influência nas decisões nacionais e de quem trata o povo como gado que não pode falar, tem só que ouvir discursos de V.Exas.:
(Obs: considere obstrução como voto a favor da participação popular, pois era o recurso possível naquela sessão de votação):

a. LEGISLATURA
QUARTA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA Nº 235 - 28/10/2014
Abertura da sessão: 28/10/2014 18:28
Encerramento da sessão: 28/10/2014 22:10
Proposição: PDC Nº 1491/2014 - REQUERIMENTO PARA VOTAÇÃO DE ARTIGO POR ARTIGO - Nominal Eletrônica
Início da votação: 28/10/2014 21:33
Encerramento da votação: 28/10/2014 21:44
Presidiram a Votação:
Henrique Eduardo Alves 


Resultado da votação
Sim:3
Não:247
Abstenção:7
Total da Votação:257
Art. 17:1
Total Quorum:258
Obstrução:43
Presidente da Casa: Henrique Eduardo Alves - PMDB /RN
Presidiram a Sessão: 
Henrique Eduardo Alves - 18:29
Simão Sessim - 19:24
Henrique Eduardo Alves - 19:36 
Orientação
PT:Obstrução
PMDB:Não
PpPros:Liberado
PSD:Não
PSDB:Não
PrPtdobPrp:Não
DEM:Não
PSB:Não
Solidaried:Não
PDT:Não
PTB:Não
PCdoB:Obstrução
PSC:Não
PRB:Não
PV:Não
PPS:Não
PSOL:Obstrução
Repr.PEN:Não
Minoria:Não
GOV.:Sim

ParlamentarUFVoto
DEM
Abelardo LupionPRNão
Davi AlcolumbreAPNão
Efraim FilhoPBNão
Fábio SoutoBANão
Felipe MaiaRNNão
Jairo AtaídeMGNão
Jorge Tadeu MudalenSPNão
Júlio CamposMTNão
Lael VarellaMGNão
Luiz de DeusBANão
MandettaMSNão
Marcelo AguiarSPNão
Mendonça FilhoPENão
Onyx LorenzoniRSNão
Pauderney AvelinoAMNão
Paulo Cesar QuartieroRRNão
Professora Dorinha Seabra RezendeTONão
Rodrigo GarciaSPNão
Ronaldo CaiadoGONão
Vitor PenidoMGNão
Total DEM: 20   
PCdoB
Alice PortugalBAObstrução
Assis MeloRSObstrução
Carlos Eduardo CadocaPEObstrução
Daniel AlmeidaBAObstrução
Evandro MilhomenAPObstrução
Gustavo PettaSPObstrução
João AnaniasCEObstrução
Total PCdoB: 7   
PDT
André FigueiredoCENão
Damião FelicianoPBNão
Félix Mendonça JúniorBANão
Flávia MoraisGONão
Giovani CheriniRSNão
Marcelo MatosRJNão
Marcos RogérioRONão
Oziel OliveiraBANão
ReguffeDFNão
Sueli VidigalESNão
Vieira da CunhaRSNão
Wolney QueirozPENão
Total PDT: 12   
PEN
Nilmar RuizTONão
Total PEN: 1   
PMDB
Akira OtsuboMSNão
Alberto FilhoMANão
Alceu MoreiraRSNão
Alexandre SantosRJNão
André ZacharowPRNão
Aníbal GomesCENão
Camilo ColaESNão
Carlos BezerraMTNão
Danilo ForteCENão
Darcísio PerondiRSNão
Edinho AraújoSPNão
Edinho BezSCNão
Edson EzequielRJNão
Eduardo CunhaRJNão
Eliseu PadilhaRSNão
Fabio ReisSENão
Fábio TradMSNão
Fátima PelaesAPNão
Geraldo ResendeMSNão
Henrique Eduardo AlvesRNArt. 17
Hugo MottaPBNão
Íris de AraújoGONão
João ArrudaPRNão
João MagalhãesMGNão
José PriantePANão
Júnior CoimbraTONão
Lelo CoimbraESNão
Leonardo PiccianiRJNão
Leonardo QuintãoMGNão
Lucio Vieira LimaBANão
Manoel JuniorPBNão
Marçal FilhoMSNão
Marcelo CastroPINão
Marinha RauppRONão
Mário FeitozaCENão
Mauro BenevidesCENão
Mauro LopesMGNão
Mauro MarianiSCNão
Nilda GondimPBNão
Odílio BalbinottiPRNão
Osmar SerraglioPRNão
Osmar TerraRSNão
Pedro PauloRJNão
Professor SetimoMANão
Renan FilhoALNão
Rodrigo BethlemRJNão
Rogério Peninha MendonçaSCNão
Ronaldo BenedetSCNão
Sandro MabelGONão
Saraiva FelipeMGNão
Washington ReisRJNão
Total PMDB: 51   
PP
Afonso HammRSNão
Carlos MagnoRONão
Dilceu SperaficoPRNão
Dimas FabianoMGNão
Esperidião AminSCNão
Jair BolsonaroRJNão
Jerônimo GoergenRSNão
Jorge BoeiraSCNão
Julio LopesRJNão
Lázaro BotelhoTONão
Luis Carlos HeinzeRSNão
Missionário José OlimpioSPNão
Nelson MeurerPRObstrução
Raul LimaRRNão
Rebecca GarciaAMNão
Renato MollingRSNão
Renzo BrazMGNão
Roberto BalestraGONão
Roberto BrittoBANão
Roberto TeixeiraPENão
Simão SessimRJNão
Toninho PinheiroMGNão
VilalbaPENão
Vilson CovattiRSNão
Waldir MaranhãoMANão
Total PP: 25   
PPS
Arnaldo JardimSPNão
Arnaldo JordyPANão
Roberto FreireSPNão
Rubens BuenoPRNão
Sandro AlexPRNão
Total PPS: 5   
PR
Bernardo Santana de VasconcellosMGNão
Bilac PintoMGNão
Dr. Adilson SoaresRJNão
GiacoboPRNão
Gorete PereiraCENão
João Carlos BacelarBANão
Jorginho MelloSCNão
Lúcio ValePANão
Luiz NishimoriPRNão
Milton MontiSPNão
Paulo FeijóRJNão
Paulo FreireSPNão
TiriricaSPNão
Wellington RobertoPBNão
ZoinhoRJNão
Total PR: 15   
PRB
César HalumTONão
Cleber VerdeMANão
Otoniel LimaSPNão
Vitor PauloRJNão
Total PRB: 4   
PROS
Ademir CamiloMGNão
Antonio BalhmannCENão
Ariosto HolandaCESim
Cida BorghettiPRNão
Domingos NetoCESim
Dr. Jorge SilvaESNão
Givaldo CarimbãoALObstrução
Hugo LealRJObstrução
Liliam SáRJNão
Major FábioPBSim
Maurício TrindadeBANão
Miro TeixeiraRJNão
Ronaldo FonsecaDFNão
Total PROS: 13   
PRP
Chico das VerdurasRRNão
Total PRP: 1   
PSB
Alexandre RosoRSNão
Beto AlbuquerqueRSNão
Dr. UbialiSPNão
Fernando Coelho FilhoPENão
Janete CapiberibeAPNão
Jose StédileRSNão
Júlio DelgadoMGNão
Keiko OtaSPNão
Leopoldo MeyerPRNão
Luiza ErundinaSPObstrução
Paulo BornhausenSCNão
Paulo FolettoESNão
Sandra RosadoRNNão
Stefano AguiarMGNão
Valadares FilhoSENão
Total PSB: 15   
PSC
Andre MouraSENão
Edmar ArrudaPRNão
Erivelton SantanaBANão
Filipe PereiraRJNão
LaurieteESNão
Nelson PadovaniPRNão
Pastor Marco FelicianoSPNão
Silvio CostaPENão
TakayamaPRNão
Zequinha MarinhoPANão
Total PSC: 10   
PSD
André de PaulaPENão
Arolde de OliveiraRJNão
Diego AndradeMGNão
Edson PimentaBANão
Eduardo SciarraPRNão
Eleuses PaivaSPNão
Eliene LimaMTNão
Fábio FariaRNNão
Felipe BornierRJNão
Geraldo ThadeuMGNão
Heuler CruvinelGONão
Hugo NapoleãoPINão
Jaime MartinsMGNão
Jefferson CamposSPNão
João RodriguesSCNão
José Carlos AraújoBANão
José NunesBANão
Manoel SalvianoCENão
Marcos MontesMGNão
Moreira MendesRONão
Onofre Santo AgostiniSCNão
Reinhold StephanesPRNão
Roberto DornerMTNão
Roberto SantiagoSPNão
Sérgio BritoBANão
Sergio ZveiterRJNão
Thiago PeixotoGONão
Vilmar RochaGONão
Total PSD: 28   
PSDB
Alfredo KaeferPRNão
Andreia ZitoRJNão
Antonio Carlos Mendes ThameSPNão
Antonio ImbassahyBANão
Bruna FurlanSPNão
Bruno AraújoPENão
Cesar ColnagoESNão
Domingos SávioMGNão
Duarte NogueiraSPNão
Eduardo BarbosaMGNão
Emanuel FernandesSPNão
Hélio SantosMANão
IzalciDFNão
João CamposGONão
Jutahy JuniorBANão
Luiz Carlos HaulyPRNão
Luiz Fernando MachadoSPNão
Luiz PitimanDFNão
Mara GabrilliSPNão
Marco TebaldiSCNão
Marcus PestanaMGNão
Nilson LeitãoMTNão
Nilson PintoPANão
Otavio LeiteRJNão
Paulo Abi-AckelMGNão
Raimundo Gomes de MatosCENão
Ruy CarneiroPBNão
Vanderlei MacrisSPNão
Vaz de LimaSPNão
William DibSPNão
Total PSDB: 30   
PSOL
Chico AlencarRJObstrução
Ivan ValenteSPObstrução
Jean WyllysRJObstrução
Total PSOL: 3   
PT
Assis CarvalhoPIObstrução
Assis do CoutoPRObstrução
Benedita da SilvaRJObstrução
Beto FaroPAObstrução
Carlos ZarattiniSPObstrução
Edson SantosRJObstrução
Erika KokayDFObstrução
Fátima BezerraRNObstrução
Fernando FerroPEObstrução
Francisco PracianoAMNão
Helcio SilvaSPObstrução
Jesus RodriguesPIObstrução
José AirtonCEObstrução
Josias GomesBAAbstenção
Luiz AlbertoBAObstrução
Luiz CoutoPBObstrução
Luiz SérgioRJObstrução
Márcio MacêdoSEObstrução
MarconRSAbstenção
Margarida SalomãoMGObstrução
Maria do RosárioRSObstrução
Maria Lucia PrandiSPObstrução
Miriquinho BatistaPAAbstenção
Padre JoãoMGObstrução
PaulãoALObstrução
Pedro EugênioPEObstrução
PolicarpoDFObstrução
Reginaldo LopesMGAbstenção
Renato SimõesSPObstrução
Valmir AssunçãoBAObstrução
Vander LoubetMSAbstenção
Weliton PradoMGObstrução
Zé GeraldoPAObstrução
Zeca DirceuPRObstrução
Total PT: 34   
PTB
Alex CanzianiPRNão
Antonio BritoBAAbstenção
Arnon BezerraCENão
Josué BengtsonPANão
Jovair ArantesGONão
Paes LandimPINão
Walney RochaRJNão
Wilson FilhoPBNão
Total PTB: 8   
PTdoB
Lourival MendesMANão
Rosinha da AdefalALNão
Total PTdoB: 2   
PV
Eurico JúniorRJNão
PennaSPNão
Rosane FerreiraPRNão
Sarney FilhoMAObstrução
Total PV: 4   
Solidaried
Armando VergílioGONão
Arthur Oliveira MaiaBANão
Augusto CoutinhoPENão
AureoRJNão
Domingos DutraMAAbstenção
Dr. GriloMGNão
Fernando FrancischiniPRNão
Henrique OliveiraAMNão
João DadoSPNão
Laercio OliveiraSENão
ManatoESNão
Paulo Pereira da SilvaSPNão
Sebastião Bala RochaAPNão
Total Solidaried: 13   


CENIN - Coordenação do Sistema Eletrônico de Votação